quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Um Jeito Estranho de Amar - Capítulo 45


ANASTASIA

Quando Christian se ajeitou, deitando-se no meio cama, eu fui para cima dele, ficando de quatro sobre seu corpo. Beijei seus lábios, descendo minha boca para o seu tórax, distribuindo beijinhos ao longo de sua barriga até meus lábios tocarem a ponta da cabeça do pau dele, fazendo Christian gemer um pouco.
— Você vai ter que dar um jeitinho nele – escutei Christian dizer.

— Relaxa, amor. Eu sou boqueteira nata.

Ele riu do meu comentário, mas logo o som que saía de sua garganta era o de prazer enquanto eu o envolvia com minha boca, deixando-o duro em questão de poucos minutos.
Todavia, parei de chupá-lo antes que o mesmo gozasse, pois queria que ele me visse quando eu o fizesse gozar, então me sentei entre suas pernas, chamando-o para que Christian abrisse os olhos.

— O que foi? – ele inquiriu, olhando-me meio confuso.

— Eu quero que você me veja te fazendo gozar, amor – disse dando um sorriso safado, mordendo o lábio inferior à medida que eu começava a movimentar minhas mãos, em um vai e vem bem lento.

Aos poucos, fui acelerando os movimentos enquanto mantinha meu olhar fixo nas expressões faciais que Christian fazia. De vez em quando, ele tirava os olhos das minhas mãos, que agora massageavam freneticamente o seu pau, e me encarava, dando às vezes um sorrisinho divertido antes de fazer uma cara de prazer.

Não demorou muito para Christian se apoiar na cama, sobre os cotovelos, gemendo à medida que gozava em minhas mãos, chegando até melar um pouco a sua barriga.
— Gostou, amor? – indaguei, olhando-o safadamente, pegando em seguida um pouco do gozo em seu abdômen, já levando os dedos melados para minha boca, chupando-os um a um.

Christian se sentou, assentindo a minha pergunta enquanto acariciava o meu rosto.

— Sim. E você tem mãos maravilhosas – ele elogiou-me, antes de me beijar.

— Volta a deitar, amor – pedi, sussurrando entre os nossos lábios, então Christian se inclinou para trás, repousando sobre a cama.

Após me ajeitar melhor sobre ele, fui lentamente subindo pelo seu corpo, lambendo o resto do gozo em sua barriga, chegando até sua boca onde ataquei seus lábios em um beijo gostoso à medida que sentia Christian segurar minha cintura.
Porém, percebi o quanto ele se encontrava tenso e nervoso, como se ao mesmo tempo Christian soubesse, e não, o que fazer.

— Você tem que relaxar, amor – falei, dando-lhe beijinhos pelo seu pescoço – Eu confio em você. Se tiver preocupado em me decepcionar, não fique. Tente se soltar e apenas faça o que sabe. Eu confio em você, amor – ressaltei novamente, o encarando nos olhos.

Ele afagou meu rosto, assentindo, antes de se erguer um pouco, capturando minha boca. Aos poucos, Christian foi se soltando e passou a alisar a lateral de meu corpo, deixando um rastro quente por onde suas mãos me tocavam.

Ele descendo elas até a minha bunda, apertando-a, fazendo meu quadril se encaixar ainda mais a ele, me proporcionando a gostosa sensação de ter a minha bocetinha bem em cima do pau dele.

— Levanta um pouco o seu corpo – Christian mandou e eu o obedeci, levantando-me, ficando meio de quatro sobre seu tronco.

Ele passeou uma de suas mãos pelos meus seios, acariciando minha barriga, descendo até tocar minha boceta, super melada. Mordi o lábio, arfando em seguida, quando senti seus dedos me invadir.
— Isso, amor! – exclamei, soltando um gemido, sem conseguir conter o prazer que estava sentindo.

— Está gostando desse jeito? – Christian perguntou e eu acenei com cabeça, enquanto mordia o canto do lábio.

— Muito... Continua assim, amor... Oh meu Deus! – gemi alto quando ele intensificou os movimentos dos seus dedos, me fodendo com eles num ritmo frenético.

Acabei gozando segundos depois, apertando os dedos de Christian à medida que a minha boceta se contraía repetidamente. Tive que sentar sobre a mão dele e apoiar as minhas em seu tórax, para não desabar sobre o mesmo, enquanto meu corpo era acertado a cada segundo por espasmos violentos.

Lentamente, Christian tirou seus dedos de mim, fazendo-me arfar um pouco. Então, segurei seu pulso, levando seus dedos à minha boca, os chupando de um jeito bem sensual, provocando um riso divertido em Christian.

— Agora é a vez do seu pau brincar com a minha bocetinha, amor – falei, já me posicionando melhor sobre ele, que me ajudou a guiar seu pau para minha entrada quentinha.

Me contrai fortemente e fui sentando bem devagar à medida que Christian ia gemendo junto comigo, a cada centímetro que ele me preenchia deliciosamente. Quando o mesmo estava todo em mim, me inclinei para frente, o beijando enquanto eu começava a cavalgar sobre o quadril dele.
Ficamos naquela posição, até que Christian me perguntou se eu não queria deitar.

— Você vai ficar mais confortável, eu acho – ele complementou e eu assenti, dando-lhe um selinho antes de sair de cima do mesmo.

Com cuidado, Christian veio para cima do meu corpo, se enfiando novamente em minha boceta, porém ele não se mexeu por alguns segundos, só ficou me encarando.

— O que foi, amor?

— Nada. Acho que estou só curtindo esse momento – Christian murmurou, já se inclinando, capturando os meus lábios de uma forma tão carinhosa, que logo a identifiquei.
“Ele está me beijando do jeito que eu o vejo beijar o Jack” pensei, internamente feliz demais, por alguma razão.

Talvez, porque assim ele estaria confirmando que me amava tanto quanto amava o Jack.

— Me come gostoso, amor – me escutei implorar, voltando à realidade.

Christian então levantou minhas pernas, deixando meus joelhos próximos ao peito, já começando a mexer seu quadril de encontro ao meu, metendo com um pouco de força, fazendo-me jogar a cabeça trás, arfando em prazer. Depois segurei seu rosto e aproximei nossos lábios novamente, sentindo sua respiração ofegante em minha face.
— Estou quase... – gemi, calando-me de repente, me perdendo em seguida num orgasmo.

Christian não parou de meter, e sim intensificou ainda mais suas estocadas em mim, enquanto direcionava sua boca para um dos meus seios, totalmente sensíveis, fazendo logo outro orgasmo se formar em meu ventre.
Gozei gritando de prazer, quase convulsionando, à medida que ele continuava a me foder.
— Vou gozar... – Christian gemeu, ofegante.

— Em cima de mim. Goza em cima de mim, amor – pedi num murmuro, reunindo forças para me manter acordada.

Ele estocou mais duas vezes e tirou o seu pau de dentro da minha boceta, então o peguei rapidamente, já começando a masturbá-lo com força. Segundos depois, Christian gozou em minha barriga, me melando toda.
Ele saiu do meio das minhas pernas e se deitou ao meu lado. Ambos estávamos exaustos, então preferimos ficar em silêncio, observando o teto enquanto esperávamos nossas respirações se normalizarem.

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