ANASTASIA
Assim que terminei de me enxugar, vesti um dos roupões que se encontravam pendurados na parede e sai do banheiro, já abrindo a porta que dava acesso à sala e vendo Christian, com uma toalha enrolada na cintura, limpando o sofá.
— Amor, quando você terminar aí, pode vir me ajudar a desembaraçar o meu cabelo? – inquiri, então vi o mesmo se aprumar e virar, me encarando com uma das sobrancelhas erguida.
— Como assim “Quando você terminar aí”? Vai vir me ajudar não?
— Não, porque você não quis me comer no chuveiro – respondi, cruzando os braços sobre o peito e levantando um pouco o queixo, em sinal de afronta – Vou ficar te esperando aqui no quarto. Ver se não demora.
— “Ver se não demora”. Agora eu vi mesmo. Devia era vir me ajudar, isso sim – escutei ele resmungar bem baixinho quando eu saí.
Contive uma risada e voltei, aparecendo na porta novamente.
— Disse alguma coisa, amor? – inquiri, falando bem séria, o provocando.
— Não falei nada não. Já tô indo lá – Christian disse ainda emburrado, esfregando com força o pano contra o assento do sofá.
Sorri e fui para o quarto, onde fiquei maquinando sobre meu plano para convencer Christian a me foder. Eu iria pedir para ele fazer uma massagem nos meus ombros, depois pediria um beijo no meu pescoço e então eu iria dar o bote e atacá-lo.
Minutos depois, Christian adentrou o quarto e quando o observei tirar a toalha e vestir uma cueca boxer azul-escuro, me deu vontade de dizer para que ele ficasse só de toalha mesmo, mas assim eu poderia estragar o meu plano, então optei por ficar calada.
— A escova já está aqui comigo, amor – informei dando um sorriso, sentada no meio da cama, ainda só de roupão.
Ele então se aproximou, subindo na cama, posicionando-se atrás de mim e pegou a escova que eu lhe oferecia, segurando-a por sobre o meu ombro. Christian se ajeitou mais perto e começou, gentilmente, a pentear o meu cabelo.
— Você está com raiva de mim? – perguntei segundos depois, virando um pouco o rosto, olhando-o meio de relance.
— Não estou. Olhe para frente, por favor – ele pediu, meio mandão, então virei a cabeça para frente novamente – Prontinho – escutei Christian anunciar depois de alguns minutos.
— Agora faz uma massagem nos meus ombros, amor? Estou com um pouco de dor bem aqui – falei, tocando perto da curva do meu pescoço, por sobre o roupão, que tratei rapidamente de baixar, deixando a parte superior do meu corpo nu.
Christian hesitou, mas logo senti suas mãos em meus ombros, começando uma lenta e deliciosa massagem, fazendo-me fechar os olhos para saborear aquela sensação gostosa, à medida que minha boceta começava a dar sinal de vida, com o passar dos segundos.
Acabei não resistindo e o ataquei, me virando inesperadamente, o beijando enquanto me jogava para cima dele, fazendo o mesmo se deitar na cama.
— Espera. O que está fazendo, Ana? – Christian inquiriu, desvencilhando nossas bocas e me encarando com um semblante meio assustado.
— Só cala a boca e curte o momento – murmurei, já selando nossos lábios novamente, porém ele me empurrou para o lado, afastando-me de seu corpo e saiu da cama – Mozão, por favor. Eu estou muito carente. Preciso fazer sexo – falei, engatinhando até perto onde Christian se encontrava em pé, porém ele deu um passo para trás.
— Isso já foi longe demais – Christian comentou, passando a mão pelo cabelo, um pouco nervoso, eu diria.
Ele então se afastou e abriu a porta que dava acesso à varanda. Da cama, pude ver o mesmo se recostar no parapeito de vidro e se curvar um pouco, provavelmente repousando a cabeça sobre os braços.
Tomei uma atitude e me levantei da cama, indo até Christian, tocando em sua costa. Meu toque o fez aprumar seu corpo, então me recostei à ele, beijando sua costa, perto da nuca, enquanto minhas mãos acariciavam seus braços.
— Vou esperar até o Ursinho chegar, para vocês dois matarem o meu tesão, juntos. E me desculpe... por te pressionar a fazer uma coisa que você não quer.
— Mas eu quero – escutei ele dizer, me surpreendendo inesperadamente.
Christian então se virou, ficando de frente para mim, ainda recostado no parapeito. E segurando minha cintura, levou meu corpo para perto do seu, colando-me à ele e me fazendo sentir seu pau um pouquinho duro sob o fino pano da cueca.
— Você quer... transar comigo? – o questionei, em meio a um gemido contido.
— Sim, eu quero. Se fugi foi porque eu tenho medo – Christian disse tocando no meu rosto com as pontas dos seus dedos, afastando e colocando em seguida uma mecha de cabelo atrás da minha orelha – Tenho medo de não ser bom o suficiente, igual ao Ursinho, porque ele tem experiência com mulheres, já que o mesmo transava com a minha irmã.
— Mas você é bom, Mozão.
— Não em transar sozinho com uma mulher – ele murmurou, baixando o olhar.
— Ei? – falei, segurando seu rosto entre minhas mãos, fazendo o mesmo me encarar – Você é muito bom nisso, só não sabe ainda, mas eu vou te mostrar.
Mal terminei a frase e já o beijei tão intensamente quanto pude. Christian logo se desencostou do parapeito e me abraçou um pouco mais forte, pressionando-me contra seu corpo, com cuidado.
Quando nos afastamos, segundos depois, ambos ofegantes, eu não demorei muito para procurar seus lábios novamente à medida que sentia ele enfiar suas mãos em meu cabelo, fazendo depois um carinho gostoso em minha nuca, que me arrepiou toda, deixando meus mamilos rígidos de tesão.
Num movimento, Christian se abaixou um pouco, segurando minhas nádegas e me pegou no colo, fazendo com que eu o rodeasse com as pernas.
— Será que estou machucando nossa filha? – ele indagou com uma expressão preocupada, olhando para minha barriga, que se encontrava um pouco pressionada à ele.
— Ela deve está bem protegida aqui dentro, amor. Posso continuar te chamando de “Amor” ou você quer que eu te chame de “Mozão”? – o questionei enquanto Christian nos conduzia para dentro do quarto.
— Pode me chamar do jeito que você quiser – ele respondeu, se sentando na cama, comigo ainda atrelada ao seu corpo.
— De “Amor” então, porque além de ainda sermos namorados de mentirinha, eu amo você – anunciei, meio timidamente, o vendo me encarar confuso, franzindo o cenho.
— Você o quê?
— Te amo. Na verdade, é “Amo vocês dois”, mas o Ursinho não tá aqui ainda. Eu ia deixar para contar isso quando estivéssemos os três juntos, só que a situação mudou, então estou dizendo primeiro para você, amor.
— Quando você descobriu? – Christian me questionou, com um sorriso nos lábios.
— Durante essa semana, eu acho, mas provavelmente nem cheguei a notar que tinha começado a olhar vocês com olhos diferentes – falei, acariciando o rosto dele – Aí então hoje, que passamos o dia fingindo sermos namorados, tive a certeza de que amava os dois. Porque mesmo eu tendo amado o nosso dia juntos, também fiquei com muita saudade do Ursinho e no fundo, eu queria ter passado o dia com ele também. Só espero que vocês ainda sintam o mesmo por mim.
— Eu e o Ursinho não conversamos mais sobre isso, depois daquele dia, mas com certeza ele sente sim.
— E você, amor?
— Eu sinto também. E assim como para você, o nosso dia hoje também foi como um divisor de águas para mim.
Aquilo me deixou muito feliz.
— Que bom, amor. Depois a gente conversa mais sobre isso, porque agora nós temos coisinhas para fazer – sussurrei, já aproximando meu rosto do dele, que logo se apossou dos meus lábios, beijando-me.
Assim que terminei de me enxugar, vesti um dos roupões que se encontravam pendurados na parede e sai do banheiro, já abrindo a porta que dava acesso à sala e vendo Christian, com uma toalha enrolada na cintura, limpando o sofá.
— Amor, quando você terminar aí, pode vir me ajudar a desembaraçar o meu cabelo? – inquiri, então vi o mesmo se aprumar e virar, me encarando com uma das sobrancelhas erguida.
— Como assim “Quando você terminar aí”? Vai vir me ajudar não?
— Não, porque você não quis me comer no chuveiro – respondi, cruzando os braços sobre o peito e levantando um pouco o queixo, em sinal de afronta – Vou ficar te esperando aqui no quarto. Ver se não demora.
— “Ver se não demora”. Agora eu vi mesmo. Devia era vir me ajudar, isso sim – escutei ele resmungar bem baixinho quando eu saí.
Contive uma risada e voltei, aparecendo na porta novamente.
— Disse alguma coisa, amor? – inquiri, falando bem séria, o provocando.
— Não falei nada não. Já tô indo lá – Christian disse ainda emburrado, esfregando com força o pano contra o assento do sofá.
Sorri e fui para o quarto, onde fiquei maquinando sobre meu plano para convencer Christian a me foder. Eu iria pedir para ele fazer uma massagem nos meus ombros, depois pediria um beijo no meu pescoço e então eu iria dar o bote e atacá-lo.
Minutos depois, Christian adentrou o quarto e quando o observei tirar a toalha e vestir uma cueca boxer azul-escuro, me deu vontade de dizer para que ele ficasse só de toalha mesmo, mas assim eu poderia estragar o meu plano, então optei por ficar calada.
— A escova já está aqui comigo, amor – informei dando um sorriso, sentada no meio da cama, ainda só de roupão.
Ele então se aproximou, subindo na cama, posicionando-se atrás de mim e pegou a escova que eu lhe oferecia, segurando-a por sobre o meu ombro. Christian se ajeitou mais perto e começou, gentilmente, a pentear o meu cabelo.
— Você está com raiva de mim? – perguntei segundos depois, virando um pouco o rosto, olhando-o meio de relance.
— Não estou. Olhe para frente, por favor – ele pediu, meio mandão, então virei a cabeça para frente novamente – Prontinho – escutei Christian anunciar depois de alguns minutos.
— Agora faz uma massagem nos meus ombros, amor? Estou com um pouco de dor bem aqui – falei, tocando perto da curva do meu pescoço, por sobre o roupão, que tratei rapidamente de baixar, deixando a parte superior do meu corpo nu.
Christian hesitou, mas logo senti suas mãos em meus ombros, começando uma lenta e deliciosa massagem, fazendo-me fechar os olhos para saborear aquela sensação gostosa, à medida que minha boceta começava a dar sinal de vida, com o passar dos segundos.
Acabei não resistindo e o ataquei, me virando inesperadamente, o beijando enquanto me jogava para cima dele, fazendo o mesmo se deitar na cama.
— Só cala a boca e curte o momento – murmurei, já selando nossos lábios novamente, porém ele me empurrou para o lado, afastando-me de seu corpo e saiu da cama – Mozão, por favor. Eu estou muito carente. Preciso fazer sexo – falei, engatinhando até perto onde Christian se encontrava em pé, porém ele deu um passo para trás.
— Isso já foi longe demais – Christian comentou, passando a mão pelo cabelo, um pouco nervoso, eu diria.
Ele então se afastou e abriu a porta que dava acesso à varanda. Da cama, pude ver o mesmo se recostar no parapeito de vidro e se curvar um pouco, provavelmente repousando a cabeça sobre os braços.
Tomei uma atitude e me levantei da cama, indo até Christian, tocando em sua costa. Meu toque o fez aprumar seu corpo, então me recostei à ele, beijando sua costa, perto da nuca, enquanto minhas mãos acariciavam seus braços.
— Mas eu quero – escutei ele dizer, me surpreendendo inesperadamente.
Christian então se virou, ficando de frente para mim, ainda recostado no parapeito. E segurando minha cintura, levou meu corpo para perto do seu, colando-me à ele e me fazendo sentir seu pau um pouquinho duro sob o fino pano da cueca.
— Você quer... transar comigo? – o questionei, em meio a um gemido contido.
— Sim, eu quero. Se fugi foi porque eu tenho medo – Christian disse tocando no meu rosto com as pontas dos seus dedos, afastando e colocando em seguida uma mecha de cabelo atrás da minha orelha – Tenho medo de não ser bom o suficiente, igual ao Ursinho, porque ele tem experiência com mulheres, já que o mesmo transava com a minha irmã.
— Mas você é bom, Mozão.
— Não em transar sozinho com uma mulher – ele murmurou, baixando o olhar.
— Ei? – falei, segurando seu rosto entre minhas mãos, fazendo o mesmo me encarar – Você é muito bom nisso, só não sabe ainda, mas eu vou te mostrar.
Mal terminei a frase e já o beijei tão intensamente quanto pude. Christian logo se desencostou do parapeito e me abraçou um pouco mais forte, pressionando-me contra seu corpo, com cuidado.
Quando nos afastamos, segundos depois, ambos ofegantes, eu não demorei muito para procurar seus lábios novamente à medida que sentia ele enfiar suas mãos em meu cabelo, fazendo depois um carinho gostoso em minha nuca, que me arrepiou toda, deixando meus mamilos rígidos de tesão.
— Será que estou machucando nossa filha? – ele indagou com uma expressão preocupada, olhando para minha barriga, que se encontrava um pouco pressionada à ele.
— Ela deve está bem protegida aqui dentro, amor. Posso continuar te chamando de “Amor” ou você quer que eu te chame de “Mozão”? – o questionei enquanto Christian nos conduzia para dentro do quarto.
— Pode me chamar do jeito que você quiser – ele respondeu, se sentando na cama, comigo ainda atrelada ao seu corpo.
— De “Amor” então, porque além de ainda sermos namorados de mentirinha, eu amo você – anunciei, meio timidamente, o vendo me encarar confuso, franzindo o cenho.
— Você o quê?
— Te amo. Na verdade, é “Amo vocês dois”, mas o Ursinho não tá aqui ainda. Eu ia deixar para contar isso quando estivéssemos os três juntos, só que a situação mudou, então estou dizendo primeiro para você, amor.
— Quando você descobriu? – Christian me questionou, com um sorriso nos lábios.
— Durante essa semana, eu acho, mas provavelmente nem cheguei a notar que tinha começado a olhar vocês com olhos diferentes – falei, acariciando o rosto dele – Aí então hoje, que passamos o dia fingindo sermos namorados, tive a certeza de que amava os dois. Porque mesmo eu tendo amado o nosso dia juntos, também fiquei com muita saudade do Ursinho e no fundo, eu queria ter passado o dia com ele também. Só espero que vocês ainda sintam o mesmo por mim.
— Eu e o Ursinho não conversamos mais sobre isso, depois daquele dia, mas com certeza ele sente sim.
— E você, amor?
— Eu sinto também. E assim como para você, o nosso dia hoje também foi como um divisor de águas para mim.
Aquilo me deixou muito feliz.
— Que bom, amor. Depois a gente conversa mais sobre isso, porque agora nós temos coisinhas para fazer – sussurrei, já aproximando meu rosto do dele, que logo se apossou dos meus lábios, beijando-me.

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