CHRISTIAN
Acordei com Jack me chamando baixinho, ao pé da nossa cama.
— O que foi, Ursinho? Bom dia – murmurei ainda sonolento, passando minha mão pelo rosto para tentar afastar o sono.
— Bom dia, meu gostosinho dorminhoco. Levanta e vem comigo – ele sussurrou me dando um selinho, já se erguendo, fazendo-me notar o lubrificante e alguns preservativos em uma das suas mãos.
Logo entendi sua intenção e sorri, me levantando e o acompanhando para fora do quarto.
— Porque transar aqui e não lá, amor? A Bonequinha tá tão morta de cansaço que nem ia acordar – perguntei quando entramos no antigo quarto da Ana e Jack fechou a porta.
— Eu quero me divertir um pouco a sós com você, antes de ir para o trabalho – ele disse se aproximando de mim, segurando meu queixo, beijando-me, depois se afastou, colocando o lubrificante e as camisinhas na mesinha de cabeceira e se virou – Não é porque a Bonequinha vai morar conosco para sempre, que não podemos ter um momento a dois, como casal, né? Ou você não quer ter mais isso?
— Quando tais palavras saírem da minha boca, pode me internar num hospício, porque eu não estarei no meu juízo perfeito, amor – brinquei e Jack sorriu, então me aproximei dele, o puxando pela cintura, sentindo seu corpo nu colar-se ao meu, também desprovido de qualquer roupa, devido termos dormido os três pelados – Eu sempre vou querer uma boa foda com o meu maridinho lindo e gostoso.
Logo senti sua boca se apossar da minha, à medida que eu erguia a mão, segurando sua nuca. O puxei para mais perto, aprofundando e correspondendo seu beijo, ferozmente. Jack nos empurrou para cama e eu caí, com ele prensando meu corpo com o seu.
Jack então desceu sua boca para o meu pescoço, mas o ouvi sorrir segundos depois, fazendo-me encará-lo, confuso.
— O que foi, querido?
— A Bonequinha te marcou – ele disse, mas ainda fiquei sem entender – Ela chupou seu pescoço ontem e te deixou com uma marquinha bem aqui – Jack completou sussurrando, já beijando um ponto abaixo do meu queixo, me estremecendo – Vou ter que deixar uma marquinha também.
Ele mal terminou de falar e já foi chupando o outro lado do meu pescoço, enquanto segurava meu pau ainda mole entre seus dedos, me fazendo gemer.
— Ai, amor. Está virando carnívoro agora? – inquiri quando Jack me deu uma mordida no local onde o mesmo estava sugando segundos antes.
— Desculpe, me empolguei um pouquinho.
Ele se deitou ao meu lado, de bruços, e me pediu para comê-lo. Então, peguei o lubrificante e um dos preservativos, e enquanto eu o lambuzava, fui batendo uma punheta para deixar meu pau ainda mais duro.
Assim que coloquei a camisinha, me posicionei atrás dele e o mesmo ergueu um pouco o quadril. Lentamente, fui deslizando para dentro de seu buraquinho, ouvindo Jack gemer à medida que eu me inclinava sobre seu corpo, entrelaçando nossas mãos.
— Se o prazer for muito grande, morde o travesseiro para não gritar alto, amor – sussurrei em tom de brincadeira, fazendo ele rir.
— Pode deixar, querido. Mas você tem que me comer bem gostoso.
— Com todo prazer – murmurei voltando para minha posição inicial, segurando sua cintura, já começando a fodê-lo do jeito que Jack gostava, com direito a beijos e mordidinhas safadas ao longo de sua costa.
Enquanto eu entrava e saía de seu buraco quentinho, aumentando o ritmo das minhas estocadas, ele começou a me apertar muito, enlouquecendo-me e fazendo-me não demorar para gozar freneticamente.
Me deitei sobre Jack, ofegante e beijei o seu ombro à medida que eu dava as últimas investidas contra seu quadril. Depois ficamos naquela posição por alguns minutos, deixando que nossas respirações voltassem ao normal. Então, lambi sua nuca, subindo em direção ao seu ouvido e passei minha língua em sua orelha.
— Minha vez – sussurrei, já saindo de cima dele, tirando depois o preservativo, jogando-o no lixeiro do banheiro.
Quando voltei para o quarto, Jack me esperava alisando o seu pau, então nos beijamos e em seguida me deitei na cama, também de bruços. Ele fez o mesmo processo com o lubrificante, bolinando-me com seus dedos, me deixando bem relaxado. Depois me penetrou, preenchendo-me.
Minutos depois, me ajeitei ficando de quatro para que eu pudesse me masturbar enquanto era fodido, pois queria gozar novamente, junto com Jack.
O meu tesão foi aumentando a cada estocada dele e logo desabei na cama, mordendo o travesseiro para não gritar enquanto esporrava contra o lençol, gozando feito louco.
Involuntariamente, passei a apertar o pau do Jack, fazendo o mesmo não se aguentar e gozar junto comigo.
— No final... quem foi que mordeu... o travesseiro, hein? – escutei Jack me provocar ainda ofegante e eu ri, rolando os olhos, já levando a mão para trás, jogando a almofada nele, que logo saiu de mim.
Assim que Jack tirou o preservativo, colocando-o sobre a mesinha de cabeceira, ele se deitou ao meu lado, vindo para cima do meu corpo, beijando-me o pescoço.
— Alguém vai acabar se atrasando – comentei em meio a um gemido e Jack ergueu o rosto, me encarando fazendo uma careta.
— Estou me arrependendo de ter sido um bom samaritano e aceitado cobrir o plantão do Paul.
— Bem feito – o provoquei, já recebendo um ataque de cócegas.
Segundos depois, ele parou e me beijou, antes de sair de cima de mim. Jack voltou para o nosso quarto, a fim de ir se preparar para o trabalho, enquanto eu fiquei no da Ana, tirando os lençóis da cama.
Quando finalmente adentrei o nosso quarto, encontrei Jack saindo do closet, já todo arrumado e bem cheiroso.
— Eu já estou indo, querido – ele informou me dando um selinho – Vou sair do hospital às sete em ponto. Daí são quatro horas e meia de viagem, então provavelmente chegarei lá por volta das onze e meia ou meia noite.
— Ok, amor.
O vi ir até a nossa cama, dando um beijo na bochecha da Ana, sussurrando depois um “Bom dia, Bonequinha”, para em seguida dizer “Tchau, Bonequinha. Até à noite”, porém ela nem sequer abriu os olhos e só murmurou algo que nem Jack, que estava perto dela, entendeu.
— Aquela dali tá em coma, com certeza – ele comentou rindo, já se despedindo de mim também, antes de sair.
Como ainda era cedo, resolvi tomar um banho e depois voltar para a cama e dormir até mais tarde. Minutos depois, quando eu saí do banheiro, enrolado na toalha, vi Ana sentada na cama, esfregando os olhos, com os cabelos mais bagunçado que ninho de passarinho.
— Bom dia – falei e ela me olhou, fazendo logo uma careta.
— Já está na hora de ir?
— Não. Vamos só mais tarde, então se quiser... – parei de falar de repente quando a vi cair para trás, deitando-se e fechando os olhos novamente – Espera eu pelo menos terminar a frase antes de tu voltar a entrar em coma, né? – resmunguei, mas Ana não me respondeu, então adentrei o closet, coloquei uma cueca boxer preta e voltei para a cama.
Mal deitei no lado do colchão que eu dormia, senti ela se aconchegar a mim, abraçando-me por trás.
— Estou com frio, Mozão – escutei Ana murmurar perto do meu pescoço.
— Você está com frio, porque além de estar pelada, a senhorita chutou o edredom para o pé da cama.
— Não preciso de edredom, porque você tá tão quentinho – ouvi ela sussurrar e ressonar segundos depois, indicando-me que a mesma havia dormido de novo.
Com um dos meus pés, consegui puxar o edredom e o ajeitei sobre nós dois, da maneira que deu, então fechei os olhos e tentei dormir novamente.
Acordei com Jack me chamando baixinho, ao pé da nossa cama.
— O que foi, Ursinho? Bom dia – murmurei ainda sonolento, passando minha mão pelo rosto para tentar afastar o sono.
— Bom dia, meu gostosinho dorminhoco. Levanta e vem comigo – ele sussurrou me dando um selinho, já se erguendo, fazendo-me notar o lubrificante e alguns preservativos em uma das suas mãos.
Logo entendi sua intenção e sorri, me levantando e o acompanhando para fora do quarto.
— Porque transar aqui e não lá, amor? A Bonequinha tá tão morta de cansaço que nem ia acordar – perguntei quando entramos no antigo quarto da Ana e Jack fechou a porta.
— Eu quero me divertir um pouco a sós com você, antes de ir para o trabalho – ele disse se aproximando de mim, segurando meu queixo, beijando-me, depois se afastou, colocando o lubrificante e as camisinhas na mesinha de cabeceira e se virou – Não é porque a Bonequinha vai morar conosco para sempre, que não podemos ter um momento a dois, como casal, né? Ou você não quer ter mais isso?
— Quando tais palavras saírem da minha boca, pode me internar num hospício, porque eu não estarei no meu juízo perfeito, amor – brinquei e Jack sorriu, então me aproximei dele, o puxando pela cintura, sentindo seu corpo nu colar-se ao meu, também desprovido de qualquer roupa, devido termos dormido os três pelados – Eu sempre vou querer uma boa foda com o meu maridinho lindo e gostoso.
Logo senti sua boca se apossar da minha, à medida que eu erguia a mão, segurando sua nuca. O puxei para mais perto, aprofundando e correspondendo seu beijo, ferozmente. Jack nos empurrou para cama e eu caí, com ele prensando meu corpo com o seu.
Jack então desceu sua boca para o meu pescoço, mas o ouvi sorrir segundos depois, fazendo-me encará-lo, confuso.
— O que foi, querido?
— A Bonequinha te marcou – ele disse, mas ainda fiquei sem entender – Ela chupou seu pescoço ontem e te deixou com uma marquinha bem aqui – Jack completou sussurrando, já beijando um ponto abaixo do meu queixo, me estremecendo – Vou ter que deixar uma marquinha também.
Ele mal terminou de falar e já foi chupando o outro lado do meu pescoço, enquanto segurava meu pau ainda mole entre seus dedos, me fazendo gemer.
— Desculpe, me empolguei um pouquinho.
Ele se deitou ao meu lado, de bruços, e me pediu para comê-lo. Então, peguei o lubrificante e um dos preservativos, e enquanto eu o lambuzava, fui batendo uma punheta para deixar meu pau ainda mais duro.
Assim que coloquei a camisinha, me posicionei atrás dele e o mesmo ergueu um pouco o quadril. Lentamente, fui deslizando para dentro de seu buraquinho, ouvindo Jack gemer à medida que eu me inclinava sobre seu corpo, entrelaçando nossas mãos.
— Se o prazer for muito grande, morde o travesseiro para não gritar alto, amor – sussurrei em tom de brincadeira, fazendo ele rir.
— Pode deixar, querido. Mas você tem que me comer bem gostoso.
— Com todo prazer – murmurei voltando para minha posição inicial, segurando sua cintura, já começando a fodê-lo do jeito que Jack gostava, com direito a beijos e mordidinhas safadas ao longo de sua costa.
Me deitei sobre Jack, ofegante e beijei o seu ombro à medida que eu dava as últimas investidas contra seu quadril. Depois ficamos naquela posição por alguns minutos, deixando que nossas respirações voltassem ao normal. Então, lambi sua nuca, subindo em direção ao seu ouvido e passei minha língua em sua orelha.
Quando voltei para o quarto, Jack me esperava alisando o seu pau, então nos beijamos e em seguida me deitei na cama, também de bruços. Ele fez o mesmo processo com o lubrificante, bolinando-me com seus dedos, me deixando bem relaxado. Depois me penetrou, preenchendo-me.
Minutos depois, me ajeitei ficando de quatro para que eu pudesse me masturbar enquanto era fodido, pois queria gozar novamente, junto com Jack.
— No final... quem foi que mordeu... o travesseiro, hein? – escutei Jack me provocar ainda ofegante e eu ri, rolando os olhos, já levando a mão para trás, jogando a almofada nele, que logo saiu de mim.
Assim que Jack tirou o preservativo, colocando-o sobre a mesinha de cabeceira, ele se deitou ao meu lado, vindo para cima do meu corpo, beijando-me o pescoço.
— Estou me arrependendo de ter sido um bom samaritano e aceitado cobrir o plantão do Paul.
— Bem feito – o provoquei, já recebendo um ataque de cócegas.
Segundos depois, ele parou e me beijou, antes de sair de cima de mim. Jack voltou para o nosso quarto, a fim de ir se preparar para o trabalho, enquanto eu fiquei no da Ana, tirando os lençóis da cama.
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Quando finalmente adentrei o nosso quarto, encontrei Jack saindo do closet, já todo arrumado e bem cheiroso.
— Ok, amor.
O vi ir até a nossa cama, dando um beijo na bochecha da Ana, sussurrando depois um “Bom dia, Bonequinha”, para em seguida dizer “Tchau, Bonequinha. Até à noite”, porém ela nem sequer abriu os olhos e só murmurou algo que nem Jack, que estava perto dela, entendeu.
— Aquela dali tá em coma, com certeza – ele comentou rindo, já se despedindo de mim também, antes de sair.
Como ainda era cedo, resolvi tomar um banho e depois voltar para a cama e dormir até mais tarde. Minutos depois, quando eu saí do banheiro, enrolado na toalha, vi Ana sentada na cama, esfregando os olhos, com os cabelos mais bagunçado que ninho de passarinho.
— Bom dia – falei e ela me olhou, fazendo logo uma careta.
— Já está na hora de ir?
— Não. Vamos só mais tarde, então se quiser... – parei de falar de repente quando a vi cair para trás, deitando-se e fechando os olhos novamente – Espera eu pelo menos terminar a frase antes de tu voltar a entrar em coma, né? – resmunguei, mas Ana não me respondeu, então adentrei o closet, coloquei uma cueca boxer preta e voltei para a cama.
Mal deitei no lado do colchão que eu dormia, senti ela se aconchegar a mim, abraçando-me por trás.
— Estou com frio, Mozão – escutei Ana murmurar perto do meu pescoço.
— Você está com frio, porque além de estar pelada, a senhorita chutou o edredom para o pé da cama.
— Não preciso de edredom, porque você tá tão quentinho – ouvi ela sussurrar e ressonar segundos depois, indicando-me que a mesma havia dormido de novo.
Com um dos meus pés, consegui puxar o edredom e o ajeitei sobre nós dois, da maneira que deu, então fechei os olhos e tentei dormir novamente.

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