ANASTASIA
Depois que Jack saiu do meio das minhas pernas, eu me encolhi, deitando de lado, ofegante e sentindo os tremores e choques do meu recente orgasmo. Christian fez um carinho na minha bochecha, perguntando-me se eu estava bem.
— Só preciso de uns segundos para me recompor – falei, meio débil ainda.
— Vem descansar aqui, Bonequinha – escutei Jack me chamar, então me ergui um pouco, vendo o mesmo recostado na cabeceira da cama.
Reuni um pouco de força e consegui engatinhar até ele, sentando-me entre suas pernas, já me recostando ao seu corpo. Vi quando Christian saiu da cama e entrou no closet, aparecendo minutos depois com um dos consolos de vidro.
— O que vai fazer, Mozão? – indaguei quando ele subiu na cama novamente, já pedindo para que Jack se ajeitasse melhor e abrisse minhas pernas.
— Usar as coisas que nós compramos, Bonequinha. O Ursinho me contou que você não gostou desses consolos, então eu vou te fazer mudar de ideia – Christian disse enquanto se posicionava deitado ali no meio das minhas pernas, ao qual Jack segurava firme uns dos meus joelhos, para que eu ficasse bem abertinha.
Christian chupou um pouco o consolo, babando-o, depois o vi assoprar por alguns segundos, antes do mesmo enfiar ele de uma só vez em mim. O consolo estava frio e ao entrar na minha boceta quentinha, me fez arfar e arquejar o peito, gemendo.
— Como você... – nem consegui terminar a minha pergunta, pois Christian havia tirado o consolo e enfiado novamente, fazendo-me morder o lábio.
— Tem vários vídeos na internet de mulheres se masturbando com consolos e vibradores. Se a pergunta era sobre isso – ele murmurou divertido.
Christian continuou me fodendo com o consolo, mas logo passou a me chupar também enquanto Jack brincava com meus seios à medida que nos beijávamos.
— PARA, MOZÃO! – gritei minutos depois, quando senti que ia gozar novamente.
— Te machuquei? – ele inquiriu, me olhando preocupado.
— Não. Não. Eu só não queria gozar de novo, senão vou acabar desmaiando.
— Se você desmaiar, a gente te espera acordar para continuarmos com a nossa brincadeira – Jack sussurrou ao pé do meu ouvido, beijando-o em seguida, arrepiando-me toda.
Não consegui dizer nada, pois me encontrava totalmente entregue à eles dois. Gemi, fechando os olhos, quando Christian voltou com o vai e vem do brinquedo, a mando do Jack, e com suas deliciosas chupadas no meu, já sensível, clitóris.
— Não, não, não, não, não... – choraminguei baixo, segurando as mãos de Jack, entrelaçando-as entre as minhas à medida que eu chegava ao meu limite, antes de explodir contra a boca de Christian.
Não cheguei a desmaiar, mas fiquei bem mais letárgica que antes, enquanto os espasmos musculares ainda me sacudia involuntariamente. Pensei que eles iam me deixar ali no cantinho da cama e iriam se pegar um pouco para gozar também.
Entretanto, não foi isso que aconteceu. Jack e Christian me colocaram no meio da cama e se deitaram ao meu lado, esperando que eu tivesse novamente pronta para outra rodada. Fiquei feliz por ver que eles estavam me esperando para continuarmos. Não que os dois se pegando fosse ruim, mas eu pelo menos queria assistir e curtir, só que quase desmaiada não dá para se assistir nada.
De repente, senti um sutil movimento em minha barriga e informei aos dois, que logo passaram a conversar com a bebê, enquanto acariciavam o local.
— Então, como vai ficar agora, que eu vou morar em definitivo com vocês? – indaguei inesperadamente.
— Como vai ficar o quê, Bonequinha? – Christian rebateu, me encarando.
— Com relação a bebê. Vocês vão adotar ela, mas eu ainda vou continuar aqui, então como vocês irão explicar minha presença na casa, e principalmente, o fato de nós três dormimos no mesmo quarto?
— Como se sente em relação a maternidade? – Jack inquiriu, à medida que eu subia mais um pouco, entre as almofadas.
— Sinceramente, não sei responder.
— Apenas diga o que sente quando pensa na bebê – pediu Christian, então respirei fundo, os olhando.
— Eu não escolhi ser mãe, apenas aconteceu. E quando aconteceu, eu fiquei com muita raiva desse serzinho que não tinha culpa de nada – comentei tocando na minha barriga – Mas naquele dia, lá na consulta, quando escutamos o coraçãozinho dela, eu me apaixonei. Só que consegui ocultar isso de vocês, porque iriam pensar que eu tava querendo desistir da adoção.
— Então quer que ela te chame de “Mamãe”? – Jack perguntou.
— Acho melhor “Titia Ana”, porque com certeza não vou ser uma boa mãe.
— É claro que vai ser sim. Nós até podemos adotar ela como sendo os pais, mas você nunca vai deixar de ser a mãe dela – Christian ressaltou, colocando a mão sobre a minha, que ainda se localizava em cima da barriga.
— Essa bebê aqui é de nós três, Bonequinha – disse Jack, repousando sua mão sobre a de Christian – Nós quatro somos uma família agora.
— Uma mãe fora da lei, dois pais gays e uma bebê. Melhor família que essa, não existe em lugar nenhum – Christian brincou, nos fazendo rir.
Eu fiquei muito emocionada com aquilo, que quase desabei em um choro, mas consegui me controlar, deixando escapar apenas algumas lágrimas ralas, que logo Jack e Christian secaram passando gentilmente a mão no meu rosto.
— Obrigada. A cada dia eu gosto ainda mais de vocês dois – falei, já pedindo um beijo triplo.
Com o beijo, o clima voltou a esquentar entre nós, que quando dei por mim, Christian estava lambendo um dos meus seios, enquanto Jack mexia na minha bocetinha, me bolinando deliciosamente.
— Fode minha bundinha, Ursinho – pedi, meio dengosa, já ficando de lado, roçando minha bunda no seu pau.
Notei Jack se afastar do meu corpo, provavelmente, para ir pegar uma camisinha na mesinha de cabeceira do lado dele, e enquanto ele se preparava, voltei minha atenção para Christian, puxando-o para um beijo à medida que eu pegava no seu pau, começando a masturbá-lo bem devagar, para que ele ficasse duro de novo.
Jack logo voltou a subir na cama e gemi contra a boca do Christian, numa mistura de dor e prazer, quando senti Jack me bolinar com seus dedos, espalhando ao redor e dentro do meu buraquinho, o que parecia ser o lubrificante que usávamos.
— Pronta, Bonequinha? – ele inquiriu, então o encarei, assentindo.
— Pode me comer até você gozar, Ursinho. Depois vai ser a sua vez, Mozão – murmurei, voltando a olhar para Christian, que concordou com a cabeça.
Jack se deitou novamente atrás de mim, já pedindo ao Christian que puxasse minha perna para cima dele e o mesmo assim o fez, fazendo-me parar de masturbá-lo e abraçá-lo, empinando ainda mais minha bunda para Jack. Ele então pincelou a cabeça de seu pau na minha entradinha, antes de investir lentamente contra o meu quadril.
Senti aquele pedaço de carne entrar em mim a cada centímetro, me alargando todinha, enquanto eu arfava e fechava os olhos, agarrada ao Christian. E quando Jack começou a se movimentar, eu delirei de tesão, gemendo como uma louca. Christian tentou tocar na minha bocetinha, mas o impedi.
— Quero gozar só depois, com vocês dois dentro de mim – informei puxando sua mão, chupando seus dedos sensualmente.
— E o que eu faço enquanto o Ursinho te come? – ele perguntou.
— Vem cá, Mozão.
O puxei para mais um beijo, descendo depois minha boca para o seu queixo, seu pescoço e seu ombro, à medida que eu sentia Jack beijar minha costa, se enterrando mais forte, gemendo contra minha pele.
A meu pedido, Jack se afastou um pouco para trás, segurando minha cintura, me levando consigo sem tirar seu pau de dentro de mim, então me ajeitei melhor na cama, para que enquanto eu fosse fodida, pudesse chupar o Christian.
Ficamos naquela posição até que Jack gozou. Ele me puxou para trás, fazendo-me parar de chupar o pau do Christian e me recostar à ele que logo procurou meus lábios, depois saiu de mim, deixando-me um pouco ardida e dolorida.
Quando Jack adentrou o banheiro, me virei, ficando agora de costa para Christian e entreguei à ele o vidrinho do lubrificante. O mesmo lambuzou meu rabinho e colocou a camisinha que Jack havia lhe jogado, antes de sair.
— Tem certeza que aguenta outra rodada de sexo anal? Você não está dolorida, Bonequinha? – ouvi Christian inquirir, então o olhei por sobre o ombro.
— Não está doendo não, Mozão. Pode me comer do jeito que quiser.
— Tudo bem.
Ele se posicionou de joelhos entrelaçando nossas pernas e se inclinou sobre mim, me penetrando devagar, mas minutos depois, com meu incentivo, Christian aumentou ainda mais a velocidade de suas estocadas, metendo com força, fazendo seu quadril se chocar contra minha bunda e suas bolas baterem na minha boceta encharcada.
Nos beijamos e segundos depois ele parou de me foder, gemendo contra meu ombro, gozando.
Quando Christian saiu para jogar a camisinha fora, Jack se deitou ao meu lado, acariciando meu rosto e tirando algumas mechas de cabelo da minha testa suada.
— Acho melhor deixar a sua DP para amanhã a noite, Bonequinha.
— Não, Ursinho. Eu quero gozar com vocês dois me fodendo ao mesmo tempo – falei, bem dengosa.
— Você ainda consegue da o cu depois de tudo isso? – Christian me questionou incrédulo, saindo do banheiro.
Sorri, me sentando, já ocultando uma expressão de dor.
— Eu já tô com ele mais arrombado que bunda de atriz pornô, então... – murmurei dando de ombros e eles riram – Vamos logo. Quero aproveitar que o meu sangue tá quente e vocês dois ainda estão de pau duro.
Christian se deitou na cama e eu fui para cima dele, apertando minha bocetinha à medida que sentava sobre o seu pau. Jack logo veio por trás, me lambuzando de lubrificante e se encaixando devagar no meu rabinho maltratado. Fiquei em êxtase total enquanto os dois me comiam em um ritmo gostoso, fazendo-me esquecer da dor e do ardor.
Alguns minutos depois, Jack segurou firme meu quadril e eu finquei minhas unhas no peito do Christian, à medida que nos três explodíamos num gozo maravilhoso.
Depois que Jack saiu do meio das minhas pernas, eu me encolhi, deitando de lado, ofegante e sentindo os tremores e choques do meu recente orgasmo. Christian fez um carinho na minha bochecha, perguntando-me se eu estava bem.
— Só preciso de uns segundos para me recompor – falei, meio débil ainda.
— Vem descansar aqui, Bonequinha – escutei Jack me chamar, então me ergui um pouco, vendo o mesmo recostado na cabeceira da cama.
Reuni um pouco de força e consegui engatinhar até ele, sentando-me entre suas pernas, já me recostando ao seu corpo. Vi quando Christian saiu da cama e entrou no closet, aparecendo minutos depois com um dos consolos de vidro.
— Usar as coisas que nós compramos, Bonequinha. O Ursinho me contou que você não gostou desses consolos, então eu vou te fazer mudar de ideia – Christian disse enquanto se posicionava deitado ali no meio das minhas pernas, ao qual Jack segurava firme uns dos meus joelhos, para que eu ficasse bem abertinha.
Christian chupou um pouco o consolo, babando-o, depois o vi assoprar por alguns segundos, antes do mesmo enfiar ele de uma só vez em mim. O consolo estava frio e ao entrar na minha boceta quentinha, me fez arfar e arquejar o peito, gemendo.
— Como você... – nem consegui terminar a minha pergunta, pois Christian havia tirado o consolo e enfiado novamente, fazendo-me morder o lábio.
— Tem vários vídeos na internet de mulheres se masturbando com consolos e vibradores. Se a pergunta era sobre isso – ele murmurou divertido.
Christian continuou me fodendo com o consolo, mas logo passou a me chupar também enquanto Jack brincava com meus seios à medida que nos beijávamos.
— Te machuquei? – ele inquiriu, me olhando preocupado.
— Não. Não. Eu só não queria gozar de novo, senão vou acabar desmaiando.
— Se você desmaiar, a gente te espera acordar para continuarmos com a nossa brincadeira – Jack sussurrou ao pé do meu ouvido, beijando-o em seguida, arrepiando-me toda.
Não consegui dizer nada, pois me encontrava totalmente entregue à eles dois. Gemi, fechando os olhos, quando Christian voltou com o vai e vem do brinquedo, a mando do Jack, e com suas deliciosas chupadas no meu, já sensível, clitóris.
— Não, não, não, não, não... – choraminguei baixo, segurando as mãos de Jack, entrelaçando-as entre as minhas à medida que eu chegava ao meu limite, antes de explodir contra a boca de Christian.
Não cheguei a desmaiar, mas fiquei bem mais letárgica que antes, enquanto os espasmos musculares ainda me sacudia involuntariamente. Pensei que eles iam me deixar ali no cantinho da cama e iriam se pegar um pouco para gozar também.
Entretanto, não foi isso que aconteceu. Jack e Christian me colocaram no meio da cama e se deitaram ao meu lado, esperando que eu tivesse novamente pronta para outra rodada. Fiquei feliz por ver que eles estavam me esperando para continuarmos. Não que os dois se pegando fosse ruim, mas eu pelo menos queria assistir e curtir, só que quase desmaiada não dá para se assistir nada.
De repente, senti um sutil movimento em minha barriga e informei aos dois, que logo passaram a conversar com a bebê, enquanto acariciavam o local.
— Então, como vai ficar agora, que eu vou morar em definitivo com vocês? – indaguei inesperadamente.
— Como vai ficar o quê, Bonequinha? – Christian rebateu, me encarando.
— Com relação a bebê. Vocês vão adotar ela, mas eu ainda vou continuar aqui, então como vocês irão explicar minha presença na casa, e principalmente, o fato de nós três dormimos no mesmo quarto?
— Como se sente em relação a maternidade? – Jack inquiriu, à medida que eu subia mais um pouco, entre as almofadas.
— Sinceramente, não sei responder.
— Apenas diga o que sente quando pensa na bebê – pediu Christian, então respirei fundo, os olhando.
— Eu não escolhi ser mãe, apenas aconteceu. E quando aconteceu, eu fiquei com muita raiva desse serzinho que não tinha culpa de nada – comentei tocando na minha barriga – Mas naquele dia, lá na consulta, quando escutamos o coraçãozinho dela, eu me apaixonei. Só que consegui ocultar isso de vocês, porque iriam pensar que eu tava querendo desistir da adoção.
— Então quer que ela te chame de “Mamãe”? – Jack perguntou.
— Acho melhor “Titia Ana”, porque com certeza não vou ser uma boa mãe.
— É claro que vai ser sim. Nós até podemos adotar ela como sendo os pais, mas você nunca vai deixar de ser a mãe dela – Christian ressaltou, colocando a mão sobre a minha, que ainda se localizava em cima da barriga.
— Essa bebê aqui é de nós três, Bonequinha – disse Jack, repousando sua mão sobre a de Christian – Nós quatro somos uma família agora.
— Uma mãe fora da lei, dois pais gays e uma bebê. Melhor família que essa, não existe em lugar nenhum – Christian brincou, nos fazendo rir.
Eu fiquei muito emocionada com aquilo, que quase desabei em um choro, mas consegui me controlar, deixando escapar apenas algumas lágrimas ralas, que logo Jack e Christian secaram passando gentilmente a mão no meu rosto.
— Obrigada. A cada dia eu gosto ainda mais de vocês dois – falei, já pedindo um beijo triplo.
Com o beijo, o clima voltou a esquentar entre nós, que quando dei por mim, Christian estava lambendo um dos meus seios, enquanto Jack mexia na minha bocetinha, me bolinando deliciosamente.
Notei Jack se afastar do meu corpo, provavelmente, para ir pegar uma camisinha na mesinha de cabeceira do lado dele, e enquanto ele se preparava, voltei minha atenção para Christian, puxando-o para um beijo à medida que eu pegava no seu pau, começando a masturbá-lo bem devagar, para que ele ficasse duro de novo.
Jack logo voltou a subir na cama e gemi contra a boca do Christian, numa mistura de dor e prazer, quando senti Jack me bolinar com seus dedos, espalhando ao redor e dentro do meu buraquinho, o que parecia ser o lubrificante que usávamos.
— Pronta, Bonequinha? – ele inquiriu, então o encarei, assentindo.
— Pode me comer até você gozar, Ursinho. Depois vai ser a sua vez, Mozão – murmurei, voltando a olhar para Christian, que concordou com a cabeça.
Jack se deitou novamente atrás de mim, já pedindo ao Christian que puxasse minha perna para cima dele e o mesmo assim o fez, fazendo-me parar de masturbá-lo e abraçá-lo, empinando ainda mais minha bunda para Jack. Ele então pincelou a cabeça de seu pau na minha entradinha, antes de investir lentamente contra o meu quadril.
Senti aquele pedaço de carne entrar em mim a cada centímetro, me alargando todinha, enquanto eu arfava e fechava os olhos, agarrada ao Christian. E quando Jack começou a se movimentar, eu delirei de tesão, gemendo como uma louca. Christian tentou tocar na minha bocetinha, mas o impedi.
— Quero gozar só depois, com vocês dois dentro de mim – informei puxando sua mão, chupando seus dedos sensualmente.
— E o que eu faço enquanto o Ursinho te come? – ele perguntou.
— Vem cá, Mozão.
O puxei para mais um beijo, descendo depois minha boca para o seu queixo, seu pescoço e seu ombro, à medida que eu sentia Jack beijar minha costa, se enterrando mais forte, gemendo contra minha pele.
Quando Jack adentrou o banheiro, me virei, ficando agora de costa para Christian e entreguei à ele o vidrinho do lubrificante. O mesmo lambuzou meu rabinho e colocou a camisinha que Jack havia lhe jogado, antes de sair.
— Tem certeza que aguenta outra rodada de sexo anal? Você não está dolorida, Bonequinha? – ouvi Christian inquirir, então o olhei por sobre o ombro.
— Não está doendo não, Mozão. Pode me comer do jeito que quiser.
— Tudo bem.
Ele se posicionou de joelhos entrelaçando nossas pernas e se inclinou sobre mim, me penetrando devagar, mas minutos depois, com meu incentivo, Christian aumentou ainda mais a velocidade de suas estocadas, metendo com força, fazendo seu quadril se chocar contra minha bunda e suas bolas baterem na minha boceta encharcada.
Nos beijamos e segundos depois ele parou de me foder, gemendo contra meu ombro, gozando.
— Acho melhor deixar a sua DP para amanhã a noite, Bonequinha.
— Não, Ursinho. Eu quero gozar com vocês dois me fodendo ao mesmo tempo – falei, bem dengosa.
— Você ainda consegue da o cu depois de tudo isso? – Christian me questionou incrédulo, saindo do banheiro.
Sorri, me sentando, já ocultando uma expressão de dor.
— Eu já tô com ele mais arrombado que bunda de atriz pornô, então... – murmurei dando de ombros e eles riram – Vamos logo. Quero aproveitar que o meu sangue tá quente e vocês dois ainda estão de pau duro.
Christian se deitou na cama e eu fui para cima dele, apertando minha bocetinha à medida que sentava sobre o seu pau. Jack logo veio por trás, me lambuzando de lubrificante e se encaixando devagar no meu rabinho maltratado. Fiquei em êxtase total enquanto os dois me comiam em um ritmo gostoso, fazendo-me esquecer da dor e do ardor.

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