ANASTASIA
A muito custo me levantei daquela cama macia que me fazia ficar com mais sono ainda e fui fazer xixi. Entretanto, quando voltei para a cama, me veio à mente a imagem do Jack, ajoelhado a minha frente, conversando com a bebê.
— Foi tão lindo e fofo. Jack é um amor de pessoa, ao contrário do Christian que é um embuste todo. Mas será que os bebês entendem o que eu falamos? Mesmo dentro da barriga? – indaguei pensativa e olhei para baixo – Oi, bebê? – falei e acariciei a minha barriguinha dando, involuntariamente, um sorriso quando senti ela mexer então me sentei, recostando-me à cabeceira, em meio às almofadas e resolvi tentar conversar com ela também – Você consegui me entender? Dá um chute para sim e dois chutes para não.
“Oh sua anta! A bebê não é demônio não” briguei comigo mesma e acabei rindo.
— Desculpe, neném – falei logo sentindo ela mexer no lado direito então levantei a camisola e repousei minha mão ali, apenas movendo o polegar sutilmente, afagando o local – Acho que você já sabe que sou a sua mãe, né? Mas eu não vou poder ficar com você porque preciso ir para bem longe daqui...
Novamente, senti um movimento, porém mais forte que o último.
“Será que ela ficou com raiva?”
— Espero que um dia me perdoe por isso, bebê. Mas não se preocupe, porque você vai ter dois pais maravilhosos. Um é meio chatinho e ciumento, mas acho que ele vai te amar muito também. Eu prometo sempre está mantendo contato com os seus papais, ouviu? Assim se você quiser me conhecer no futuro, eu posso vir te visitar.
Abaixei a camisola e fiquei pensativa por um bom tempo, refletindo em tudo, porém minha atenção foi desviada para os meus seios que notei estarem maiores, provavelmente pelo leite. Toquei neles e senti um pequeno choque de prazer quando minhas palmas roçaram, sobre o fino pano de algodão, meus mamilos que estavam sensíveis.
Mordendo o lábio e com aquela repentina vontade de me masturbar tomando cada centímetro do meu corpo, não fiz outra coisa do que tirar a camisola e a minha calcinha. Peguei o controle da TV e, ligando-a, procurei por canais pornôs até que coloquei em um que estava passando um ménage.
Ao som dos gemidos do televisor, fechei os olhos à medida que ia massageando meus seios. Logo desci uma das mãos para a minha bocetinha, brincando com meu clitóris que a cada segundo ficava mais inchadinho e sensível.
Entretanto, minha diversão foi interrompida quando escutei uma batida da porta. Tentei ignorar, porém a pessoa era insistente demais então bufei com raiva e levantei da cama abaixando o volume da TV, indo logo ver quem era.
Pelo olho mágico, só vi parcialmente a silhueta de um homem segurando um urso e flores. Só podia ser o Jack, então abri a porta me escondendo atrás, para quem passasse no corredor não me visse pelada e pedi que entrasse.
— Ownnn... Ja... Christian!? – indaguei surpresa quando o mesmo tirou o urso da frente dele assim que fechei a porta – O que está fazendo aqui?
— Porque está nua?
— Estou ocupada se ainda não percebeu – falei apontando para a TV então ele se virou para olhar, mas fez uma careta quando voltou a me encarar – Não me diz que você nunca assistiu pornô na vida?
— Não hétero, porque não me dá tesão nenhum.
— Ok. Agora me fala o que diabos está fazendo aqui? Veio só empatar a minha gozada?
— Não. Eu nem sabia que você estava se masturbando, se soubesse nem teria te incomodado.
— Agora que já me atrapalhou, desembucha logo o que quer e vaza fora – murmurei irritada, cruzando os braços sobre o busto.
— Eu vim me desculpar com você pelo o que eu disse ontem – Christian disse dando alguns passos na minha direção, mas continuei na mesma posição e muda – Esses presentes são para você, Ana.
— Odeio panda. Gosto apenas de ursos.
— Panda e urso é a mesma coisa. São da mesma família de mamíferos, mas tudo bem. Vou devolver para a loja – ele comentou colocando o urso no sofá depois depositou ao lado dele uma sacola preta de uma loja chique – Mas as flores você aceita, né?
— Sim. E o que tem na sacola?
— Vai me perdoar primeiro? – Christian perguntou com um sorriso cínico nos lábios.
“Ele quer fazer chantagem é? Pois vai se lascar bonito comigo” pensei sorrindo também, à medida que me aproximava dele até parar na sua frente, tirando o buquê de rosas das suas mãos.
— Te perdoo se você me chupar bem gostoso, para compensar o fato de que atrapalhou a minha brincadeira.
— Não tem outro jeito não? – ele indagou fazendo uma careta.
— É pegar ou largar. Ah não ser, é claro, que queira ficar brigado comigo para sempre, o que por acaso Jack não ia gostar muito, né?
— Está bem, eu chupo.
Sorri e peguei na mão dele já o puxando para a cama, deitando de pernas abertas para ele, que me olhou meio hesitando antes de respirar fundo e de subir na cama. Mesmo obrigado, Christian estava dando um show na chupada, ou era eu que me encontrava com muito tesão, não sabia ao certo.
— Continua assim... Isso... Meu Deus, que boca maravilhosa... – eu gemia enquanto rebolava meu quadril até que senti meu gozo se aproximar violentamente, me fazendo tremer e gritar à medida que eu gozava loucamente.
— Estou perdoado? – escutei Christian perguntar enquanto eu me encolhia de lado, ainda sentindo os choques elétricos estalar no interior da minha bocetinha encharcada e saciada.
— Mais do que perdoado – comentei meio débil.
— Aeeee! Agora levanta e me ajuda a preparar uma surpresa para o niver do Jack.
— Caralho, eu acabei de gozar. Me dá pelo menos alguns minutos para me recompor, né? – resmunguei me apoiando pelo cotovelo vendo ele sentado no final da cama.
— Ok. Fica deitada aí um pouco que eu vou ficar assistindo esse negócio aqui – Christian disse e olhou para frente, porém alguns segundos depois o vi inclinar a cabeça para o lado até que depois entortou um pouco o corpo também.
— Que porra você tá fazendo?
— Estou tentando entender aquela posição esquisita ali.
Me arrastei até o final da cama, me sentando ao seu lado já inclinando a cabeça, imitando o gesto do Christian.
Depois de alguns segundos começamos a rir e desistimos de entender então me levantei dizendo que ia banhar, mas quando me virei de costas para ele, me assustei com um tapa forte em um dos lados da minha bunda e não pensei duas vezes quando girei nos meus calcanhares e desci a mão, acertando o rosto do Christian.
— Aí! – ele resmungou esfregando a bochecha.
— Promessa é dívida. Avisei que eu ia dar na sua cara se me batesse. Não reclame.
— Vai ficar a marca.
Rolei os olhos.
— Deixa de ser frouxo, Christian – comentei e sai rumo ao banheiro.
A muito custo me levantei daquela cama macia que me fazia ficar com mais sono ainda e fui fazer xixi. Entretanto, quando voltei para a cama, me veio à mente a imagem do Jack, ajoelhado a minha frente, conversando com a bebê.
— Foi tão lindo e fofo. Jack é um amor de pessoa, ao contrário do Christian que é um embuste todo. Mas será que os bebês entendem o que eu falamos? Mesmo dentro da barriga? – indaguei pensativa e olhei para baixo – Oi, bebê? – falei e acariciei a minha barriguinha dando, involuntariamente, um sorriso quando senti ela mexer então me sentei, recostando-me à cabeceira, em meio às almofadas e resolvi tentar conversar com ela também – Você consegui me entender? Dá um chute para sim e dois chutes para não.
“Oh sua anta! A bebê não é demônio não” briguei comigo mesma e acabei rindo.
— Desculpe, neném – falei logo sentindo ela mexer no lado direito então levantei a camisola e repousei minha mão ali, apenas movendo o polegar sutilmente, afagando o local – Acho que você já sabe que sou a sua mãe, né? Mas eu não vou poder ficar com você porque preciso ir para bem longe daqui...
“Será que ela ficou com raiva?”
— Espero que um dia me perdoe por isso, bebê. Mas não se preocupe, porque você vai ter dois pais maravilhosos. Um é meio chatinho e ciumento, mas acho que ele vai te amar muito também. Eu prometo sempre está mantendo contato com os seus papais, ouviu? Assim se você quiser me conhecer no futuro, eu posso vir te visitar.
Abaixei a camisola e fiquei pensativa por um bom tempo, refletindo em tudo, porém minha atenção foi desviada para os meus seios que notei estarem maiores, provavelmente pelo leite. Toquei neles e senti um pequeno choque de prazer quando minhas palmas roçaram, sobre o fino pano de algodão, meus mamilos que estavam sensíveis.
Mordendo o lábio e com aquela repentina vontade de me masturbar tomando cada centímetro do meu corpo, não fiz outra coisa do que tirar a camisola e a minha calcinha. Peguei o controle da TV e, ligando-a, procurei por canais pornôs até que coloquei em um que estava passando um ménage.
Ao som dos gemidos do televisor, fechei os olhos à medida que ia massageando meus seios. Logo desci uma das mãos para a minha bocetinha, brincando com meu clitóris que a cada segundo ficava mais inchadinho e sensível.
Entretanto, minha diversão foi interrompida quando escutei uma batida da porta. Tentei ignorar, porém a pessoa era insistente demais então bufei com raiva e levantei da cama abaixando o volume da TV, indo logo ver quem era.
Pelo olho mágico, só vi parcialmente a silhueta de um homem segurando um urso e flores. Só podia ser o Jack, então abri a porta me escondendo atrás, para quem passasse no corredor não me visse pelada e pedi que entrasse.
— Porque está nua?
— Estou ocupada se ainda não percebeu – falei apontando para a TV então ele se virou para olhar, mas fez uma careta quando voltou a me encarar – Não me diz que você nunca assistiu pornô na vida?
— Não hétero, porque não me dá tesão nenhum.
— Ok. Agora me fala o que diabos está fazendo aqui? Veio só empatar a minha gozada?
— Não. Eu nem sabia que você estava se masturbando, se soubesse nem teria te incomodado.
— Agora que já me atrapalhou, desembucha logo o que quer e vaza fora – murmurei irritada, cruzando os braços sobre o busto.
— Eu vim me desculpar com você pelo o que eu disse ontem – Christian disse dando alguns passos na minha direção, mas continuei na mesma posição e muda – Esses presentes são para você, Ana.
— Odeio panda. Gosto apenas de ursos.
— Panda e urso é a mesma coisa. São da mesma família de mamíferos, mas tudo bem. Vou devolver para a loja – ele comentou colocando o urso no sofá depois depositou ao lado dele uma sacola preta de uma loja chique – Mas as flores você aceita, né?
— Sim. E o que tem na sacola?
— Vai me perdoar primeiro? – Christian perguntou com um sorriso cínico nos lábios.
“Ele quer fazer chantagem é? Pois vai se lascar bonito comigo” pensei sorrindo também, à medida que me aproximava dele até parar na sua frente, tirando o buquê de rosas das suas mãos.
— Te perdoo se você me chupar bem gostoso, para compensar o fato de que atrapalhou a minha brincadeira.
— Não tem outro jeito não? – ele indagou fazendo uma careta.
— É pegar ou largar. Ah não ser, é claro, que queira ficar brigado comigo para sempre, o que por acaso Jack não ia gostar muito, né?
— Está bem, eu chupo.
Sorri e peguei na mão dele já o puxando para a cama, deitando de pernas abertas para ele, que me olhou meio hesitando antes de respirar fundo e de subir na cama. Mesmo obrigado, Christian estava dando um show na chupada, ou era eu que me encontrava com muito tesão, não sabia ao certo.
— Mais do que perdoado – comentei meio débil.
— Aeeee! Agora levanta e me ajuda a preparar uma surpresa para o niver do Jack.
— Caralho, eu acabei de gozar. Me dá pelo menos alguns minutos para me recompor, né? – resmunguei me apoiando pelo cotovelo vendo ele sentado no final da cama.
— Ok. Fica deitada aí um pouco que eu vou ficar assistindo esse negócio aqui – Christian disse e olhou para frente, porém alguns segundos depois o vi inclinar a cabeça para o lado até que depois entortou um pouco o corpo também.
— Que porra você tá fazendo?
— Estou tentando entender aquela posição esquisita ali.
Me arrastei até o final da cama, me sentando ao seu lado já inclinando a cabeça, imitando o gesto do Christian.
Depois de alguns segundos começamos a rir e desistimos de entender então me levantei dizendo que ia banhar, mas quando me virei de costas para ele, me assustei com um tapa forte em um dos lados da minha bunda e não pensei duas vezes quando girei nos meus calcanhares e desci a mão, acertando o rosto do Christian.
— Aí! – ele resmungou esfregando a bochecha.
— Promessa é dívida. Avisei que eu ia dar na sua cara se me batesse. Não reclame.
— Vai ficar a marca.
Rolei os olhos.
— Deixa de ser frouxo, Christian – comentei e sai rumo ao banheiro.

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