ANASTASIA
— Ela está bem, amor?
— Não sei. Acho que ela desmaiou.
Eu escutava as vozes de ambos ecoarem bem ao longe, então senti alguém passar a mão em minha cabeça, tirando as mechas de cabelo do meu rosto, mas ainda permaneci de olhos fechados, deitada sobre aquele abdômen quentinho.
— Ana?
Abri os olhos lentamente e vi o rosto de Jack bem próximo ao meu.
— Oi? – murmurei sorrindo meio débil e ele sorriu também.
— Pensamos que tivesse desmaiado.
— Na verdade, querido, eu pensei que ela tivesse morrido mesmo. Tremeu tanto que parecia que estava tendo uma convulsão.
Bolei para o lado ficando no meio dos dois e encarei Christian que ainda ria.
— Vai mangar até do jeito que eu gozo, é?
— Você me chamou de desconforto então estou no direito de te chamar de britadeira desgovernada.
— Ah, vai tomar no cu, vai? – falei erguendo a mão e mostrando o dedo do meio para ele enquanto Jack sorria.
— Eu, só mais tarde. Você, vai tomar agora. Fica de quatro – Christian disse saindo da cama.
Jack me ajudou a me posicionar, pois ainda me encontrava meio mole então minutos depois, notei a cama se afundar atrás de mim e eu fechei os olhos, recostando minha testa no colchão, esperando a dor terrível.
— Ana, olha para mim – virei o rosto e encarei Jack, que tocou em meu pulso – Não precisa ficar com medo. Chris é um amorzinho no anal, não é querido?
Olhei para Christian por sobre o ombro e ele assentiu com a cabeça então respirei fundo e pedi para que ele metesse. Senti Christian passar algo em mim, provavelmente deveria ser lubrificante ou cuspe, sei lá, só sei que mordi o lábio quando o mesmo começou a me penetrar bem devagar.
Jack aproximou seu rosto do meu, capturando meus lábios num beijo que me distraiu da dorzinha que eu sentia em meu cu, à medida que ele ia se alargando, acostumando-se com a grossura do pau do Christian.
Jack desvencilhou seus lábios dos meus e se deitou ao meu lado enquanto Christian começava a se movimentar num vai e vem, que iniciou lento, mas que depois de alguns segundos passou a ser mais fundo, fazendo-me gemer de dor, à medida que minha mente recordava de algumas lembranças ruins.
— Para, por favor! – pedi já tentando tirar a mão do Christian, que segurava firme meu quadril, mas ele me puxou para trás, me fazendo ficar parcialmente sentada sobre seu colo.
Comecei a chorar, então Christian me libertou de seus braços e eu me deitei, afundando a cara no travesseiro em meio aos soluços. Minutos se passaram até que ouvi Jack me chamar então, mais calma, me sentei na cama encarando os dois e Christian segurava um copo com água, que logo me entregou.
— Acho que já deu pra ela por hoje – ouvi ele dizer enquanto eu bebia a água.
— Eu estou bem – anunciei lhe devolvendo o copo.
— Tem certeza?
— Tenho sim, Jack. Só acabei lembrando de umas coisas ruins, mas já passou. Eu quero tentar com os dois me fodendo.
— Você nem conseguiu...
— Vamos tentar sim – Jack cortou Christian, que deu de ombros apenas.
Se deitando na cama, Jack me mandou colocar uma camisinha nele e depois subir em cima do seu pau e assim o fiz, me encaixando perfeitamente a ele, sentindo aquele pau gostoso ser engolido pela minha bocetinha.
— Está pronta? – perguntou Christian se posicionando.
Inesperadamente ri baixinho me lembrando de alguns flashes do sonho que eu tive com eles.
— O que foi, Ana?
— É que eu lembrei do meu sonho. Essa era a posição que estávamos nele.
— Ah então era isso que estava quase te fazendo gozar enquanto dormia? – Christian comentou rindo.
— Para de ficar mangando de mim e mete logo isso aí. Mas mete devagar, por favor.
“Nem acredito que eu tô revivendo o meu sonho! Espero que seja bem gostoso” pensei me inclinando sobre Jack, entrelaçando nossas mãos no alto de sua cabeça, à pedido dele para que eu apertasse caso doesse muito.
Assim que Christian começou a me penetrar novamente, ou tentou, mas após algumas tentativas e muito lubrificante no meu rabinho, ele conseguiu enfiar a cabeça do seu pau e eu arfei em meio a um gemido, mordendo o lábio em seguida.
Minhas mãos apertavam fortemente as de Jack, ao qual logo busquei sua boca para me distrair da dor. Gritei me estremecendo em um pré-gozo quando Christian investiu contra meu quadril.
— Vai mais devagar, querido. É a primeira vez da Ana.
— Não... Por favor... Continua assim mesmo... Eu quero mais – pedi meio ofegante.
Sentir dois paus te preenchendo era a coisa mais maravilhosa e surreal que existia. Doía, mas parecia que a dor era viciante.
Eu queria mais, muito mais, então supliquei a eles que me fodessem do jeito que estavam acostumados a fazer com as outras mulheres que transaram com eles e, mesmo receosos, Christian e Jack atenderam ao meu pedido começando a me comer avidamente, me levando a loucura total.
Gozei que nem uma louca, minutos depois. Tremendo-me toda enquanto fortes espasmos me atingiam o ventre, fazendo-me desabar sobre Jack.
Ainda meio anestesiada e com os choques elétricos estalando em meu interior, bolei para o lado me deitando. Jack e Christian falaram algo, mas nem prestei atenção, pois o cansaço se abateu sobre mim e eu acabei adormecendo.
— Ela está bem, amor?
— Não sei. Acho que ela desmaiou.
Eu escutava as vozes de ambos ecoarem bem ao longe, então senti alguém passar a mão em minha cabeça, tirando as mechas de cabelo do meu rosto, mas ainda permaneci de olhos fechados, deitada sobre aquele abdômen quentinho.
— Ana?
Abri os olhos lentamente e vi o rosto de Jack bem próximo ao meu.
— Oi? – murmurei sorrindo meio débil e ele sorriu também.
— Pensamos que tivesse desmaiado.
— Na verdade, querido, eu pensei que ela tivesse morrido mesmo. Tremeu tanto que parecia que estava tendo uma convulsão.
Bolei para o lado ficando no meio dos dois e encarei Christian que ainda ria.
— Vai mangar até do jeito que eu gozo, é?
— Você me chamou de desconforto então estou no direito de te chamar de britadeira desgovernada.
— Ah, vai tomar no cu, vai? – falei erguendo a mão e mostrando o dedo do meio para ele enquanto Jack sorria.
— Eu, só mais tarde. Você, vai tomar agora. Fica de quatro – Christian disse saindo da cama.
Jack me ajudou a me posicionar, pois ainda me encontrava meio mole então minutos depois, notei a cama se afundar atrás de mim e eu fechei os olhos, recostando minha testa no colchão, esperando a dor terrível.
— Ana, olha para mim – virei o rosto e encarei Jack, que tocou em meu pulso – Não precisa ficar com medo. Chris é um amorzinho no anal, não é querido?
Olhei para Christian por sobre o ombro e ele assentiu com a cabeça então respirei fundo e pedi para que ele metesse. Senti Christian passar algo em mim, provavelmente deveria ser lubrificante ou cuspe, sei lá, só sei que mordi o lábio quando o mesmo começou a me penetrar bem devagar.
Jack aproximou seu rosto do meu, capturando meus lábios num beijo que me distraiu da dorzinha que eu sentia em meu cu, à medida que ele ia se alargando, acostumando-se com a grossura do pau do Christian.
Jack desvencilhou seus lábios dos meus e se deitou ao meu lado enquanto Christian começava a se movimentar num vai e vem, que iniciou lento, mas que depois de alguns segundos passou a ser mais fundo, fazendo-me gemer de dor, à medida que minha mente recordava de algumas lembranças ruins.
Comecei a chorar, então Christian me libertou de seus braços e eu me deitei, afundando a cara no travesseiro em meio aos soluços. Minutos se passaram até que ouvi Jack me chamar então, mais calma, me sentei na cama encarando os dois e Christian segurava um copo com água, que logo me entregou.
— Acho que já deu pra ela por hoje – ouvi ele dizer enquanto eu bebia a água.
— Eu estou bem – anunciei lhe devolvendo o copo.
— Tem certeza?
— Tenho sim, Jack. Só acabei lembrando de umas coisas ruins, mas já passou. Eu quero tentar com os dois me fodendo.
— Você nem conseguiu...
— Vamos tentar sim – Jack cortou Christian, que deu de ombros apenas.
Se deitando na cama, Jack me mandou colocar uma camisinha nele e depois subir em cima do seu pau e assim o fiz, me encaixando perfeitamente a ele, sentindo aquele pau gostoso ser engolido pela minha bocetinha.
— Está pronta? – perguntou Christian se posicionando.
Inesperadamente ri baixinho me lembrando de alguns flashes do sonho que eu tive com eles.
— O que foi, Ana?
— É que eu lembrei do meu sonho. Essa era a posição que estávamos nele.
— Ah então era isso que estava quase te fazendo gozar enquanto dormia? – Christian comentou rindo.
— Para de ficar mangando de mim e mete logo isso aí. Mas mete devagar, por favor.
“Nem acredito que eu tô revivendo o meu sonho! Espero que seja bem gostoso” pensei me inclinando sobre Jack, entrelaçando nossas mãos no alto de sua cabeça, à pedido dele para que eu apertasse caso doesse muito.
Minhas mãos apertavam fortemente as de Jack, ao qual logo busquei sua boca para me distrair da dor. Gritei me estremecendo em um pré-gozo quando Christian investiu contra meu quadril.
— Vai mais devagar, querido. É a primeira vez da Ana.
— Não... Por favor... Continua assim mesmo... Eu quero mais – pedi meio ofegante.
Sentir dois paus te preenchendo era a coisa mais maravilhosa e surreal que existia. Doía, mas parecia que a dor era viciante.
Eu queria mais, muito mais, então supliquei a eles que me fodessem do jeito que estavam acostumados a fazer com as outras mulheres que transaram com eles e, mesmo receosos, Christian e Jack atenderam ao meu pedido começando a me comer avidamente, me levando a loucura total.
Ainda meio anestesiada e com os choques elétricos estalando em meu interior, bolei para o lado me deitando. Jack e Christian falaram algo, mas nem prestei atenção, pois o cansaço se abateu sobre mim e eu acabei adormecendo.

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