segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Um Jeito Estranho de Amar - Capítulo 18


ANASTASIA

— Ela está bem, amor?

— Não sei. Acho que ela desmaiou.

Eu escutava as vozes de ambos ecoarem bem ao longe, então senti alguém passar a mão em minha cabeça, tirando as mechas de cabelo do meu rosto, mas ainda permaneci de olhos fechados, deitada sobre aquele abdômen quentinho.

— Ana?

Abri os olhos lentamente e vi o rosto de Jack bem próximo ao meu.

— Oi? – murmurei sorrindo meio débil e ele sorriu também.

— Pensamos que tivesse desmaiado.

— Na verdade, querido, eu pensei que ela tivesse morrido mesmo. Tremeu tanto que parecia que estava tendo uma convulsão.

Bolei para o lado ficando no meio dos dois e encarei Christian que ainda ria.

— Vai mangar até do jeito que eu gozo, é?

— Você me chamou de desconforto então estou no direito de te chamar de britadeira desgovernada.

— Ah, vai tomar no cu, vai? – falei erguendo a mão e mostrando o dedo do meio para ele enquanto Jack sorria.

— Eu, só mais tarde. Você, vai tomar agora. Fica de quatro – Christian disse saindo da cama.

Jack me ajudou a me posicionar, pois ainda me encontrava meio mole então minutos depois, notei a cama se afundar atrás de mim e eu fechei os olhos, recostando minha testa no colchão, esperando a dor terrível.

— Ana, olha para mim – virei o rosto e encarei Jack, que tocou em meu pulso – Não precisa ficar com medo. Chris é um amorzinho no anal, não é querido?

Olhei para Christian por sobre o ombro e ele assentiu com a cabeça então respirei fundo e pedi para que ele metesse. Senti Christian passar algo em mim, provavelmente deveria ser lubrificante ou cuspe, sei lá, só sei que mordi o lábio quando o mesmo começou a me penetrar bem devagar.

Jack aproximou seu rosto do meu, capturando meus lábios num beijo que me distraiu da dorzinha que eu sentia em meu cu, à medida que ele ia se alargando, acostumando-se com a grossura do pau do Christian.

Jack desvencilhou seus lábios dos meus e se deitou ao meu lado enquanto Christian começava a se movimentar num vai e vem, que iniciou lento, mas que depois de alguns segundos passou a ser mais fundo, fazendo-me gemer de dor, à medida que minha mente recordava de algumas lembranças ruins.
— Para, por favor! – pedi já tentando tirar a mão do Christian, que segurava firme meu quadril, mas ele me puxou para trás, me fazendo ficar parcialmente sentada sobre seu colo.

Comecei a chorar, então Christian me libertou de seus braços e eu me deitei, afundando a cara no travesseiro em meio aos soluços. Minutos se passaram até que ouvi Jack me chamar então, mais calma, me sentei na cama encarando os dois e Christian segurava um copo com água, que logo me entregou.

— Acho que já deu pra ela por hoje – ouvi ele dizer enquanto eu bebia a água.

— Eu estou bem – anunciei lhe devolvendo o copo.

— Tem certeza?

— Tenho sim, Jack. Só acabei lembrando de umas coisas ruins, mas já passou. Eu quero tentar com os dois me fodendo.

— Você nem conseguiu...

— Vamos tentar sim – Jack cortou Christian, que deu de ombros apenas.

Se deitando na cama, Jack me mandou colocar uma camisinha nele e depois subir em cima do seu pau e assim o fiz, me encaixando perfeitamente a ele, sentindo aquele pau gostoso ser engolido pela minha bocetinha.

— Está pronta? – perguntou Christian se posicionando.

Inesperadamente ri baixinho me lembrando de alguns flashes do sonho que eu tive com eles.

— O que foi, Ana?

— É que eu lembrei do meu sonho. Essa era a posição que estávamos nele.

— Ah então era isso que estava quase te fazendo gozar enquanto dormia? – Christian comentou rindo.

— Para de ficar mangando de mim e mete logo isso aí. Mas mete devagar, por favor.

“Nem acredito que eu tô revivendo o meu sonho! Espero que seja bem gostoso” pensei me inclinando sobre Jack, entrelaçando nossas mãos no alto de sua cabeça, à pedido dele para que eu apertasse caso doesse muito.
Assim que Christian começou a me penetrar novamente, ou tentou, mas após algumas tentativas e muito lubrificante no meu rabinho, ele conseguiu enfiar a cabeça do seu pau e eu arfei em meio a um gemido, mordendo o lábio em seguida.

Minhas mãos apertavam fortemente as de Jack, ao qual logo busquei sua boca para me distrair da dor. Gritei me estremecendo em um pré-gozo quando Christian investiu contra meu quadril.

— Vai mais devagar, querido. É a primeira vez da Ana.

— Não... Por favor... Continua assim mesmo... Eu quero mais – pedi meio ofegante.

Sentir dois paus te preenchendo era a coisa mais maravilhosa e surreal que existia. Doía, mas parecia que a dor era viciante.

Eu queria mais, muito mais, então supliquei a eles que me fodessem do jeito que estavam acostumados a fazer com as outras mulheres que transaram com eles e, mesmo receosos, Christian e Jack atenderam ao meu pedido começando a me comer avidamente, me levando a loucura total.
Gozei que nem uma louca, minutos depois. Tremendo-me toda enquanto fortes espasmos me atingiam o ventre, fazendo-me desabar sobre Jack.

Ainda meio anestesiada e com os choques elétricos estalando em meu interior, bolei para o lado me deitando. Jack e Christian falaram algo, mas nem prestei atenção, pois o cansaço se abateu sobre mim e eu acabei adormecendo.

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