ANASTASIA
— O que é isso? – indaguei curiosa enquanto observava Jack rasgar uma embalagem e tirar alguns objetos de dentro dela.
— Uma ducha higiênica descartável.
— Vocês usam isso aí?
— Não. Temos nossas próprias duchas individuais, mas sempre é bom ter um kit descartável a mão – ele disse sorrindo e terminou de montar o troço então me explicou como fazer.
— Vai doer se eu colocar esse negócio no meu cu? – perguntei enquanto Jack enchia o saquinho com água.
— Você vai sentir apenas um leve desconforto.
— Ah não, de desconforto já basta o Christian mesmo.
— Tadinho dele, Ana – Jack murmurou entregando-me a tal ducha e eu dei de ombros.
— Ele nem está escutando.
— Eu estou escutando sim! E aconselho falarem mais baixo! – ouvimos Christian dizer emburrado lá do quarto então eu ri baixinho.
Observei Jack pegar um vidrinho sobre o enorme balcão da pia e depois se aproximar de mim novamente.
— Se encosta na pia.
— Porque?
— Eu vou fazer em você. Não vai doer nada, vai até gostar – ele disse piscando para mim então assenti, apoiando-me no balcão sobre os braços, deixando meu bumbum um pouco levantado.
Estranhei quando Jack tocou na minha boceta e passou a massageá-la com uma espécie de gel nas mãos, mas logo subiu para o meu cuzinho.
— Relaxe – ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz sexy, fazendo-me fechar os olhos, morder o lábio e meu corpo obedecê-lo involuntariamente.
Ele intercalava suas carícias entre meus dois buraquinhos, já enfiando um dedo na minha bundinha, e aquilo estava me deixando muito excitada de novo então segundos depois senti uma sensação de preenchimento me invadir.
— Prontinho.
— Já acabou? – indaguei incrédula, abrindo os olhos e o olhando pelo reflexo do espelho.
Jack fez que sim com a cabeça e mandou eu ir no vaso, expelir tudo. Repetimos isso mais duas vezes até que, depois de um asseio, Jack me liberou e voltamos para o quarto.
Christian, que se encontrava parcialmente sentado entre as almofadas, mexendo no celular, nos olhou com uma cara meio emburradinha ainda então subi na cama, sentando ao seu lado e o abracei.
— Não fica bravo não. Você é um desconfortozinho bom. É a cólica da minha menstruação – comentei dando um sorriso cínico fazendo tanto ele quanto Jack, que se sentava ao meu lado, sorrirem, porém Christian rolou os olhos – Agora é a sua vez de me chupar – anunciei me desvencilhando dele e o mesmo me encarou sério – O que foi?
— Eu não chupo, Ana. Essa parte fica sempre por conta do Jack, né amor?
— Sim.
— Ah, mas eu queria. Você não pode fazer uma exceçãozinha para mim, por favor? – pedi fazendo bico.
— Eu não sou bom nisso – Christian murmurou deixando o celular sobre a mesinha de cabeceira do lado dele.
— Se você não tentar, não vai saber se é bom ou não – ressaltei e Jack confirmou.
— Tenta! Tenta! Tenta! Tenta! – Jack e eu começamos a cantarolar juntos, batendo palmas.
— Por favorzinho? – pedi e Christian negou com a cabeça então me virei um pouco, olhando para o outro – Jack, manda o seu marido me chupar.
— Como se ele mandasse em mim.
— Ei, eu mando sim, querido.
— Vai sonhando, amor.
Então comecei a fazer birra igual criança, dizendo “Eu quero! Eu quero!” à medida que me esperneava na cama.
— O que está fazendo?
— Não está vendo que ela está fazendo birra, amor? – Jack inquiriu rindo.
— Dá para parar, Ana?
— Não. Vou continuar até você aceitar me chupar.
— Ai ai. Obrigado, Senhor, por me fazer gostar de homens, porque eu não aguentaria uma mulher desse jeito.
— Eu sei que gosta de mim.
— Não se iluda muito não, fofa.
— Amor, tenta, por favor. Por mim? – Jack pediu e eu olhei para Christian juntando minhas mãos como se fosse rezar e fiz uma carinha de cachorrinho pidão.
— Por favorzinho?
— Está bem, mas acho que você não vai gostar – ele disse indo se posicionar entre minhas pernas.
“Nossa que negativismo”
— Se vou ou não gostar, já é problema meu. Chupa logo isso aí.
Christian começou bem tímido, apenas dando pinceladas com sua língua ao longo da minha bocetinha, mas quando Jack passou a incentivá-lo, ele aprofundou mais a chupada.
À medida que eu ia sentindo a boca de Christian me possuindo, comecei a bater uma punheta no Jack que passou a beijar meus seios, colo, pescoço, orelha e lábios, sussurrando sempre algo excitante que me deixava doidinha de tesão.
— NÃO PARA AGORA NÃO, POR FAVOR!!! – gritei minutos depois, segurando forte a mão de Christian sentindo meu orgasmo chegar, então ele intensificou o vai e vem de sua língua e eu, minha punheta em Jack.
Gememos entre nossos lábios enquanto nos explodíamos em um gozo alucinante. Eu, na boca do Christian. Já Jack, na minha mão e na sua barriga. Nos beijamos mais uma vez então Jack puxou minha mão, lambendo-a toda, o que me fez dar um sorriso.
Assim que ele a limpou, passei a dar atenção para Christian que subia beijando e lambendo minha barriga. Ele rodeou sua língua nos meus mamilos, arrancando-me gemidos, e eu acariciei seus cabelos, depois puxei Christian para um beijo, e este ele correspondeu.
— Nota 8 – comentei assim que ele parou de me beijar.
— Ele merece um 10 – Jack disse, ainda se recuperando do orgasmo dele.
— Obrigado, amor.
Eles se beijaram depois Christian se deitou ao meu lado.
— É nota 8 mesmo, porque senão ele vai ficar muito convencido se eu der um 10... – falei sorrindo e me aconcheguei a ele – ...mesmo merecendo.
Jack se levantou para pegar algo para se limpar então fiquei acariciando Christian, passando minha mão ao longo do seu tórax e abdômen até chegar no seu pau.
— Agora é a minha vez de fazer você gozar – sussurrei já o envolvendo em minha mão e ficando de quatro sobre ele, beijando seus lábios que continham meu próprio gosto.
Me ajeitei entre suas pernas, ainda de quatro, e comecei a chupá-lo, vendo-o fechar os olhos, provavelmente era para imaginar Jack em meu lugar, mas eu não me importava, pelo contrário, me excitava e muito.
— Preparada? – escutei Jack perguntar às minhas costas, então o olhei por cima do ombro e o vi terminar de colocar uma camisinha – Vou comer sua bocetinha. Christian é que vai fazer o anal em você – ele informou, já pincelando seu pau gostoso na minha boceta, me fazendo retesar o corpo, pois meu clitóris ainda estava hiper sensível pelo orgasmo.
Quase gozei de novo quando Jack se enfiou em mim, de tão gostoso e grosso que ele era. Sentindo-me preenchida por aquele pau, voltei a chupar Christian avidamente.
Meu terceiro orgasmo daquela noite veio em questão de segundos, fazendo-me projetar para frente, caindo sobre Christian, afundando meu rosto em seu tórax à medida que eu tremia loucamente sentindo meu ventre estalar em pequenos choques elétricos.
— O que é isso? – indaguei curiosa enquanto observava Jack rasgar uma embalagem e tirar alguns objetos de dentro dela.
— Uma ducha higiênica descartável.
— Vocês usam isso aí?
— Não. Temos nossas próprias duchas individuais, mas sempre é bom ter um kit descartável a mão – ele disse sorrindo e terminou de montar o troço então me explicou como fazer.
— Vai doer se eu colocar esse negócio no meu cu? – perguntei enquanto Jack enchia o saquinho com água.
— Você vai sentir apenas um leve desconforto.
— Ah não, de desconforto já basta o Christian mesmo.
— Tadinho dele, Ana – Jack murmurou entregando-me a tal ducha e eu dei de ombros.
— Ele nem está escutando.
— Eu estou escutando sim! E aconselho falarem mais baixo! – ouvimos Christian dizer emburrado lá do quarto então eu ri baixinho.
Observei Jack pegar um vidrinho sobre o enorme balcão da pia e depois se aproximar de mim novamente.
— Se encosta na pia.
— Porque?
— Eu vou fazer em você. Não vai doer nada, vai até gostar – ele disse piscando para mim então assenti, apoiando-me no balcão sobre os braços, deixando meu bumbum um pouco levantado.
Estranhei quando Jack tocou na minha boceta e passou a massageá-la com uma espécie de gel nas mãos, mas logo subiu para o meu cuzinho.
— Relaxe – ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz sexy, fazendo-me fechar os olhos, morder o lábio e meu corpo obedecê-lo involuntariamente.
Ele intercalava suas carícias entre meus dois buraquinhos, já enfiando um dedo na minha bundinha, e aquilo estava me deixando muito excitada de novo então segundos depois senti uma sensação de preenchimento me invadir.
— Prontinho.
— Já acabou? – indaguei incrédula, abrindo os olhos e o olhando pelo reflexo do espelho.
Jack fez que sim com a cabeça e mandou eu ir no vaso, expelir tudo. Repetimos isso mais duas vezes até que, depois de um asseio, Jack me liberou e voltamos para o quarto.
Christian, que se encontrava parcialmente sentado entre as almofadas, mexendo no celular, nos olhou com uma cara meio emburradinha ainda então subi na cama, sentando ao seu lado e o abracei.
— Não fica bravo não. Você é um desconfortozinho bom. É a cólica da minha menstruação – comentei dando um sorriso cínico fazendo tanto ele quanto Jack, que se sentava ao meu lado, sorrirem, porém Christian rolou os olhos – Agora é a sua vez de me chupar – anunciei me desvencilhando dele e o mesmo me encarou sério – O que foi?
— Eu não chupo, Ana. Essa parte fica sempre por conta do Jack, né amor?
— Sim.
— Ah, mas eu queria. Você não pode fazer uma exceçãozinha para mim, por favor? – pedi fazendo bico.
— Eu não sou bom nisso – Christian murmurou deixando o celular sobre a mesinha de cabeceira do lado dele.
— Se você não tentar, não vai saber se é bom ou não – ressaltei e Jack confirmou.
— Tenta! Tenta! Tenta! Tenta! – Jack e eu começamos a cantarolar juntos, batendo palmas.
— Por favorzinho? – pedi e Christian negou com a cabeça então me virei um pouco, olhando para o outro – Jack, manda o seu marido me chupar.
— Como se ele mandasse em mim.
— Ei, eu mando sim, querido.
— Vai sonhando, amor.
Então comecei a fazer birra igual criança, dizendo “Eu quero! Eu quero!” à medida que me esperneava na cama.
— O que está fazendo?
— Não está vendo que ela está fazendo birra, amor? – Jack inquiriu rindo.
— Dá para parar, Ana?
— Não. Vou continuar até você aceitar me chupar.
— Ai ai. Obrigado, Senhor, por me fazer gostar de homens, porque eu não aguentaria uma mulher desse jeito.
— Eu sei que gosta de mim.
— Não se iluda muito não, fofa.
— Amor, tenta, por favor. Por mim? – Jack pediu e eu olhei para Christian juntando minhas mãos como se fosse rezar e fiz uma carinha de cachorrinho pidão.
— Por favorzinho?
— Está bem, mas acho que você não vai gostar – ele disse indo se posicionar entre minhas pernas.
“Nossa que negativismo”
— Se vou ou não gostar, já é problema meu. Chupa logo isso aí.
Christian começou bem tímido, apenas dando pinceladas com sua língua ao longo da minha bocetinha, mas quando Jack passou a incentivá-lo, ele aprofundou mais a chupada.
— NÃO PARA AGORA NÃO, POR FAVOR!!! – gritei minutos depois, segurando forte a mão de Christian sentindo meu orgasmo chegar, então ele intensificou o vai e vem de sua língua e eu, minha punheta em Jack.
Assim que ele a limpou, passei a dar atenção para Christian que subia beijando e lambendo minha barriga. Ele rodeou sua língua nos meus mamilos, arrancando-me gemidos, e eu acariciei seus cabelos, depois puxei Christian para um beijo, e este ele correspondeu.
— Ele merece um 10 – Jack disse, ainda se recuperando do orgasmo dele.
— Obrigado, amor.
Eles se beijaram depois Christian se deitou ao meu lado.
— É nota 8 mesmo, porque senão ele vai ficar muito convencido se eu der um 10... – falei sorrindo e me aconcheguei a ele – ...mesmo merecendo.
Jack se levantou para pegar algo para se limpar então fiquei acariciando Christian, passando minha mão ao longo do seu tórax e abdômen até chegar no seu pau.

Nenhum comentário:
Postar um comentário