segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Um Jeito Estranho de Amar - Capítulo 16


ANASTASIA

Quando me afastei, ele ainda continuou estático, meio que sem entender o que tinha se passado segundos atrás. Christian não havia retribuído o meu beijo, que para falar a verdade, nem beijo tinha sido, pois eu apenas havia selado meus lábios aos dele.

Pelo canto de olho, vi Jack se aproximar então o olhei e dei alguns passos até ele, beijando seus lábios também.

— Eu não estou mais aguentando esses hormônios me deixando louca. Por favor, eu quero muito ficar com vocês dois hoje – supliquei olhando para um e depois para o outro.

Jack então encarou Christian e eu segui o olhar dele, encarando-o também.

— Tudo bem. Podemos fingir que hoje é o nosso aniversário de casamento e você é a nossa sexta quebra de rotina – Christian disse, mas notei que ele não estava tão animado assim.

— Tem certeza? – indaguei e ele assentiu dando um sorriso amigável – Então... Como funciona? Eu posso beijar vocês? Christian, você não vai ficar com ciúme se eu beijar o Jack, vai? Prometo que é só por hoj...

Christian deu um passo à frente e colocou um dedo sobre meus lábios, calando-me.

— Shh... Só fica quietinha, que a gente vai tomar conta de você.

Assenti com a cabeça, então de repente senti Jack colar-se a mim por trás, me prensando entre eles, fazendo-me notar o pau dele pressionando o alto da minha bunda e o do Christian, meu ventre.

— Em ocasiões como essa, você pode beijar nos dois o tanto que quiser – Jack sussurrou em meu ouvido e podia parecer loucura, mas eu achei a voz dele tão fodidamente sexy, que chegou a arrepiar todos os cabelos do meu corpo.

— Só não fique chateada se a gente começar a se pegar e deixar você um pouco de lado – sussurrou Christian, beijando o outro lado do meu pescoço.

“Ai caralho! O outro também tem uma puta de uma voz sexy. Assim vou gozar antes mesmo deles meterem em mim”

— Precisamos disso para continuarmos sempre pronto para satisfazê-la – Jack informou à medida que pegava nas laterais da minha calcinha.

— Eu gosto de ver vocês se pegando – declarei em meio a um gemido, pois os dois já começavam a me despir.

Enquanto Jack se abaixava para retirar minha calcinha, Christian puxou a camisola por sobre a minha cabeça, tirando-a e me deixando totalmente nua.

Ele então me virou, fazendo-me ficar de frente para o Jack que logo tocou na minha bocetinha encharcada e seus dedos passaram a brincar com meu clitóris, massageando-o, puxando-o, me fazendo recostar ao Christian.
— Você é linda, Ana – ele disse.

— Muito linda mesmo – Jack também ressaltou beijando a testa da minha boceta.

“Isso está ficando muito estranho”

— Vocês estão dizendo isso porque querem mesmo ou para me deixar mais excitada?

— A segunda opção – Christian murmurou.

— Ah tá, então continuem porque eu estou amando.

Eles riram e Jack logo afastou um pouquinho mais minhas pernas e abocanhou minha bocetinha.

— Oh Deus! – gemi, quase que num grito, e com os olhos semiabertos, totalmente inebriada de prazer.

“Senhor, quero um namorado gay para me chupar desse jeito todos os dias” pensei mordendo o lábio à medida que Christian passeava as pontas de seus dedos pela lateral do meu corpo, subindo para os meus seios, enquanto beijava meu ombro e pescoço, causando-me arrepios.

— Você é muito gostosa.

“Oh, voz do caralho essa! Me fode só com essa voz mesmo, porra!”

— Fala mais, por favor. Jack está com a boca dele ocupada então fala por ele também, Christian – pedi num murmuro.

— Seu corpo é delicioso. Você é perfeita. Uma delícia...

Christian sussurrava aquelas frases e foda-se se eram frases feitas, elas mais os dedos dele massageando meus mamilos e mais a boca do Jack grudada em minha boceta estavam me fazendo quase explodir de tanto tesão.

— Amor, fala aquelas. Ela vai ficar doidinha. Sempre ficam – escutei Jack dizer antes de voltar a me torturar, chupando meu clitóris.

— Vamos fazer você enlouquecer de prazer. Vai ver como é bom sentir dois paus enterrados em você, te preenchendo toda. Vamos ter fazer ver estrelas de tanto gozar.

Passei a mexer meu quadril, rebolando e avançando ainda mais de encontro à boca de Jack enquanto gemia igual a uma cadelinha no cio.

— EU VOU GOZAR!!! – gritei inesperadamente, sentindo a cada segundo meu interior se contrair enquanto eu fechava minha mão entre os cabelos do Jack.

— Goza bem gostoso na boca dele, goza.

Não aconteceu outra coisa do que aquilo mesmo e só não desabei no chão porque Jack se levantou rapidamente, me abraçando. Fiquei ali encostada a ele, tremendo, com Christian colado atrás de mim, segurando meu quadril, pois minhas pernas se encontravam meio moles pelo orgasmo sofrido.

Com a respiração meio ofegante ainda, ergui a cabeça e notei que eles se beijavam por sobre o meu ombro então passei a beijar o tórax do Jack à medida que minhas mãos procuravam os paus deles, porém os dois estavam colados demais em mim e não consegui segurá-los.

Entretanto, como se percebessem minha intenção, pararam de se beijar e se afastando um pouquinho de mim.

Enquanto os massageava, procurei pelos lábios do Jack e o beijei avidamente, sendo correspondida. Ele apertava minha bunda até que a abriu para que Christian começasse a alisasse meu cu e minha boceta usando meu gozo como lubrificante natural.

Parei de beijar o Jack e ficamos gemendo. Eu, por causa da bolinada que Christian me dava. Eles, por causa que eu tinha intensificado ainda mais o meu vai e vem com as mãos, apertando-os propositalmente perto da cabecinha do pau, o que deixa qualquer homem doido.

— Espera! – exclamei me saindo de repente do meio deles quando Christian tentou enfiar um dedo no meu cu.

— O que foi? – Jack perguntou.

— Prometem que vão ser gentis comigo?

— É sua primeira vez? – Christian indagou e eu rolei os olhos.

— Não, né anta? Eu estou grávida, lembra? – falei apontando para a minha barriga.

Vi Christian respirar fundo e passar a mão nos cabelos dele.

— Criatura, pelo amor de Deus! Eu tô falando é da tua bunda. Você já deu o cu ou essa é a sua primeira vez?

— Ahhh...

— Ahhh... – ele me imitou rolando os olhos então desci uma tapa na bunda dele que se assustou e foi para trás do Jack, como se protegendo.

— Aninha é agressiva, amor. Gosta de bater na hora do sexo – comentou Jack sorrindo.

— Só espero que goste de lavar também, porque vou dar na bunda dela.

— Se você bater na minha bunda enquanto estiver me comendo, eu vou dar na sua cara, Christian.

Jack caiu na gargalhada.

— Meu Pai Amado! Só vocês dois mesmo para fazer qualquer ménage virar uma piada – ele disse conseguindo parando de rir – Será que eu é que vou ter que ficar no meio dos dois?

— Negativo – falei já pegando no braço do Christian e o puxando para trás de mim de novo – Hoje é sandubão de Anadomidos.

— Ihh... Já foi corrompida pelo Ethan – ele comentou e Jack riu.

— Ela já pegou a loucura dele, amor. Interna logo, antes que contamine o resto da sociedade. O que diabos significa Anadomidos, Ana?

— Ana dando gemidos, ué? – murmurei dando de ombros sorrindo.

— Eu hein... Cada um nas suas loucuras. Mas agora dá para responder a minha pergunta sobre você já ter dado ou não a bunda?

Me virei ficando de frente para Christian, que esperava minha resposta.

— Já comeram meu cu sim, mas não porque eu quisesse.

— Seu ex te forçava a fazer anal? – Jack quis saber e eu o olhei assentindo em confirmação então ele acariciou minha cabeça, afastando algumas mechas do meu cabelo, colocando-os para detrás de minha orelha – Não se preocupe, Ana. A gente vai te tratar com muito carinho.

— Prometem?

— Sim, nos prometemos – Christian  respondeu fazendo o mesmo gesto que Jack havia feito no meu cabelo.

— Acho melhor irmos para cama.

— Primeiro ela tem que fazer a chuca, amor.

— O que é chuca? – inquiri confusa.

— Limpar o cu, Ana.

— O meu tá limpo, Christian.

— Pode até estar por fora, mas tem que limpar por dentro. Nos dois sempre fazemos isso antes do sexo, porque não somos porcos.

— Tá me chamando de porca é?

— Não, Ana, ele não está te chamando de porca. Vem, eu vou te ensinar a fazer – disse Jack já me conduzindo para o banheiro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário