segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Um Jeito Estranho de Amar - Capítulo 15


ANASTASIA

Havia comido tanto que cheguei a vomitar algumas vezes, mas eu nunca tinha ido em um casamento antes então por isso que aproveitei o máximo. Dancei e me diverti até ficar exausta.

Jack e Christian me acompanharam por um tempo, mas logo se cansaram então o louco do Ethan, juntamente com seus irmãos Luke e Olivia, foram minhas companhias até quase o final da festa.

Era quase meia-noite quando Jack disse que precisávamos ir embora, pois ele e Christian tinham que trabalhar no dia seguinte. Então, nos despedimos dos que ainda permaneciam no salão de festas e fomos embora.

Eu me encontrava tão cansada que simplesmente apaguei no banco de trás do carro e só acordei quando alguém me pegou no colo, porém eu não desgrudei minha cabeça daquele peito e ombro aconchegante para ver quem era.

— Vou te esperar lá no quarto, amor – escutei Jack dizer meio que se afastando.

— Tá bom – Christian falou bem perto à medida que eu sentia me repousarem sobre algo macio.

Finalmente, abri os olhos e encarei a pessoa que me colocava na cama e vi Christian tirando meus sapatos e depois puxando o cobertor por cima de mim.

— Você tinha razão – murmurei meio sonolenta.

— Sobre o quê? – ele indagou se sentando na beirada da cama.

— Sua irmã. Ela fugiu mesmo de um hospício.

Christian riu.

— A gente ama aquela doidinha.

— Também gostei muito dela. Mais uma para minha lista de amigos – declarei então ele se levantou e inclinou-se, beijando o alto da minha cabeça.

— Boa noite, Ana. Bom descanso para você.

— Boa noite, Christian. E dá um beijo de boa noite no Jack por mim.

— Pode apostar que eu vou dar mais que um beijo.

Sorri já fechando os olhos e adormecendo.


★ ★ ★ ★ ★


Acordei tempo depois e olhei para os lados tentando me situalizar. Olhei para o relógio sobre a mesinha de cabeceira e passava um pouquinho das três da manhã, então percebi que tinha cochilado apenas meia hora.

Levantei meio sonolenta, indo para o closet a fim de tirar o vestido de festa e colocar uma camisola. Peguei a primeira que meus dedos tocaram e vesti.
“Ou compraram essa camisola pequena demais ou meus peitos é que estão grandes demais” pensei olhando para baixo então apaguei a luz do lugar e sai do quarto para descer até a cozinha, pois precisava beber água.

Entretanto, quando passei em frente da porta do quarto onde Jack e Christian dormiam, eu escutei alguns gemidos meio abafados, porém bem nítidos. Por um segundo pensei em ficar ali escutando, mas a sede falou mais alto então segui meu caminho.

Todavia aqueles gemidos não me saíam da cabeça. Então, na volta, eu parei para escutar. Fiquei ali, rente à soleira, com o ouvido quase pregado na porta e com os olhos fechados, imaginando o que eles poderia está fazendo.

Segundos depois, me vi com a mão entre minhas pernas. Minha boceta já estava totalmente encharcada, então escorreguei e me sentei no chão, com a costa escorada na porta, à medida que me tocava por sobre a calcinha, mas não demorei muito para afastá-la e poder brincar com meu clitóris.

Fechei os olhos, me deliciando com aquela sensação gostosa, pois fazia dois meses que eu não transava ou me tocava. De repente, a porta me faltou às costas e eu fui para trás, caindo.

— Não sabe que é feio escutar os outros detrás da porta?

Olhei para cima e a primeira coisa que meus olhos focalizaram foi aquele pau enorme. Deveria ser médio, mas o estava olhando por baixo então de onde eu me encontrava, parecia enorme mesmo e estava bem duro.

— Ana? O que você está fazendo aqui?

Encarei Jack por entre as pernas do Christian e o mesmo estava saindo do banheiro, também de pau duro.

“Senhor das Bocetas Meladas!” exclamei em pensamento, sentindo minha boceta se contrair.

— Peguei ela no flagra se masturbando na nossa porta. Provavelmente, estava escutando a gente transar, amor – disse Christian olhando para Jack, que tinha parado ao lado dele.

— Não estava escutando ninguém não – menti me levantando do chão e quando os encarei novamente, ambos estavam tentando não sorrir, então Jack apontou para o meu decote e assim que olhei notei o bico de um dos meus seios quase aparecendo totalmente então arrumei com movimentos bruscos.

— Quer entrar?

— Já não estou dentro, graças a ele? – respondi Jack, meio emburrada, tentando não olhar para baixo.

— Nós que somos interrompidos e ela é que fica puta da vida, ver se pode isso, querido? – Christian comentou e o olhei semicerrando os olhos com raiva, então vi Jack fechar a porta, fazendo-me engolir em seco.

— Eu não quero transar com vocês – anunciei dando alguns passos para trás até que cai sentada na beirada da cama.

— Alguém aqui está te convidando, fofa? – indagou Christian me olhando com uma das sobrancelhas erguida.

— Mas vocês me convidaram.

— Mudamos de ideia, Ana. Mas acredito que você queira assistir, né? – Jack me perguntou, mas não consegui emitir nenhum som – Sente-se naquela poltrona ali. É mais confortável do que ficar se masturbando sentada no chão.

— Não vão ficar incomodados com a minha presença?

— Não iremos nem notar você.

— Christian...

— Ok, querido – Christian resmungou e olhou para mim – Não se preocupe, Ana. Tentaremos não notar a sua presença neste quarto – ele disse sarcástico com um sorriso cínico nos lábios.

Bem que eu poderia ter vazado fora do quarto depois dessa, mas minha curiosidade falou mais alto então me sentei na poltrona um pouco próxima da cama.

— Você deveria ter sido mais amável com a Ana, amor – Jack disse já puxando Christian para um beijo que logo o outro correspondeu bem quente.

Seus paus se tocavam entre eles e a visão deles se acariciando, beijando o corpo um do outro e seus gemidos de prazer, me faziam roçar uma perna na outra e morder o lábio, totalmente inebriada de tesão.

Christian o empurrou e o mesmo caiu sentado na beirada da cama então ele se ajoelhou e começou a chupar o Jack.

“Caralho! Isso é muito sexy. Meu Senhor das Bocetas Meladas, eu quero dar muito pra eles” pensei, já me levantando.

— Eu aceito.

Christian parou de chupar e ambos se entreolharam surpresos antes de me encararem.

— O que você disse? – Jack inquiriu.

— Ah... eu... eu...

“Fala logo, porra!” briguei comigo mesma.

— Eu transar vocês – as palavras saíram desconexas de minha boca fazendo Christian rir de mim, porém Jack brigou com ele.

— Meu Deus! Eu não posso nem rir mais de quem eu quiser, na minha própria casa.

— Desculpe, eu não queria atrapalhar a noite de vocês.

Christian se levantou e me segurou, impedindo-me de abrir a porta. Sentir o roçar de seu corpo contra o pouco de pele exposta pela curta camisola, me fez fechar os olhos, meio anestesiada, então o encarei e ataquei seus lábios, beijando-o, e pegando Christian de surpresa.

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