ANASTASIA
“O leve toque daquelas mãos em mim me incendiava mais e mais.
— Eu quero os dois dentro de mim, por favor – suplico a beira de ter um colapso de tanto tesão.
Então Jack se posiciona embaixo de mim, que desço vagarosamente sobre o pau dele. Depois me inclino e o beijo, à medida que sinto Christian se posicionar atrás de mim e lentamente me penetrar, me fazendo soltar um gemido, que é uma mistura de dor com prazer.
— Que bundinha mais gostosa, boneca.
— Já está todinho dentro? – pergunto e em resposta Christian investi contra meu quadril e eu grito.
— Agora está.
— Pensa na deliciosa que está a bocetinha dela. Ela é tão apertadinha que eu estou sentindo o seu pau – Jack fala, mais eu nem presto muita atenção porque ter dois paus enfiados em você, te leva a um estado psico-anestésico.
Christian e Jack se movimentam em uma sincronia perfeita e eu sinto que estou prestes a gozar.
— Mais rápido, meus gostosos! Me fodam mais rápido! Eu tô quase gozando! – grito que nem uma louca enquanto rebolo meu quadril indo de encontro aos deles.
Nossos gemidos ecoam pelo lugar, unindo-se, à medida que explodimos juntos em um delicioso orgasmo.
— Ana... – escuto ao longe Christian me chamar, mas eu estou mole demais e acabo fechando os olhos”
— Ana?
Acordei sobressaltada e olhei para o lado, onde vi Christian em pé ao pé da cama, meio inclinado.
— Até que enfim você acordou.
— Que foi que houve? – indaguei bocejando e me apoiei nos cotovelos, de repente senti que encontrava-me melada então logo o sonho de segundos atrás me veio à mente, fazendo-me corar um pouco.
— Jack acabou de me ligar pedindo para a gente ir bem cedo, porque a doutora vai te atender assim que ela chegar no ambulatório. Temos meia hora para se arrumar e chegar lá no hospital.
— Ok – falei e me deitei novamente, fechando os olhos, mas os abri quando senti o cobertor ser puxado.
— Levanta agora, Ana, ou eu vou pegar você no colo e te colocar debaixo do chuveiro com a água estando no frio – ele ameaçou sério então, resmungando, bolei para o lado saindo da cama, ainda muita sonolenta e fui para o banheiro.
Quando terminei o banho e minha higiene pessoal, retornei ao quarto e vi sobre a cama um par de tênis preto, um vestido azul e uma cueca boxer preta. Os vesti e desci, encontrando Christian na sala.
— Eu já ia te buscar.
— Bom dia para você também – comentei terminando de descer a escada.
— Desculpe. É porque tô ansioso e aí quando eu fico assim sou meio chato às vezes. Bom dia, Ana – ele me cumprimentou quando parei perto – Vamos?
— Não vamos tomar café?
— Não. Você precisa está de jejum para fazer os primeiros exames.
— Odeio agulhas – resmunguei enquanto o seguia rumo ao que parecia ser a garagem da casa.
— Com o que você estava sonhando mais cedo?
Virei o rosto de repente, desviando o olhar da paisagem da janela para ele e o vi me encarar com um meio sorriso divertido nos lábios, à medida que guiava o carro pelo trânsito.
— Com nada – falei evasiva e voltei a olhar para a janela.
— Jura? Pois eu pensei que estivesse tendo um sonho pra lá de picante, por causa dos gemidos que você estava dando.
Fiquei meio com vergonha, não porque sonhei transando com eles e sim por saber que alguém escutou meus gemidos.
— Não se preocupe, da próxima vez eu vou gemer mais baixo para não incomodar o seu sono da beleza, Christian – comentei e escutei ele gargalhar.
— Era com a gente? O seu sonho?
— Acho que isso não é da sua conta – retruquei meio emburrada.
— Tudo bem. Não falemos mais nisso, mas se quiser que seu sonho se torne realidade é só falar que nós realizamos.
O encarei com uma das sobrancelhas erguida.
— Então vocês são bi?
— Não. Somos gays e nunca vamos deixar de ser, porém de vez em quando saímos da nossa rotina e convidamos uma mulher para fazer ménage com a gente. Mas isso não nos torna bissexuais. Seria igual a um carnívoro que às vezes para quebrar a rotina prefere comer comida vegana. Isso não o torna vegetariano, torna?
— Acho que não – murmurei meio pensativa.
— E outra, bissexuais são aquelas pessoas que sentem atração ou prazer tanto com homens quanto com mulheres ou com outros tipos de gêneros. E acredite quando eu digo que nem eu e nem o Jack ficamos excitados vendo mulheres peladas.
— Hum. Quantos mulheres já toparam fazer isso com vocês?
— Desde que começamos a namorar... aliás nós nos conhecemos num ménage – Christian sorriu como que lembrasse de algo – Jack namorava a minha irmã e a mesma um dia me convidou para fazer um ménage para apimentar a relação deles e foi então que aconteceu. A gente se apaixonou. Na verdade eu já tinha uma quedinha pelo Jack. Chegamos – Christian anunciou estacionando o carro em uma vaga do estacionamento do hospital.
— Eu odeio hospitais – resmunguei saindo do carro.
— Jack e eu vamos está lá com você, Ana. Não precisa ficar com medo. Vamos?
Mesmo a contra a gosto, eu o acompanhei rumo a entrada do enorme prédio.
“O leve toque daquelas mãos em mim me incendiava mais e mais.
— Eu quero os dois dentro de mim, por favor – suplico a beira de ter um colapso de tanto tesão.
Então Jack se posiciona embaixo de mim, que desço vagarosamente sobre o pau dele. Depois me inclino e o beijo, à medida que sinto Christian se posicionar atrás de mim e lentamente me penetrar, me fazendo soltar um gemido, que é uma mistura de dor com prazer.
— Que bundinha mais gostosa, boneca.
— Já está todinho dentro? – pergunto e em resposta Christian investi contra meu quadril e eu grito.
— Agora está.
— Pensa na deliciosa que está a bocetinha dela. Ela é tão apertadinha que eu estou sentindo o seu pau – Jack fala, mais eu nem presto muita atenção porque ter dois paus enfiados em você, te leva a um estado psico-anestésico.
Christian e Jack se movimentam em uma sincronia perfeita e eu sinto que estou prestes a gozar.
— Mais rápido, meus gostosos! Me fodam mais rápido! Eu tô quase gozando! – grito que nem uma louca enquanto rebolo meu quadril indo de encontro aos deles.
Nossos gemidos ecoam pelo lugar, unindo-se, à medida que explodimos juntos em um delicioso orgasmo.
— Ana... – escuto ao longe Christian me chamar, mas eu estou mole demais e acabo fechando os olhos”
— Ana?
Acordei sobressaltada e olhei para o lado, onde vi Christian em pé ao pé da cama, meio inclinado.
— Até que enfim você acordou.
— Que foi que houve? – indaguei bocejando e me apoiei nos cotovelos, de repente senti que encontrava-me melada então logo o sonho de segundos atrás me veio à mente, fazendo-me corar um pouco.
— Jack acabou de me ligar pedindo para a gente ir bem cedo, porque a doutora vai te atender assim que ela chegar no ambulatório. Temos meia hora para se arrumar e chegar lá no hospital.
— Ok – falei e me deitei novamente, fechando os olhos, mas os abri quando senti o cobertor ser puxado.
— Levanta agora, Ana, ou eu vou pegar você no colo e te colocar debaixo do chuveiro com a água estando no frio – ele ameaçou sério então, resmungando, bolei para o lado saindo da cama, ainda muita sonolenta e fui para o banheiro.
Quando terminei o banho e minha higiene pessoal, retornei ao quarto e vi sobre a cama um par de tênis preto, um vestido azul e uma cueca boxer preta. Os vesti e desci, encontrando Christian na sala.
— Bom dia para você também – comentei terminando de descer a escada.
— Desculpe. É porque tô ansioso e aí quando eu fico assim sou meio chato às vezes. Bom dia, Ana – ele me cumprimentou quando parei perto – Vamos?
— Não vamos tomar café?
— Não. Você precisa está de jejum para fazer os primeiros exames.
— Odeio agulhas – resmunguei enquanto o seguia rumo ao que parecia ser a garagem da casa.
★ ★ ★ ★ ★
— Com o que você estava sonhando mais cedo?
Virei o rosto de repente, desviando o olhar da paisagem da janela para ele e o vi me encarar com um meio sorriso divertido nos lábios, à medida que guiava o carro pelo trânsito.
— Com nada – falei evasiva e voltei a olhar para a janela.
— Jura? Pois eu pensei que estivesse tendo um sonho pra lá de picante, por causa dos gemidos que você estava dando.
Fiquei meio com vergonha, não porque sonhei transando com eles e sim por saber que alguém escutou meus gemidos.
— Não se preocupe, da próxima vez eu vou gemer mais baixo para não incomodar o seu sono da beleza, Christian – comentei e escutei ele gargalhar.
— Era com a gente? O seu sonho?
— Acho que isso não é da sua conta – retruquei meio emburrada.
— Tudo bem. Não falemos mais nisso, mas se quiser que seu sonho se torne realidade é só falar que nós realizamos.
O encarei com uma das sobrancelhas erguida.
— Então vocês são bi?
— Não. Somos gays e nunca vamos deixar de ser, porém de vez em quando saímos da nossa rotina e convidamos uma mulher para fazer ménage com a gente. Mas isso não nos torna bissexuais. Seria igual a um carnívoro que às vezes para quebrar a rotina prefere comer comida vegana. Isso não o torna vegetariano, torna?
— Acho que não – murmurei meio pensativa.
— E outra, bissexuais são aquelas pessoas que sentem atração ou prazer tanto com homens quanto com mulheres ou com outros tipos de gêneros. E acredite quando eu digo que nem eu e nem o Jack ficamos excitados vendo mulheres peladas.
— Hum. Quantos mulheres já toparam fazer isso com vocês?
— Desde que começamos a namorar... aliás nós nos conhecemos num ménage – Christian sorriu como que lembrasse de algo – Jack namorava a minha irmã e a mesma um dia me convidou para fazer um ménage para apimentar a relação deles e foi então que aconteceu. A gente se apaixonou. Na verdade eu já tinha uma quedinha pelo Jack. Chegamos – Christian anunciou estacionando o carro em uma vaga do estacionamento do hospital.
— Eu odeio hospitais – resmunguei saindo do carro.
— Jack e eu vamos está lá com você, Ana. Não precisa ficar com medo. Vamos?
Mesmo a contra a gosto, eu o acompanhei rumo a entrada do enorme prédio.

Nenhum comentário:
Postar um comentário