ANASTASIA
Eu sabia que largar minha vida, meu emprego e meus amigos em Phoenix e me mudar para cá, para Chicago, onde praticamente eu não conhecia ninguém, seria uma tarefa difícil e até mesmo uma loucura.
Entretanto, quem ama faz certas loucuras para ficar perto de quem gosta e eu me encontrava completamente apaixonada pelo Christian e queria muito ficar com ele, não importasse o lugar.
— Amor, é melhor a gente levantar, porque eu acho que molhei sua cama quando fiz xixi em você – falei, muito envergonhada com aquela situação toda, mas Christian riu e me deu um selinho.
— Você não fez xixi, amor. Tecnicamente, dizendo. Você na verdade ejaculou.
Fiquei surpresa ao ouvir aquilo, mas depois fiquei feliz, porque eu nunca tinha ejaculado com ninguém, mesmo o sexo no passado sendo muito bom. Nos levantamos da cama e eu pude ver a mancha ali no colchão.
— Acho que nossa cama vai ter que ter um plástico embaixo para não molhar o colchão – Christian comentou rindo e eu ri também, batendo de leve no seu braço.
— Besta – murmurei, já o ajudando a tirar a roupa de cama.
Depois, pegamos o colchão e o levamos para a área de serviço, onde Christian jogou um pouco de água com amaciante, deixando ele em frente a janela. Voltamos para o andar de cima e seguimos para o quarto de hóspede, onde pegamos o colchão de lá e o levamos para o quarto do Christian.
— Vamos tomar banho, amor? Ou quer guardar suas coisas no meu armário primeiro? – ele perguntou, quando terminamos de arrumar a cama.
— Eu guardo depois – falei enquanto abria a minha mala, já pegando minha toalha e uma roupa à medida que eu o via pegar um calção de dormir em uma gavetas do armário – Ah, esqueci te de avisar, amor. Sua mãe vai passar a noite lá na lanchonete hoje.
— Ué, mas porque? Vocês não se deram bem, foi isso?
— Não, não, vida. Não foi isso não. Sua mãe é um amor de pessoa. Ela me recebeu de braços abertos quando cheguei, mas “Eu quero que vocês providenciem logo os meus netinhos”. Palavras dela e não minha – comentei, fazendo Christian dar uma gargalhada.
— Então, vamos lá depois do nosso banho? A gente aproveita para comer algo por lá ou dar uma volta pela cidade.
Assenti, então nos dirigimos para o banheiro dele a fim de tomarmos um banho rápido.
Christian foi o primeiro a ficar pronto e se encontrava parcialmente deitado na cama, mexendo no meu celular enquanto eu me maquiava, sentada na beirada do colchão.
— Achou algo de interessante aí? Eu sei, admita, meus joguinhos são melhores que o do seu celular – provoquei, fazendo ele dar um sorrisinho de canto de boca.
— São sim, mas eu estava era bloqueando uns 04 caras aqui.
Abaixei um pouco o espelhinho e o encarei, vendo-o olhar bem sério para a tela do telefone.
— Porque?
— Porque sim. Muito cheio de apelidinhos para cima de você. “Boneca”, “Meu anjo”, “Gata”, “Minha linda”. Você é uma mulher comprometida, então eles têm que te respeitar e parar com esses apelidos – Christian resmungou com uma cara meio emburrada.
— Então eu posso bloquear 04 contatos seus? – inquiri, voltando a me maquiar.
— Não tem ninguém que você precise fazer isso.
— Tem sim. Na verdade só quero bloquear um. Aquela garota, sua amiguinha, que você comentou com “Linda” na foto atualizada dela de perfil no Facebook.
Ele revirou os olhos.
— Amor, ela é só uma amiga do tempo do colégio, que me mandou solicitação e eu aceitei. Nem tenho o número dela. E eu a chamei de “Linda” sim, porque ela é. Eu não vou mentir e chamar a garota de “Tribufú” se ela não é feia.
— Pois então eu vou entrar no perfil dela e mandar essa mulher mudar a foto de perfil.
— Porque? Eu tô nela por acaso?
— Não, mas os peitos dela estão para saltar de dentro da blusa.
— E daí?
— E daí, que a única peituda que você pode ver sou eu.
— Se for por isso, deixa eu mandar os seus amigos colocar uma foto decente, porque a maioria estão sem camisa e o único abdômen e peitoral definido, lindo, sexy e gostoso que a senhorita pode ver é esse aqui – Christian falou, erguendo um pouco sua camisa, mostrando sua barriga, me fazendo sorrir quando o mesmo me deu uma piscadinha – E esse batom aí não está muito vermelho não, amor?
— Como assim “Muito vermelho”?
— Você sabe... Vermelho provocante. Tipo profissionais de sexo. Se eu visse uma mulher com uma boca provocante dessa, eu a beijaria, com certeza.
— Se isso acontecesse, tu ia levar uma sapatada minha na cabeça, com toda a certeza do mundo – murmurei, fazendo ele rir à medida que eu tirava o batom e passando apenas um gloss labial – Prontinho. Estou pronta.
— Está linda, minha gatona gostosa.
Sorri, então nos levantamos e eu peguei uma bolsinha que havia trazido e coloquei o meu celular e os meus documentos.
— Ficou muito zangado ontem? – indaguei, sorrindo, enquanto mexia no cabelo de Christian à medida que o mesmo dirigia rumo à lanchonete da mãe dele.
— Não.
— Sério? Dona Grace me informou que o senhor ficou com o maior bico do mundo, todo emburrado pelos cantos – provoquei, e o fiz rir.
— Zangado mesmo, não muito. Fiquei mais decepcionado, mas era o seu trabalho, então eu tinha que aceitar, não é mesmo? – Christian murmurou, dando de ombros – Mas eu odeio pensar que o Fernando está perto de você – ele completou, apertando um pouco forte o volante.
— Eu sei, amor. Desculpa mentir para você.
— Foi por uma boa causa e eu amei demais sua surpresa, mas nunca mais faça isso, vida.
— Eu prometo – garanti, sorrindo e ele acariciou minha coxa rapidamente, antes de manobrar o carro e estacionar em frente em uma linda lanchonete.
Eu sabia que largar minha vida, meu emprego e meus amigos em Phoenix e me mudar para cá, para Chicago, onde praticamente eu não conhecia ninguém, seria uma tarefa difícil e até mesmo uma loucura.
Entretanto, quem ama faz certas loucuras para ficar perto de quem gosta e eu me encontrava completamente apaixonada pelo Christian e queria muito ficar com ele, não importasse o lugar.
— Amor, é melhor a gente levantar, porque eu acho que molhei sua cama quando fiz xixi em você – falei, muito envergonhada com aquela situação toda, mas Christian riu e me deu um selinho.
— Você não fez xixi, amor. Tecnicamente, dizendo. Você na verdade ejaculou.
Fiquei surpresa ao ouvir aquilo, mas depois fiquei feliz, porque eu nunca tinha ejaculado com ninguém, mesmo o sexo no passado sendo muito bom. Nos levantamos da cama e eu pude ver a mancha ali no colchão.
— Acho que nossa cama vai ter que ter um plástico embaixo para não molhar o colchão – Christian comentou rindo e eu ri também, batendo de leve no seu braço.
— Besta – murmurei, já o ajudando a tirar a roupa de cama.
Depois, pegamos o colchão e o levamos para a área de serviço, onde Christian jogou um pouco de água com amaciante, deixando ele em frente a janela. Voltamos para o andar de cima e seguimos para o quarto de hóspede, onde pegamos o colchão de lá e o levamos para o quarto do Christian.
— Vamos tomar banho, amor? Ou quer guardar suas coisas no meu armário primeiro? – ele perguntou, quando terminamos de arrumar a cama.
— Eu guardo depois – falei enquanto abria a minha mala, já pegando minha toalha e uma roupa à medida que eu o via pegar um calção de dormir em uma gavetas do armário – Ah, esqueci te de avisar, amor. Sua mãe vai passar a noite lá na lanchonete hoje.
— Ué, mas porque? Vocês não se deram bem, foi isso?
— Não, não, vida. Não foi isso não. Sua mãe é um amor de pessoa. Ela me recebeu de braços abertos quando cheguei, mas “Eu quero que vocês providenciem logo os meus netinhos”. Palavras dela e não minha – comentei, fazendo Christian dar uma gargalhada.
— Então, vamos lá depois do nosso banho? A gente aproveita para comer algo por lá ou dar uma volta pela cidade.
Assenti, então nos dirigimos para o banheiro dele a fim de tomarmos um banho rápido.
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Christian foi o primeiro a ficar pronto e se encontrava parcialmente deitado na cama, mexendo no meu celular enquanto eu me maquiava, sentada na beirada do colchão.
— Achou algo de interessante aí? Eu sei, admita, meus joguinhos são melhores que o do seu celular – provoquei, fazendo ele dar um sorrisinho de canto de boca.
— São sim, mas eu estava era bloqueando uns 04 caras aqui.
Abaixei um pouco o espelhinho e o encarei, vendo-o olhar bem sério para a tela do telefone.
— Porque?
— Porque sim. Muito cheio de apelidinhos para cima de você. “Boneca”, “Meu anjo”, “Gata”, “Minha linda”. Você é uma mulher comprometida, então eles têm que te respeitar e parar com esses apelidos – Christian resmungou com uma cara meio emburrada.
— Então eu posso bloquear 04 contatos seus? – inquiri, voltando a me maquiar.
— Não tem ninguém que você precise fazer isso.
— Tem sim. Na verdade só quero bloquear um. Aquela garota, sua amiguinha, que você comentou com “Linda” na foto atualizada dela de perfil no Facebook.
Ele revirou os olhos.
— Amor, ela é só uma amiga do tempo do colégio, que me mandou solicitação e eu aceitei. Nem tenho o número dela. E eu a chamei de “Linda” sim, porque ela é. Eu não vou mentir e chamar a garota de “Tribufú” se ela não é feia.
— Pois então eu vou entrar no perfil dela e mandar essa mulher mudar a foto de perfil.
— Porque? Eu tô nela por acaso?
— Não, mas os peitos dela estão para saltar de dentro da blusa.
— E daí?
— E daí, que a única peituda que você pode ver sou eu.
— Se for por isso, deixa eu mandar os seus amigos colocar uma foto decente, porque a maioria estão sem camisa e o único abdômen e peitoral definido, lindo, sexy e gostoso que a senhorita pode ver é esse aqui – Christian falou, erguendo um pouco sua camisa, mostrando sua barriga, me fazendo sorrir quando o mesmo me deu uma piscadinha – E esse batom aí não está muito vermelho não, amor?
— Como assim “Muito vermelho”?
— Você sabe... Vermelho provocante. Tipo profissionais de sexo. Se eu visse uma mulher com uma boca provocante dessa, eu a beijaria, com certeza.
— Se isso acontecesse, tu ia levar uma sapatada minha na cabeça, com toda a certeza do mundo – murmurei, fazendo ele rir à medida que eu tirava o batom e passando apenas um gloss labial – Prontinho. Estou pronta.
— Está linda, minha gatona gostosa.
Sorri, então nos levantamos e eu peguei uma bolsinha que havia trazido e coloquei o meu celular e os meus documentos.
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— Ficou muito zangado ontem? – indaguei, sorrindo, enquanto mexia no cabelo de Christian à medida que o mesmo dirigia rumo à lanchonete da mãe dele.
— Não.
— Sério? Dona Grace me informou que o senhor ficou com o maior bico do mundo, todo emburrado pelos cantos – provoquei, e o fiz rir.
— Zangado mesmo, não muito. Fiquei mais decepcionado, mas era o seu trabalho, então eu tinha que aceitar, não é mesmo? – Christian murmurou, dando de ombros – Mas eu odeio pensar que o Fernando está perto de você – ele completou, apertando um pouco forte o volante.
— Eu sei, amor. Desculpa mentir para você.
— Foi por uma boa causa e eu amei demais sua surpresa, mas nunca mais faça isso, vida.
— Eu prometo – garanti, sorrindo e ele acariciou minha coxa rapidamente, antes de manobrar o carro e estacionar em frente em uma linda lanchonete.

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