CHRISTIAN
Tiramos algumas das nossas peças de roupas, ficando apenas de cueca e calcinha, então a empurrei para a cama, já subindo sobre Ana, beijando-a à medida que roçava o meu pau, ainda protegido pela minha cueca, contra a bocetinha dela sob a sua calcinha.
Ela, por sua vez, me abraçou, começando a arranhar minha cintura e minha costa, gemendo contra meus lábios, fazendo com que eu esfregasse com mais vontade ainda o meu quadril contra o dela.
— Gostosa.
— Sua gostosa – Anastasia murmurou.
— Minha... Somente minha...
Me deitando ao seu lado, pedi que a mesma tirasse a calcinha e assim ela o fez, então a puxei novamente para um beijo. Comecei a descer minha mão pelo seu corpo, tocando-lhe os seios, apertando de leve os bicos.
Desci mais a mão, chegando em sua boceta e comecei a esfregar meus dedos entre os lábios de sua vulva, friccionando e massageando seu clítoris com as pontas dos dedos.
— Ohh... – Ana gemia alto, mordendo o lábio, fazendo uma expressão de tesão que me deixava louco e com o pau latejando de tão duro que já se encontrava.
Logo ela passou a rebolar contra meus dedos, implorando que eu a chupasse. Não pensei duas vezes. Parei de masturbá-la, me posicionando entre as pernas dela e cai de boca naquela bocetinha que se encontrava já toda babada, chupando ela com vontade.
— Oh, Deus! Isso, seu gostoso! – Anastasia gemeu, enfiando suas mãos em meu cabelo, apertando-o enquanto eu sugava e mamava fortemente o seu clitóris.
Ela foi a loucura quando eu abri bem a boceta dela com os meus polegares e passei a meter minha língua em sua entrada, dando pinceladas em seu cuzinho, às vezes. Quando mordi de leve o seu clítoris, Ana se entregou a um orgasmo intenso, gritando o meu nome.
A limpei, sorvendo todo aquele melzinho que saía de sua boceta, subindo meus beijos pelo seu ventre, sua barriga, seus seios, mamando um pouquinho neles, seguindo depois pelo seu pescoço até chegar em sua boca, ao qual a tomei em um beijo ardente.
— Venha me chupar – sussurrei, já saindo de cima dela, ficando sentado na beirada do colchão.
Anastasia, ainda meio mole pelo recente orgasmo, se arrastou para fora da cama e se ajoelhou no chão entre minhas pernas, já pegando o meu pau e começando a chupar ele.
— Isso... Deixa ele bem babado, minha gostosa – falei, segurando os cabelos dela, forçando um pouco sua cabeça para baixo, fazendo a mesma engolir todo meu pau – Delícia... – gemi, sentindo sua boca e garganta bem quentinha ao meu redor.
Soltei seus cabelos, deixando Ana ditar o seu ritmo de chupada, já me inclinando para trás, apoiando-me nos antebraços, para poder assistir o espetáculo. Ela tirava meu pau de sua boca e ficava o massageando com a mão à medida que chupava e sugava meus testículos.
— Safada – murmurei, me sentando novamente a vendo sorrir bem safadinha então peguei no meu pau e passei a bater com ele na cara dela – Quer ele? – inquiri, segundos depois, esfregando-o em seus lábios.
— Quero. Fode a boquinha da sua cadelinha, fode, meu macho gostoso – Anastasia implorou, então fiquei em pé e segurando seu cabelo com força, já metendo rápido em sua boca.
Ela começou a babar em todo o meu pau, deixando até um pouco da baba escorrer pelo seu queixo. Parei então de foder aquela boca gostosa e a puxei para a cama novamente, abrindo bem as pernas dela, esfregando e batendo meu pau em sua boceta.
— Me fode com esse pau, meu puto gostoso – Ana pediu, fazendo uma cara de safada para mim, então meti nela de uma só vez, começando a fodê-la forte, indo fundo naquela bocetinha.
— Cachorra – murmurei, acelerando o ritmo, fazendo ela gemer alto, quase que gritando.
— Grita, minha puta! Grita para o seu macho!
— Mete! Vai, caralho! – Anastasia gritou, gemendo e dando inesperadamente um tapa na minha cara, segurando em meu queixo, me encarando com um olhar luxurioso.
Sorri safado, sentindo o ardor que o tapa dela me causava e comecei meter mais bruto, ouvindo seus gritos e súplicas por mais.

— Assim que você quer, minha cachorra?
— Isso!
Tirei meu pau de dentro da Ana por uns segundos, batendo o mesmo na boceta dela, fazendo ela se tremer toda, mas logo voltei a meter bem forte, já me inclinando sobre Anastasia, beijando seu pescoço.
— Oh, Christian! – ela gritou, gozando inesperadamente, tremendo sob mim – Não para de me foder!
— Não vou, minha gostosa – anunciei, me afastando e metendo com vontade, segurando sua cintura, vendo o meu pau desaparecer dentro dela a cada investigada que eu dava.
— Oh, meu Deus!
— Se mastube, vai cachorra! – ordenei e Ana começou a se masturbar, me olhando bem safada.
De repente, ela bateu de novo na minha cara.
— Vai, seu puto! Come sua cachorrinha, vai! Esfola essa boceta!
— Bate mais – pedi, a fodendo mais rápido.
— Isso... – Anastasia gemeu, me dando outro tapa no rosto.
— Safada! Gostosa! Cachorra!
— Sim... Sim... Sim...
Comecei a ouvir um barulhinho até que senti um jato quente contra minha pélvis à medida que Ana gritava, fechando os olhos, estremecendo-se e me apertando com sua boceta. Ela tinha ejaculado pela primeira vez, e comigo. Aquilo me deu um puta tesão, fazendo com que o meu orgasmo explodisse também.
Me deitei sobre Anastasia, tão ofegante quanto a mesma. Nos beijamos lentamente, curtindo cada segundo do beijo, enquanto acariciávamos nossos rostos.
— Eu te amo tanto.
— Eu também te amo, amor.
— Então fica aqui comigo. Não volta mais para Phoenix, vida. Fica aqui em Chicago de vez – implorei, pois ficar afastado dela era horrível.
— Eu fico.
Nem acreditei no que tinha acabado de ouvir.
— Sério mesmo? – inquiri, para ter certeza.
— Sim. Eu fico aqui com você – Ana disse, dando um sorriso, fazendo-me o cara mais feliz do mundo.
Tiramos algumas das nossas peças de roupas, ficando apenas de cueca e calcinha, então a empurrei para a cama, já subindo sobre Ana, beijando-a à medida que roçava o meu pau, ainda protegido pela minha cueca, contra a bocetinha dela sob a sua calcinha.
Ela, por sua vez, me abraçou, começando a arranhar minha cintura e minha costa, gemendo contra meus lábios, fazendo com que eu esfregasse com mais vontade ainda o meu quadril contra o dela.
— Gostosa.
— Sua gostosa – Anastasia murmurou.
— Minha... Somente minha...
Me deitando ao seu lado, pedi que a mesma tirasse a calcinha e assim ela o fez, então a puxei novamente para um beijo. Comecei a descer minha mão pelo seu corpo, tocando-lhe os seios, apertando de leve os bicos.
Desci mais a mão, chegando em sua boceta e comecei a esfregar meus dedos entre os lábios de sua vulva, friccionando e massageando seu clítoris com as pontas dos dedos.
— Ohh... – Ana gemia alto, mordendo o lábio, fazendo uma expressão de tesão que me deixava louco e com o pau latejando de tão duro que já se encontrava.
Logo ela passou a rebolar contra meus dedos, implorando que eu a chupasse. Não pensei duas vezes. Parei de masturbá-la, me posicionando entre as pernas dela e cai de boca naquela bocetinha que se encontrava já toda babada, chupando ela com vontade.
A limpei, sorvendo todo aquele melzinho que saía de sua boceta, subindo meus beijos pelo seu ventre, sua barriga, seus seios, mamando um pouquinho neles, seguindo depois pelo seu pescoço até chegar em sua boca, ao qual a tomei em um beijo ardente.
Anastasia, ainda meio mole pelo recente orgasmo, se arrastou para fora da cama e se ajoelhou no chão entre minhas pernas, já pegando o meu pau e começando a chupar ele.
— Isso... Deixa ele bem babado, minha gostosa – falei, segurando os cabelos dela, forçando um pouco sua cabeça para baixo, fazendo a mesma engolir todo meu pau – Delícia... – gemi, sentindo sua boca e garganta bem quentinha ao meu redor.
Soltei seus cabelos, deixando Ana ditar o seu ritmo de chupada, já me inclinando para trás, apoiando-me nos antebraços, para poder assistir o espetáculo. Ela tirava meu pau de sua boca e ficava o massageando com a mão à medida que chupava e sugava meus testículos.
— Quero. Fode a boquinha da sua cadelinha, fode, meu macho gostoso – Anastasia implorou, então fiquei em pé e segurando seu cabelo com força, já metendo rápido em sua boca.
Ela começou a babar em todo o meu pau, deixando até um pouco da baba escorrer pelo seu queixo. Parei então de foder aquela boca gostosa e a puxei para a cama novamente, abrindo bem as pernas dela, esfregando e batendo meu pau em sua boceta.
— Grita, minha puta! Grita para o seu macho!
— Mete! Vai, caralho! – Anastasia gritou, gemendo e dando inesperadamente um tapa na minha cara, segurando em meu queixo, me encarando com um olhar luxurioso.
Sorri safado, sentindo o ardor que o tapa dela me causava e comecei meter mais bruto, ouvindo seus gritos e súplicas por mais.
— Isso!
Tirei meu pau de dentro da Ana por uns segundos, batendo o mesmo na boceta dela, fazendo ela se tremer toda, mas logo voltei a meter bem forte, já me inclinando sobre Anastasia, beijando seu pescoço.
— Não vou, minha gostosa – anunciei, me afastando e metendo com vontade, segurando sua cintura, vendo o meu pau desaparecer dentro dela a cada investigada que eu dava.
— Se mastube, vai cachorra! – ordenei e Ana começou a se masturbar, me olhando bem safada.
— Vai, seu puto! Come sua cachorrinha, vai! Esfola essa boceta!
— Bate mais – pedi, a fodendo mais rápido.
— Isso... – Anastasia gemeu, me dando outro tapa no rosto.
— Safada! Gostosa! Cachorra!
— Sim... Sim... Sim...
Comecei a ouvir um barulhinho até que senti um jato quente contra minha pélvis à medida que Ana gritava, fechando os olhos, estremecendo-se e me apertando com sua boceta. Ela tinha ejaculado pela primeira vez, e comigo. Aquilo me deu um puta tesão, fazendo com que o meu orgasmo explodisse também.
Me deitei sobre Anastasia, tão ofegante quanto a mesma. Nos beijamos lentamente, curtindo cada segundo do beijo, enquanto acariciávamos nossos rostos.
— Eu te amo tanto.
— Eu também te amo, amor.
— Então fica aqui comigo. Não volta mais para Phoenix, vida. Fica aqui em Chicago de vez – implorei, pois ficar afastado dela era horrível.
— Eu fico.
Nem acreditei no que tinha acabado de ouvir.
— Sério mesmo? – inquiri, para ter certeza.
— Sim. Eu fico aqui com você – Ana disse, dando um sorriso, fazendo-me o cara mais feliz do mundo.

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