ANASTASIA
— Delícia... – escutei Christian gemer de boca cheia, então me ajeitei melhor e comecei a chupá-lo bem devagar, sentindo seu pau ficar duro em minha boca, a cada segundo que se passava.
Logo eu estava o chupando mais forte, enfiando-o todo em minha boca, babando muito aquele pedaço de carne que pulsava em minhas mãos. Circulei então minha língua na cabecinha dele, chupando-a bem forte em seguida.
— Me dar leitinho dar, meu gostoso? – pedi com a voz manhosa, mas bem safada, olhando para Christian que havia desistido de comer e só me observava saborear ele.
— Quer leitinho é, minha safada?
Assenti, afirmando com a cabeça à medida que não parava de masturbá-lo com minha mão. Ele então se levantou da cadeira e enfiando uma das suas mãos em meu cabelo, segurando firme minha cabeça, começou a foder minha boca, se entregando aos gemidos.
— Ah, minha safada... Eu vou gozar nessa sua boca gostosa... Caralho! – Christian exclamou, minutos depois, já me fazendo sentir pequenos jatos contra minha garganta.
Ele soltou um pouco minha cabeça, então engoli o seu gozo e o limpei lentamente, massageando-o seus testículos e seu pau, não deixando que o mesmo ficasse mole após o orgasmo.
— O que eu faço com você? – Christian comentou, me puxando para cima, enfiando novamente sua mão em meu cabelo, beijando-me intensamente à medida que me apertava contra seu corpo.
— Me leva pra cama e me possua – sussurrei, beijando seu pescoço enquanto minhas unhas o arranhavam de leve nas costas.
— Nem precisa pedir duas vezes, minha gostosa.
Ele então selou nossos lábios, em um beijo ardente, e logo minhas pernas tocaram a beirada da cama, onde Christian me empurrou, fazendo-me cair sobre ela, parcialmente deitada. O vi se despir, livrando-se da cueca, depois se ajoelhar e me puxar para mais perto da beirada do colchão, abrindo minhas pernas.
— Já tá toda babadinha.
— Você me deixa assim – murmurei, arfando em seguida, sentindo a boca dele me tocar, saboreando cada centímetro da minha boceta.
— Só eu que te deixo assim, minha safada gostosa?
— Sim... Só você, meu amor – gemi, já sentindo Christian enfiar dois dedos em mim, intercalando entre me foder com eles e sugar meu clítoris.
Sem tirar seus dedos de mim, Christian subiu pelo meu corpo, distribuindo beijos e chupadas pela minha barriga até encontrar os meus seios. Ele ainda não tinha me chupado ali, mas quando o fez, eu fui no céu e voltei.
Quando dei por mim, já rebolava contra os dedos dele à medida que Christian mordia de leve o meu mamilo, causando-me um mix de dor e de prazer. Seus lábios libertaram meu seio e subiram para saborear meu pescoço, com deliciosas chupadas e lambidas.
De repente, ele tirou seus dedos de mim, fazendo-me sentir seu pau roçar em minha bocetinha, que aquela altura já latejava para ser fodida. Parecendo adivinhar o que ela queria, Christian nos subiu um pouco mais na cama, já erguendo minhas pernas, metendo forte em mim, começando a me foder com vontade.
— Minha cachorra safada... – ele rosnava enquanto metia com mais força, fazendo com que eu apertasse os lençóis da cama, gemendo alto.
— Isso, gostoso! Mete forte nessa boceta! Vai, tesudo! – passei a gritar de tesão.
— Assim que você quer, safada? – Christian inquiriu, ficando mais selvagem a cada minuto – Minha cachorra...
— Sim! – gritei, gozando intensamente.
— Isso, mela meu pau todo, gostosa – ele disse, já acelerando mais suas estocadas, me inundando segundos depois com seu gozo quente.
Christian então se inclinou, deitando-se sobre mim bastante ofegante, alisando meu corpo à medida que buscava ferozmente meus lábios.
— Eu vou te encher de porra até não sobrar nenhum espaço no seu útero – ele sussurrou no meu ouvido, fazendo-me apertá-lo com minha bocetinha.
— Quer mesmo me engravidar, hein safado?
— Com certeza, minha gostosa. Hoje você só sai desse quarto quando eu tiver certeza que te engravidei.
Sorrimos um para o outro e voltamos a nos beijar, iniciando mais uma rodada de sexo maravilhoso.
— Estou um pouco nervoso, vida – escutei Christian falar quando estacionei o meu carro em frente de casa.
— Não fique, amor. Vai dar tudo certo – murmurei, tentando tranquilizá-lo.
Ele assentiu com a cabeça, respirando fundo, antes de sairmos do carro. Dei a volta e me aproximei de Christian, segurando sua mão, sorrindo para ele. De repente, ouvi o som de uma Ferrari e olhei para trás, vendo o carro do Fernando, que logo estacionou atrás do meu e saiu, com uma sacola pequena em uma das mãos.
— Oi, Ana – ele me cumprimentou, ao se aproximar de nós.
— Oi, Fernando. O que faz aqui?
— Sua mãe me ligou, me convidando para vir jantar hoje com vocês. E como é a sua mãe, eu não poderia recusar, não é?
Ao ouvir aquilo, respirei fundo, pois eu meio que já desconfiava do motivo para a minha mãe ter convidado ele para o nosso jantar em família.
— Quero te apresentar o meu namorado Christian – optei por dizer logo – Amor, esse é o Fernando, um amigo do trabalho. Aquele que eu te falei hoje mais cedo.
— Engraçado. A Aninha nunca me falou de você, cara. Mas prazer em te conhecer – Fernando comentou, estendendo a mão para Christian, que o encarava bem sério, mas graças a Deus apertou a mão do outro.
— Vamos entrar, porque eu quero matar a minha mãe – resmunguei, já abrindo a porta de casa e entrando, sendo seguida pelos dois.
— Oi, filha – meu pai me cumprimentou, aparecendo vindo da sala de estar.
— Oi, pai – falei, já lhe dando um beijo em sua bochecha – Quero te apresentar o meu namorado.
— Ah, é você então, Fernando? Sua mãe está muito animada com a vinda dele – meu pai disse olhando para mim, já puxando o Fernando para um meio abraço, foi quando notei que Christian se encontrava mais atrás, e provavelmente, meu pai não o tinha visto e acabou se confundindo.
— Não, pai. Fernando é só um amigo mesmo e eu nem sei porque a mamãe convidou ele hoje. Esse aqui é que é o meu namorado – ressaltei, puxando Christian para perto de mim – Querido, esse é o meu pai. Pai, esse é o meu namorado Christian.
— Oh, me perdoe, rapaz! Eu já sou meio velho.
— Tudo bem, senhor Steele.
Os dois então se cumprimentaram com um meio abraço, com direito a tapinhas nas costas.
— Bom. Sendo namorado ou não, eu trouxe esse vinho exclusivo da adega lá da minha mansão na Itália. Espero que o senhor e sua esposa apreciem.
— Muita gentileza da sua parte, Fernando. Venham, vamos nos sentar aqui na sala. Filha, vá ajudar a sua mãe.
— Sim, senhor – resmunguei, já saindo e indo para a cozinha – Porque que a senhora convidou o Fernando, mãe? – a questionei assim que entrei no lugar.
— Porque? – ela indagou, se virando meio de lado para me olhar – Qual o problema? Você convidou seu amigo e eu chamei um outro seu. Na verdade, filha, ele parece ser apaixonado por você e é um gato, além de bem sucedido.
Rolei os olhos.
— Eu já tenho namorado, mãe. E eu gosto do Fernando só como amigo.
— E cadê esse seu namorado que eu nunca nem vi?
— Está lá na sala, conversando com o sogro dele.
— Espero que seja alguém de futuro, Ana.
Novamente, rolei os olhos.
— Vá chamar todos para mesa. O jantar já está pronto.
— Sim, senhora – murmurei, retornando para a sala, em seguida.
— Delícia... – escutei Christian gemer de boca cheia, então me ajeitei melhor e comecei a chupá-lo bem devagar, sentindo seu pau ficar duro em minha boca, a cada segundo que se passava.
— Quer leitinho é, minha safada?
Assenti, afirmando com a cabeça à medida que não parava de masturbá-lo com minha mão. Ele então se levantou da cadeira e enfiando uma das suas mãos em meu cabelo, segurando firme minha cabeça, começou a foder minha boca, se entregando aos gemidos.
Ele soltou um pouco minha cabeça, então engoli o seu gozo e o limpei lentamente, massageando-o seus testículos e seu pau, não deixando que o mesmo ficasse mole após o orgasmo.
— O que eu faço com você? – Christian comentou, me puxando para cima, enfiando novamente sua mão em meu cabelo, beijando-me intensamente à medida que me apertava contra seu corpo.
— Me leva pra cama e me possua – sussurrei, beijando seu pescoço enquanto minhas unhas o arranhavam de leve nas costas.
— Nem precisa pedir duas vezes, minha gostosa.
Ele então selou nossos lábios, em um beijo ardente, e logo minhas pernas tocaram a beirada da cama, onde Christian me empurrou, fazendo-me cair sobre ela, parcialmente deitada. O vi se despir, livrando-se da cueca, depois se ajoelhar e me puxar para mais perto da beirada do colchão, abrindo minhas pernas.
— Já tá toda babadinha.
— Você me deixa assim – murmurei, arfando em seguida, sentindo a boca dele me tocar, saboreando cada centímetro da minha boceta.
— Sim... Só você, meu amor – gemi, já sentindo Christian enfiar dois dedos em mim, intercalando entre me foder com eles e sugar meu clítoris.
De repente, ele tirou seus dedos de mim, fazendo-me sentir seu pau roçar em minha bocetinha, que aquela altura já latejava para ser fodida. Parecendo adivinhar o que ela queria, Christian nos subiu um pouco mais na cama, já erguendo minhas pernas, metendo forte em mim, começando a me foder com vontade.
— Isso, gostoso! Mete forte nessa boceta! Vai, tesudo! – passei a gritar de tesão.
— Assim que você quer, safada? – Christian inquiriu, ficando mais selvagem a cada minuto – Minha cachorra...
— Isso, mela meu pau todo, gostosa – ele disse, já acelerando mais suas estocadas, me inundando segundos depois com seu gozo quente.
Christian então se inclinou, deitando-se sobre mim bastante ofegante, alisando meu corpo à medida que buscava ferozmente meus lábios.
— Eu vou te encher de porra até não sobrar nenhum espaço no seu útero – ele sussurrou no meu ouvido, fazendo-me apertá-lo com minha bocetinha.
— Quer mesmo me engravidar, hein safado?
— Com certeza, minha gostosa. Hoje você só sai desse quarto quando eu tiver certeza que te engravidei.
Sorrimos um para o outro e voltamos a nos beijar, iniciando mais uma rodada de sexo maravilhoso.
★ ★ ★ ★ ★
— Estou um pouco nervoso, vida – escutei Christian falar quando estacionei o meu carro em frente de casa.
Ele assentiu com a cabeça, respirando fundo, antes de sairmos do carro. Dei a volta e me aproximei de Christian, segurando sua mão, sorrindo para ele. De repente, ouvi o som de uma Ferrari e olhei para trás, vendo o carro do Fernando, que logo estacionou atrás do meu e saiu, com uma sacola pequena em uma das mãos.
— Oi, Ana – ele me cumprimentou, ao se aproximar de nós.
— Oi, Fernando. O que faz aqui?
— Sua mãe me ligou, me convidando para vir jantar hoje com vocês. E como é a sua mãe, eu não poderia recusar, não é?
Ao ouvir aquilo, respirei fundo, pois eu meio que já desconfiava do motivo para a minha mãe ter convidado ele para o nosso jantar em família.
— Quero te apresentar o meu namorado Christian – optei por dizer logo – Amor, esse é o Fernando, um amigo do trabalho. Aquele que eu te falei hoje mais cedo.
— Engraçado. A Aninha nunca me falou de você, cara. Mas prazer em te conhecer – Fernando comentou, estendendo a mão para Christian, que o encarava bem sério, mas graças a Deus apertou a mão do outro.
— Vamos entrar, porque eu quero matar a minha mãe – resmunguei, já abrindo a porta de casa e entrando, sendo seguida pelos dois.
— Oi, filha – meu pai me cumprimentou, aparecendo vindo da sala de estar.
— Oi, pai – falei, já lhe dando um beijo em sua bochecha – Quero te apresentar o meu namorado.
— Ah, é você então, Fernando? Sua mãe está muito animada com a vinda dele – meu pai disse olhando para mim, já puxando o Fernando para um meio abraço, foi quando notei que Christian se encontrava mais atrás, e provavelmente, meu pai não o tinha visto e acabou se confundindo.
— Não, pai. Fernando é só um amigo mesmo e eu nem sei porque a mamãe convidou ele hoje. Esse aqui é que é o meu namorado – ressaltei, puxando Christian para perto de mim – Querido, esse é o meu pai. Pai, esse é o meu namorado Christian.
— Oh, me perdoe, rapaz! Eu já sou meio velho.
— Tudo bem, senhor Steele.
Os dois então se cumprimentaram com um meio abraço, com direito a tapinhas nas costas.
— Bom. Sendo namorado ou não, eu trouxe esse vinho exclusivo da adega lá da minha mansão na Itália. Espero que o senhor e sua esposa apreciem.
— Muita gentileza da sua parte, Fernando. Venham, vamos nos sentar aqui na sala. Filha, vá ajudar a sua mãe.
— Sim, senhor – resmunguei, já saindo e indo para a cozinha – Porque que a senhora convidou o Fernando, mãe? – a questionei assim que entrei no lugar.
— Porque? – ela indagou, se virando meio de lado para me olhar – Qual o problema? Você convidou seu amigo e eu chamei um outro seu. Na verdade, filha, ele parece ser apaixonado por você e é um gato, além de bem sucedido.
Rolei os olhos.
— Eu já tenho namorado, mãe. E eu gosto do Fernando só como amigo.
— E cadê esse seu namorado que eu nunca nem vi?
— Está lá na sala, conversando com o sogro dele.
— Espero que seja alguém de futuro, Ana.
Novamente, rolei os olhos.
— Vá chamar todos para mesa. O jantar já está pronto.
— Sim, senhora – murmurei, retornando para a sala, em seguida.

Nenhum comentário:
Postar um comentário