CHRISTIAN
Olhei para Ana, deitada ao meu lado, possessa de raiva por eu não querer mais transar com ela, mas era apenas uma brincadeira. Sempre eu iria querer aquele corpo tesudo que eu tanto amava. Entretanto, eu precisava encerrar a brincadeira com estilo, então desliguei a TV e me deitei atrás dela.
— Se importa se eu cochilar um pouco abraçado à você, amor? – perguntei, mas nem esperei a resposta dela e já fui logo passando meu braço pela cintura da Anastasia, ficando de conchinha com ela.
Fiquei imóvel por alguns minutos, até que desse o tempo suficiente para aparentar que eu já tivesse caído no sono. Mal comecei a fingir que ressonava, que Ana atacou, mexendo seu quadril de encontro ao meu, roçando aquela delícia de bunda no meu pau, protegido apenas pela cueca boxer.
Minha vontade era de comê-la bem gostoso, assim de ladinho mesmo, mas prossegui com a brincadeira para ver até onde Anastasia aguentaria. Busquei então mentalmente um nome parecido com o dela e tentei me manter calmo, fingindo gemer em seguida, como se eu tivesse sonhando com alguém.
— Hummm... Que delícia, minha Nathalia... – murmurei, quase num sussurro, mas ainda de olhos fechados, já sentindo Ana se mexer bruscamente.
— Quem, Christian?
Abri os olhos, fingindo sonolência.
— Que foi, minha vida?
— Que foi nada! Quem é Nathalia, Christian?
— Quem? – indaguei, fazendo um esforço enorme para não cair na risada, principalmente por ver a cara de brava dela.
— Não se faça de desentendido comigo.
— Não sei quem é essa daí, meu amor.
— Você gemeu o nome dela.
— Gemi nada. Tá doida, mulher?
Anastasia me encarou, bem séria e com uma carranca feia, depois respirou fundo.
— Quer saber? Eu vou é para casa – ela anunciou, se levantando da cama, então cai na risada.
— Amor, eu tô brincando. Tava fingindo que dormia. Vem cá, vai – a chamei, fazendo a mesma se virar e me encarar.
Depois de alguns segundos, Ana, ainda emburrada, voltou a se deitar na cama, de barriga para cima e com os braços cruzados sobre os seios.
— Sua cara foi muito engraçada, vida – comentei, sorrindo, passando levemente a mão na boceta dela – Não vou te comer, mas quero te assistir ao vivo. Se masturba para mim, amor?
— Não – ela murmurou, curta e grossa, sem olhar para mim, então me inclinei, beijando o seu pescoço.
— Vai, minha vida. Se masturba para mim.
— Se não vou ganhar pau, você também não vai me assistir fazendo nada.
— Vai ganhar sim. Prometo. Mas, se toca para mim, por... – parei de falar quando ouvi alguém batendo na porta – Deve ser a nossa comida. Se cobre, meu amor – pedi, me levantando da cama, já vendo Anastasia se enfiar debaixo do edredom.
Ajeitei minha cueca, a fim de poder disfarçar o pequeno volume ainda presente ali, antes de eu ir abrir a porta e ver uma moça, que logo corou ao me encarar, parada ao lado de um carrinho de comida.
— Bom dia, Senhor.
— Bom dia – a cumprimentei de volta, já lhe dando passagem para entrar no quarto com o carrinho.
A moça começou a arrumar as coisas sobre a mesa redonda existente no quarto. Às vezes, a mesma me olhava de relance, bem tímida.
— Obrigado! – falei, quando ela terminou, deixando o carrinho de lado, antes de sair apressada do quarto – Vem comer, amor – chamei por Ana, que logo saiu da cama e se aproximou da mesa, pelada mesmo – Gostosa! – exclamei, dando um tapa na bunda dela, que a fez se sobressaltar.
— Sou mesmo – Anastasia anunciou, sorrindo, à medida que se sentava na cadeira.
Fiz o mesmo e começamos a almoçar.
— Vida, que horas vamos para sua casa? – inquiri, pouco tempo depois.
— Não sei. Pode ser às sete, eu acho.
— E eles já estão sabendo de mim? – indaguei, roubando-lhe uma batata de seu prato, fazendo ela tentar bater na minha mão, rindo.
— Não. Falei apenas que um amigo meu ia jantar lá em casa essa noite.
Parei de rir na hora, a encarando sério.
— Um amigo?
— É. Não quis dizer que você era meu namorado, porque iam me encher de perguntas e minha mãe ia me criticar como sempre.
— Ok – murmurei, conseguindo disfarçar o meu ressentimento por aquilo – O que seus pais fazem mesmo? Quero ter assunto para conversar com eles.
— Meu pai tem uma oficina de carros ao lado da nossa casa. Ele se aposentou cedo do exército, porque se feriu em combate e mexer com carros foi meio que uma válvula de escape para o mesmo não entrar em depressão. Já a minha mãe é dona de casa.
— Hum... Posso comentar sobre carros com seu pai então, já que cresci em uma oficina e também gosto de falar sobre isso. Quando eu era pequeno, minha vontade era ter uma oficina igual a do meu... – me calei de repente, pois não queria falar naquele desgraçado traidor, que só fez a minha mãe sofrer.
— Seu pai, amor?
— Uhum.
— Meu pai vive enchendo o meu saco para eu ter um filho logo, porque ele não quer deixar a oficina para mim – Ana comentou, rindo, fazendo-me rir um pouco – Acho que ele vai gostar de você.
— Tomara, vida.
— Vai me deserdar e te colocar como herdeiro da oficina, quer apostar? – ela falou, morrendo de rir.
— Será?
— Com toda a certeza do mundo.
— Então vamos ter que fazer logo o netinho dele. Por mim, você nem tomava mais seu anticoncepcional. Ficava na sorte mesmo – murmurei, sorrindo.
— Para quê que eu vou fazer isso, se você não vai me comer por um bom tempo? – Anastasia resmungou, fazendo um bico fofo enquanto mexia o garfo, brincando com o pouco macarrão que ainda havia em seu prato.
— Eu já disse que vou te foder, meu amor. Era brincadeira. Eu não conseguiria ficar muito tempo sem me enterrar em você.
Ela ergueu o olhar para mim e pareceu me avaliar por alguns segundos, até que um sorriso surgiu em seus lábios.
— Tudo bem, amor. A partir de hoje, já não tomo mais minha pílula. Pode continuar gozando dentro da minha bocetinha à vontade. Vamos fazer nosso mini Grey.
— Pode vir uma mini Steele também. Não sou contra em ser pai de uma menina. Logo logo vou poder ter minha licença para andar armado como policial. Os namoradinhos que tome cuidado comigo, baby.
— Tadinha da nossa futura filha – Ana disse, rindo, já se levantando da cadeira dela e vindo se ajoelhar ao lado da minha – Vira pra cá, amor. Deixa eu te chupar enquanto você termina de comer.
Sorri e me virei, ficando meio de lado.
— Não vá se engasgar aí, hein? – ela zombou, rindo.
— Não vou. Prometo – assegurei, confiante.
Anastasia então puxou minha cueca um pouco para baixo, tirando o meu pau, já começando a masturbá-lo com as mãos à medida que eu tentava comer.
Olhei para Ana, deitada ao meu lado, possessa de raiva por eu não querer mais transar com ela, mas era apenas uma brincadeira. Sempre eu iria querer aquele corpo tesudo que eu tanto amava. Entretanto, eu precisava encerrar a brincadeira com estilo, então desliguei a TV e me deitei atrás dela.
— Se importa se eu cochilar um pouco abraçado à você, amor? – perguntei, mas nem esperei a resposta dela e já fui logo passando meu braço pela cintura da Anastasia, ficando de conchinha com ela.
Fiquei imóvel por alguns minutos, até que desse o tempo suficiente para aparentar que eu já tivesse caído no sono. Mal comecei a fingir que ressonava, que Ana atacou, mexendo seu quadril de encontro ao meu, roçando aquela delícia de bunda no meu pau, protegido apenas pela cueca boxer.
Minha vontade era de comê-la bem gostoso, assim de ladinho mesmo, mas prossegui com a brincadeira para ver até onde Anastasia aguentaria. Busquei então mentalmente um nome parecido com o dela e tentei me manter calmo, fingindo gemer em seguida, como se eu tivesse sonhando com alguém.
— Hummm... Que delícia, minha Nathalia... – murmurei, quase num sussurro, mas ainda de olhos fechados, já sentindo Ana se mexer bruscamente.
— Quem, Christian?
Abri os olhos, fingindo sonolência.
— Que foi, minha vida?
— Que foi nada! Quem é Nathalia, Christian?
— Quem? – indaguei, fazendo um esforço enorme para não cair na risada, principalmente por ver a cara de brava dela.
— Não se faça de desentendido comigo.
— Não sei quem é essa daí, meu amor.
— Você gemeu o nome dela.
— Gemi nada. Tá doida, mulher?
Anastasia me encarou, bem séria e com uma carranca feia, depois respirou fundo.
— Quer saber? Eu vou é para casa – ela anunciou, se levantando da cama, então cai na risada.
— Amor, eu tô brincando. Tava fingindo que dormia. Vem cá, vai – a chamei, fazendo a mesma se virar e me encarar.
Depois de alguns segundos, Ana, ainda emburrada, voltou a se deitar na cama, de barriga para cima e com os braços cruzados sobre os seios.
— Sua cara foi muito engraçada, vida – comentei, sorrindo, passando levemente a mão na boceta dela – Não vou te comer, mas quero te assistir ao vivo. Se masturba para mim, amor?
— Não – ela murmurou, curta e grossa, sem olhar para mim, então me inclinei, beijando o seu pescoço.
— Vai, minha vida. Se masturba para mim.
— Se não vou ganhar pau, você também não vai me assistir fazendo nada.
— Vai ganhar sim. Prometo. Mas, se toca para mim, por... – parei de falar quando ouvi alguém batendo na porta – Deve ser a nossa comida. Se cobre, meu amor – pedi, me levantando da cama, já vendo Anastasia se enfiar debaixo do edredom.
Ajeitei minha cueca, a fim de poder disfarçar o pequeno volume ainda presente ali, antes de eu ir abrir a porta e ver uma moça, que logo corou ao me encarar, parada ao lado de um carrinho de comida.
— Bom dia, Senhor.
— Bom dia – a cumprimentei de volta, já lhe dando passagem para entrar no quarto com o carrinho.
A moça começou a arrumar as coisas sobre a mesa redonda existente no quarto. Às vezes, a mesma me olhava de relance, bem tímida.
— Obrigado! – falei, quando ela terminou, deixando o carrinho de lado, antes de sair apressada do quarto – Vem comer, amor – chamei por Ana, que logo saiu da cama e se aproximou da mesa, pelada mesmo – Gostosa! – exclamei, dando um tapa na bunda dela, que a fez se sobressaltar.
— Sou mesmo – Anastasia anunciou, sorrindo, à medida que se sentava na cadeira.
Fiz o mesmo e começamos a almoçar.
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— Vida, que horas vamos para sua casa? – inquiri, pouco tempo depois.
— Não sei. Pode ser às sete, eu acho.
— E eles já estão sabendo de mim? – indaguei, roubando-lhe uma batata de seu prato, fazendo ela tentar bater na minha mão, rindo.
— Não. Falei apenas que um amigo meu ia jantar lá em casa essa noite.
Parei de rir na hora, a encarando sério.
— Um amigo?
— É. Não quis dizer que você era meu namorado, porque iam me encher de perguntas e minha mãe ia me criticar como sempre.
— Ok – murmurei, conseguindo disfarçar o meu ressentimento por aquilo – O que seus pais fazem mesmo? Quero ter assunto para conversar com eles.
— Meu pai tem uma oficina de carros ao lado da nossa casa. Ele se aposentou cedo do exército, porque se feriu em combate e mexer com carros foi meio que uma válvula de escape para o mesmo não entrar em depressão. Já a minha mãe é dona de casa.
— Hum... Posso comentar sobre carros com seu pai então, já que cresci em uma oficina e também gosto de falar sobre isso. Quando eu era pequeno, minha vontade era ter uma oficina igual a do meu... – me calei de repente, pois não queria falar naquele desgraçado traidor, que só fez a minha mãe sofrer.
— Seu pai, amor?
— Uhum.
— Meu pai vive enchendo o meu saco para eu ter um filho logo, porque ele não quer deixar a oficina para mim – Ana comentou, rindo, fazendo-me rir um pouco – Acho que ele vai gostar de você.
— Tomara, vida.
— Vai me deserdar e te colocar como herdeiro da oficina, quer apostar? – ela falou, morrendo de rir.
— Será?
— Com toda a certeza do mundo.
— Então vamos ter que fazer logo o netinho dele. Por mim, você nem tomava mais seu anticoncepcional. Ficava na sorte mesmo – murmurei, sorrindo.
— Para quê que eu vou fazer isso, se você não vai me comer por um bom tempo? – Anastasia resmungou, fazendo um bico fofo enquanto mexia o garfo, brincando com o pouco macarrão que ainda havia em seu prato.
— Eu já disse que vou te foder, meu amor. Era brincadeira. Eu não conseguiria ficar muito tempo sem me enterrar em você.
Ela ergueu o olhar para mim e pareceu me avaliar por alguns segundos, até que um sorriso surgiu em seus lábios.
— Tudo bem, amor. A partir de hoje, já não tomo mais minha pílula. Pode continuar gozando dentro da minha bocetinha à vontade. Vamos fazer nosso mini Grey.
— Pode vir uma mini Steele também. Não sou contra em ser pai de uma menina. Logo logo vou poder ter minha licença para andar armado como policial. Os namoradinhos que tome cuidado comigo, baby.
— Tadinha da nossa futura filha – Ana disse, rindo, já se levantando da cadeira dela e vindo se ajoelhar ao lado da minha – Vira pra cá, amor. Deixa eu te chupar enquanto você termina de comer.
Sorri e me virei, ficando meio de lado.
— Não vá se engasgar aí, hein? – ela zombou, rindo.
— Não vou. Prometo – assegurei, confiante.
Anastasia então puxou minha cueca um pouco para baixo, tirando o meu pau, já começando a masturbá-lo com as mãos à medida que eu tentava comer.

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