quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Solicitação de Amizade - Capítulo 08


CHRISTIAN

— Quer me comer de quatro de novo, meu gostoso? – ouvi Ana perguntar à medida que eu depositava beijinhos ao longo de sua costa, nuca, pescoço e ombro.

— Quero muito, mas vamos melar você mais um pouco – comentei, descendo meus beijos rumo a sua bunda, já me posicionando deitado entre as pernas dela, fazendo a mesma abrir bem elas.

Vi logo um pouco do meu gozo escorrer de sua boceta, então comecei a chupá-la devagar, saboreando cada parte daquela grutinha quente e melada, sendo embalado pelos gemidos da Anastasia, que mexia seu quadril, rebolando em minha boca.
Me ajeitei melhor, então abrir suas nádegas, vendo seu cuzinho piscar para mim. Sorri e desci minha boca nele, lambendo desde o clítoris dela até seu buraquinho, o lubrificando bem.

— Mete a língua em mim, meu macho gostoso. Ele tá limpinho – Ana murmurou, então atendi ao pedido dela e forcei a minha língua para dentro daquela entrada apertadinha, fazendo ela gemer alto.
Fiquei intercalando entre sugar o seu clítoris e foder o seu cuzinho com a minha língua até que percebi que a mesma já se encontrava bem lubrificada, então dei uma mordida forte em uma das nádegas dela, que deu um gritinho inesperado e me encarou, sorrindo.

Subi, tomando-lhe os lábios em um beijo, já me deitando sobre a Anastasia. Enfiei, em seguida, a mão entre nossos corpos e guiei meu pau primeiro para a boceta dela, o lubrificando com o seu melzinho. Depois o posicionei, com a mão, até a porta do seu buraquinho, já forçando-o.

— Relaxa, minha gostosa – pedi, após alguns segundos tentando penetrá-la, mas sem muito sucesso.

Levou alguns minutos até que finalmente consegui estar todo dentro dela. Não era mais tão apertado como foi a primeira vez, mas mesmo assim foi um processo difícil para penetrá-la e Ana deixou escapar alguns gemidos de dor, o que me deixou em dúvida se continuávamos ou não.

— Não sai, por favor, amor – ela pediu quando fiz menção de sair cima dela, mas mesmo assim eu saí e Anastasia se virou meio de lado, me encarando – Doeu um pouco, mas não precisava desistir não.

— Não desisti. Só acho melhor você vir por cima, como na primeira vez – ressaltei, já me ajeitando sentado na beirada da cama, chamando ela, que logo veio se posicionar em meu colo, de frente para mim.

A ajudei a guiar meu pau para o seu buraquinho e quando a mesma começou a descer seu quadril de encontro ao meu, me beijou intensamente, soltando um gemido de dor contra minha boca.

Quando Ana finalmente se sentou por completa em mim, ela ficou parada, abraçada a mim, com o rosto enterrado em meu pescoço, sem se mover um musculoso sequer. Afaguei sua costa, fazendo um carinho, então segundos depois Anastasia me encarou.

— Desculpe, minha vida. Eu deveria ter trazido um lubrificante – comentei, passando meus dedos em sua face, sutilmente molhada de lágrimas – Se tiver doendo muito...

— Está tudo bem, meu amor – Ana informou, me interrompendo e dando-me um sorriso enquanto acariciava o meu rosto – Doeu um pouquinho, porque fazia um tempo que eu não dava minha bundinha, mas eu aguento já.

— Certeza?

— Absoluta.

— Então rebola, vai... Sinta ele todo em você, minha gostosa – murmurei, a incentivando.

Ela sorriu, já me beijando à medida que começava a rebolar, inicialmente devagar, provavelmente pelo desconforto, mas depois de alguns minutos, Anastasia já havia voltado ser aquela mulher fogosa de antes. Ela me abraçou de novo, enfiando seu rosto em meu pescoço, o beijando.
— Arromba esse cuzinho e me faz gritar de prazer... – Ana gemeu em meu ouvido enquanto rebolava bem gostoso no meu pau, apertando-o involuntariamente às vezes.

— Assim vou gozar rápido, safada – falei, ofegante, apertando e batendo em suas nádegas.

— Então goza, meu tesudo... Goza na minha bundinha...

Sorri.

— Vamos tentar de quatro? – indaguei e ela então saiu do meu colo, já ficando na posição, no meio da cama, rebolando o quadril, me provocando.

Me posicionei atrás da Anastasia, colocando meu pau bem na entrada do seu rabinho e mandei a mesma vir de encontro a mim, fazendo sua bunda engolir meu pau de um jeito sexy demais, pois ela rebolava o quadril durante o processo.

— Delícia... – gemi, já descendo uns tapas naquela bunda tesuda.

Então, segurei os cabelos dela e comecei a fodê-la com vontade, fazendo Ana gritar pedindo para que eu a comesse com mais força e selvageria. Hesitei, pois se eu a fodesse daquele jeito, eu acabaria a machucando de alguma forma.
— Vai, seu puto! Me fode com força! – ela gritou, então resolvi atender ao pedido da mesma, deixando o meu lado selvagem assumir.

Puxei mais seus cabelos e passei a comê-la com força, dando tapas na bunda dela.
— Minha cachorra safada! Rebola pro seu macho, vai! – exclamei, descendo mais tapas em suas nádegas, já vendo Anastasia se curvar um pouco sobre o colchão, colocando o braço debaixo do seu corpo, provavelmente começando a se masturbar.

Segundos depois, senti ela me apertar mais forte, deixando-me louco.

— Goza pra mim, safada!

Mal terminei de falar, Ana começou a se tremer, soltando um grito contra o colchão, já ficando mole, desabando sobre a cama. Me deitei sobre ela, a fodendo sem parar, dando mordidas em sua costa, ombros e pescoço.
— Porra, Ana... – rosnei em seu ouvido, gozando forte em seu interior, diminuindo meus movimentos gradativamente até parar totalmente, então sai de cima dela e desabei ao seu lado, com a respiração ofegante.

— Foi melhor que a primeira vez... com certeza – murmurei, sorrindo, a encarando de relance, observando a mesma de olhos fechados.

— É...

— Cansada, meu amor? – indaguei, tirando algumas mechas de cabelo de seu rosto, já dando um beijo em sua bochecha, a abraçando, parcialmente.

— Um pouquinho...

— Vou pedir algo para a gente comer, ok?

— Uhum...

Me sentei na cama, já pegando o telefone do quarto e ligando para a recepção do hotel.

— Quer o quê, meu amor? – indaguei, a olhando por sobre o ombro e Anastasia finalmente abriu os olhos, se virando de barriga para cima.

— Não sei, vida. Pedi algo gostoso e que nos fortaleça, porque vamos passar a tarde toda na cama.

Sorrimos um para o outro, de um jeito safado, então fiz nossos pedidos enquanto a via se levantar da cama, bem devagar, e seguir para o banheiro.

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