ANASTASIA
Assim que desvencilhamos nossos lábios, fiquei meio de lado, então Christian abriu o zíper do meu vestido, antes de sair da cama. Enquanto eu tirava minha roupa, ele fazia o mesmo, em pé ao lado da cama.
Depois que ficamos completamente nus, Christian me puxou para a beirada da cama, fazendo-me ficar de frente para ele, com os pés apoiados na borda do colchão, totalmente aberta para o mesmo, que se masturbava me encarando de um jeito safado.
Logo Christian se inclinou um pouco sobre mim e começou a esfregar seu pau ao longo da minha bocetinha.
— Está tomando anticoncepcional? – ele perguntou, esfregando meu clítoris, fazendo-me gemer baixinho.
— Estou, meu amor. Pode me dar leitinho em todos os meus buraquinhos – respondi, mordendo o meu lábio inferior.
Christian sorriu satisfeito e me penetrou lentamente, me preenchendo toda e fazendo com que eu soltasse um gemido profundo. Ele logo começou a me foder de modo acelerado.
— Isso, meu gostoso! Fode essa bocetinha! – exclamei, gemendo e apertando o lençol da cama.
Christian me fodia sem pena, estocando forte em mim, arrancando-me gemidos altos.
— Safada!
— Sou... Sou sua safada...
— Você queria o meu pau, não era? Está gostando dele te fodendo? – ele murmurou, se inclinando sobre mim, beijando o meu pescoço.
— Estou, meu tesudo...
De repente, ouvi o som de um tapa e a lateral da minha coxa começou a arder. Aquilo fez meu tesão ir às alturas.
— Me come de quatro e bate nessa bunda tesuda, amor – implorei.
— É assim que você gosta, né minha safada?
Assenti com a cabeça, o encarando sorrindo, à medida que Christian desacelerava o ritmo de suas estocadas, passando a me comer lentamente.
— Eu sei que você está louco para bater nela – o provoquei.
— Estou mesmo – ele disse, já saindo de mim – Fica de quatro para mim, gostosa.
Me virei, posicionando-me de quatro na beirada da cama. Christian então chupou um pouco minha boceta, antes de voltar a me comer com vontade, já começando a bater em minha bunda, me fazendo gritar de prazer.
— Deixa essa bunda bem vermelhinha, meu tesudo...
— Isso, safada! Geme pro seu macho, vai! – ele exclamou à medida que batia mais forte em minha nádegas.
Não deu outra, puxei um dos travesseiros e enfiei a cara para gritar mais alto, totalmente imersa no tesão. Christian continuou chocando nossos corpos com mais força, mas de repente, o mesmo foi diminuindo o ritmo até parar por completo.
Sem sair de dentro de mim, ele me fez subir um pouco mais, indo para o meio da cama, e colocou o travesseiro que eu havia pegado, sob o meu quadril, me fazendo deitar, deixando-me com a bunda mais empinada.
— Porra! Caralho! – gritei, quando Christian se inclinou, deitando parcialmente sobre mim, fazendo assim seu pau ir mais fundo em minha boceta.
Ele rapidamente começou a me foder forte de novo e eu entrei em um estado de êxtase total. Meu corpo passou a tremer e eu comecei a apertar involuntariamente o pau dele com a minha bocetinha à medida que eu ia me entregando ao intenso orgasmo que chegava.
— Isso... Goza no meu pau, safada!
— Não para de meter, seu puto! – me ouvi gritar.
— Não vou, minha gostosa.
Christian mordeu meu ombro, antes de tirar o peso de seu corpo sobre o meu, mas o senti sentar em minhas coxas e segurar firme o meu quadril, já se movimentando freneticamente. Ele então puxou o meu cabelo com força e o meu couro cabeludo pinicou um pouco.
Segundos depois, o escutei urrar meu nome, pulsando forte dentro de mim, que explodi em um novo orgasmo, gritando o nome dele também. Christian se deitou sobre mim, beijando meu pescoço, tão ofegante quanto eu.
— Amor, você é mais pesado que eu – ressaltei, fazendo o mesmo rir e sair de cima de mim, já deitando de barriga para cima, ao meu lado, mas me encarando.
— A nossa primeira vez foi gostosa, mas essa foda aqui foi a melhor – ele disse, ficando de lado, se apoiando em um dos braços e acariciando meus cabelos e minha bochecha.
— Ainda nem começamos, querido – informei, sorrindo, e Christian riu.
— Você vai liberar sua bundinha hoje de novo para mim, amor? Queria tanto matar a saudade – ele comentou, fazendo um carinho em minhas nádegas, que ardiam – Sua bunda está tão vermelhinha, minha gostosa.
Sorri.
— É claro que libero ela para você, meu gostoso. Eu adoro fazer sexo anal.
Ele deu um sorrisinho safado de canto de boca e se inclinou, já selando nossas bocas à medida que eu ficava de lado na cama.
— Não vai chorar de novo não, né?
— Eu chorei na primeira vez, foi?
— Sim.
— Tadinha de eu. Mas você cuidou de mim, não foi? – indaguei, rindo, passando a mão no peitoral dele.
— Claro, meu amor. Cuidei direitinho desse cuzinho aqui – Christian falou, levando sua mão até ele, brincando com o mesmo, me fazendo soltar pequenos gemidos.
— Vai cuidar dele de novo?
— Vou. Estou com muita vontade de cuidar desse buraquinho – ele anunciou, já tirando o travesseiro do meio de nós, fazendo-me deitar de bruços novamente, subindo sobre meu corpo e beijando minha costa e nuca.
Assim que desvencilhamos nossos lábios, fiquei meio de lado, então Christian abriu o zíper do meu vestido, antes de sair da cama. Enquanto eu tirava minha roupa, ele fazia o mesmo, em pé ao lado da cama.
Depois que ficamos completamente nus, Christian me puxou para a beirada da cama, fazendo-me ficar de frente para ele, com os pés apoiados na borda do colchão, totalmente aberta para o mesmo, que se masturbava me encarando de um jeito safado.
Logo Christian se inclinou um pouco sobre mim e começou a esfregar seu pau ao longo da minha bocetinha.
— Estou, meu amor. Pode me dar leitinho em todos os meus buraquinhos – respondi, mordendo o meu lábio inferior.
Christian sorriu satisfeito e me penetrou lentamente, me preenchendo toda e fazendo com que eu soltasse um gemido profundo. Ele logo começou a me foder de modo acelerado.
Christian me fodia sem pena, estocando forte em mim, arrancando-me gemidos altos.
— Safada!
— Sou... Sou sua safada...
— Você queria o meu pau, não era? Está gostando dele te fodendo? – ele murmurou, se inclinando sobre mim, beijando o meu pescoço.
De repente, ouvi o som de um tapa e a lateral da minha coxa começou a arder. Aquilo fez meu tesão ir às alturas.
— Me come de quatro e bate nessa bunda tesuda, amor – implorei.
— É assim que você gosta, né minha safada?
Assenti com a cabeça, o encarando sorrindo, à medida que Christian desacelerava o ritmo de suas estocadas, passando a me comer lentamente.
— Eu sei que você está louco para bater nela – o provoquei.
— Estou mesmo – ele disse, já saindo de mim – Fica de quatro para mim, gostosa.
Me virei, posicionando-me de quatro na beirada da cama. Christian então chupou um pouco minha boceta, antes de voltar a me comer com vontade, já começando a bater em minha bunda, me fazendo gritar de prazer.
— Isso, safada! Geme pro seu macho, vai! – ele exclamou à medida que batia mais forte em minha nádegas.
Não deu outra, puxei um dos travesseiros e enfiei a cara para gritar mais alto, totalmente imersa no tesão. Christian continuou chocando nossos corpos com mais força, mas de repente, o mesmo foi diminuindo o ritmo até parar por completo.
Sem sair de dentro de mim, ele me fez subir um pouco mais, indo para o meio da cama, e colocou o travesseiro que eu havia pegado, sob o meu quadril, me fazendo deitar, deixando-me com a bunda mais empinada.
— Porra! Caralho! – gritei, quando Christian se inclinou, deitando parcialmente sobre mim, fazendo assim seu pau ir mais fundo em minha boceta.
— Não para de meter, seu puto! – me ouvi gritar.
— Não vou, minha gostosa.
Christian mordeu meu ombro, antes de tirar o peso de seu corpo sobre o meu, mas o senti sentar em minhas coxas e segurar firme o meu quadril, já se movimentando freneticamente. Ele então puxou o meu cabelo com força e o meu couro cabeludo pinicou um pouco.
Segundos depois, o escutei urrar meu nome, pulsando forte dentro de mim, que explodi em um novo orgasmo, gritando o nome dele também. Christian se deitou sobre mim, beijando meu pescoço, tão ofegante quanto eu.
— Amor, você é mais pesado que eu – ressaltei, fazendo o mesmo rir e sair de cima de mim, já deitando de barriga para cima, ao meu lado, mas me encarando.
— A nossa primeira vez foi gostosa, mas essa foda aqui foi a melhor – ele disse, ficando de lado, se apoiando em um dos braços e acariciando meus cabelos e minha bochecha.
— Ainda nem começamos, querido – informei, sorrindo, e Christian riu.
— Você vai liberar sua bundinha hoje de novo para mim, amor? Queria tanto matar a saudade – ele comentou, fazendo um carinho em minhas nádegas, que ardiam – Sua bunda está tão vermelhinha, minha gostosa.
Sorri.
— É claro que libero ela para você, meu gostoso. Eu adoro fazer sexo anal.
Ele deu um sorrisinho safado de canto de boca e se inclinou, já selando nossas bocas à medida que eu ficava de lado na cama.
— Não vai chorar de novo não, né?
— Eu chorei na primeira vez, foi?
— Sim.
— Tadinha de eu. Mas você cuidou de mim, não foi? – indaguei, rindo, passando a mão no peitoral dele.
— Claro, meu amor. Cuidei direitinho desse cuzinho aqui – Christian falou, levando sua mão até ele, brincando com o mesmo, me fazendo soltar pequenos gemidos.
— Vai cuidar dele de novo?
— Vou. Estou com muita vontade de cuidar desse buraquinho – ele anunciou, já tirando o travesseiro do meio de nós, fazendo-me deitar de bruços novamente, subindo sobre meu corpo e beijando minha costa e nuca.

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