PHOENIX - JULHO DE 2017
ANASTASIA
Hoje era o primeiro dia do mês de Julho, e eu me encontrava mega ansiosa, pois depois do trabalho, eu iria buscar o Christian no aeroporto e de lá iríamos para o hotel que o mesmo havia feito uma reserva para poder ficar esse mês todo e pagar um pouco mais barato nas diárias.
Meus olhos não paravam de verificar a hora no relógio do computador, torcendo para acabar logo o meu expediente, que por ser sábado terminaria às 11 da manhã. De repente, me sobressaltei com meu celular vibrando sobre a mesa, então o peguei e olhei quem era.
Um sorriso bobo surgiu em meus lábios ao ver que Christian havia me mandado uma mensagem.
Oi, vida.
Meu voo chegou mais cedo do que o
previsto, então já vim para o hotel.
Estou no quarto 165.
Venha logo, pois estou louco para te ver.
Imediatamente, lhe mandei a minha resposta.
Oi, meu amor. Já já chego aí.
Falta uns 30 minutos para
acabar o meu expediente.
Também estou louca para te ver.
Voltei a trabalhar, adiantando a organização dos documentos necessários para a reunião de segunda-feira.
★ ★ ★ ★ ★
Assim que deu o horário para eu ir embora, peguei minha bolsa, dei uma última verificada na sala de reuniões e desliguei as luzes, já saindo rumo ao elevador.
— Também fiz isso e já deixei até pronta a sala de reuniões – comentei, dando um sorriso.
Continuamos conversando coisas aleatórias à medida que saímos do elevador e adentrávamos o estacionamento subterrâneo do prédio. Fernando fez questão de me acompanhar até o meu Volvo S60 vermelho, mesmo não havendo necessidade, pois o lugar era seguro.
— Obrigada pela escoltagem, mas e agora, quem vai te escoltar em segurança até o seu? – indaguei, em tom de zombaria, fazendo ele rir.
— Não se preocupe. Eu sei me cuidar sozinho, Aninha.
Nos despedimos e eu entrei no meu carro, já saindo e indo rumo ao hotel do Christian.
★ ★ ★ ★ ★
Quase quinze minutos depois, me encontrava saindo do elevador, em um dos andares do Hyatt Place. Nervosa e bastante ansiosa, saí pelo corredor à procura da porta de número 165, até que a encontrei e respirei fundo, antes de bater na mesma.
— Oi, amor – ele disse, fazendo o meu coração explodir de emoção.
Sorri também, já pulando nele, o envolvendo pelo pescoço. Christian riu, me abraçando fortemente, erguendo-me um pouco do chão, já me rodopiando enquanto eu mantinha meu rosto afundado em seu pescoço.
— Nem acredito que finalmente estou te tocando – murmurei com a voz embargada e com os olhos marejados quando ele me colocou no chão novamente.
— Ei, meu amor. Não chore – Christian falou, sorrindo, segurando meu rosto entre suas mãos, já limpando as lágrimas que começavam a descer pela minha face.
Então nos beijamos e eu me perdi naqueles lábios.
— Eu te amor tanto, amor – murmurei entre nossas bocas.
— Eu também te amo, minha vida. Muito, muito, muito...
Sorri, feliz, já selando nossos lábios novamente. Segundos depois, nos desvencilhamos e ele foi fechar a porta, que ainda se encontrava aberta enquanto eu depositava minha bolsa na mesinha existente no quarto. Christian logo se aproximou de mim, já me abraçando pela cintura, beijando-me de novo.
— Não me canso de te beijar, sabia? – ele sussurrou, fazendo-me sorrir.
— Eu também não, meu amor.
— Você está tão cheirosa – Christian comentou, beijando o meu pescoço.
— Você também está bem cheiroso.
— O que vamos fazer agora? – ele inquiriu, levantando o rosto, me encarando.
— Quero ser sua finalmente – falei, dando um sorriso safado, que rapidamente chegou aos lábios dele.
— Você já é minha – Christian anunciou, já me beijando novamente, porém o mesmo me puxou para cima, fazendo com que eu enlaçasse sua cintura com minhas pernas.
Ele nos conduziu até a cama, onde se sentou na beirada, comigo ainda encaixada em seu colo. Suas mãos atrevidas logo se enfiaram por debaixo da saia do meu vestido, apertando minha bunda, fazendo-me gemer contra a boca dele.
À medida que eu enfiava minhas mãos em seu cabelo, deixando nosso beijo mais intenso, senti Christian me puxar para mais perto de seu corpo, abrir minhas nádegas, afastando minha calcinha para lado e me tocar com as pontas dos seus dedos.
— Já tá ficando bem molhada...
— Prontinha para você me foder, amor – comentei, rebolando sobre seu pau, ainda protegido pelo seu short.
— Sente em minha boca. Preciso lembrar o gosto do seu mel, minha gostosa – ele pediu, sussurrando em meu ouvido, mordendo-o em seguida, me deixando louca de tesão.
Então saí do colo dele e mandei que o mesmo se deitasse melhor na cama. Christian rapidamente se deitou mais ao meio do colchão, então sorri, já tirando minha calcinha antes de subir na cama e me posicionar de joelhos ao redor de sua cabeça, deixando minha boceta a poucos centímetros do rosto dele.
Ergui meu vestido até a cintura, para que eu pudesse vê-lo sugando minha bocetinha, depois me abaixei bem devagar, já sentindo ser envolvida pela boca quente de Christian, que começou a me chupar com muita fome, fazendo com que eu gemesse alto.
— Vire para fazermos um 69. Quero foder essa sua boquinha, minha gostosa – ele falou, poucos minutos depois, então sai de cima do Christian e me virei, já voltando a ficar sobre o mesmo.
Coloquei novamente minha boceta ao alcance da boca dele enquanto abria o seu short e tirava aquele pedaço de carne lindo para fora.
— Seu pau tá todo babado, mas não se preocupe, que eu vou limpá-lo muito bem – comentei, bem travessa, já caindo de boca nele.
Christian passou a gemer contra minha bocetinha à medida que eu gemia com seu pau atolado em minha boca. Ficamos naquela posição deliciosa, nos dando prazer mutuamente, por alguns minutos até que o fiz gozar em minha boca no exato momento em que eu me entregava a um orgasmo.
— Quero te foder, minha gostosa.
Sorri, mordendo o canto do meu lábio.
— Então me fode, meu tesudo. Eu quero ser fodida pelo meu macho a tarde toda.
Ele deu apenas um sorrisinho safado de canto de boca, antes de voltar a me beijar.

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