CHRISTIAN
Passava das duas e meia da manhã quando minha prima, já muito bêbada, se aproximou de mim e me pediu para levar a Anastasia para casa. Aceitei logo de cara, mas assim que ela saiu eu parei para pensar em como iria saber onde a Ana morava se a mesma também estava bêbada.
“Vou dá um jeito, nem que eu precise dar energético para ela” pensei, andando até a Anastasia, que estava dançando na sala.
— Vamos, Ana? Preciso te deixar segura, antes que faça um striptease aqui no meio da sala. Vem, vou levar você para sua casa – falei, segurando-a pela cintura.
— Não tenho casa. Minha casa é aqui – ela disse me encarando, rindo muito.
— Não. Aqui é casa da Kate. Aonde seus pais moram? Me leva lá? – perguntei, conduzindo-a para o meu carro.
— Tá bom, Sr. Mandão.
Ajudei Anastasia a entrar no jeep e a colocar o cinto de segurança, já fechando a porta e dando a volta, entrando no lado do motorista.
— Você gostou muito de vodka, né? – comentei, sorrindo, ligando o carro.
— O que é vodka?
Apenas ri baixinho e pedi o endereço da casa. Ela então me deu o celular, dizendo que no Google Maps tinha o endereço salvo.
— Quer comer a minha boceta? – ouvi Ana perguntar de repente enquanto eu digitava o endereço no GPS do carro, então a encarei, meio assustado, percebendo que ela me encarava fixamente – Ela é gostosa... eu acho – Anastasia complementou, já voltando a rir.
— Não, Ana. Você está bêbada – ressaltei, começando a dirigir.
— Tô não – ela informou, fazendo uma cara séria, mas rindo em seguida.
— Você é sempre assim? Animadinha nas festas?
— Não, mas hoje eu quero dar até pro vento. Não quero ser corna sozinha não. Me come vai? Deixa de ser chato.
— Melhor não, porque amanhã você vai se arrepender do que fez.
— Amanhã é amanhã, hoje eu quero é ser fodida.
— Vou pensar no seu caso, Ana – murmurei, rindo.
— Tô com fome.
— Quer comer um lanche?
— Quero comer você e o lanche num ménage muito gostoso, porque você é muito gato, Chris.
— Então vou te levar até uma lanchonete para você tomar um pouco de café e comer algo, ok?
— Eu amo café... O café me ama... E nós dois nos amamos... O café me ama... Eu amo o café... E nós dois vamos nos casar... E fazer muitos cafezinhos... – ela começou a cantar, me fazendo morrer de rir.
— Eita, que vai acabar comendo a bandeja também – comentei, sorrindo, vendo Anastasia devorar o lanche a sua frente.
— É que eu tô com muita fome – ela murmurou, com a boca parcialmente cheia, já bebendo um pouco de café – Obrigada.
— Por? – inquiri, bebendo o meu refrigerante.
— Por está sendo tão legal comigo, Chris. Pagando lanche para mim...
— Você que vai pagar o seu, espertinha.
— Achei que você fosse um cavalheiro, já que abriu a porta do carro para mim, minutos atrás.
— Eu sou, mas aqui é cada um paga a sua comida – falei, sério, e Ana logo fez um bico fofo, causando-me uma risada – Estou brincando. Eu te convidei para comer, então é justo que eu pague o seu lanche. Não se preocupe. Pode comer o que você quiser.
Ela deu um enorme sorriso e voltou a comer.
— Eu gosto de ver você assim, sorrindo, e não chorando – comentei, já a vendo suspirar e me encarar, meio triste – Desculpe tocar nesse assunto.
— Tá tudo bem, Chris.
— Se eu fosse o seu namorado, jamais te trairia. Você é uma garota linda, super legal, mega divertida, muito alto-astral, pelo menos bêbada – falei, rindo, e Anastasia me acompanhou.
— Obrigada.
— Promete para mim que vai dá um chute bem dado naquele babaca?
— Prometo.
Sorri e continuamos a comer. Minutos depois, me levantei e fui pagar a conta no caixa, voltando para a mesa em seguida, já chamando a Ana para irmos embora.
— Não está com frio? Seu macacão além de curto, tem um enorme decote – murmurei à medida que tirava minha jaqueta de couro e estendia para ela – Tome. Vai te deixar um pouco mais aquecida.
— Não precisa. Estou bem, Chris.
Insisti um pouco mais, então Anastasia a colocou, agradecendo-me antes de seguirmos para o meu carro, mas assim que chegamos perto do mesmo, Ana segurou na minha mão, fazendo-me parar de tirar as chaves do bolso da calça e a encarar.
Não tive tempo de falar nada, pois ela logo deu um passo à frente, já erguendo um pouco o rosto, selando nossos lábios. Segundos depois, Anastasia desvencilhou nossas bocas e ficou me olhando atentamente.
Envolvi sua cintura com meu braço, já a puxando para mim novamente, descendo meus lábios nos dela, que abriu a boca, permitindo que eu aprofundasse aquele beijo. A encostei na porta do jeep, quando a mesma enlaçou o meu pescoço, mas a contragosto tive que separar nossas bocas à procura de ar.
Todavia, repousei minha testa na dela, roçando nossos narizes enquanto nos olhávamos intensamente, ouvindo nossas respirações ofegantes.
— Quer ir para um motel?
— Quer mesmo fazer isso, Ana? – indaguei, alisando o seu rosto.
— Sim. Eu quero.
Assenti, depois de alguns segundos, me afastando de Anastasia e pedindo para ela entrar no carro. E como a Ana se encontrava sóbria, não precisei ajudá-la a entrar no jeep, já que o mesmo era um pouco alto.
Usando o Google Maps, achamos um motel barato para irmos, apenas a 06 minutos de onde estávamos. O quarto do motel era simples, limpo e bastante refrigerado. Havia também uma pequena geladeira com bebidas.
— Sua última chance para desistir – arrisquei falar, mas a vi sorrir e se aproximar de mim.
— Não vou desistir – Anastasia disse, já me beijando, enlaçando meu pescoço.
Abracei a cintura dela, conduzindo a mesma para perto da cama. Então nos despimos, procurando rapidamente unir nossas bocas em outro beijo ardente. Passei a percorrer minhas mãos ao longo daquele corpo sexy, alisando sua bunda, apertando-a de leve, sentindo ela arfar contra meus lábios.
— Me come bem gostoso. Meu corpo é seu. Faça o que quiser com ele – Ana sussurrou em meu ouvido, pegando em meu pau, já me masturbando, deixando-me louco.

— Me diga de como gosta de fazer, que eu farei.
— Gosto de sexo bem selvagem.
A encarei, surpreso. Ela sorriu, mordendo o canto do lábio e se ajoelhou aos meus pés, já me envolvendo com sua boca, me chupando bem forte.
— Caralho! – exclamei, num gemido alto.
Olhei para baixo e vi Anastasia me dar a melhor surra de boca da minha vida.
— Já chega, safada... – rosnei, minutos depois, enfiando minha mão no cabelo dela, puxando-o, tirando meu pau de sua boca.
— Me come.
— Agora mesmo. Deita ai, gostosa – mandei, então fui até minha calça e peguei uma camisinha da minha carteira, já retornando para perto da cama.
— Vem... Me fode logo... – ela pediu de novo, mas agora de pernas abertas para mim e batendo em sua bocetinha, que era tão linda quanto a dona dela.
Sorri à medida que subia no colchão, então me ajeitei entre as pernas da Ana e meti de uma só vez, fazendo a mesma se arquear, soltando um gemido.
— Me fode com força, vai seu puto! – ela gritou, me encarando nos olhos.
Vê-la daquele jeito, falando tão depravado, me deu um puta tesão e eu comecei a fodê-la bem feroz e selvagem. Anastasia passou a gritar, pedindo por mais, pedindo para que eu arrombasse a boceta dela com o meu pau.
— Deixa eu tirar a camisinha, vai? – implorei, batendo em sua coxa, pois estava doido para sentir ela direto em mim.
Sorri, bem safado, ao vê-la assentir ao meu pedido, então sai de dentro dela, arrancando já a camisinha, voltando a meter com tudo e começando a maltrata aquela bocetinha com meu pau à medida que eu masturbava o seu clítoris.
— Que boceta gostosa... Tão melada e apertadinha... – falei, com a voz carregada de tesão, então parei de brincar com o botãozinho dela e me inclinei, beijando-a.
— Não para de me foder, seu puto gostoso – Ana gemeu entre nossas bocas.
Acelerei mais minhas estocadas, chocando nossos corpos com muito mais força, fazendo a cama não parar de bater na parede.
— Oh, caralho! – Anastasia gritou e eu logo senti sua boceta me apertar freneticamente, indicando-me de que a mesma estava tendo um orgasmo.
— Goza, minha gostosa. Mela todo o meu pau, vai safada – rosnei no ouvido dela, enquanto continuava a fodê-la sem pena, mas agora usando minha pélvis para esfregar em seu clítoris, prolongando assim o orgasmo.
— Ai, meu Deus! Chris! – ouvi Ana choramingar segundos depois, arranhando minhas costas e me apertando de novo, gozando loucamente.
— Eu vou gozar na sua boca – anunciei, saindo de dentro dela, já vendo seu gozo escorrer um pouco para fora.
Sai do meio das pernas dela e me aproximei de sua cabeça. Anastasia, mesmo mole dos orgasmos sofridos, se apoiou em um dos braços e começou a me chupar, sugando forte e socando meu pau toda em sua boca, me fazendo gozar intensamente, em poucos minutos.
Cai para o lado, deitando-me com a cabeça virada para os pés da cama e fiquei ali, olhando para o teto do quarto, bastante ofegante.
— Você chupa gostoso demais, Ana – a elogiei, já escutando a mesma rir baixinho.
— E você fode gostoso demais, Chris.
— Obrigado – murmurei, sorrindo, alisando a coxa dela.
Transamos mais duas vezes, com direito a eu tirar a virgindade da bundinha da Anastasia num maravilhoso sexo anal. Depois tomamos banho, nos arrumamos e eu fui deixá-la em sua casa, sã e salva.
— Obrigada pelo sexo incrível, Chris – Ana falou assim que eu estacionei o meu carro em frente a casa dela, por volta das cinco da manhã.
— De nada, minha linda – murmurei, sorrindo e dando-lhe um selinho.
Ela logo me deu um “Tchau” e saiu rapidamente do jeep, quebrando assim todo o clima que estava ali. Apenas suspirei e liguei o carro, voltando para a casa da minha prima.
Passava das duas e meia da manhã quando minha prima, já muito bêbada, se aproximou de mim e me pediu para levar a Anastasia para casa. Aceitei logo de cara, mas assim que ela saiu eu parei para pensar em como iria saber onde a Ana morava se a mesma também estava bêbada.
“Vou dá um jeito, nem que eu precise dar energético para ela” pensei, andando até a Anastasia, que estava dançando na sala.
— Vamos, Ana? Preciso te deixar segura, antes que faça um striptease aqui no meio da sala. Vem, vou levar você para sua casa – falei, segurando-a pela cintura.
— Não tenho casa. Minha casa é aqui – ela disse me encarando, rindo muito.
— Não. Aqui é casa da Kate. Aonde seus pais moram? Me leva lá? – perguntei, conduzindo-a para o meu carro.
— Tá bom, Sr. Mandão.
Ajudei Anastasia a entrar no jeep e a colocar o cinto de segurança, já fechando a porta e dando a volta, entrando no lado do motorista.
— O que é vodka?
Apenas ri baixinho e pedi o endereço da casa. Ela então me deu o celular, dizendo que no Google Maps tinha o endereço salvo.
— Quer comer a minha boceta? – ouvi Ana perguntar de repente enquanto eu digitava o endereço no GPS do carro, então a encarei, meio assustado, percebendo que ela me encarava fixamente – Ela é gostosa... eu acho – Anastasia complementou, já voltando a rir.
— Não, Ana. Você está bêbada – ressaltei, começando a dirigir.
— Tô não – ela informou, fazendo uma cara séria, mas rindo em seguida.
— Você é sempre assim? Animadinha nas festas?
— Não, mas hoje eu quero dar até pro vento. Não quero ser corna sozinha não. Me come vai? Deixa de ser chato.
— Melhor não, porque amanhã você vai se arrepender do que fez.
— Amanhã é amanhã, hoje eu quero é ser fodida.
— Vou pensar no seu caso, Ana – murmurei, rindo.
— Tô com fome.
— Quer comer um lanche?
— Quero comer você e o lanche num ménage muito gostoso, porque você é muito gato, Chris.
— Então vou te levar até uma lanchonete para você tomar um pouco de café e comer algo, ok?
— Eu amo café... O café me ama... E nós dois nos amamos... O café me ama... Eu amo o café... E nós dois vamos nos casar... E fazer muitos cafezinhos... – ela começou a cantar, me fazendo morrer de rir.
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— Eita, que vai acabar comendo a bandeja também – comentei, sorrindo, vendo Anastasia devorar o lanche a sua frente.
— É que eu tô com muita fome – ela murmurou, com a boca parcialmente cheia, já bebendo um pouco de café – Obrigada.
— Por? – inquiri, bebendo o meu refrigerante.
— Por está sendo tão legal comigo, Chris. Pagando lanche para mim...
— Você que vai pagar o seu, espertinha.
— Achei que você fosse um cavalheiro, já que abriu a porta do carro para mim, minutos atrás.
— Eu sou, mas aqui é cada um paga a sua comida – falei, sério, e Ana logo fez um bico fofo, causando-me uma risada – Estou brincando. Eu te convidei para comer, então é justo que eu pague o seu lanche. Não se preocupe. Pode comer o que você quiser.
Ela deu um enorme sorriso e voltou a comer.
— Eu gosto de ver você assim, sorrindo, e não chorando – comentei, já a vendo suspirar e me encarar, meio triste – Desculpe tocar nesse assunto.
— Tá tudo bem, Chris.
— Se eu fosse o seu namorado, jamais te trairia. Você é uma garota linda, super legal, mega divertida, muito alto-astral, pelo menos bêbada – falei, rindo, e Anastasia me acompanhou.
— Obrigada.
— Promete para mim que vai dá um chute bem dado naquele babaca?
— Prometo.
Sorri e continuamos a comer. Minutos depois, me levantei e fui pagar a conta no caixa, voltando para a mesa em seguida, já chamando a Ana para irmos embora.
— Não está com frio? Seu macacão além de curto, tem um enorme decote – murmurei à medida que tirava minha jaqueta de couro e estendia para ela – Tome. Vai te deixar um pouco mais aquecida.
Insisti um pouco mais, então Anastasia a colocou, agradecendo-me antes de seguirmos para o meu carro, mas assim que chegamos perto do mesmo, Ana segurou na minha mão, fazendo-me parar de tirar as chaves do bolso da calça e a encarar.
Não tive tempo de falar nada, pois ela logo deu um passo à frente, já erguendo um pouco o rosto, selando nossos lábios. Segundos depois, Anastasia desvencilhou nossas bocas e ficou me olhando atentamente.
Envolvi sua cintura com meu braço, já a puxando para mim novamente, descendo meus lábios nos dela, que abriu a boca, permitindo que eu aprofundasse aquele beijo. A encostei na porta do jeep, quando a mesma enlaçou o meu pescoço, mas a contragosto tive que separar nossas bocas à procura de ar.
Todavia, repousei minha testa na dela, roçando nossos narizes enquanto nos olhávamos intensamente, ouvindo nossas respirações ofegantes.
— Quer ir para um motel?
— Quer mesmo fazer isso, Ana? – indaguei, alisando o seu rosto.
— Sim. Eu quero.
Assenti, depois de alguns segundos, me afastando de Anastasia e pedindo para ela entrar no carro. E como a Ana se encontrava sóbria, não precisei ajudá-la a entrar no jeep, já que o mesmo era um pouco alto.
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Usando o Google Maps, achamos um motel barato para irmos, apenas a 06 minutos de onde estávamos. O quarto do motel era simples, limpo e bastante refrigerado. Havia também uma pequena geladeira com bebidas.
— Não vou desistir – Anastasia disse, já me beijando, enlaçando meu pescoço.
Abracei a cintura dela, conduzindo a mesma para perto da cama. Então nos despimos, procurando rapidamente unir nossas bocas em outro beijo ardente. Passei a percorrer minhas mãos ao longo daquele corpo sexy, alisando sua bunda, apertando-a de leve, sentindo ela arfar contra meus lábios.
— Me come bem gostoso. Meu corpo é seu. Faça o que quiser com ele – Ana sussurrou em meu ouvido, pegando em meu pau, já me masturbando, deixando-me louco.
— Me diga de como gosta de fazer, que eu farei.
— Gosto de sexo bem selvagem.
A encarei, surpreso. Ela sorriu, mordendo o canto do lábio e se ajoelhou aos meus pés, já me envolvendo com sua boca, me chupando bem forte.
— Caralho! – exclamei, num gemido alto.
Olhei para baixo e vi Anastasia me dar a melhor surra de boca da minha vida.
— Me come.
— Agora mesmo. Deita ai, gostosa – mandei, então fui até minha calça e peguei uma camisinha da minha carteira, já retornando para perto da cama.
— Vem... Me fode logo... – ela pediu de novo, mas agora de pernas abertas para mim e batendo em sua bocetinha, que era tão linda quanto a dona dela.
Sorri à medida que subia no colchão, então me ajeitei entre as pernas da Ana e meti de uma só vez, fazendo a mesma se arquear, soltando um gemido.
Vê-la daquele jeito, falando tão depravado, me deu um puta tesão e eu comecei a fodê-la bem feroz e selvagem. Anastasia passou a gritar, pedindo por mais, pedindo para que eu arrombasse a boceta dela com o meu pau.
Sorri, bem safado, ao vê-la assentir ao meu pedido, então sai de dentro dela, arrancando já a camisinha, voltando a meter com tudo e começando a maltrata aquela bocetinha com meu pau à medida que eu masturbava o seu clítoris.
— Que boceta gostosa... Tão melada e apertadinha... – falei, com a voz carregada de tesão, então parei de brincar com o botãozinho dela e me inclinei, beijando-a.
— Não para de me foder, seu puto gostoso – Ana gemeu entre nossas bocas.
Acelerei mais minhas estocadas, chocando nossos corpos com muito mais força, fazendo a cama não parar de bater na parede.
— Goza, minha gostosa. Mela todo o meu pau, vai safada – rosnei no ouvido dela, enquanto continuava a fodê-la sem pena, mas agora usando minha pélvis para esfregar em seu clítoris, prolongando assim o orgasmo.
— Eu vou gozar na sua boca – anunciei, saindo de dentro dela, já vendo seu gozo escorrer um pouco para fora.
Sai do meio das pernas dela e me aproximei de sua cabeça. Anastasia, mesmo mole dos orgasmos sofridos, se apoiou em um dos braços e começou a me chupar, sugando forte e socando meu pau toda em sua boca, me fazendo gozar intensamente, em poucos minutos.
Cai para o lado, deitando-me com a cabeça virada para os pés da cama e fiquei ali, olhando para o teto do quarto, bastante ofegante.
— Você chupa gostoso demais, Ana – a elogiei, já escutando a mesma rir baixinho.
— E você fode gostoso demais, Chris.
— Obrigado – murmurei, sorrindo, alisando a coxa dela.
★ ★ ★ ★ ★
Transamos mais duas vezes, com direito a eu tirar a virgindade da bundinha da Anastasia num maravilhoso sexo anal. Depois tomamos banho, nos arrumamos e eu fui deixá-la em sua casa, sã e salva.
— Obrigada pelo sexo incrível, Chris – Ana falou assim que eu estacionei o meu carro em frente a casa dela, por volta das cinco da manhã.
— De nada, minha linda – murmurei, sorrindo e dando-lhe um selinho.
Ela logo me deu um “Tchau” e saiu rapidamente do jeep, quebrando assim todo o clima que estava ali. Apenas suspirei e liguei o carro, voltando para a casa da minha prima.

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