quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Solicitação de Amizade - Capítulo 02


CHRISTIAN

Passava das duas e meia da manhã quando minha prima, já muito bêbada, se aproximou de mim e me pediu para levar a Anastasia para casa. Aceitei logo de cara, mas assim que ela saiu eu parei para pensar em como iria saber onde a Ana morava se a mesma também estava bêbada.

“Vou dá um jeito, nem que eu precise dar energético para ela” pensei, andando até a Anastasia, que estava dançando na sala.

— Vamos, Ana? Preciso te deixar segura, antes que faça um striptease aqui no meio da sala. Vem, vou levar você para sua casa – falei, segurando-a pela cintura.

— Não tenho casa. Minha casa é aqui – ela disse me encarando, rindo muito.

— Não. Aqui é casa da Kate. Aonde seus pais moram? Me leva lá? – perguntei, conduzindo-a para o meu carro.

— Tá bom, Sr. Mandão.

Ajudei Anastasia a entrar no jeep e a colocar o cinto de segurança, já fechando a porta e dando a volta, entrando no lado do motorista.
— Você gostou muito de vodka, né? – comentei, sorrindo, ligando o carro.

— O que é vodka?

Apenas ri baixinho e pedi o endereço da casa. Ela então me deu o celular, dizendo que no Google Maps tinha o endereço salvo.

— Quer comer a minha boceta? – ouvi Ana perguntar de repente enquanto eu digitava o endereço no GPS do carro, então a encarei, meio assustado, percebendo que ela me encarava fixamente – Ela é gostosa... eu acho – Anastasia complementou, já voltando a rir.

— Não, Ana. Você está bêbada – ressaltei, começando a dirigir.

— Tô não – ela informou, fazendo uma cara séria, mas rindo em seguida.

— Você é sempre assim? Animadinha nas festas?

— Não, mas hoje eu quero dar até pro vento. Não quero ser corna sozinha não. Me come vai? Deixa de ser chato.

— Melhor não, porque amanhã você vai se arrepender do que fez.

— Amanhã é amanhã, hoje eu quero é ser fodida.

— Vou pensar no seu caso, Ana – murmurei, rindo.

— Tô com fome.

— Quer comer um lanche?

— Quero comer você e o lanche num ménage muito gostoso, porque você é muito gato, Chris.

— Então vou te levar até uma lanchonete para você tomar um pouco de café e comer algo, ok?

— Eu amo café... O café me ama... E nós dois nos amamos... O café me ama... Eu amo o café... E nós dois vamos nos casar... E fazer muitos cafezinhos... – ela começou a cantar, me fazendo morrer de rir.


★ ★ ★ ★ ★


— Eita, que vai acabar comendo a bandeja também – comentei, sorrindo, vendo Anastasia devorar o lanche a sua frente.

— É que eu tô com muita fome – ela murmurou, com a boca parcialmente cheia, já bebendo um pouco de café – Obrigada.

— Por? – inquiri, bebendo o meu refrigerante.

— Por está sendo tão legal comigo, Chris. Pagando lanche para mim...

— Você que vai pagar o seu, espertinha.

— Achei que você fosse um cavalheiro, já que abriu a porta do carro para mim, minutos atrás.

— Eu sou, mas aqui é cada um paga a sua comida – falei, sério, e Ana logo fez um bico fofo, causando-me uma risada – Estou brincando. Eu te convidei para comer, então é justo que eu pague o seu lanche. Não se preocupe. Pode comer o que você quiser.

Ela deu um enorme sorriso e voltou a comer.

— Eu gosto de ver você assim, sorrindo, e não chorando – comentei, já a vendo suspirar e me encarar, meio triste – Desculpe tocar nesse assunto.

— Tá tudo bem, Chris.

— Se eu fosse o seu namorado, jamais te trairia. Você é uma garota linda, super legal, mega divertida, muito alto-astral, pelo menos bêbada – falei, rindo, e Anastasia me acompanhou.

— Obrigada.

— Promete para mim que vai dá um chute bem dado naquele babaca?

— Prometo.

Sorri e continuamos a comer. Minutos depois, me levantei e fui pagar a conta no caixa, voltando para a mesa em seguida, já chamando a Ana para irmos embora.

— Não está com frio? Seu macacão além de curto, tem um enorme decote – murmurei à medida que tirava minha jaqueta de couro e estendia para ela – Tome. Vai te deixar um pouco mais aquecida.
— Não precisa. Estou bem, Chris.

Insisti um pouco mais, então Anastasia a colocou, agradecendo-me antes de seguirmos para o meu carro, mas assim que chegamos perto do mesmo, Ana segurou na minha mão, fazendo-me parar de tirar as chaves do bolso da calça e a encarar.

Não tive tempo de falar nada, pois ela logo deu um passo à frente, já erguendo um pouco o rosto, selando nossos lábios. Segundos depois, Anastasia desvencilhou nossas bocas e ficou me olhando atentamente.

Envolvi sua cintura com meu braço, já a puxando para mim novamente, descendo meus lábios nos dela, que abriu a boca, permitindo que eu aprofundasse aquele beijo. A encostei na porta do jeep, quando a mesma enlaçou o meu pescoço, mas a contragosto tive que separar nossas bocas à procura de ar.

Todavia, repousei minha testa na dela, roçando nossos narizes enquanto nos olhávamos intensamente, ouvindo nossas respirações ofegantes.

— Quer ir para um motel?

— Quer mesmo fazer isso, Ana? – indaguei, alisando o seu rosto.

— Sim. Eu quero.

Assenti, depois de alguns segundos, me afastando de Anastasia e pedindo para ela entrar no carro. E como a Ana se encontrava sóbria, não precisei ajudá-la a entrar no jeep, já que o mesmo era um pouco alto.


★ ★ ★ ★ ★


Usando o Google Maps, achamos um motel barato para irmos, apenas a 06 minutos de onde estávamos. O quarto do motel era simples, limpo e bastante refrigerado. Havia também uma pequena geladeira com bebidas.
— Sua última chance para desistir – arrisquei falar, mas a vi sorrir e se aproximar de mim.

— Não vou desistir – Anastasia disse, já me beijando, enlaçando meu pescoço.

Abracei a cintura dela, conduzindo a mesma para perto da cama. Então nos despimos, procurando rapidamente unir nossas bocas em outro beijo ardente. Passei a percorrer minhas mãos ao longo daquele corpo sexy, alisando sua bunda, apertando-a de leve, sentindo ela arfar contra meus lábios.

— Me come bem gostoso. Meu corpo é seu. Faça o que quiser com ele – Ana sussurrou em meu ouvido, pegando em meu pau, já me masturbando, deixando-me louco.

— Me diga de como gosta de fazer, que eu farei.

— Gosto de sexo bem selvagem.

A encarei, surpreso. Ela sorriu, mordendo o canto do lábio e se ajoelhou aos meus pés, já me envolvendo com sua boca, me chupando bem forte.

— Caralho! – exclamei, num gemido alto.

Olhei para baixo e vi Anastasia me dar a melhor surra de boca da minha vida.
— Já chega, safada... – rosnei, minutos depois, enfiando minha mão no cabelo dela, puxando-o, tirando meu pau de sua boca.

— Me come.

— Agora mesmo. Deita ai, gostosa – mandei, então fui até minha calça e peguei uma camisinha da minha carteira, já retornando para perto da cama.

— Vem... Me fode logo... – ela pediu de novo, mas agora de pernas abertas para mim e batendo em sua bocetinha, que era tão linda quanto a dona dela.

Sorri à medida que subia no colchão, então me ajeitei entre as pernas da Ana e meti de uma só vez, fazendo a mesma se arquear, soltando um gemido.
— Me fode com força, vai seu puto! – ela gritou, me encarando nos olhos.

Vê-la daquele jeito, falando tão depravado, me deu um puta tesão e eu comecei a fodê-la bem feroz e selvagem. Anastasia passou a gritar, pedindo por mais, pedindo para que eu arrombasse a boceta dela com o meu pau.
— Deixa eu tirar a camisinha, vai? – implorei, batendo em sua coxa, pois estava doido para sentir ela direto em mim.

Sorri, bem safado, ao vê-la assentir ao meu pedido, então sai de dentro dela, arrancando já a camisinha, voltando a meter com tudo e começando a maltrata aquela bocetinha com meu pau à medida que eu masturbava o seu clítoris.

— Que boceta gostosa... Tão melada e apertadinha... – falei, com a voz carregada de tesão, então parei de brincar com o botãozinho dela e me inclinei, beijando-a.

— Não para de me foder, seu puto gostoso – Ana gemeu entre nossas bocas.

Acelerei mais minhas estocadas, chocando nossos corpos com muito mais força, fazendo a cama não parar de bater na parede.
— Oh, caralho! – Anastasia gritou e eu logo senti sua boceta me apertar freneticamente, indicando-me de que a mesma estava tendo um orgasmo.

— Goza, minha gostosa. Mela todo o meu pau, vai safada – rosnei no ouvido dela, enquanto continuava a fodê-la sem pena, mas agora usando minha pélvis para esfregar em seu clítoris, prolongando assim o orgasmo.
— Ai, meu Deus! Chris! – ouvi Ana choramingar segundos depois, arranhando minhas costas e me apertando de novo, gozando loucamente.

— Eu vou gozar na sua boca – anunciei, saindo de dentro dela, já vendo seu gozo escorrer um pouco para fora.

Sai do meio das pernas dela e me aproximei de sua cabeça. Anastasia, mesmo mole dos orgasmos sofridos, se apoiou em um dos braços e começou a me chupar, sugando forte e socando meu pau toda em sua boca, me fazendo gozar intensamente, em poucos minutos.

Cai para o lado, deitando-me com a cabeça virada para os pés da cama e fiquei ali, olhando para o teto do quarto, bastante ofegante.

— Você chupa gostoso demais, Ana – a elogiei, já escutando a mesma rir baixinho.

— E você fode gostoso demais, Chris.

— Obrigado – murmurei, sorrindo, alisando a coxa dela.


★ ★ ★ ★ ★


Transamos mais duas vezes, com direito a eu tirar a virgindade da bundinha da Anastasia num maravilhoso sexo anal. Depois tomamos banho, nos arrumamos e eu fui deixá-la em sua casa, sã e salva.

— Obrigada pelo sexo incrível, Chris – Ana falou assim que eu estacionei o meu carro em frente a casa dela, por volta das cinco da manhã.

— De nada, minha linda – murmurei, sorrindo e dando-lhe um selinho.

Ela logo me deu um “Tchau” e saiu rapidamente do jeep, quebrando assim todo o clima que estava ali. Apenas suspirei e liguei o carro, voltando para a casa da minha prima.

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