domingo, 12 de julho de 2020

Um Presente para Christian - Capítulo 22


ANASTASIA

— Que orgasmo sensacional... – murmurei, sorrindo meio débil e ofegante ainda, enquanto sentia ele me limpar, passando sua língua bem devagar sobre o meu clítoris inchado, dando-me pequenos choques, além dos que eu já sentia internamente.

— Pronta para brincar com o picolé? – Christian inquiriu, quando veio para cima de mim novamente e me beijou.

— Uhum... Vai lá buscar.

Assim que ele saiu da cama, me virei de lado para aliviar um pouco a pressão na minha costa, que já começara a doer um pouco. Fechei os olhos e fiquei esperando Christian voltar.

— Pode nem gozar um pouquinho, que já dorme. Oh, bicha fraca! – escutei ele resmungar, segundos depois, fazendo-me rir e abrir os olhos.

— Estou dormindo não, seu besta.

Christian então subiu na cama à medida que eu me ajeitava novamente, deitada de costa e de pernas abertas. Ele logo abriu o saquinho do picolé e o tirou.

— Pode enfiar ele com gosto dentro de mim, se você quiser.

— Quer que eu te foda com um picolé?

Christian parecia assustado com a ideia.

— É meio maluco, eu sei, mas deve ser bem mais gostoso do que só passar ele por cima. Imagina o seu pau entrando em uma bocetinha que está fria e quente ao mesmo tempo.

Christian rapidamente fez uma cara de safado e, se apoiando em apenas um dos braços, passou a ponta do picolé nos meus lábios, se inclinando em seguida para me beijar.

Ele desceu então o picolé pelo meu corpo, acompanhado de sua língua, lambendo o rastro que o mesmo deixava.

— Está esquecendo os meus seios, moço – murmurei, quando Christian já se encontrava indo rumo à minha barriga.

— De jeito nenhum, minha gostosa.

Ele esfregou o picolé no meu mamilo direito, depois no esquerdo, fazendo-me gemer baixinho e fechar os olhos, arqueando um pouco o meu corpo.

Logo sua boca envolveu meus seios, um de cada vez, brincando com os biquinhos, mordendo-os de leve enquanto que eu, que já me encontrava com a mão enfiada em seu cabelo, só gemia e ofegava bastante.

Christian então desceu, se colocando entre minhas pernas e começou a pincelar o picolé em minha boceta, causando-me vários arrepios sequenciais. Não demorou muito e ele posicionou o picolé em minha entrada, enfiando só um pouco e tirando em seguida, me provocando.

— Enfia logo, Christian! – exclamei, meio aborrecida já.

— Tenho medo de quebrar lá dentro – ele disse, então me apoiei sobre os cotovelos e o encarei.

— É sério isso? Olha aqui, enfia logo esse troço aí, antes que eu me estresse e desista da ideia. Se por acaso quebrar, você faz sucção com a boca e tira o pedaço. Simples assim.

Vi ele rir, então rolei os olhos e me deitei de novo. Segundos depois, senti Christian passando novamente o picolé em toda a minha bocetinha, antes de me chupar para limpá-la.

Mesmo gostando daquele oral gostoso, eu queria sentir logo como era ser fodida por algo gelado. Então, como se lesse meus pensamentos, Christian de repente enfiou o picolé, fazendo-me ter um sobressalto.

— Assim está bom, minha gostosa?

— Uhum... – foi apenas o que eu consegui murmurar enquanto ele metia o picolé freneticamente.

Segundos depois, pedi para que Christian tirasse ele, pois já sentia que minha boceta estava ficando dormente pelo frio, então Christian ficou intercalando entre me chupar e me foder com o picolé.

— Christian... – gemi, arqueando um pouco o corpo à medida que meu orgasmo se aproximava.
Ele abandonou o picolé em algum lugar e segurando meu quadril, puxando mais para si, Christian me pediu para gozar na boca dele, antes do mesmo começar a sugar o meu clítoris.

— Me chupa mais forte! – implorei e ele logo atendeu ao meu pedido, fazendo-me gozar em seguida – Obrigada, Christian – murmurei, segundos depois, meio letárgica, abrindo os olhos, o encarando.

Ele subiu distribuindo beijos pela minha barriga e perguntou subitamente se Benjamin estava se mexendo, então falei que ele se encontrava bem quietinho, talvez até dormindo.

— Pois vai acabar acordando agora. Desculpa aí, filhão, mas o papai precisa se divertir aqui fora – Christian disse, me fazendo rir, depois se inclinou um pouco e me deu um selinho – Eu só vou tirar a toalha e o picolé de cima da cama e já eu voltou, pandinha.

— Ok. Então eu vou descansar um pouco as costas – comentei, ficando de lado à medida que ele pegava as coisas.

— Se tu dormir, eu jogo água gelada em você.

Apenas ri baixinho da ameaça dele e fechei os olhos, para poder pregar uma peça em Christian quando o mesmo voltasse para o quarto.

Permaneci ali, por poucos minutos, deitada de costas para a porta, fingindo estar dormindo até que eu o ouvi me chamar, fechando a porta do quarto novamente.

Tentei continuar com a farsa, porém quando senti Christian mexendo em mim, balançando meu ombro enquanto me chamava, eu não aguentei e comecei a rir, abrindo os olhos e o encarando por sobre meu ombro.

— Sua sem graça – ele resmungou jogando um travesseiro em cima de mim, que gargalhava sem parar – E ia te mostrar uma coisa que eu tinha comprado quando você estava viajando, mas depois disso você vai ficar sem.

— Sem o que? – inquiri e Christian cruzou os braços, com a cara séria – Diz aí o que é, por favor?

— Não.

Me aproximei da beirada da cama e parei, ficando de joelhos à frente dele, que ainda se encontrava em pé ali, então enlacei o pescoço de Christian e lhe dei um selinho.

— Me mostra, por favorzinho, Moh? – implorei fazendo bico e ele sorriu, dizendo um “Tudo bem”, antes de tirar meus braços do seu pescoço e ir até o armário, pegando algo – O que é isso aí? – perguntei, me sentando sobre as pernas.

— Uma capa peniana parcial. Eu só achei capa assim. Pelo menos no Sex Shop que eu fui, só tinha dessas aqui.

— Hum... E você estava escondendo isso de mim todos esses dias porquê?

— Você nunca mais tinha tocado no assunto, então fiquei com receio de te mostrar – Christian disse à medida que abria a embalagem e tirava a capa, que eu notei que só ia envolver o tronco do pau, ao invés dele todo.
— E aí? Quer testar agora ou quer deixar para testar na nossa “lua de mel”? – falei, fazendo aspas com os dedos e nós dois acabamos por rir daquilo.

— Você quem sabe, minha pandinha – ele murmurou, passando a mão nos meus cabelos – Será que aguenta ser estimulada mais uma vez?

— Não quero que você me estimule. Quero apenas ver se eu sinto prazer só com a penetração.

— Tudo bem.

Peguei então a capa da mão do Christian e coloquei nele, em meio a risos e piadinhas vinda de ambos, depois ele me pediu para deitar na cama de novo, pois o mesmo queria me foder na posição “papai e mamãe”.

Todavia, eu o alertei da dor nas minhas costas, então ele disse que se eu quisesse, poderia ficar de quatro na cama, e assim eu me posicionei.

— Aproveita e bate na minha bunda – falei enquanto Christian se colocava atrás de mim.

— Te bater? Porquê?

O encarei por sobre o ombro.

— Se esqueceu que tínhamos combinado de praticar um nível leve de BDSM?

— Se eu me recordo bem, você iria primeiro fazer uma lista de coisas leves para eu dar uma olhada e ver o que iríamos ou não praticar.

— Ah, qual é, Christian! Bate aí.

— Não, Ana.

— Deixa de ser chato! Tapas na bunda nem doí tanto assim.

— Ok, ok! Mas se eu te bater, você vai ter que me chupar como fez no meu aniversário.

— Teu cu que eu vou fazer sexo oral em ti! – exclamei dando dedo para ele, que se abriu na risada.

— É uma troca justa, pandinha!

— Ha ha, engraçadinho. Nada de chupada para você.

— Então nada de BDSM para você, minha querida.

Rolei os olhos e mandei o mesmo esquecer aquele assunto. Entretanto, Christian me prometeu que iríamos praticar, mas só depois que o nosso filho nascesse.

— Tudo bem. Agora mete logo isso aí – reclamei, olhando para frente – Mas mete devagar, pois se eu começar a sentir algo, quero saborear cada segundo.

— Ok, minha pandinha. Lá vou eu...

Ele se posicionou melhor atrás de mim e começou a me penetrar. Tudo correu normalmente enquanto a cabeça do pau dele entrava em minha bocetinha, todavia quando senti as cerdas da capa entrando em meu interior, eu arfei.
— Nossa! – exclamei, meio ofegante.

— O que foi? Sentiu algo?

— Uhum... Isso é muito gostoso... – gemi à medida que Christian projetava seu quadril para frente, entrando todo em mim.

— Está falando sério ou está apenas zoando com a minha cara, Ana?

— Não estou encenando não, Christian – falei, olhando-o por sobre o ombro – Juro por Deus que eu realmente estou sentindo algo diferente e muito prazeroso. Faz de novo, por favor – pedi, já voltando a olhar para frente.

Ele então tirou seu pau de mim, para em seguida enfiá-lo novamente, bem lento, me proporcionando prazer, fazendo-me morder o lábio e fechar os olhos.

— Posso acelerar?

— Sim... – murmurei, com um sorriso involuntário nos lábios – Me fode do jeito que você gosta de fazer, Christian.

— Pode deixar, minha gostosa – ele disse, já começando a movimentar seu quadril de encontro ao meu.
— Ai meu Deus! – eu gemia contra o colchão enquanto minhas mãos apertavam os lençóis da cama.

— Vamos no “papai e mamãe”. Eu quero ver você gemendo de verdade, minha gostosa – Christian sussurrou, segundos depois, beijando minha orelha.
Assenti ao pedido dele e me deitei de barriga para cima. Christian logo se enfiou em mim novamente, me fodendo bem gostoso até anunciar, minutos depois, que iria gozar.
— Vai, seu gostoso! – exclamei apertando minha boceta ao redor dele, já sentindo Christian gozar.

Eu não consegui chegar num orgasmo com a penetração, mas assim que gozou, ele ficou de joelhos entre minhas pernas, ainda metido em mim e começou um vai e vem bem lento à medida que masturbava meu clítoris com seus dedos.

Em poucos segundos, eu me encontrava explodindo em um orgasmo maravilhoso. Christian então se inclinou para frente e me beijou, antes de se deitar ao meu lado, cansado e ainda meio ofegante.

— Gostou? – escutei ele inquirir.

— Muito. Foi surreal. Incrivelmente surreal – murmurei, virando-me de lado, o encarando.

— Também gostei muito. A partir de agora, vamos transar apenas com essa capinha milagrosa aqui – Christian comentou, tirando a capa peniana do pau dele, fazendo-me rir.

— Besta!

— Tenho que guardar aquelas compras, mas a preguiça bateu.

— Vamos ficar um pouco aqui então – pedi, me aconchegando a ele, sem me incomodar se estávamos suados.

— Tudo bem, minha pandinha. Te amo.

— Também me amo – zombei o encarando e em resposta, Christian semicerrou os olhos, jogando em seguida o meu cabelo na minha cara enquanto me chamava de “Lesa”, fazendo-me morrer de rir.

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