ANASTASIA
Christian logo retornou com um pote grande de sorvete sabor Napolitano, que era o meu preferido, calda de chocolate e de morango, e os dois picolés.
— Aqui está. Esse outro aqui, eu escolhi de chocolate com menta e trouxe também seu sorvete favorito e as caldas que eu gosto – ele disse, enquanto tentava ajeitar as coisas no carrinho já lotado.
— Beleza. Então vamos passar logo no caixa e ir embora, para o picolé não derreter no lugar errado – murmurei, dando um sorriso.
— O que você vai aprontar, Ana?
— Lá no carro eu te conto. Vamos logo, Christian.
— Ok, ok.
— Eu acho que deveríamos ter pegado dois carrinhos, porque esse está mega cheio – comentei, já tirando alguns pacotes de fraldas, para eu poder levar nos braços até o caixa.
— Ana coloca essas fraldas aqui. O carrinho está lotado, mas está de boa, não quero você carregando nada!
— Tá leve, Christian. Deixa de neura – falei e ele fechou a cara, me encarando bem sério – Tá bom. Oh homem chato – resmunguei, já colocando os pacotes de volta no carrinho.
Seguimos em silêncio rumo até os caixas e escolhemos ir no preferencial, devido eu estar grávida e ter prioridade.
— Bom dia – Christian disse para a moça do caixa, que se abriu num sorriso, toda saliente para ele à medida que o mesmo começava a colocar as compras no balcão.
— Bom dia, senhor. Cartão ou dinheiro?
— Cartão.
Ergui uma das sobrancelhas, quando Christian sorriu para a atendente. Então, cruzei os braços e fiquei observando os dois, olhando de um para o outro.
— Ok, senhor. O tempo hoje está meio frio, não é? – ela comentou, já passando as compras.
— Bastante – murmurei bem baixo e, ou eles não ouviram, ou me ignoraram mesmo.
— Sim. Está meio friozinho e provavelmente vai nevar à noite. Por isso é sempre bom ter alguém para te esquentar nessas horas.
— Quem é solteira sofre quando o tempo está assim. Seria bom ter alguém para dividir um vinho ou dormir de conchinha.
“Mas uma olhada dessa para os peitões dela, eu grito para eles transarem logo, aqui na minha frente mesmo” pensei.
— Ei, não tem mais nada no carrinho não – alertei para Christian que nem olhava mais para trás, quando estava pegando as coisas para por no balcão.
— Só essas fraldas está de boa para você ou é melhor pegar mais? – ele indagou, olhando finalmente para mim.
— Está falando comigo ou com a atendente?
— Com você, claro.
— Ah, pensei que os peitões dela fosse mais interessante que a buchuda aqui – sussurrei meio sarcástica, passando por Christian, não respondendo a pergunta dele e já me encaminhando para a entrada do supermercado.
Escutei ele me chamar, mas dei o cu por resposta e continuei andando até o carro. Christian chegou segundos depois, empurrando o carrinho com as compras já dentro das sacolas.
— O que foi aquilo, Ana?! – ele inquiriu, me encarando sério.
— Nada.
— Não precisa ter ciúmes não, minha pandinha – Christian murmurou e eu rolei os olhos.
— Vamos logo embora, ou melhor, vamos bem devagar mesmo, porque não usaremos mais o picolé.
— O que ia fazer com esse picolé? – ele perguntou enquanto abria o porta-malas e começava a guardar as compras ali, então me aproximei de Christian, parando ao seu lado.
— Eu ia enfiar ele na minha boceta e depois iria pedir para você me chupar, mas eu não vou mais fazer isso. Você merece ficar de castigo. Sem sexo por várias semanas.
— Precisa mesmo tudo isso. Todo esse ciúme sem fundamento – Christian falou me olhando com raiva.
— Sem fundamento uma pinóia, meu querido! Você estava olhando para os peitões da atendente, na maior cara de pau!
— Eu não tava fazendo isso não.
— Se eu que me encontrava bem mais atrás e tenho tara por seios, olhei, imagina você que estava de frente para ela. A diferença é que eu soube disfarçar muito bem, já você não. Faltou quase pular em cima dela.
Sai de perto dele e entrei no carro, escorando-me na janela, com o queixo repousado na palma da minha mão. Minutos depois, Christian adentrou e me chamou, mas eu o ignorei.
— Ok. Eu admito que dei uma olhada, mas foi só uma. Pelo amor de Deus, Ana! Peitões por peitões, eu prefiro um milhão de vezes ver os seus, que me agrada mais do que aqueles falsos dela!
— Também não precisa me bajular, Christian – murmurei, encarando-o.
— Não estou te bajulando não. Só disse a verdade. Sou completamente vidrado nos seus seios, minha pandinha.
— Tudo bem. Vamos logo para casa, se você ainda quiser brincar com o picolé.
Ele sorriu todo animado e eu rolei os olhos, tentando ocultar um sorriso, em vão, enquanto Christian ligava o carro, já saindo às pressas do estacionamento.
— Deveria ter me deixado carregar pelo menos uma sacola, Christian – comentei enquanto o via esfregava os pulsos, que se encontravam quase roxos por ele ter carregado todas as sacolas sozinho.
— Não. Eu não quero você pegando peso, pandinha.
— Tudo bem. Vamos esquecer isso. Onde está a sacola do picolé? – perguntei à medida que eu começava a caçá-la.
— Naquela li, onde está o sorvete e as caldas.
Christian apontou para a sacola, então peguei os dois picolés e notei que ambos se encontravam já um pouquinho derretidos. Os coloquei então no congelador enquanto avisava sobre o estado deles para Christian.
Assim que me virei, o vi sorrindo safadamente, empunhando a caixa do Halls em uma das mãos, fazendo-me sorrir e assentir com a cabeça. Christian logo abriu a caixa, tirando um pacote de Halls, já o abrindo e colocando uma das balas na boca.
Ele se aproximou, parando atrás de mim, e com um toque delicado, Christian afastou meu cabelo para o lado e passou a chupar e a lamber a lateral do meu pescoço à medida que suas mãos iam para os meus seios, massageando-os.
De repente, seus beijos cessaram e ele assoprou o meu pescoço, fazendo-me automaticamente arrepiar-me com a sensação refrescante ocasionada pelo seu hálito meio gélido.
— Já está toda arrepiadinha agora... imagina quando eu começar a te chupar bem gostoso – Christian sussurrou em meu ouvido com uma voz bem rouca e sexy.
Virei o rosto um pouco para trás, encarando-o por sobre o ombro então ele segurou o meu pescoço enquanto se inclinava para frente, já me puxando para um beijo.
Segundos depois, sorrimos um contra a boca do outro, pois era estranho beijar alguém quando a pessoa se encontrava com uma bala na boca. Mas, o beijo havia sido bem gostoso e refrescante.
— Vamos para o quarto?
— E as compras?
— Depois eu arrumo tudo, porque agora quero chupar a minha buchuda peitudona – Christian disse, fazendo-me rir e assentir.
Enquanto ele colocava o pote de sorvete na geladeira para o mesmo não derreter, eu me encaminhei para o quarto, levando um susto quando Christian pegou na minha cintura, abraçando-me por trás.
Mal tiramos nossas roupas e ele já me puxou para si de novo, me beijando intensamente. Christian então, sem desgrudar sua boca da minha, nos conduziu até a cama, e logo me vi sendo empurrada para trás, caindo de bunda sobre o colchão.
— Olha a agressividade com a buchuda – reclamei, porém rindo e ele riu junto.
— Você gosta, pandinha. E eu nem empurrei tão forte assim, sua chatinha.
Dei língua para Christian, que sorriu, já segurando meu rosto entre as suas mãos, beijando-me. Assim que desvencilhamos nossos lábios, pedi que o mesmo fosse pegar uma toalha para colocar sobre o colchão, a fim de não sujarmos os lençóis.
Quando ele terminou de arrumar a toalha, eu subi na cama e me ajeitei ali, de pernas abertas. Christian rapidamente subiu também, já vindo sobre mim, mas sem jogar seu peso sobre o meu corpo.
Ele então começou a beijar e a lamber minha barriga, assoprando os locais em seguida, me deixando cada vez mais arrepiada e com os mamilos bem durinhos, que Christian logo passou a chupá-los.
Seus beijos e chupões foram subindo para o meu pescoço e para minha boca, mas depois de alguns segundos, beijando-o, o empurrei de leve e o encarei.
— Me chupa, Christian – meio que implorei, fazendo ele sorrir de um jeito safado, já concordando – Espero que isso seja bom mesmo, hein? – comentei à medida que eu o via mastigar e engolir o resto do Halls.
— Você vai ver estrelas.
— Eu só quero gozar mesmo, não ficar doida vendo estrelas.
Christian riu, então o mesmo se ajeitou entre minhas pernas, caindo de boca em minha bocetinha. O sentia explorar ela totalmente, misturando meu melzinho com sua saliva, deixando minha boceta bem babada.
Então, de repente, me sobressaltei com a sensação prazerosa de refrescância. Era como se eu tivesse acabado de sair da água e viesse aquele vento rasteiro gelado, me deixando com frio.
— Uau – foi o que eu consegui dizer naquele momento.
Ele só deu um risinho cínico antes de voltar a atacar minha bocetinha, repetindo o processo de chupar e assoprar, várias e várias vezes, fazendo-me arquear o corpo em total êxtase.
— Você não para de remexer, gostosa – escutei Christian dizer, rindo contra minha boceta.
— Para de rir e continua a me chupar, caralho! – exclamei, pois eu estava perto de gozar.
Segundos depois, senti minhas pernas adormecerem à medida que eu explodia em um orgasmo alucinante.
Christian logo retornou com um pote grande de sorvete sabor Napolitano, que era o meu preferido, calda de chocolate e de morango, e os dois picolés.
— Aqui está. Esse outro aqui, eu escolhi de chocolate com menta e trouxe também seu sorvete favorito e as caldas que eu gosto – ele disse, enquanto tentava ajeitar as coisas no carrinho já lotado.
— Beleza. Então vamos passar logo no caixa e ir embora, para o picolé não derreter no lugar errado – murmurei, dando um sorriso.
— O que você vai aprontar, Ana?
— Lá no carro eu te conto. Vamos logo, Christian.
— Ok, ok.
— Eu acho que deveríamos ter pegado dois carrinhos, porque esse está mega cheio – comentei, já tirando alguns pacotes de fraldas, para eu poder levar nos braços até o caixa.
— Ana coloca essas fraldas aqui. O carrinho está lotado, mas está de boa, não quero você carregando nada!
— Tá leve, Christian. Deixa de neura – falei e ele fechou a cara, me encarando bem sério – Tá bom. Oh homem chato – resmunguei, já colocando os pacotes de volta no carrinho.
Seguimos em silêncio rumo até os caixas e escolhemos ir no preferencial, devido eu estar grávida e ter prioridade.
— Bom dia – Christian disse para a moça do caixa, que se abriu num sorriso, toda saliente para ele à medida que o mesmo começava a colocar as compras no balcão.
— Bom dia, senhor. Cartão ou dinheiro?
— Cartão.
Ergui uma das sobrancelhas, quando Christian sorriu para a atendente. Então, cruzei os braços e fiquei observando os dois, olhando de um para o outro.
— Ok, senhor. O tempo hoje está meio frio, não é? – ela comentou, já passando as compras.
— Bastante – murmurei bem baixo e, ou eles não ouviram, ou me ignoraram mesmo.
— Sim. Está meio friozinho e provavelmente vai nevar à noite. Por isso é sempre bom ter alguém para te esquentar nessas horas.
— Quem é solteira sofre quando o tempo está assim. Seria bom ter alguém para dividir um vinho ou dormir de conchinha.
“Mas uma olhada dessa para os peitões dela, eu grito para eles transarem logo, aqui na minha frente mesmo” pensei.
— Ei, não tem mais nada no carrinho não – alertei para Christian que nem olhava mais para trás, quando estava pegando as coisas para por no balcão.
— Só essas fraldas está de boa para você ou é melhor pegar mais? – ele indagou, olhando finalmente para mim.
— Está falando comigo ou com a atendente?
— Com você, claro.
— Ah, pensei que os peitões dela fosse mais interessante que a buchuda aqui – sussurrei meio sarcástica, passando por Christian, não respondendo a pergunta dele e já me encaminhando para a entrada do supermercado.
Escutei ele me chamar, mas dei o cu por resposta e continuei andando até o carro. Christian chegou segundos depois, empurrando o carrinho com as compras já dentro das sacolas.
— O que foi aquilo, Ana?! – ele inquiriu, me encarando sério.
— Nada.
— Não precisa ter ciúmes não, minha pandinha – Christian murmurou e eu rolei os olhos.
— Vamos logo embora, ou melhor, vamos bem devagar mesmo, porque não usaremos mais o picolé.
— O que ia fazer com esse picolé? – ele perguntou enquanto abria o porta-malas e começava a guardar as compras ali, então me aproximei de Christian, parando ao seu lado.
— Eu ia enfiar ele na minha boceta e depois iria pedir para você me chupar, mas eu não vou mais fazer isso. Você merece ficar de castigo. Sem sexo por várias semanas.
— Precisa mesmo tudo isso. Todo esse ciúme sem fundamento – Christian falou me olhando com raiva.
— Sem fundamento uma pinóia, meu querido! Você estava olhando para os peitões da atendente, na maior cara de pau!
— Eu não tava fazendo isso não.
— Se eu que me encontrava bem mais atrás e tenho tara por seios, olhei, imagina você que estava de frente para ela. A diferença é que eu soube disfarçar muito bem, já você não. Faltou quase pular em cima dela.
Sai de perto dele e entrei no carro, escorando-me na janela, com o queixo repousado na palma da minha mão. Minutos depois, Christian adentrou e me chamou, mas eu o ignorei.
— Ok. Eu admito que dei uma olhada, mas foi só uma. Pelo amor de Deus, Ana! Peitões por peitões, eu prefiro um milhão de vezes ver os seus, que me agrada mais do que aqueles falsos dela!
— Também não precisa me bajular, Christian – murmurei, encarando-o.
— Não estou te bajulando não. Só disse a verdade. Sou completamente vidrado nos seus seios, minha pandinha.
— Tudo bem. Vamos logo para casa, se você ainda quiser brincar com o picolé.
Ele sorriu todo animado e eu rolei os olhos, tentando ocultar um sorriso, em vão, enquanto Christian ligava o carro, já saindo às pressas do estacionamento.
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— Deveria ter me deixado carregar pelo menos uma sacola, Christian – comentei enquanto o via esfregava os pulsos, que se encontravam quase roxos por ele ter carregado todas as sacolas sozinho.
— Não. Eu não quero você pegando peso, pandinha.
— Tudo bem. Vamos esquecer isso. Onde está a sacola do picolé? – perguntei à medida que eu começava a caçá-la.
— Naquela li, onde está o sorvete e as caldas.
Christian apontou para a sacola, então peguei os dois picolés e notei que ambos se encontravam já um pouquinho derretidos. Os coloquei então no congelador enquanto avisava sobre o estado deles para Christian.
Assim que me virei, o vi sorrindo safadamente, empunhando a caixa do Halls em uma das mãos, fazendo-me sorrir e assentir com a cabeça. Christian logo abriu a caixa, tirando um pacote de Halls, já o abrindo e colocando uma das balas na boca.
Ele se aproximou, parando atrás de mim, e com um toque delicado, Christian afastou meu cabelo para o lado e passou a chupar e a lamber a lateral do meu pescoço à medida que suas mãos iam para os meus seios, massageando-os.
De repente, seus beijos cessaram e ele assoprou o meu pescoço, fazendo-me automaticamente arrepiar-me com a sensação refrescante ocasionada pelo seu hálito meio gélido.
— Já está toda arrepiadinha agora... imagina quando eu começar a te chupar bem gostoso – Christian sussurrou em meu ouvido com uma voz bem rouca e sexy.
Virei o rosto um pouco para trás, encarando-o por sobre o ombro então ele segurou o meu pescoço enquanto se inclinava para frente, já me puxando para um beijo.
— Vamos para o quarto?
— E as compras?
— Depois eu arrumo tudo, porque agora quero chupar a minha buchuda peitudona – Christian disse, fazendo-me rir e assentir.
Enquanto ele colocava o pote de sorvete na geladeira para o mesmo não derreter, eu me encaminhei para o quarto, levando um susto quando Christian pegou na minha cintura, abraçando-me por trás.
Mal tiramos nossas roupas e ele já me puxou para si de novo, me beijando intensamente. Christian então, sem desgrudar sua boca da minha, nos conduziu até a cama, e logo me vi sendo empurrada para trás, caindo de bunda sobre o colchão.
— Olha a agressividade com a buchuda – reclamei, porém rindo e ele riu junto.
— Você gosta, pandinha. E eu nem empurrei tão forte assim, sua chatinha.
Dei língua para Christian, que sorriu, já segurando meu rosto entre as suas mãos, beijando-me. Assim que desvencilhamos nossos lábios, pedi que o mesmo fosse pegar uma toalha para colocar sobre o colchão, a fim de não sujarmos os lençóis.
Quando ele terminou de arrumar a toalha, eu subi na cama e me ajeitei ali, de pernas abertas. Christian rapidamente subiu também, já vindo sobre mim, mas sem jogar seu peso sobre o meu corpo.
Ele então começou a beijar e a lamber minha barriga, assoprando os locais em seguida, me deixando cada vez mais arrepiada e com os mamilos bem durinhos, que Christian logo passou a chupá-los.
— Me chupa, Christian – meio que implorei, fazendo ele sorrir de um jeito safado, já concordando – Espero que isso seja bom mesmo, hein? – comentei à medida que eu o via mastigar e engolir o resto do Halls.
— Você vai ver estrelas.
— Eu só quero gozar mesmo, não ficar doida vendo estrelas.
Christian riu, então o mesmo se ajeitou entre minhas pernas, caindo de boca em minha bocetinha. O sentia explorar ela totalmente, misturando meu melzinho com sua saliva, deixando minha boceta bem babada.
— Uau – foi o que eu consegui dizer naquele momento.
Ele só deu um risinho cínico antes de voltar a atacar minha bocetinha, repetindo o processo de chupar e assoprar, várias e várias vezes, fazendo-me arquear o corpo em total êxtase.
— Você não para de remexer, gostosa – escutei Christian dizer, rindo contra minha boceta.
— Para de rir e continua a me chupar, caralho! – exclamei, pois eu estava perto de gozar.
Segundos depois, senti minhas pernas adormecerem à medida que eu explodia em um orgasmo alucinante.

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