ANASTASIA
Grace e Carrick receberam a notícia muito bem e até vi a felicidade passar nos olhos de ambos quando Christian contou-lhes a novidade. Na verdade, eu não esperava menos dos pais dele, que sempre me trataram como uma filha quando eu ia lá.
Meu maior medo era apenas de perder o bebê e magoá-los devido a isso, pois Carrick e Grace, já tinham sofrido bastante. Eles eram avós, mas não podiam participar da vida do neto, porque ninguém sabia por onde o menino andava. Então, eu não queria ser igual a ex do Christian, dando aos pais dele a alegria pelo futuro neto e acabar tirando depois isso dos mesmos.
— Ai Senhor, eu comi tanto que tô passando mal – Christian resmungou, se jogando no sofá, já desabotoando a calça e abrindo o zíper.
— Quem manda comer demais, seu morto de fome – provoquei rindo, mas eu mesmo tinha passado da conta também.
— Pela comida da Dona Grace, vale a pena morrer de bucho cheio – escutei ele rebater enquanto eu passava uma mensagem em resposta para a Lana, que havia me perguntado como eu e o afilhado dela estávamos.
Na mesma merda de vida.
Sem paciência aqui em casa.
Mas me conte... Já foi visitar
os sogrões, hein?
Que incesto o quê.
E é de amizades como a de vcs
que muitos amores nascem.
Fica ligada, hein miga?
Logo logo, o amor tá batendo
na porta, querendo entrar.
kkkkkkkkkk Morta.
Só tu mesmo pra me fazer
rir hoje. Mas me conta,
o que vc foi fazer lá?
Senhor.kkkkkk
Dois mortos de fome!!!
— O que você tanto rir aí, hein doidinha? Tá parecendo uma hiena.
— Não é nada não, seu chato – falei sentando-me no braço do sofá, jogando o celular sobre uma almofada – O que está passando na TV?
— Nada de interessante. Filme bom só mais tarde – Christian disse, já desligando a televisão e se levantando – Tá a fim de transar enquanto isso?
— Tô a fim não.
Ele então se aproximou de mim, segurando meu rosto entre suas mãos e se inclinou, me beijando. O retribui, levantando-me e o enlaçando pela cintura, mas me arrependi no exato momento que senti Christian beijar meu pescoço, pois ele acabou despertando minha vontade de transar.
— Mas tu é muito cínico mesmo, né? – indaguei, o encarando e o vi sorrir cinicamente.
— Eu sou irresistível – Christian murmurou, já puxando meu vestido para cima, tirando-o, para em seguida tirar sua blusa, antes de me puxar para ele, selando nossos lábios novamente.
Logo nos desvencilhamos e fomos para o quarto, onde terminamos de nos despir e Christian se sentou na cama, recostando-se à cabeceira, em meio às almofadas.
— Sabe de uma coisa, Ana? Eu amei muito ver e ouvir o coraçãozinho do nosso filho – ele me confidenciou inesperadamente, passando as mãos em minha barriga, enquanto eu me sentava encaixada sobre seu colo.
— Eu deixo você gravar ou tirar fotos na próxima consulta – anunciei, já vendo um sorriso se formar no rosto dele à medida que eu começava a subir e descer em seu pau.
— Sério? – Christian indagou num gemido, fazendo-me sorrir.
— Sim. Mas promete que não vai me mostrar nada quando estivermos aqui em casa, ok?
O vi assentir gemendo quando apertei seu pau com a minha boceta. Christian então me puxou, fazendo meus seios baterem em seu rosto e o mesmo logo os direcionou para sua boca, chupando-os, e me ocasionando gemidos baixos.
Não demorou muito e eu reclamei daquela posição ao qual nos encontrávamos, mesmo sendo uma que eu gostava devido ao acesso que Christian tinha aos meus seios, porém quem tava fazendo todo o trabalho agora era eu e não ele, que foi justamente quem deu a ideia de fazermos sexo.
Então, Christian riu e me deitou, beijando-me enquanto me penetrava lentamente.
— Espera, Christian! – exclamei interrompendo o nosso beijo, vendo-o me encarar confuso – Vamos de ladinho, porque eu não consigo ficar muito tempo no papai e mamãe, devido à barriga. Já fica meio desconfortável para mim.
— Ok – ele concordou, já se deitando atrás de mim, à medida que eu me ajeitava de lado.
Enquanto o mesmo me fodia, sua boca se concentrava em me dar arrepios através de beijos espalhados em minha nuca e em meu pescoço. Já sua mão passeava em meu corpo, acariciando minha coxa, subindo pela barriga, indo depois aos meus seios, ao qual Christian apertava levemente os bicos, fazendo-me gemer mais alto.
Minutos depois, Christian se sentou entre minhas pernas e ficamos naquela posição por um bom tempo, até que o mesmo gozou, à medida que me beijava.
— Eita, Ana! Eu nem te chupei, né? – ele indagou após se deitar ao meu lado – Mas ainda tá em tempo de me redimir.
Christian começou a vir para cima de mim, mas o empurrei de leve, fazendo o mesmo se deitar de novo.
— Está tudo bem. Deixa para a próxima.
— Tem certeza?
— Tenho sim, Christian. Não se preocupe com isso – falei ajeitando o travesseiro sob minha cabeça.
— Eu queria que você sentisse prazer com a penetração, assim ficava bem mais fácil – ele comentou, batendo e mexendo o dedo indicador sobre os meus lábios, que logo tentei mordê-lo, para que o mesmo parasse com aquilo – Ihhh, errou! – Christian zombou rindo, fazendo-me sorrir e rolar os olhos.
— Na próxima vez, eu mordo e arranco ele fora. Agora, com relação ao que você disse. Eu também queria sentir prazer igual a todas as mulheres, mas eu não sou normal.
— Você é normal a meu ver.
— Claro, né Christian? Você também é doidinho igual a mim. Então, quando um doido ver outro doido, ele acha o outro normal – ressaltei e ele caiu na gargalhada.
— Ai ai, Ana. Só você mesmo. E que tal se eu comprar aquelas camisinhas com ondulações?
— Não funciona. Você já usou uma vez e não deu em nada, lembra?
— Ah... é verdade. Tá difícil, hein?
— Eu acho que se as ondulações fossem mais grossas, tipo aquelas capas penianas que tem por aí, daria certo.
— Já ouvi falar desse negócio aí. Depois eu vou pesquisar e comprar para gente testar.
— Ok – falei, então de repente senti um movimento e sorri – Tem alguém aqui que acordou – informei apontando para minha barriga.
— Só foi falar em putaria que ele já acorda. Senhor, esse menino vai ser tarado igual aos pais! – Christian exclamou, fazendo-me rir, depois ele se inclinou, aproximando sua boca da minha barriga – Ei mocinho, é para o senhor tapar os ouvidos quando o papai e a mamãe tiver falando essas coisas. Não queremos você tarado não.
— Não me importo se ele vir a ser tarado igual a gente. Só não quero que o Benjamin herde a nossa loucura, porque senão o nosso filho tá lascado.
Agora, foi a vez de Christian rir e se levantar para pegar o controle da TV do quarto, já me informando que iríamos passar o resto da tarde na cama, assistindo televisão.
Grace e Carrick receberam a notícia muito bem e até vi a felicidade passar nos olhos de ambos quando Christian contou-lhes a novidade. Na verdade, eu não esperava menos dos pais dele, que sempre me trataram como uma filha quando eu ia lá.
Meu maior medo era apenas de perder o bebê e magoá-los devido a isso, pois Carrick e Grace, já tinham sofrido bastante. Eles eram avós, mas não podiam participar da vida do neto, porque ninguém sabia por onde o menino andava. Então, eu não queria ser igual a ex do Christian, dando aos pais dele a alegria pelo futuro neto e acabar tirando depois isso dos mesmos.
— Ai Senhor, eu comi tanto que tô passando mal – Christian resmungou, se jogando no sofá, já desabotoando a calça e abrindo o zíper.
— Quem manda comer demais, seu morto de fome – provoquei rindo, mas eu mesmo tinha passado da conta também.
— Pela comida da Dona Grace, vale a pena morrer de bucho cheio – escutei ele rebater enquanto eu passava uma mensagem em resposta para a Lana, que havia me perguntado como eu e o afilhado dela estávamos.
Estamos bem, amore.
Acabamos de chegar da
casa dos pais do Christian.
E vc como está?
Na mesma merda de vida.
Sem paciência aqui em casa.
Mas me conte... Já foi visitar
os sogrões, hein?
kkkk Me erra, mermã.
Eu e o Christian somos só
amigos e os pais dele me
tratam como filha. E incesto
ainda é crime aqui, lembra?
Kkkkkkkkk
Que incesto o quê.
E é de amizades como a de vcs
que muitos amores nascem.
Fica ligada, hein miga?
Logo logo, o amor tá batendo
na porta, querendo entrar.
E eu abro a porta, mas é pra
jogar água quente no amor
e expulsar esse gaiato daqui.
kkkkkkkkkk Morta.
Só tu mesmo pra me fazer
rir hoje. Mas me conta,
o que vc foi fazer lá?
Fomos almoçar e aproveitar
para contar sobre o Benjamin.
Menina, comi por dois.
Literalmente.kkkkkk
Christian tá aqui jogado no
sofá, assistindo TV e com dor de
barriga de tanto comer também.
Senhor.kkkkkk
Dois mortos de fome!!!
— O que você tanto rir aí, hein doidinha? Tá parecendo uma hiena.
— Não é nada não, seu chato – falei sentando-me no braço do sofá, jogando o celular sobre uma almofada – O que está passando na TV?
— Nada de interessante. Filme bom só mais tarde – Christian disse, já desligando a televisão e se levantando – Tá a fim de transar enquanto isso?
— Tô a fim não.
Ele então se aproximou de mim, segurando meu rosto entre suas mãos e se inclinou, me beijando. O retribui, levantando-me e o enlaçando pela cintura, mas me arrependi no exato momento que senti Christian beijar meu pescoço, pois ele acabou despertando minha vontade de transar.
— Mas tu é muito cínico mesmo, né? – indaguei, o encarando e o vi sorrir cinicamente.
— Eu sou irresistível – Christian murmurou, já puxando meu vestido para cima, tirando-o, para em seguida tirar sua blusa, antes de me puxar para ele, selando nossos lábios novamente.
— Sabe de uma coisa, Ana? Eu amei muito ver e ouvir o coraçãozinho do nosso filho – ele me confidenciou inesperadamente, passando as mãos em minha barriga, enquanto eu me sentava encaixada sobre seu colo.
— Eu deixo você gravar ou tirar fotos na próxima consulta – anunciei, já vendo um sorriso se formar no rosto dele à medida que eu começava a subir e descer em seu pau.
— Sim. Mas promete que não vai me mostrar nada quando estivermos aqui em casa, ok?
O vi assentir gemendo quando apertei seu pau com a minha boceta. Christian então me puxou, fazendo meus seios baterem em seu rosto e o mesmo logo os direcionou para sua boca, chupando-os, e me ocasionando gemidos baixos.
Então, Christian riu e me deitou, beijando-me enquanto me penetrava lentamente.
— Ok – ele concordou, já se deitando atrás de mim, à medida que eu me ajeitava de lado.
Enquanto o mesmo me fodia, sua boca se concentrava em me dar arrepios através de beijos espalhados em minha nuca e em meu pescoço. Já sua mão passeava em meu corpo, acariciando minha coxa, subindo pela barriga, indo depois aos meus seios, ao qual Christian apertava levemente os bicos, fazendo-me gemer mais alto.
Christian começou a vir para cima de mim, mas o empurrei de leve, fazendo o mesmo se deitar de novo.
— Está tudo bem. Deixa para a próxima.
— Tem certeza?
— Tenho sim, Christian. Não se preocupe com isso – falei ajeitando o travesseiro sob minha cabeça.
— Eu queria que você sentisse prazer com a penetração, assim ficava bem mais fácil – ele comentou, batendo e mexendo o dedo indicador sobre os meus lábios, que logo tentei mordê-lo, para que o mesmo parasse com aquilo – Ihhh, errou! – Christian zombou rindo, fazendo-me sorrir e rolar os olhos.
— Na próxima vez, eu mordo e arranco ele fora. Agora, com relação ao que você disse. Eu também queria sentir prazer igual a todas as mulheres, mas eu não sou normal.
— Você é normal a meu ver.
— Claro, né Christian? Você também é doidinho igual a mim. Então, quando um doido ver outro doido, ele acha o outro normal – ressaltei e ele caiu na gargalhada.
— Ai ai, Ana. Só você mesmo. E que tal se eu comprar aquelas camisinhas com ondulações?
— Não funciona. Você já usou uma vez e não deu em nada, lembra?
— Ah... é verdade. Tá difícil, hein?
— Eu acho que se as ondulações fossem mais grossas, tipo aquelas capas penianas que tem por aí, daria certo.
— Já ouvi falar desse negócio aí. Depois eu vou pesquisar e comprar para gente testar.
— Ok – falei, então de repente senti um movimento e sorri – Tem alguém aqui que acordou – informei apontando para minha barriga.
— Só foi falar em putaria que ele já acorda. Senhor, esse menino vai ser tarado igual aos pais! – Christian exclamou, fazendo-me rir, depois ele se inclinou, aproximando sua boca da minha barriga – Ei mocinho, é para o senhor tapar os ouvidos quando o papai e a mamãe tiver falando essas coisas. Não queremos você tarado não.
— Não me importo se ele vir a ser tarado igual a gente. Só não quero que o Benjamin herde a nossa loucura, porque senão o nosso filho tá lascado.
Agora, foi a vez de Christian rir e se levantar para pegar o controle da TV do quarto, já me informando que iríamos passar o resto da tarde na cama, assistindo televisão.

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