ANASTASIA
Já passava um pouco da metade do filme, eu acho, quando olhei de relance para Christian e notei ele muito concentrado no filme, porém meio incomodado com algo, pois o mesmo se ajeitava a quase todo momento.
Então desci o olhar para sua calça, já deduzindo o que seria o incômodo, e notei o volume crescente em sua calça. Minha raiva e o meu tédio passaram na hora, e discretamente comecei a rir dele.
— Que foi? Porque está rindo?
— Eu? Por nada não – comentei tentando conter o riso, principalmente quando o vi colocar uma almofada sobre seu colo, a qual logo tentei puxá-la, mas ele segurava ela bem firme – Deixa de ser chato, Christian. Me dá logo essa almofada para eu poder colocar na minha costa.
— Tem outras almofadas ali. Me deixa em paz – ele resmungou.
— Eu quero essa aí que é mais fofinha – falei já conseguindo tomar dele – Meu Deus você está de pau duro! – exclamei, fingindo estar em choque por aquilo.
Christian me encarou com os olhos semicerrados e com uma cara que dizia claramente que ele não tinha acreditado nem um pouco na veracidade do meu espanto.
— É melhor a gente ir dormir – ele falou e se inclinou para pegar o controle sobre a mesinha de centro, mas fui mais rápida e o peguei, já me levantando.
— Vamos assistir o filme até o final.
— Você nem gosta, Ana. E posso apostar que você já tá toda melada aí embaixo, então...
— Então nada – o interrompi e o mesmo se calou – E tira minha boceta no meio da conversa, ok?
— Só se me der o controle – Christian rebateu se levantando também e eu neguei com a cabeça.
Quando ele tentou pegar o controle de mim, eu dei a volta na mesinha e me sentei no canto do sofá, escondendo o controle ali. Bem que eu poderia desligar o DVD, mas provocar o Christian era a melhor coisa do mundo e eu não trocaria isso por nada.
— Ana, me dá o controle, por favor – ele pediu de novo, parando na minha frente.
— Nâ na ni na não – cantarolei sorrindo cinicamente e o puxei para sentar ao meu lado, já grudando em seu braço para que o mesmo não escapasse.
Christian, de raiva, não moveu um músculo sequer até os créditos finais do filme. E assim que eu desliguei a TV, ele se levantou e entrou no quarto.
— Não vai morrer na punheta ai não, hein!? – gritei, provocando-o, enquanto me levantava do sofá.
Pegando minhas coisas na bolsa que eu tinha trazido, fui até o banheiro, que se localizava fora do quarto, no final de um pequeno corredor, e tirei o vestido que usava, ficando só de lingerie.
Observava um pouco minha barriga, que já se encontrava com algumas estrias, quando de repente, a porta se abriu me assustando.
— Meu Deus! Tu quer me matar do coração, diabo? Não me assusta assim mais não – pedi brava e Christian se desculpou, então notei que ele ainda estava vestido – Pensei que você tivesse nas altas punhetas – comentei rindo.
— Porque que eu vou bater punheta, se tem uma boceta disponível bem ao meu alcance, hein? – ele me questionou se aproximando e parando atrás de mim.
O encarei pelo reflexo do espelho enquanto analisava a situação. Christian estava excitado e precisava foder. Enquanto que a mim, devido a gravidez, fazia cinco meses que minha boceta não recebia um bom trato de uma boca. Então, daria para fazermos um acordo que deixava os dois felizes.
— Vou pensar no seu caso – falei me fingindo de difícil, porque às vezes era mais divertido assim.
Christian sorriu e repousou suas mãos em meu quadril, porém ele as subiu bem devagar, ao longo da minha cintura, passando suas unhas sobre minha pele, que logo se arrepiou toda.
— Só isso? Acha mesmo que um arrepiozinho de nada vai me fazer liberar para você? – o provoquei, ainda encarando-o pelo espelho.
— Provavelmente, não – Christian disse e eu o vi aproximar sua boca do meu ouvido – Mas eu sei que as grávidas têm seus pontos sensíveis, então é só uma questão de tempo para eu achar os seus e te fazer ficar na palma da minha mão, gatinha.
— Até parece – retruquei em deboche, já me virando.
Christian sorriu e me beijou, enquanto eu sentia seus dedos deslizando pelos meus ombros, descendo as alças do sutiã. Logo meus seios estavam expostos e foi impossível conter um gemido ofegante quando meus mamilos foram levemente pressionados entre os dedos dele.
— Acho que encontrei o seu ponto fraco – Christian zombou entre nossas bocas e eu o empurrei de leve para longe de mim.
— Seu sem graça – resmunguei cruzando os braços sobre o busto – Tudo bem. A gente pode transar, mas é naquele esquema de sempre. Você me chupa, eu gozo e aí sim é que você está liberado para usar e abusar da minha boceta.
— Beleza. Quer aqui ou lá no quarto?
— Por acaso, tenho cara e corpo de atriz pornô para ficar transando em banheiros, Christian? – perguntei à medida que eu juntava minhas coisas e saía do banheiro.
— Deixa de ser chata, mulher. Não é só atriz pornô que transa em banheiro não. Pessoas normais também fazem isso – Christian falava enquanto íamos para o quarto.
— Te garanto que normais, nós não somos.
Joguei minhas coisas em um canto do quarto e me deitei na cama, apoiando-me nos cotovelos. Ele se despiu, depois tirou minha calcinha, jogando sei lá aonde, então se deitou entre minhas pernas.
— Esqueci de me limpar – comentei sabendo que ainda me encontrava toda melada.
— Não se preocupe. Eu te limpo, gatinha – ele disse dando uma piscadinha, fazendo-me sorrir e rolar os olhos.
Deitei à medida que Christian ia distribuindo beijos perto da minha boceta antes de tomá-la totalmente em sua boca. Enquanto sua língua me possuía, suas mãos passavam pela minha barriga, subindo em direção ao meus seios que Christian logo tratou de maltratá-los, apertando-os de leve, levando-me a loucura em questão de poucos minutos.
Assim que ele terminou de me limpar, após me fazer gozar, Christian foi subindo devagar, beijando minha barriga até chegar em meus seios onde passou a brincar com eles.
— Ai! Não chupa muito forte meu peito não, Christian – reclamei o encarando, então ele me beijou sussurrando um “Me desculpe” à medida que eu ia sentindo o mesmo enfiar seus dedos em mim.
— Agora é a minha vez de me divertir um pouquinho – ele disse, já se ajeitando melhor entre minhas pernas, pincelando seu pau na entrada da minha boceta, antes de me penetrar.
— Já enfiou esse negócio aí? Porque eu não senti nada – zombei segundos depois.
— Fresca! Eu ia te chupar depois de gozar, mas você tá muito gaiata pro meu gosto.
— Oh meu Deus, Christian! Tô sentindo o seu pauzão gostoso me arregaçando toda! – exclamei e ri enquanto o via rolar os olhos.
— Se continuar com a gracinha eu nunca mais te chupo nessa vida.
— Ai que meda! Vai acontecer a Terceira Guerra Mundial por causa disso – debochei fazendo ele sorrir.
Então o envolvi pelo pescoço, puxando-o para um beijo e logo em seguida comecei o meu showzinho de sempre para deixá-lo ainda mais excitado enquanto me fodia.
— Eu vou gozar – Christian anunciou minutos depois, meio ofegante, já me preenchendo com o seu gozo.
Ele beijou-me mais uma vez e saiu de dentro de mim. Deitando-se de costas, muito cansado.
— Você não sabe gozar em silêncio não? – indaguei encarando-o de lado.
— Gozar em silêncio? Como assim, criatura?
— Há necessidade de toda vez que você gozar dizer “Eu vou gozar”? Só goza e pronto. Não precisa ficar avisando Deus e o mundo disso.
Christian rolou os olhos e se inclinou beijando minha barriga.
— Filho, se prepara porque você vai ter uma mãe super chata.
— E um pai muito retardado também – rebati e ele riu vindo me beijar, mas desviei o rosto – Sai, seu doido.
Christian se levantou ainda rindo e o observei sair do quarto. Aproveitei que estava sozinha e fui pegar meu celular para avisar a Lana, já mandando uma mensagem no pv dela, bem a minha cara.
No minuto seguinte, chegou sua resposta.
Ainda bem, miga.
Tô aqui ansiosa para
saber os detalhes.
Que amanhã o quê?
Fiquei até agora esperando tu dá
sinal de vida, pois vai ter que me
contar agora. Ande logo.
Desembuche, mulher.
Sorri, voltando para a cama, já a respondendo no caminho.
Vcs transaram, não foi?
Aeeeeee... Arrasou!!!
Então isso quer dizer que
ele reagiu bem à notícia?
Que bom, miga. Tô muito feliz.
Agora vá dormir que amanhã
estarei linda e bela esperando
os detalhes picantes.
Coloquei o celular sobre a mesinha de cabeceira e me aconcheguei sob as cobertas. Logo o sono se apossou de mim, fazendo-me fechar os olhos, porém voltei a abri-los quando senti uma enorme vontade de fazer xixi.
Então, à muito custo e resmungando horrores, me levantei da cama e segui para o banheiro. Escutei Christian falar algo, mas não dei muito importância porque estava morrendo de sono e só queria dormir.
— Ei, doidinha! Acorda! Cê tá no vaso e não na cama. Vem banhar para espantar esse sono.
— Menino, eu quero é dormir, e não espantar o sono – resmunguei ainda de olhos fechados.
— Fedorenta assim é que não vai dormir comigo.
Abri os olhos e o encarei.
— Não tô fedendo não – falei e cheirei o braço fazendo logo uma careta – Eca. Tô fedendo mesmo.
— Eu sempre estou certo – Christian disse convencido e eu dei dedo para ele, antes de levantar do vaso – Deixa de enrolar e vem logo, gambazinha.
— Gambazinha é o seu toba! – exclamei emburrada, já o empurrando para o lado, a fim de poder entrar no box também.
Já passava um pouco da metade do filme, eu acho, quando olhei de relance para Christian e notei ele muito concentrado no filme, porém meio incomodado com algo, pois o mesmo se ajeitava a quase todo momento.
Então desci o olhar para sua calça, já deduzindo o que seria o incômodo, e notei o volume crescente em sua calça. Minha raiva e o meu tédio passaram na hora, e discretamente comecei a rir dele.
— Que foi? Porque está rindo?
— Eu? Por nada não – comentei tentando conter o riso, principalmente quando o vi colocar uma almofada sobre seu colo, a qual logo tentei puxá-la, mas ele segurava ela bem firme – Deixa de ser chato, Christian. Me dá logo essa almofada para eu poder colocar na minha costa.
— Tem outras almofadas ali. Me deixa em paz – ele resmungou.
— Eu quero essa aí que é mais fofinha – falei já conseguindo tomar dele – Meu Deus você está de pau duro! – exclamei, fingindo estar em choque por aquilo.
Christian me encarou com os olhos semicerrados e com uma cara que dizia claramente que ele não tinha acreditado nem um pouco na veracidade do meu espanto.
— É melhor a gente ir dormir – ele falou e se inclinou para pegar o controle sobre a mesinha de centro, mas fui mais rápida e o peguei, já me levantando.
— Vamos assistir o filme até o final.
— Você nem gosta, Ana. E posso apostar que você já tá toda melada aí embaixo, então...
— Então nada – o interrompi e o mesmo se calou – E tira minha boceta no meio da conversa, ok?
— Só se me der o controle – Christian rebateu se levantando também e eu neguei com a cabeça.
Quando ele tentou pegar o controle de mim, eu dei a volta na mesinha e me sentei no canto do sofá, escondendo o controle ali. Bem que eu poderia desligar o DVD, mas provocar o Christian era a melhor coisa do mundo e eu não trocaria isso por nada.
— Ana, me dá o controle, por favor – ele pediu de novo, parando na minha frente.
— Nâ na ni na não – cantarolei sorrindo cinicamente e o puxei para sentar ao meu lado, já grudando em seu braço para que o mesmo não escapasse.
Christian, de raiva, não moveu um músculo sequer até os créditos finais do filme. E assim que eu desliguei a TV, ele se levantou e entrou no quarto.
— Não vai morrer na punheta ai não, hein!? – gritei, provocando-o, enquanto me levantava do sofá.
Pegando minhas coisas na bolsa que eu tinha trazido, fui até o banheiro, que se localizava fora do quarto, no final de um pequeno corredor, e tirei o vestido que usava, ficando só de lingerie.
Observava um pouco minha barriga, que já se encontrava com algumas estrias, quando de repente, a porta se abriu me assustando.
— Meu Deus! Tu quer me matar do coração, diabo? Não me assusta assim mais não – pedi brava e Christian se desculpou, então notei que ele ainda estava vestido – Pensei que você tivesse nas altas punhetas – comentei rindo.
— Porque que eu vou bater punheta, se tem uma boceta disponível bem ao meu alcance, hein? – ele me questionou se aproximando e parando atrás de mim.
O encarei pelo reflexo do espelho enquanto analisava a situação. Christian estava excitado e precisava foder. Enquanto que a mim, devido a gravidez, fazia cinco meses que minha boceta não recebia um bom trato de uma boca. Então, daria para fazermos um acordo que deixava os dois felizes.
— Vou pensar no seu caso – falei me fingindo de difícil, porque às vezes era mais divertido assim.
Christian sorriu e repousou suas mãos em meu quadril, porém ele as subiu bem devagar, ao longo da minha cintura, passando suas unhas sobre minha pele, que logo se arrepiou toda.
— Só isso? Acha mesmo que um arrepiozinho de nada vai me fazer liberar para você? – o provoquei, ainda encarando-o pelo espelho.
— Provavelmente, não – Christian disse e eu o vi aproximar sua boca do meu ouvido – Mas eu sei que as grávidas têm seus pontos sensíveis, então é só uma questão de tempo para eu achar os seus e te fazer ficar na palma da minha mão, gatinha.
— Até parece – retruquei em deboche, já me virando.
Christian sorriu e me beijou, enquanto eu sentia seus dedos deslizando pelos meus ombros, descendo as alças do sutiã. Logo meus seios estavam expostos e foi impossível conter um gemido ofegante quando meus mamilos foram levemente pressionados entre os dedos dele.
— Acho que encontrei o seu ponto fraco – Christian zombou entre nossas bocas e eu o empurrei de leve para longe de mim.
— Seu sem graça – resmunguei cruzando os braços sobre o busto – Tudo bem. A gente pode transar, mas é naquele esquema de sempre. Você me chupa, eu gozo e aí sim é que você está liberado para usar e abusar da minha boceta.
— Beleza. Quer aqui ou lá no quarto?
— Por acaso, tenho cara e corpo de atriz pornô para ficar transando em banheiros, Christian? – perguntei à medida que eu juntava minhas coisas e saía do banheiro.
— Deixa de ser chata, mulher. Não é só atriz pornô que transa em banheiro não. Pessoas normais também fazem isso – Christian falava enquanto íamos para o quarto.
— Te garanto que normais, nós não somos.
Joguei minhas coisas em um canto do quarto e me deitei na cama, apoiando-me nos cotovelos. Ele se despiu, depois tirou minha calcinha, jogando sei lá aonde, então se deitou entre minhas pernas.
— Esqueci de me limpar – comentei sabendo que ainda me encontrava toda melada.
— Não se preocupe. Eu te limpo, gatinha – ele disse dando uma piscadinha, fazendo-me sorrir e rolar os olhos.
Deitei à medida que Christian ia distribuindo beijos perto da minha boceta antes de tomá-la totalmente em sua boca. Enquanto sua língua me possuía, suas mãos passavam pela minha barriga, subindo em direção ao meus seios que Christian logo tratou de maltratá-los, apertando-os de leve, levando-me a loucura em questão de poucos minutos.
— Já enfiou esse negócio aí? Porque eu não senti nada – zombei segundos depois.
— Fresca! Eu ia te chupar depois de gozar, mas você tá muito gaiata pro meu gosto.
— Oh meu Deus, Christian! Tô sentindo o seu pauzão gostoso me arregaçando toda! – exclamei e ri enquanto o via rolar os olhos.
— Se continuar com a gracinha eu nunca mais te chupo nessa vida.
— Ai que meda! Vai acontecer a Terceira Guerra Mundial por causa disso – debochei fazendo ele sorrir.
Então o envolvi pelo pescoço, puxando-o para um beijo e logo em seguida comecei o meu showzinho de sempre para deixá-lo ainda mais excitado enquanto me fodia.
Ele beijou-me mais uma vez e saiu de dentro de mim. Deitando-se de costas, muito cansado.
— Você não sabe gozar em silêncio não? – indaguei encarando-o de lado.
— Gozar em silêncio? Como assim, criatura?
— Há necessidade de toda vez que você gozar dizer “Eu vou gozar”? Só goza e pronto. Não precisa ficar avisando Deus e o mundo disso.
Christian rolou os olhos e se inclinou beijando minha barriga.
— Filho, se prepara porque você vai ter uma mãe super chata.
— E um pai muito retardado também – rebati e ele riu vindo me beijar, mas desviei o rosto – Sai, seu doido.
Christian se levantou ainda rindo e o observei sair do quarto. Aproveitei que estava sozinha e fui pegar meu celular para avisar a Lana, já mandando uma mensagem no pv dela, bem a minha cara.
Tô viva!!!
No minuto seguinte, chegou sua resposta.
Ainda bem, miga.
Tô aqui ansiosa para
saber os detalhes.
Amanhã te conto.
Que amanhã o quê?
Fiquei até agora esperando tu dá
sinal de vida, pois vai ter que me
contar agora. Ande logo.
Desembuche, mulher.
Sorri, voltando para a cama, já a respondendo no caminho.
kkkkkkk.
Mermã, eu tô com sono e
cansada. Amanhã te conto
tudinho.
Vcs transaram, não foi?
Sim.
Aeeeeee... Arrasou!!!
Então isso quer dizer que
ele reagiu bem à notícia?
Sim. Deu tudo certo.
Que bom, miga. Tô muito feliz.
Agora vá dormir que amanhã
estarei linda e bela esperando
os detalhes picantes.
Coloquei o celular sobre a mesinha de cabeceira e me aconcheguei sob as cobertas. Logo o sono se apossou de mim, fazendo-me fechar os olhos, porém voltei a abri-los quando senti uma enorme vontade de fazer xixi.
Então, à muito custo e resmungando horrores, me levantei da cama e segui para o banheiro. Escutei Christian falar algo, mas não dei muito importância porque estava morrendo de sono e só queria dormir.
— Ei, doidinha! Acorda! Cê tá no vaso e não na cama. Vem banhar para espantar esse sono.
— Menino, eu quero é dormir, e não espantar o sono – resmunguei ainda de olhos fechados.
— Fedorenta assim é que não vai dormir comigo.
Abri os olhos e o encarei.
— Não tô fedendo não – falei e cheirei o braço fazendo logo uma careta – Eca. Tô fedendo mesmo.
— Eu sempre estou certo – Christian disse convencido e eu dei dedo para ele, antes de levantar do vaso – Deixa de enrolar e vem logo, gambazinha.
— Gambazinha é o seu toba! – exclamei emburrada, já o empurrando para o lado, a fim de poder entrar no box também.

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