ANASTASIA
Depois do almoço, Christian subiu para o antigo quarto dele e foi se deitar, pois o mesmo se encontrava cansado. Já eu, fiquei ali no quintal, conversando com o pessoal e cuidando da filha dele, que aos poucos foi se enturmando mais com as outras crianças.
Pouco tempo depois, Grace pegou Leah no colo, que se encontrava cochilando com a cabeça apoiada sobre minhas pernas, e saiu com a Maya que estava com a pequena Karessa nos braços, que também tinha caído no sono, provavelmente cansadinha.
— Fui lá dar uma olhada em Christian. Ainda bem que ele está capotado, dormindo agora, porque do jeito que o corpo dele está, meu filho não vai nem conseguir deitar na cama hoje à noite – minha sogra comentou, retornando minutos depois com a filha.
— Muito bem feito. Por falta de aviso não foi – murmurei.
— Ana, não deixa o Christian comer camarão mais não, senão ele pode ser preso por praticar Canibalismo – Elliot soltou do nada, fazendo a gente cair na risada.
— Essa foi boa, irmão – disse Etienne, bebendo sua cerveja.
— Até parece que vocês não estão vermelhos também – Mia comentou.
— Estamos. Mas não a nível camarão, porque a gente passou protetor solar duas vezes. O bisonho do Christian que não se cuidou – Elliot respondeu a irmã.
— Eu só sei que ele não vai dormir comigo hoje – informei, bebendo um pouco de água.
— Casou com ele, vai ter que aguentar a cruz, mana – Ella zombou, rindo, e eu apenas dei um meio sorriso.
Era por volta das cinco horas, quando Christian desceu, aparecendo na varanda dos fundos. Eu tinha acabado de sair da piscina, onde estava em companhia das mulheres e das crianças, já que os homens se encontravam jogando Poker e bebendo. Assim que o viram, os irmãos e os cunhados dele começaram a rir e a zoar dele, o chamando de “Sr. Camarão”, “Seu Sirigueijo”, “Sr. Pimentão” e “Patrick” enquanto eu me aproximei do mesmo.
— Vamos embora, amor? Eu não tô legal – Christian disse, fazendo uma cara de cachorro abandonado que, para falar a verdade, me deu até um pouco de pena dele.
— Tudo bem, querido.
Peguei no braço de Christian, por reflexo, e ele gemeu de dor, fazendo careta.
— Desculpe. Vai vestir sua roupa ou pelo menos o short...
— Não consigo. Eu tentei, mas ardeu tudo.
— Viu só quando você não me ouve?
— Ai, filho. Porque você não passou protetor solar como a Ana pediu? – inquiriu minha sogra, parando ao meu lado.
— Porque ele é uma anta quadrada – resmunguei, indo arrumar a bolsa que tínhamos trazido.
— Eu acho que Christian queria era uma vaga como Patrick Estrela no Live Action do Bob Esponja – um dos cunhados dele comentou, já fazendo os demais da mesa rirem.
Assim que terminei de arrumar as coisas, chamei Leah que estava com a minha irmã na piscina, e nos despedimos dos demais. Ella e Jack preferiram sair junto com a gente então fomos para os nossos carros, comigo e minha irmã no volante de ambos, pois Jack estava meio alto das cervejas que havia tomado durante o dia, já Christian era porque o mesmo mal estava aguentando se mexer ao andar.
Quando chegamos em casa, eu dei um remédio de dor para ele e o mandei subir para o nosso quarto, a fim do mesmo poder descansar e ficar imóvel na cama, já que qualquer movimento lhe causava dor.
Após pedir o nosso jantar e o mesmo chegar minutos depois, eu e a Leah comemos. Depois subi com ela e a preparei para dormir. Fiquei assistindo televisão com a mesma, no quarto dela, até que Leah adormeceu. Então, me dirigi até o meu quarto, para tomar um banho e ver como meu marido estava.
— Christian? – indaguei, entrando, já sentindo o local muito frio.
— Oi, amor...
Ele se encontrava pelado, sentado sobre uma toalha na beirada da cama, e de frente para o ar condicionado, que logo notei que o mesmo estava em 16ºC.
— Porque você está com o ar condicionado no mínimo?
— Eu estou com o corpo pegando o fogo. Me joguei uma água faz uns minutos e estou aqui, tentando ver se melhoro da queimação e ardência.
— Isso que dar não me ouvir, Christian.
“Aff! Agora vou ter que dormir num iglu por causa da teimosia dele!” pensei, bufando emburrada, e ele percebeu o meu aborrecimento, pois o mesmo se virou um pouco, meio devagar e me encarou.
— Tome – Christian disse, me passando o controle – Pode aumentar a temperatura se quiser.
Mesmo ele merecendo uns bons tapas naquela pele avermelhada dele, percebi que Christian realmente tava sofrendo com aquela situação toda. Então suspirei, negando o aumento da temperatura e saí rumo ao banheiro, informando que iria ver se encontrava algum gel refrescante para passar nele.
— Achei esse aqui, que eu uso. Tá na metade. Amanhã eu compro mais. Fica de pé – informei, me aproximando de Christian que apenas assentiu com cabeça e se levantou da cama – Vou passar mais reforçado nos seus ombros e nas costas, daí você vai ter que dormir de bruços, mesmo com o peito e o resto do corpo vermelho também.
— Tudo bem, amor. O peito não incomoda tanto assim não. É mais as costas e aqui no rosto – ele murmurou, me indicando o local.
Assenti e comecei a passar o gel em Christian, bem devagar e com muito cuidado para que meus dedos não ficasse encostando muito na pele dele.
Depois do almoço, Christian subiu para o antigo quarto dele e foi se deitar, pois o mesmo se encontrava cansado. Já eu, fiquei ali no quintal, conversando com o pessoal e cuidando da filha dele, que aos poucos foi se enturmando mais com as outras crianças.
Pouco tempo depois, Grace pegou Leah no colo, que se encontrava cochilando com a cabeça apoiada sobre minhas pernas, e saiu com a Maya que estava com a pequena Karessa nos braços, que também tinha caído no sono, provavelmente cansadinha.
— Fui lá dar uma olhada em Christian. Ainda bem que ele está capotado, dormindo agora, porque do jeito que o corpo dele está, meu filho não vai nem conseguir deitar na cama hoje à noite – minha sogra comentou, retornando minutos depois com a filha.
— Muito bem feito. Por falta de aviso não foi – murmurei.
— Ana, não deixa o Christian comer camarão mais não, senão ele pode ser preso por praticar Canibalismo – Elliot soltou do nada, fazendo a gente cair na risada.
— Essa foi boa, irmão – disse Etienne, bebendo sua cerveja.
— Até parece que vocês não estão vermelhos também – Mia comentou.
— Estamos. Mas não a nível camarão, porque a gente passou protetor solar duas vezes. O bisonho do Christian que não se cuidou – Elliot respondeu a irmã.
— Eu só sei que ele não vai dormir comigo hoje – informei, bebendo um pouco de água.
— Casou com ele, vai ter que aguentar a cruz, mana – Ella zombou, rindo, e eu apenas dei um meio sorriso.
★ ★ ★ ★ ★
Era por volta das cinco horas, quando Christian desceu, aparecendo na varanda dos fundos. Eu tinha acabado de sair da piscina, onde estava em companhia das mulheres e das crianças, já que os homens se encontravam jogando Poker e bebendo. Assim que o viram, os irmãos e os cunhados dele começaram a rir e a zoar dele, o chamando de “Sr. Camarão”, “Seu Sirigueijo”, “Sr. Pimentão” e “Patrick” enquanto eu me aproximei do mesmo.
— Vamos embora, amor? Eu não tô legal – Christian disse, fazendo uma cara de cachorro abandonado que, para falar a verdade, me deu até um pouco de pena dele.
— Tudo bem, querido.
Peguei no braço de Christian, por reflexo, e ele gemeu de dor, fazendo careta.
— Desculpe. Vai vestir sua roupa ou pelo menos o short...
— Não consigo. Eu tentei, mas ardeu tudo.
— Viu só quando você não me ouve?
— Ai, filho. Porque você não passou protetor solar como a Ana pediu? – inquiriu minha sogra, parando ao meu lado.
— Porque ele é uma anta quadrada – resmunguei, indo arrumar a bolsa que tínhamos trazido.
— Eu acho que Christian queria era uma vaga como Patrick Estrela no Live Action do Bob Esponja – um dos cunhados dele comentou, já fazendo os demais da mesa rirem.
Assim que terminei de arrumar as coisas, chamei Leah que estava com a minha irmã na piscina, e nos despedimos dos demais. Ella e Jack preferiram sair junto com a gente então fomos para os nossos carros, comigo e minha irmã no volante de ambos, pois Jack estava meio alto das cervejas que havia tomado durante o dia, já Christian era porque o mesmo mal estava aguentando se mexer ao andar.
★ ★ ★ ★ ★
Quando chegamos em casa, eu dei um remédio de dor para ele e o mandei subir para o nosso quarto, a fim do mesmo poder descansar e ficar imóvel na cama, já que qualquer movimento lhe causava dor.
Após pedir o nosso jantar e o mesmo chegar minutos depois, eu e a Leah comemos. Depois subi com ela e a preparei para dormir. Fiquei assistindo televisão com a mesma, no quarto dela, até que Leah adormeceu. Então, me dirigi até o meu quarto, para tomar um banho e ver como meu marido estava.
— Christian? – indaguei, entrando, já sentindo o local muito frio.
— Oi, amor...
Ele se encontrava pelado, sentado sobre uma toalha na beirada da cama, e de frente para o ar condicionado, que logo notei que o mesmo estava em 16ºC.
— Porque você está com o ar condicionado no mínimo?
— Eu estou com o corpo pegando o fogo. Me joguei uma água faz uns minutos e estou aqui, tentando ver se melhoro da queimação e ardência.
— Isso que dar não me ouvir, Christian.
“Aff! Agora vou ter que dormir num iglu por causa da teimosia dele!” pensei, bufando emburrada, e ele percebeu o meu aborrecimento, pois o mesmo se virou um pouco, meio devagar e me encarou.
— Tome – Christian disse, me passando o controle – Pode aumentar a temperatura se quiser.
Mesmo ele merecendo uns bons tapas naquela pele avermelhada dele, percebi que Christian realmente tava sofrendo com aquela situação toda. Então suspirei, negando o aumento da temperatura e saí rumo ao banheiro, informando que iria ver se encontrava algum gel refrescante para passar nele.
— Achei esse aqui, que eu uso. Tá na metade. Amanhã eu compro mais. Fica de pé – informei, me aproximando de Christian que apenas assentiu com cabeça e se levantou da cama – Vou passar mais reforçado nos seus ombros e nas costas, daí você vai ter que dormir de bruços, mesmo com o peito e o resto do corpo vermelho também.
— Tudo bem, amor. O peito não incomoda tanto assim não. É mais as costas e aqui no rosto – ele murmurou, me indicando o local.
Assenti e comecei a passar o gel em Christian, bem devagar e com muito cuidado para que meus dedos não ficasse encostando muito na pele dele.

Nenhum comentário:
Postar um comentário