ANASTASIA
— Faltou só a doidinha da Ivy aqui para zoar do Christian também – ouvi minha irmã dizer, então a encarei.
— Ela já sabe, Ella. Contei ontem a tarde para a Ivy.
— Como assim eu não sou a primeira a saber do sexo dos meus próprios sobrinhos? Tô magoada, viu sua buchuda?
— Você supera, mana – comentei, rindo, vendo ela me dar língua – Mas, pessoal, eu e Christian estávamos brincando. Não serão todas meninas. Buchudinha 2, por favor, faça as honras – falei para minha irmã, indicando o bolo.
Grace então foi pegar uma faca enquanto eu chamava os homens que jogavam bola. Eles logo vieram para a varanda, aproveitando e comendo também um pouco da carne que Carrick havia deixado ali para nós, minutos antes.
— Quer ir depois para a piscina com o papai? – Christian perguntou, pegando Leah no colo, já se sentando ao meu lado com ela sobre suas pernas.
— Depois passe protetor solar em você, querido – avisei, após a menina assentir a pergunta dele.
Christian ia me responder quando minha irmã gritou um “Uhull!”, fazendo eu olhar para ela e ver que a mesma já tinha tirado uma fatia do bolo, revelando a todos que teríamos dois meninos e uma menina.
— Não sei porque está comemorando, Ella. Você perdeu o bolão, lembra? – comentei, rindo e ela fechou a cara.
— Aff! Não estraga a minha felicidade momentânea, oh gêmea do mal.
Grace então pegou o envelope com o dinheiro das apostas e a lista de quem havia apostado no quê e eu li os nomes dos ganhadores que tinham sido minha sogra, Eloise, Owen e eu, é claro. Após as felicitações de todos e de comermos o bolo, que não era muito grande, Christian se levantou, pegando na mãozinha da Leah e chamou as outras crianças para irem para a piscina.
— Não vai passar protetor em você? – inquiri, estendendo o frasco à ele.
— Eu tô de boa, amor. O sol nem está quente. E eu vou estar dentro d’água também.
— Nada a ver isso, Christian. Se for por preguiça, eu passo em você.
Ele negou, me dando um selinho rápido, já saindo com a gurizada e o resto do pessoal, me deixando apenas com a mãe dele, meu sogro que se encontrava assando a carne e com a Kate que estava dando de mamar para a Alice.
— Eu não vou chamar ele para passar mais nada não. Que Christian torre no sol então – resmunguei, emburrada.
— Toda vida ele foi ruim de protetor, Ana – informou Grace, sorrindo, me dando mais um copo com suco e se sentando perto de mim em seguida.
— Obrigada. O problema é que Christian vai acabar se queimando todo, depois vai ficar reclamando, me enchendo o saco e eu não vou pensar duas vezes em colocar ele para dormir no sofá da sala, bem longe de mim.
— É as consequências das escolhas dele, querida.
— E pode apostar que ele vai ter que arcar com elas, senão não me chamo Anastasia Steele-Grey.
Os três riram.
— Vão dormir hoje aqui, Ana? – indagou Carrick.
— Se Christian quiser, ele e Leah podem dormir, já que o mesmo está de férias do trabalho dele, mas eu tenho que trabalhar cedo amanhã então não poderei ficar, sogro – informei, dando um gole em meu suco e comendo um pouco de carne.
— Cuidado com a sua diabetes, amor! – Christian gritou da piscina e eu o encarei.
— Da minha saúde, cuido eu. Trate de cuidar da sua e venha passar o protetor solar para não pegar um câncer de pele! – rebati, gritando também, mas ele apenas me ignorou, virando de costas, fazendo-me bufar de raiva.
“Desisto dessa desgraça! Não sou nem mãe dele para ficar adulando. Que vire um camarão! Eu não ligo mais!” pensei, respirando fundo.
— Meu filho me contou que você anda ultimamente muito cansada.
— Sim, Grace. Acho que é por causa dos bebês – murmurei, acariciando a minha barriga – A cada dia ela cresce mais. Não sei onde vou parar.
— O tempo passa rápido, Ana. Logo você se livra dela – Kate falou rindo, fazendo a gente rir também.
— Li que gravidez de gêmeos ou de múltiplos nem sempre vai até os nove meses de gestação – minha sogra complementou.
— Não sei se levanto meus braços para o alto e digo “Amém” ou se fico preocupada com isso.
— Vai dá tudo certo – Grace disse, sorrindo e eu assenti.
Continuamos conversando por um tempo até que minha sogra chamou a todos para o almoço.
— Você já tá vermelho, Christian – briguei com ele, fechando a cara, com o mesmo se aproximou.
— Relaxe, amor... – o safado disse, me abraçando pelos ombros – Você fica muito gostosa quando tá com essa cara de pitbull raivoso – Christian sussurrou no meu ouvido, beijando minha bochecha.
Apenas o empurrei, me desvencilhando dele, que sorria, e peguei na mãozinha da Leah, chamando-a para me dizer o que ela queria comer, já me afastando de Christian, indo rumo à grande mesa onde iríamos nos sentar para comer, e que se encontrava ornamentada com várias travessas e panelas de comida.
— Faltou só a doidinha da Ivy aqui para zoar do Christian também – ouvi minha irmã dizer, então a encarei.
— Ela já sabe, Ella. Contei ontem a tarde para a Ivy.
— Como assim eu não sou a primeira a saber do sexo dos meus próprios sobrinhos? Tô magoada, viu sua buchuda?
— Você supera, mana – comentei, rindo, vendo ela me dar língua – Mas, pessoal, eu e Christian estávamos brincando. Não serão todas meninas. Buchudinha 2, por favor, faça as honras – falei para minha irmã, indicando o bolo.
Grace então foi pegar uma faca enquanto eu chamava os homens que jogavam bola. Eles logo vieram para a varanda, aproveitando e comendo também um pouco da carne que Carrick havia deixado ali para nós, minutos antes.
— Quer ir depois para a piscina com o papai? – Christian perguntou, pegando Leah no colo, já se sentando ao meu lado com ela sobre suas pernas.
— Depois passe protetor solar em você, querido – avisei, após a menina assentir a pergunta dele.
Christian ia me responder quando minha irmã gritou um “Uhull!”, fazendo eu olhar para ela e ver que a mesma já tinha tirado uma fatia do bolo, revelando a todos que teríamos dois meninos e uma menina.
— Não sei porque está comemorando, Ella. Você perdeu o bolão, lembra? – comentei, rindo e ela fechou a cara.
— Aff! Não estraga a minha felicidade momentânea, oh gêmea do mal.
Grace então pegou o envelope com o dinheiro das apostas e a lista de quem havia apostado no quê e eu li os nomes dos ganhadores que tinham sido minha sogra, Eloise, Owen e eu, é claro. Após as felicitações de todos e de comermos o bolo, que não era muito grande, Christian se levantou, pegando na mãozinha da Leah e chamou as outras crianças para irem para a piscina.
— Não vai passar protetor em você? – inquiri, estendendo o frasco à ele.
— Eu tô de boa, amor. O sol nem está quente. E eu vou estar dentro d’água também.
— Nada a ver isso, Christian. Se for por preguiça, eu passo em você.
Ele negou, me dando um selinho rápido, já saindo com a gurizada e o resto do pessoal, me deixando apenas com a mãe dele, meu sogro que se encontrava assando a carne e com a Kate que estava dando de mamar para a Alice.
— Eu não vou chamar ele para passar mais nada não. Que Christian torre no sol então – resmunguei, emburrada.
— Toda vida ele foi ruim de protetor, Ana – informou Grace, sorrindo, me dando mais um copo com suco e se sentando perto de mim em seguida.
— Obrigada. O problema é que Christian vai acabar se queimando todo, depois vai ficar reclamando, me enchendo o saco e eu não vou pensar duas vezes em colocar ele para dormir no sofá da sala, bem longe de mim.
— É as consequências das escolhas dele, querida.
— E pode apostar que ele vai ter que arcar com elas, senão não me chamo Anastasia Steele-Grey.
Os três riram.
— Vão dormir hoje aqui, Ana? – indagou Carrick.
— Se Christian quiser, ele e Leah podem dormir, já que o mesmo está de férias do trabalho dele, mas eu tenho que trabalhar cedo amanhã então não poderei ficar, sogro – informei, dando um gole em meu suco e comendo um pouco de carne.
— Cuidado com a sua diabetes, amor! – Christian gritou da piscina e eu o encarei.
— Da minha saúde, cuido eu. Trate de cuidar da sua e venha passar o protetor solar para não pegar um câncer de pele! – rebati, gritando também, mas ele apenas me ignorou, virando de costas, fazendo-me bufar de raiva.
“Desisto dessa desgraça! Não sou nem mãe dele para ficar adulando. Que vire um camarão! Eu não ligo mais!” pensei, respirando fundo.
— Meu filho me contou que você anda ultimamente muito cansada.
— Sim, Grace. Acho que é por causa dos bebês – murmurei, acariciando a minha barriga – A cada dia ela cresce mais. Não sei onde vou parar.
— O tempo passa rápido, Ana. Logo você se livra dela – Kate falou rindo, fazendo a gente rir também.
— Li que gravidez de gêmeos ou de múltiplos nem sempre vai até os nove meses de gestação – minha sogra complementou.
— Não sei se levanto meus braços para o alto e digo “Amém” ou se fico preocupada com isso.
— Vai dá tudo certo – Grace disse, sorrindo e eu assenti.
Continuamos conversando por um tempo até que minha sogra chamou a todos para o almoço.
— Você já tá vermelho, Christian – briguei com ele, fechando a cara, com o mesmo se aproximou.
— Relaxe, amor... – o safado disse, me abraçando pelos ombros – Você fica muito gostosa quando tá com essa cara de pitbull raivoso – Christian sussurrou no meu ouvido, beijando minha bochecha.
Apenas o empurrei, me desvencilhando dele, que sorria, e peguei na mãozinha da Leah, chamando-a para me dizer o que ela queria comer, já me afastando de Christian, indo rumo à grande mesa onde iríamos nos sentar para comer, e que se encontrava ornamentada com várias travessas e panelas de comida.

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