ANASTASIA
Estava morta de cansada e com um pouco de sono, pois só havia conseguido dormir umas três horas e meia nessa madrugada. Todavia, eu não poderia me dar ao luxo de faltar hoje no trabalho, devido o compromisso que tenho com meus pacientes. Pela manhã, eu recebi um telefonema do Dr. Desmond Kelleher, que era o diretor da UBC Faculty of Medicine, uma renomada faculdade de Medicina, localizada em Vancouver, no Canadá.
O mesmo tinha entrado em contato comigo para me convidar a ir até a universidade, a fim de que eu pudesse ministrar uma palestra para os alunos, sobre o meu trabalho no ramo da Sexologia. Não pude recusar o convite e isso fez com que meus planos de viajar numa pré-lua de mel para os Alpes Suíços fossem por água a abaixo, pois a palestra seria no sábado a tarde.
Outra coisa que estava me deixando um pouco incomodada, era essa nova realidade na vida do Christian. De que o mesmo possuía uma filha com a ex-noiva. Ele havia me garantido de que não existia nenhuma possibilidade de acontecer algo entre eles e eu dei um voto de confiança. Entretanto, me encontrava bastante receosa com esse encontro aqui na clínica, na presença da mãe da menina, além de perdida em como agir com a garota.
“Espero que corra tudo bem e que essa menina não me odeie” pensei, após ler a mensagem de Christian, me informando de que eles passariam às cinco e meia para irmos tomar sorvete no porto.
Isso não atrapalhou a minha agenda de atendimentos daquele dia, pois eu tinha deixado o horário das cinco da tarde às sete e meia da noite, reservado exclusivamente para eu poder ver as coisas do nosso casamento. Terminei de atender meu paciente e o acompanhei até a recepção, onde vi Christian, de relance, sentado no sofá da sala de espera.
À sua frente, em meio às suas pernas, se encontrava uma garotinha de vestido estampado e com um tipo de presilha na lateral do cabelo.
Ambos falavam baixinho, sorrindo entre si, que nem notaram minha presença ali na recepção também.
— Até a próxima semana – falei para o meu paciente, chamando a atenção de Christian que me olhou.
— Até, doutora!
— Consegui cancelar as passagens e a reserva do chalé, Dra. Steele – Sammy me avisou e eu agradeci, antes de me aproximar de Christian.
— Oi, querido.
— Oi, amor. Qual o lance das passagens e da reserva? – ele inquiriu à medida que eu me sentava ao seu lado.
— Eu tinha planejado uma viagem para nós dois passarmos esse final de semana nos Alpes Suíços, mas hoje cedo me convidaram para dar uma palestra em Vancouver e vai ser no sábado a tarde – murmurei, dando de ombros e olhei para a garotinha que me encarava atentamente – Mas agora eu quero saber, quem é essa bonequinha linda?
— Essa é a Leah. Filha, essa daqui é a Ana – Christian nos apresentou, colocando a pequena em seu colo.
— Oi, Leah – falei, fazendo imediatamente a menina esconder seu rostinho contra o peito de Christian.
— Ela é um pouco tímida – ele informou, olhando-me com um sorriso – Da “Oi” para a Ana, meu amor – Christian pediu, todo carinhoso e a menina me encarou de novo, toda vermelhinha.
— Oi, Ana.
Sorri e olhei para o Christian.
— A mãe dela está lá fora?
— Não. Estamos só nós dois. Leila teve que sair no meio do passeio no aquário para atender uma chamada de emergência no hospital. Leah vai ficar conosco até a Leila pegar ela lá em casa. E o que a gente veio fazer aqui, filha?
— Conhecer a Ana e tomar sorvete com ela – Leah falou, baixinho, antes de dar um sorriso tímido.
— Isso mesmo.
— Então, vamos logo! Eu só preciso pegar minha bolsa – informei e Christian assentiu.
Me levantei do sofá e retornei ao meu consultório, já pegando minha bolsa que se encontrava sobre o canto da mesa. Depois, voltei para a recepção e me despedi de Samantha.
Christian então pegou Leah no colo e ofereceu sua outra mão para mim, que logo a segurei à medida que saíamos da clínica.
Estava morta de cansada e com um pouco de sono, pois só havia conseguido dormir umas três horas e meia nessa madrugada. Todavia, eu não poderia me dar ao luxo de faltar hoje no trabalho, devido o compromisso que tenho com meus pacientes. Pela manhã, eu recebi um telefonema do Dr. Desmond Kelleher, que era o diretor da UBC Faculty of Medicine, uma renomada faculdade de Medicina, localizada em Vancouver, no Canadá.
O mesmo tinha entrado em contato comigo para me convidar a ir até a universidade, a fim de que eu pudesse ministrar uma palestra para os alunos, sobre o meu trabalho no ramo da Sexologia. Não pude recusar o convite e isso fez com que meus planos de viajar numa pré-lua de mel para os Alpes Suíços fossem por água a abaixo, pois a palestra seria no sábado a tarde.
Outra coisa que estava me deixando um pouco incomodada, era essa nova realidade na vida do Christian. De que o mesmo possuía uma filha com a ex-noiva. Ele havia me garantido de que não existia nenhuma possibilidade de acontecer algo entre eles e eu dei um voto de confiança. Entretanto, me encontrava bastante receosa com esse encontro aqui na clínica, na presença da mãe da menina, além de perdida em como agir com a garota.
“Espero que corra tudo bem e que essa menina não me odeie” pensei, após ler a mensagem de Christian, me informando de que eles passariam às cinco e meia para irmos tomar sorvete no porto.
Isso não atrapalhou a minha agenda de atendimentos daquele dia, pois eu tinha deixado o horário das cinco da tarde às sete e meia da noite, reservado exclusivamente para eu poder ver as coisas do nosso casamento. Terminei de atender meu paciente e o acompanhei até a recepção, onde vi Christian, de relance, sentado no sofá da sala de espera.
À sua frente, em meio às suas pernas, se encontrava uma garotinha de vestido estampado e com um tipo de presilha na lateral do cabelo.
— Até a próxima semana – falei para o meu paciente, chamando a atenção de Christian que me olhou.
— Até, doutora!
— Consegui cancelar as passagens e a reserva do chalé, Dra. Steele – Sammy me avisou e eu agradeci, antes de me aproximar de Christian.
— Oi, querido.
— Oi, amor. Qual o lance das passagens e da reserva? – ele inquiriu à medida que eu me sentava ao seu lado.
— Eu tinha planejado uma viagem para nós dois passarmos esse final de semana nos Alpes Suíços, mas hoje cedo me convidaram para dar uma palestra em Vancouver e vai ser no sábado a tarde – murmurei, dando de ombros e olhei para a garotinha que me encarava atentamente – Mas agora eu quero saber, quem é essa bonequinha linda?
— Essa é a Leah. Filha, essa daqui é a Ana – Christian nos apresentou, colocando a pequena em seu colo.
— Oi, Leah – falei, fazendo imediatamente a menina esconder seu rostinho contra o peito de Christian.
— Ela é um pouco tímida – ele informou, olhando-me com um sorriso – Da “Oi” para a Ana, meu amor – Christian pediu, todo carinhoso e a menina me encarou de novo, toda vermelhinha.
— Oi, Ana.
Sorri e olhei para o Christian.
— A mãe dela está lá fora?
— Não. Estamos só nós dois. Leila teve que sair no meio do passeio no aquário para atender uma chamada de emergência no hospital. Leah vai ficar conosco até a Leila pegar ela lá em casa. E o que a gente veio fazer aqui, filha?
— Conhecer a Ana e tomar sorvete com ela – Leah falou, baixinho, antes de dar um sorriso tímido.
— Isso mesmo.
— Então, vamos logo! Eu só preciso pegar minha bolsa – informei e Christian assentiu.
Me levantei do sofá e retornei ao meu consultório, já pegando minha bolsa que se encontrava sobre o canto da mesa. Depois, voltei para a recepção e me despedi de Samantha.

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