CHRISTIAN
— Kate está te chamando – ela disse olhando para Leila, que terminava de levantar do chão, assim como eu fazia.
— Depois eu te mando mensagem para a gente combina melhor isso aí – falei e Leila assentiu, já se afastando de nós.
— O que vocês estão combinando? – Ana inquiriu, olhando-me claramente desconfiada.
Respirei fundo, antes de abraçá-la pelo ombro e a conduzi para o meu quarto, informando que precisávamos conversar sobre algo bem sério. Assim que entramos, ela tirou o blazer e se deitou de lado, meio atravessada na cama, então me aproximei e sentei na beirada do colchão.
— Leila veio conversar comigo...
— E? – Anastasia indagou, impaciente.
— Eu espero realmente que você entenda e que fique do meu lado.
— Christian, fala logo.
— Leila me contou que descobriu que estava grávida de mim, semanas depois que tínhamos terminado.
A vi fechar os olhos e respirar bem fundo, antes de voltar a me encarar.
— Vocês tem um filho ou ela abortou o bebê?
— Nós temos uma filha chamada Leah.
Ana ficou em silêncio alguns segundos e eu estava com medo de que, ou ela quisesse me enfiar uma faca sem motivo, ou quisesse terminar comigo por não aceitar um filho meu.
— Você vai terminar comigo para ficar com a Leila? – Anastasia perguntou, se sentando, recostando-se à cabeceira da cama.
— O quê!? Não, amor. Eu não faria isso, porque te amo muito, se esqueceu? – murmurei, me aproximando mais dela, tocando em sua bochecha.
— Você tem certeza dessa história, Christian? Ela pode ter dito isso para ter você de volta, sei lá.
— Amor, a Leila não é esse tipo de pessoa, ok?
— Tudo bem.
— Mas agora eu quero saber se você vai aceitar de boa isso? Porque quero que a Leah fique comigo alguns dias ou nos finais de semanas. E eu gostaria muito que vocês duas criasse um vínculo, pois ela sabe sobre a nossa família... – falei, acariciando a sua barriga – ...e Leah fará parte dela a partir de hoje.
— Eu posso tentar, querido.
— Sério mesmo, amor? – indaguei, feliz, mas mesmo a Ana tendo confirmado com a cabeça, percebi que ela não estava muito contente – Você não gostou de saber disso, não é?
— Não muito, porque você e a Leila vão começar a se ver sempre, por causa dessa menina. E vão querer sair juntos. Vai que ela acaba o noivado dela e queira te roubar de mim.
— Ana... Isso não vai acontecer, porque quando eu tiver que sair com a minha filha, vai ser só eu e ela, ou eu, você e ela. Não posso falar que nunca verei a Leila, porque isso é impossível. A gente vai acabar se vendo em reuniões de escola, ou quando a Leah precisar de algo, mas nada impedirá de você ir comigo, de está ao meu lado. Olha para mim, meu amor.
Anastasia, que se encontrava com o rosto virado, olhando para o outro lado, me encarou séria.
— Eu te amo muito, Ana. Jamais abandonaria você, nossos filhos, nossa vida e o nosso futuro por causa de um passado, porque é isso que a Leila é para mim. Conversamos e temos uma boa convivência? Sim, e eu já te disse o porque. Temos uma filha juntos? Sim, mas isso não significa que vou te largar e me casar com ela para sermos uma família feliz. O que eu e a Leila tivemos foi bom, mas acabou anos atrás. Nós dois estamos em um novo capítulo de nossas vidas, amando outras pessoas, então zero chance de voltarmos, ok?
— Ok, amor.
— E sobre o que você ouviu no corredor... Eu quero conhecer a Leah, então nós dois vamos combinar direito para nos encontramos amanhã a tarde no aquário da cidade, e eu ficaria muito feliz que você fosse comigo, meu amor.
— Não posso, querido. Vou está um pouco ocupada na clínica.
— Então eu vou levar ela lá na S.E.X para vocês se conhecerem, ok?
— Tudo bem. Agora eu vou voltar a dormir, porque eu tenho que trabalhar mais tarde – Anastasia murmurou, já escorregando entre as almofadas, se deitando – Só me acorde quando a menina estiver nascido, amor.
Mal abri a boca para responder, me sobressaltei com minha mãe batendo na porta, avisando que Kate já iria dar a luz.
— Vamos, amor – chamei e Ana fez uma careta.
— Essa menina não sabe do perigo que está correndo. Já empatou a minha foda e agora está empatando o meu sono – ela resmungou à medida que se levantava da cama.
— Pare de reclamar, minha buchudinha. Prometo fazer o que você quiser depois.
— Me deixar dormir seria bom demais.
Ri e a puxei pela cintura, abraçando a mesma por trás.
— Eu juro que quem vai dar a palmada na bunda dela, não vai ser a Leila e sim euzinha aqui – Anastasia comentou, fazendo eu morrer de rir enquanto saíamos do quarto.
— Kate está te chamando – ela disse olhando para Leila, que terminava de levantar do chão, assim como eu fazia.
— Depois eu te mando mensagem para a gente combina melhor isso aí – falei e Leila assentiu, já se afastando de nós.
— O que vocês estão combinando? – Ana inquiriu, olhando-me claramente desconfiada.
Respirei fundo, antes de abraçá-la pelo ombro e a conduzi para o meu quarto, informando que precisávamos conversar sobre algo bem sério. Assim que entramos, ela tirou o blazer e se deitou de lado, meio atravessada na cama, então me aproximei e sentei na beirada do colchão.
— Leila veio conversar comigo...
— E? – Anastasia indagou, impaciente.
— Eu espero realmente que você entenda e que fique do meu lado.
— Christian, fala logo.
— Leila me contou que descobriu que estava grávida de mim, semanas depois que tínhamos terminado.
A vi fechar os olhos e respirar bem fundo, antes de voltar a me encarar.
— Vocês tem um filho ou ela abortou o bebê?
— Nós temos uma filha chamada Leah.
Ana ficou em silêncio alguns segundos e eu estava com medo de que, ou ela quisesse me enfiar uma faca sem motivo, ou quisesse terminar comigo por não aceitar um filho meu.
— Você vai terminar comigo para ficar com a Leila? – Anastasia perguntou, se sentando, recostando-se à cabeceira da cama.
— O quê!? Não, amor. Eu não faria isso, porque te amo muito, se esqueceu? – murmurei, me aproximando mais dela, tocando em sua bochecha.
— Você tem certeza dessa história, Christian? Ela pode ter dito isso para ter você de volta, sei lá.
— Amor, a Leila não é esse tipo de pessoa, ok?
— Tudo bem.
— Mas agora eu quero saber se você vai aceitar de boa isso? Porque quero que a Leah fique comigo alguns dias ou nos finais de semanas. E eu gostaria muito que vocês duas criasse um vínculo, pois ela sabe sobre a nossa família... – falei, acariciando a sua barriga – ...e Leah fará parte dela a partir de hoje.
— Eu posso tentar, querido.
— Sério mesmo, amor? – indaguei, feliz, mas mesmo a Ana tendo confirmado com a cabeça, percebi que ela não estava muito contente – Você não gostou de saber disso, não é?
— Não muito, porque você e a Leila vão começar a se ver sempre, por causa dessa menina. E vão querer sair juntos. Vai que ela acaba o noivado dela e queira te roubar de mim.
— Ana... Isso não vai acontecer, porque quando eu tiver que sair com a minha filha, vai ser só eu e ela, ou eu, você e ela. Não posso falar que nunca verei a Leila, porque isso é impossível. A gente vai acabar se vendo em reuniões de escola, ou quando a Leah precisar de algo, mas nada impedirá de você ir comigo, de está ao meu lado. Olha para mim, meu amor.
Anastasia, que se encontrava com o rosto virado, olhando para o outro lado, me encarou séria.
— Eu te amo muito, Ana. Jamais abandonaria você, nossos filhos, nossa vida e o nosso futuro por causa de um passado, porque é isso que a Leila é para mim. Conversamos e temos uma boa convivência? Sim, e eu já te disse o porque. Temos uma filha juntos? Sim, mas isso não significa que vou te largar e me casar com ela para sermos uma família feliz. O que eu e a Leila tivemos foi bom, mas acabou anos atrás. Nós dois estamos em um novo capítulo de nossas vidas, amando outras pessoas, então zero chance de voltarmos, ok?
— Ok, amor.
— E sobre o que você ouviu no corredor... Eu quero conhecer a Leah, então nós dois vamos combinar direito para nos encontramos amanhã a tarde no aquário da cidade, e eu ficaria muito feliz que você fosse comigo, meu amor.
— Não posso, querido. Vou está um pouco ocupada na clínica.
— Então eu vou levar ela lá na S.E.X para vocês se conhecerem, ok?
— Tudo bem. Agora eu vou voltar a dormir, porque eu tenho que trabalhar mais tarde – Anastasia murmurou, já escorregando entre as almofadas, se deitando – Só me acorde quando a menina estiver nascido, amor.
Mal abri a boca para responder, me sobressaltei com minha mãe batendo na porta, avisando que Kate já iria dar a luz.
— Vamos, amor – chamei e Ana fez uma careta.
— Essa menina não sabe do perigo que está correndo. Já empatou a minha foda e agora está empatando o meu sono – ela resmungou à medida que se levantava da cama.
— Pare de reclamar, minha buchudinha. Prometo fazer o que você quiser depois.
— Me deixar dormir seria bom demais.
Ri e a puxei pela cintura, abraçando a mesma por trás.
— Eu juro que quem vai dar a palmada na bunda dela, não vai ser a Leila e sim euzinha aqui – Anastasia comentou, fazendo eu morrer de rir enquanto saíamos do quarto.

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