quarta-feira, 15 de julho de 2020

S.E.X - 2ª Temporada - Capítulo 35


ANASTASIA

Assim que despertei senti um cheiro delicioso pairando no ar, o que fez meu estômago doer um pouco de fome, então me espreguicei, já sentando-me na cama e fazendo logo uma careta de dor.

“Aquele filho da mãe, que eu amo, vai me pagar bem caro por isso” pensei me levantando e indo até o closet então coloquei um dos meus vestidos de dormir.
Encontrei Christian na cozinha e o mesmo estava como veio ao mundo, só usando um avental, me dando uma visão daquela bunda maravilhosa. Mordi o canto do meu lábio inferior e minha boceta deu sinal de vida, se contraindo de desejo. Ele ainda não tinha notado minha presença, então tirei o vestido e me encaminhei devagar até o mesmo, que ao me notar, se afastou do fogão, me encarando com um sorriso, antes de me dar um selinho.

— Depois dessa visão, minha fome de comida até passou, sabia?

— Ah é? Temos alguns minutinhos enquanto o macarrão fica pronto – Christian informou segurando minha cintura, puxando-me para ele.

Sem tirar o meu olhar malicioso do dele que transmitia pura luxúria e desejo, eu levei uma das minhas mãos até a minha boceta, que já se encontrava meladinha, e lubrifiquei os dedos levando-os depois para o pau dele que estava começando a ficar duro. O apertava de leve, massageando-o e lhe arrancando excitantes gemidos quando de repente, Christian enfiou sua mão no meu cabelo, puxando-o, e minha cabeça pendeu para trás deixando meu pescoço a mercê de sua boca abrasadora.

— Vou te foder muito, minha gostosa – ele rosnou no meu ouvido segundos depois, antes de passar a língua nele.

Sorri e virei o rosto, o olhando.

— Não, você não vai – ressaltei parando de masturbá-lo e me afastando dele que passou a me encarar confuso à medida que me via pegar o meu vestido de dormir – Não vamos mais transar hoje, querido.

— Porra! Vai me deixar assim é?

— Sim – disse com um sorrisinho cínico nos lábios, vestindo-me e completei – Se quiser se aliviar, eu te aconselho a ir no banheiro e bater aquela punheta debaixo do chuveiro.

— Para de brincadeira, Ana. Vem cá, amor. Termina isso aqui, por favor – ele pediu e fez um bico muito fofo.

— Está vendo esse dedo aqui? Ele está dizendo o quê? Não. Não vou terminar nada.

— Poxa, amor – escutei Christian resmungar enquanto eu me sentava na pequena mesa redonda da cozinha.

— Isso é o troco pela minha bunda dolorida. Eu queria entender o motivo dos homens gostarem tanto de sexo anal. Bom, como sexóloga, eu sei que provavelmente é porque o ânus é mais apertado, o que causa mais tesão, mas porra, vocês querem ficar com o tesão todo e nós mulheres ficamos só com o quê? Com a dor? Negativo. Ai de você se inventar de querer comer meu cu de novo, que eu vou te fazer um fio-terra pra tu nunca mais esquecer nesta vida.

— Posso saber o que seria isso?

Me engasguei com a minha própria saliva e comecei a dá gargalhada à medida que o via se sentar na cadeira a minha frente.

“É sério isso, Senhor?”

— Da próxima vez que a gente transar, eu faço em você – falei conseguindo controlar meu riso.

— Deve ser algum tipo de massagem, né? Igual aquela massagem tântrica que você fez semanas atrás. Então tudo bem.

Tive outra crise de riso que quase me fez cair da cadeira.

“Caralho! Eu não tô acreditando nisso não, meu Pai”

— Porque está rindo, criatura?

Me levantei para beber água, porque eu precisava parar de rir, pois minha barriga já estava doendo de tanto gargalhar.

— Sem zoeira, Christian. Realmente você não sabe o que é fio-terra? – indaguei vendo o mesmo sair da mesa também e se aproximar do fogão e novamente ri, ao ver sua ereção levantar o pano do avental.

— No sexo não. O único fio-terra que eu conheço é o de tomada.

— Eu pensei que soubesse, já que chama o Elliot de viado às vezes – comentei enquanto o observava terminar de misturar o macarrão com os outros ingredientes em uma tigela.

— Não sei não.

— Mas você sabe o que é exame de próstata, né?

— Sei... Peraí... Você não vai enfiar o dedo na minha bunda não. Tá doida?

— Ah quer dizer que na minha pode e na sua não? Cadê a igualdade de gênero nisso, hein? – rebati, tentando não rir.

— Vamos parar de falar nisso e vamos comer que dá mais futuro – Christian resmungou, meio emburrado.

Ele levou a tigela para mesa, depois saiu, adentrando na área da lavanderia, retornando em seguida vestido em sua cueca e com o avental na mão.

— Fiz uma salada de macarrão especial para o seu problema – ele informou à medida que nos sentávamos, após eu ter colocado os pratos e os talheres.

— Ownnn... Que fofo... Cuidando de mim – comentei acariciando sua mão por sobre a mesa – Eu te zoo, mas te amo, viu?

— Também te amo.

— Amor, quando é o seu aniversário? – perguntei curiosa, minutos depois.

— Dia 20 de Julho. Porque?

— Curiosidade só.

“Falta o quê? Um mês e dez dias para o niver dele, não é? Então vou ter tempo de sobra para preparar algo bem romântico e quente para comemorarmos esse dia especial”

— Quantos anos você vai fazer mesmo, querido?

— Quarenta – ele disse, antes dar outra garfada em seu prato.

— Quarenta? Meu Deus, vou me casar com um vovô – debochei, sorrindo, sendo logo alvo de um olhar semicerrado.

— Olha a criança falando, né?

— Eu sou nova – revidei levantando um pouco o queixo, vendo-o rolar os olhos – Tenho só quinze aninhos – brinquei.

— Só a cabeça, né minha filha? Tem que contar é o corpo todo. Os quinze da cabeça, mais os quinze dos braços, mais os quinze das pernas e os quinze do tronco.

— Nessa sua conta dá sessenta. Você está me chamando de velha é, seu safado?

— Eu? – ele descaradamente fingiu está chocado – Nem em sonho insinuaria isso, meu amor.

— Sei...

Ele me jogou um beijo então voltamos a jantar.

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