ANASTASIA
Enquanto Christian tirava sua calça, dentro ainda do closet, segui para o banheiro e me desfiz da minha calcinha melada, jogando-a no cesto de roupa suja. Depois fui até o armário e o abri, à procura de um vidro de lubrificante que eu tinha comprado semana passada em um Sex Shop, juntamente com outros acessórios eróticos.
— O que diabos é isso aí? – escutei a voz do Christian atrás de mim e olhei por sobre o ombro, vendo o mesmo se aproximar meio assustado, eu acho.
— O quê? Isso aqui? São meus brinquedinhos. Às vezes, eu me divirto sozinha. Algum problema com isso?
Ele me olhou curioso e cruzou os braços, esboçando um sorriso malicioso.
— Eu quero ver você se divertindo sozinha.
— Hum... safado todo, né? Vou pensar no seu caso – murmurei voltando a olhar dentro do armário e logo senti Christian me abraçar por trás, acariciando meu ventre um pouco avantajado.
— Vai, amor. Deixa eu saber como você se masturba – ele sussurrou no meu ouvido, beijando meu ombro à medida que eu pegava o vidro – O que é isso?
— Lubrificante. Não vou dá bunda à seco de novo não, tá doido? – indaguei, fechando o armário.
— Cuspe existe pra isso.
— Pelo amor de Deus! Deixa de ser nojento, Christian! – exclamei me desvencilhando dele, seguindo rumo ao boxe.
Christian riu e me abraçou por trás novamente, puxando-me de encontro ao seu corpo e beijou minha nuca, arrepiando-me. Começamos a banhar como duas pessoas normais, conversando sem segundas intenções, aparentemente, até que chegou a vez de nos ensaboarmos e aí o negócio esquentou de novo. Comecei a masturbá-lo e ele fez o mesmo comigo, simultaneamente.
Nos beijamos à medida que íamos intensificando nossos movimentos com as mãos e gemi contra a boca de Christian quando o mesmo me fez gozar rapidamente. Sorrimos um para o outro, então ele me puxou para cima e eu o enlacei com minhas pernas enquanto o beijava, sentindo logo a água do chuveiro cair sobre nós dois, nos lavando.
Fui pressionada contra a fria parede de boxe e eu podia sentir o pau dele roçando contra minha boceta, então de repente e sem nenhum aviso prévio, Christian me penetrou, fazendo-me arfar em sua boca.
“Oxi... Não era no outro buraco?” pensei enquanto ele me fodia gostoso.
“Ah quer saber... foda-se”
Christian rosnava contra o meu pescoço e o chupou sem dó, mas em troca lhe mordi o ombro com força, contraindo minha boceta ao redor dele, apertando-o.
— Acho que você já está pronta – ele comentou me descendo de seu colo segundos depois.
Peguei então o lubrificante e o entreguei, já me virando e apoiando-me na parede de vidro, empinando e mexendo minha bunda na direção dele, que sorriu. Christian desligou o chuveiro, passou um pouco do gel em mim e enfiou um dedo, em seguida mais um, tirando e inserindo eles lentamente para que eu me acostumasse para o que estava por vir.
Mordi o lábio, fechando os olhos, quando senti que ele agora tentava meter seu pau naquele buraquinho pequeno, então tentei relaxar um pouco, mas não conseguir impedir que um grito escapasse da minha boca quando ele começou a se enfiar em mim.
“Aí caralho!”
— Já foi a cabecinha, amor.
“Que porra de amor o quê! Essas desgraças gostam de sexo anal só porque não é o toba deles que estão sendo arrombados” pensei com raiva, abrindo os olhos quando Christian terminou de me penetrar, se apoiando no vidro também.
Tentei não pensar na dor incômoda que estava sentindo, nem nos inúmeros palavrões que se passavam em minha mente para xingar ele, quando de repente escutei o mesmo perguntar um “Tá doendo muito, amor?”.
“Vai doer é quando eu enfiar um vibrador na tua bunda também, caralho!”
— Sim, está doendo um pouco – optei por dizer após ter respirado fundo antes de abrir a minha boca, pois um “filho da puta” estava bem na ponta língua.
Christian passou mais lubrificante e começou a entrar e sair lentamente por alguns minutos até que me puxou, fazendo-me chocar contra seu tórax. A dor ainda estava ali, mas aos poucos fui à ignorando, principalmente quando ele passou a massagear meus seios. Meus gemidos agora não eram mais só de dor e sim de excitação com uma pequena pitada de dor.
— Christian... – arfei quando ele passou a aumentar a velocidade de suas investidas contra meu traseiro.
— Prometo que não vai demorar, amor. Já estou perto de gozar.
“Aleluia! Deus seja louvado!”
Mordi o lábio com força quando ele segurou meu quadril, já me fodendo avidamente até gemer alto, indicando que o mesmo gozava dentro de mim. Ainda metido em mim, Christian levou sua mão até meu clitóris e o massageou, novamente me dando outro orgasmo incrível. Todavia, esse me fez perder as forças das pernas e ele me segurou para que eu não me estatelasse no chão.
Christian me virou, abraçando-me, ligou o chuveiro e começou a me limpar. Todo o tempo, ele ficou com um braço na minha cintura, sustentando-me enquanto eu, sempre que podia, deitava minha cabeça na curva de seu pescoço.
Assim que terminamos de banhar, o mesmo perguntou se eu conseguia me equilibrar por si só por alguns segundos e eu assenti então ele saiu do boxe, voltando depois já me pegando no colo, conduzindo-nos até o quarto, depositando-me sobre duas toalhas estendidas sobre a cama.
— Acho que vou dormir um pouquinho – anunciei fechando meus olhos por alguns uns instantes, antes de escutar a voz de Christian, então o olhei – Falou algo?
— Sim. Perguntei se você não está com a sua glicose baixa, amor.
— Não devo está não, mas verifica para mim, por favor. O aparelho está ali em cima da outra mesinha de cabeceira.
Ele sumiu do meu campo de visão e voltou segundos depois já fazendo o teste em mim. O resultado deu razoável então ele pediu que eu descansasse um pouco e assim o fiz.
Enquanto Christian tirava sua calça, dentro ainda do closet, segui para o banheiro e me desfiz da minha calcinha melada, jogando-a no cesto de roupa suja. Depois fui até o armário e o abri, à procura de um vidro de lubrificante que eu tinha comprado semana passada em um Sex Shop, juntamente com outros acessórios eróticos.
— O que diabos é isso aí? – escutei a voz do Christian atrás de mim e olhei por sobre o ombro, vendo o mesmo se aproximar meio assustado, eu acho.
— O quê? Isso aqui? São meus brinquedinhos. Às vezes, eu me divirto sozinha. Algum problema com isso?
Ele me olhou curioso e cruzou os braços, esboçando um sorriso malicioso.
— Eu quero ver você se divertindo sozinha.
— Hum... safado todo, né? Vou pensar no seu caso – murmurei voltando a olhar dentro do armário e logo senti Christian me abraçar por trás, acariciando meu ventre um pouco avantajado.
— Vai, amor. Deixa eu saber como você se masturba – ele sussurrou no meu ouvido, beijando meu ombro à medida que eu pegava o vidro – O que é isso?
— Lubrificante. Não vou dá bunda à seco de novo não, tá doido? – indaguei, fechando o armário.
— Cuspe existe pra isso.
— Pelo amor de Deus! Deixa de ser nojento, Christian! – exclamei me desvencilhando dele, seguindo rumo ao boxe.
Christian riu e me abraçou por trás novamente, puxando-me de encontro ao seu corpo e beijou minha nuca, arrepiando-me. Começamos a banhar como duas pessoas normais, conversando sem segundas intenções, aparentemente, até que chegou a vez de nos ensaboarmos e aí o negócio esquentou de novo. Comecei a masturbá-lo e ele fez o mesmo comigo, simultaneamente.
“Oxi... Não era no outro buraco?” pensei enquanto ele me fodia gostoso.
“Ah quer saber... foda-se”
Christian rosnava contra o meu pescoço e o chupou sem dó, mas em troca lhe mordi o ombro com força, contraindo minha boceta ao redor dele, apertando-o.
— Acho que você já está pronta – ele comentou me descendo de seu colo segundos depois.
Peguei então o lubrificante e o entreguei, já me virando e apoiando-me na parede de vidro, empinando e mexendo minha bunda na direção dele, que sorriu. Christian desligou o chuveiro, passou um pouco do gel em mim e enfiou um dedo, em seguida mais um, tirando e inserindo eles lentamente para que eu me acostumasse para o que estava por vir.
Mordi o lábio, fechando os olhos, quando senti que ele agora tentava meter seu pau naquele buraquinho pequeno, então tentei relaxar um pouco, mas não conseguir impedir que um grito escapasse da minha boca quando ele começou a se enfiar em mim.
“Aí caralho!”
— Já foi a cabecinha, amor.
“Que porra de amor o quê! Essas desgraças gostam de sexo anal só porque não é o toba deles que estão sendo arrombados” pensei com raiva, abrindo os olhos quando Christian terminou de me penetrar, se apoiando no vidro também.
“Vai doer é quando eu enfiar um vibrador na tua bunda também, caralho!”
— Sim, está doendo um pouco – optei por dizer após ter respirado fundo antes de abrir a minha boca, pois um “filho da puta” estava bem na ponta língua.
Christian passou mais lubrificante e começou a entrar e sair lentamente por alguns minutos até que me puxou, fazendo-me chocar contra seu tórax. A dor ainda estava ali, mas aos poucos fui à ignorando, principalmente quando ele passou a massagear meus seios. Meus gemidos agora não eram mais só de dor e sim de excitação com uma pequena pitada de dor.
— Christian... – arfei quando ele passou a aumentar a velocidade de suas investidas contra meu traseiro.
“Aleluia! Deus seja louvado!”
Mordi o lábio com força quando ele segurou meu quadril, já me fodendo avidamente até gemer alto, indicando que o mesmo gozava dentro de mim. Ainda metido em mim, Christian levou sua mão até meu clitóris e o massageou, novamente me dando outro orgasmo incrível. Todavia, esse me fez perder as forças das pernas e ele me segurou para que eu não me estatelasse no chão.
Christian me virou, abraçando-me, ligou o chuveiro e começou a me limpar. Todo o tempo, ele ficou com um braço na minha cintura, sustentando-me enquanto eu, sempre que podia, deitava minha cabeça na curva de seu pescoço.
Assim que terminamos de banhar, o mesmo perguntou se eu conseguia me equilibrar por si só por alguns segundos e eu assenti então ele saiu do boxe, voltando depois já me pegando no colo, conduzindo-nos até o quarto, depositando-me sobre duas toalhas estendidas sobre a cama.
— Acho que vou dormir um pouquinho – anunciei fechando meus olhos por alguns uns instantes, antes de escutar a voz de Christian, então o olhei – Falou algo?
— Sim. Perguntei se você não está com a sua glicose baixa, amor.
— Não devo está não, mas verifica para mim, por favor. O aparelho está ali em cima da outra mesinha de cabeceira.
Ele sumiu do meu campo de visão e voltou segundos depois já fazendo o teste em mim. O resultado deu razoável então ele pediu que eu descansasse um pouco e assim o fiz.

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