CHRISTIAN
Assim que me desvencilhei dela um pouco, a procura de ar, a observei atentamente, acariciando seu rosto.
— O que foi? – a vi perguntar com um sorriso maroto naqueles lábios carnudos e gostosos.
— Você é linda, amor. E obrigado por confiar em mim...
— Menos falação e mais fudeção – Ana disse, beijando-me à medida que ela descia suas mãos para a minha calça, desabotoando-a, e segurando o meu pau.
“Ah caralho! Que mãos de deusa, Senhor”
Quando dei por mim, não era mais suas mãos que me massageavam e sim sua quente boca que me abocanhava. A olhei e ela sorriu safadamente antes de passar sua língua na cabeça dele, fazendo-me segurar seu cabelo e guiar sua boca ao longo do meu pau, até onde ela conseguia engoli-lo. Anastasia se divertia com ele, mas eu queria logo saborear aquela boceta maravilhosa dela, então enlacei minha mão em seu cabelo e a puxei com força para cima.
— Ai que selvagem... – ela gemeu me olhando e mordeu o lábio.
— Quem mandou despertar esse meu lado. Agora aguenta – anunciei, descendo ferozmente sobre seus lábios, chupando posteriormente seu pescoço à medida que a sentia fincar suas unhas na minha costa enquanto gemidos lhe escapavam pela garganta – Pronta para se acabar em cima do pau, minha buchuda gostosa? – rosnei em seu ouvido e ela me encarou.
— Já nasci pronta, querido.
Ana me enlaçou o pescoço e eu desci minhas mãos para suas nádegas, apertando-as antes de puxá-la para cima, fazendo a minha gostosa enlaçar suas pernas em minha cintura. Conduzi nós dois para o pequeno divã cheio de roupas e me sentei na beirada. Subi uma das mãos para seu colo, apertando seu seio sobre o tecido da camisola, que logo tratei de tirar de seu corpo.
Com um sorriso sexy nos lábios, ela afastou a calcinha de renda para o lado e a ajudei a guiar meu pau para sua entrada. Senti ele entrar devagar naquela boceta gostosa e não resisti, segurei sua cintura, descendo de uma só vez o seu quadril de encontro ao meu, vendo-a arfar.
— Oh meu Deus, Christian...
— Estava com saudade de ouvir você gemer meu nome – admiti beijando seu pescoço enquanto passeava minhas mãos pelo seu corpo, guiando-as para suas nádegas, fazendo ela subir e descer sobre o meu pau.
— Porra, amor! Que boceta apertada e quentinha – gemi minutos depois enquanto Ana cavalgava loucamente.
— E é toda sua – ela disse ofegante me beijando – Fode ela, amor. Fode bem forte.
A segurei, me levantando e depois de ajeitá-la melhor em meus braços, comecei a meter com força nela, que passou a gritar meu nome feito louca à medida que gozava intensamente, procurando por meus lábios enquanto eu sentia meu couro cabeludo arder pela força que ela empregava em seu aperto.
Devido Ana ter amolecido pelo orgasmo sofrido, a deitei no divã com cuidado, sem romper o nosso contato, empurrando as roupas para o chão. Me impulsionei para frente, deitando-me parcialmente sobre ela, fazendo com que meu pau se enfiasse todo em sua boceta.
Acariciando seu rosto, tirei ele um pouco já metendo-o em seguida, bem forte e duro dentro dela que jogou a cabeça para trás gemendo e pedindo por mais e assim o fiz. A cada toque e a cada gemido enquanto nossos corpos se saboreavam mutuamente, eu tinha mais certeza ainda que havia encontrado a mulher que eu queria passar toda a minha vida ou além disso.
— Eu vou gozar, amor – rosnei, minutos depois, intensificando e aprofundando minhas estocadas ainda mais, antes de explodirmos em um orgasmo mútuo.
— Vai liberar essa bundinha gostosa para mim, né amor? – indaguei, ainda meio ofegante.
— Vou se você me prometer nunca mais transar com nenhuma outra mulher, mesmo a gente se separando ou terminando, o que não vai acontecer, mas para o caso de acontecer algum dia no futuro. Promete, Christian?
— Prometo, minha princesa.
— Princesa? Assim eu gamo mais em você, querido – ela disse enquanto afagava minha bochecha.
— Você é a minha princesa, a minha rainha, a mulher que me despertou sexualmente e a mãe dos meus filhos.
— E você, Sr. Grey, é o meu príncipe, o meu rei, o pai dos meus filhos, o homem que conseguiu me prender em um relacionamento por muito mais tempo – Ana sorriu, fazendo-me sorrir também, antes de eu dar um beijo nela – E se me aceitar de volta, vai ser o marido mais tesudo do mundo.
— Ah quer dizer que eu sou só tesudo se for casado com você? – inquiri, erguendo uma das sobrancelhas e ela riu.
— Claro, porque a gente se completa.
— Agora quem vai gamar sou eu, minha futura esposa. Que tal um banho? – perguntei me saindo de dentro dela e levantando-me.
— Ótima ideia. Você está fedendo, amor.
— Nossa, falou a cheirosa do pedaço, né? – provoquei rolando os olhos e Ana se levantou rindo e me abraçou, beijando-me os lábios.
— Você é o meu fedorento preferido, querido.
Assim que me desvencilhei dela um pouco, a procura de ar, a observei atentamente, acariciando seu rosto.
— O que foi? – a vi perguntar com um sorriso maroto naqueles lábios carnudos e gostosos.
— Você é linda, amor. E obrigado por confiar em mim...
— Menos falação e mais fudeção – Ana disse, beijando-me à medida que ela descia suas mãos para a minha calça, desabotoando-a, e segurando o meu pau.
“Ah caralho! Que mãos de deusa, Senhor”
Quando dei por mim, não era mais suas mãos que me massageavam e sim sua quente boca que me abocanhava. A olhei e ela sorriu safadamente antes de passar sua língua na cabeça dele, fazendo-me segurar seu cabelo e guiar sua boca ao longo do meu pau, até onde ela conseguia engoli-lo. Anastasia se divertia com ele, mas eu queria logo saborear aquela boceta maravilhosa dela, então enlacei minha mão em seu cabelo e a puxei com força para cima.
— Ai que selvagem... – ela gemeu me olhando e mordeu o lábio.
— Quem mandou despertar esse meu lado. Agora aguenta – anunciei, descendo ferozmente sobre seus lábios, chupando posteriormente seu pescoço à medida que a sentia fincar suas unhas na minha costa enquanto gemidos lhe escapavam pela garganta – Pronta para se acabar em cima do pau, minha buchuda gostosa? – rosnei em seu ouvido e ela me encarou.
— Já nasci pronta, querido.
Ana me enlaçou o pescoço e eu desci minhas mãos para suas nádegas, apertando-as antes de puxá-la para cima, fazendo a minha gostosa enlaçar suas pernas em minha cintura. Conduzi nós dois para o pequeno divã cheio de roupas e me sentei na beirada. Subi uma das mãos para seu colo, apertando seu seio sobre o tecido da camisola, que logo tratei de tirar de seu corpo.
Com um sorriso sexy nos lábios, ela afastou a calcinha de renda para o lado e a ajudei a guiar meu pau para sua entrada. Senti ele entrar devagar naquela boceta gostosa e não resisti, segurei sua cintura, descendo de uma só vez o seu quadril de encontro ao meu, vendo-a arfar.
— Oh meu Deus, Christian...
— Estava com saudade de ouvir você gemer meu nome – admiti beijando seu pescoço enquanto passeava minhas mãos pelo seu corpo, guiando-as para suas nádegas, fazendo ela subir e descer sobre o meu pau.
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— Porra, amor! Que boceta apertada e quentinha – gemi minutos depois enquanto Ana cavalgava loucamente.
— E é toda sua – ela disse ofegante me beijando – Fode ela, amor. Fode bem forte.
A segurei, me levantando e depois de ajeitá-la melhor em meus braços, comecei a meter com força nela, que passou a gritar meu nome feito louca à medida que gozava intensamente, procurando por meus lábios enquanto eu sentia meu couro cabeludo arder pela força que ela empregava em seu aperto.
Acariciando seu rosto, tirei ele um pouco já metendo-o em seguida, bem forte e duro dentro dela que jogou a cabeça para trás gemendo e pedindo por mais e assim o fiz. A cada toque e a cada gemido enquanto nossos corpos se saboreavam mutuamente, eu tinha mais certeza ainda que havia encontrado a mulher que eu queria passar toda a minha vida ou além disso.
— Eu vou gozar, amor – rosnei, minutos depois, intensificando e aprofundando minhas estocadas ainda mais, antes de explodirmos em um orgasmo mútuo.
— Vou se você me prometer nunca mais transar com nenhuma outra mulher, mesmo a gente se separando ou terminando, o que não vai acontecer, mas para o caso de acontecer algum dia no futuro. Promete, Christian?
— Prometo, minha princesa.
— Princesa? Assim eu gamo mais em você, querido – ela disse enquanto afagava minha bochecha.
— Você é a minha princesa, a minha rainha, a mulher que me despertou sexualmente e a mãe dos meus filhos.
— E você, Sr. Grey, é o meu príncipe, o meu rei, o pai dos meus filhos, o homem que conseguiu me prender em um relacionamento por muito mais tempo – Ana sorriu, fazendo-me sorrir também, antes de eu dar um beijo nela – E se me aceitar de volta, vai ser o marido mais tesudo do mundo.
— Ah quer dizer que eu sou só tesudo se for casado com você? – inquiri, erguendo uma das sobrancelhas e ela riu.
— Claro, porque a gente se completa.
— Agora quem vai gamar sou eu, minha futura esposa. Que tal um banho? – perguntei me saindo de dentro dela e levantando-me.
— Ótima ideia. Você está fedendo, amor.
— Nossa, falou a cheirosa do pedaço, né? – provoquei rolando os olhos e Ana se levantou rindo e me abraçou, beijando-me os lábios.
— Você é o meu fedorento preferido, querido.

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