quarta-feira, 15 de julho de 2020

S.E.X - 2ª Temporada - Capítulo 33


CHRISTIAN

Assim que me desvencilhei dela um pouco, a procura de ar, a observei atentamente, acariciando seu rosto.

— O que foi? – a vi perguntar com um sorriso maroto naqueles lábios carnudos e gostosos.

— Você é linda, amor. E obrigado por confiar em mim...

— Menos falação e mais fudeção – Ana disse, beijando-me à medida que ela descia suas mãos para a minha calça, desabotoando-a, e segurando o meu pau.

“Ah caralho! Que mãos de deusa, Senhor”

Quando dei por mim, não era mais suas mãos que me massageavam e sim sua quente boca que me abocanhava. A olhei e ela sorriu safadamente antes de passar sua língua na cabeça dele, fazendo-me segurar seu cabelo e guiar sua boca ao longo do meu pau, até onde ela conseguia engoli-lo. Anastasia se divertia com ele, mas eu queria logo saborear aquela boceta maravilhosa dela, então enlacei minha mão em seu cabelo e a puxei com força para cima.

— Ai que selvagem... – ela gemeu me olhando e mordeu o lábio.

— Quem mandou despertar esse meu lado. Agora aguenta – anunciei, descendo ferozmente sobre seus lábios, chupando posteriormente seu pescoço à medida que a sentia fincar suas unhas na minha costa enquanto gemidos lhe escapavam pela garganta – Pronta para se acabar em cima do pau, minha buchuda gostosa? – rosnei em seu ouvido e ela me encarou.

— Já nasci pronta, querido.

Ana me enlaçou o pescoço e eu desci minhas mãos para suas nádegas, apertando-as antes de puxá-la para cima, fazendo a minha gostosa enlaçar suas pernas em minha cintura. Conduzi nós dois para o pequeno divã cheio de roupas e me sentei na beirada. Subi uma das mãos para seu colo, apertando seu seio sobre o tecido da camisola, que logo tratei de tirar de seu corpo.

Com um sorriso sexy nos lábios, ela afastou a calcinha de renda para o lado e a ajudei a guiar meu pau para sua entrada. Senti ele entrar devagar naquela boceta gostosa e não resisti, segurei sua cintura, descendo de uma só vez o seu quadril de encontro ao meu, vendo-a arfar.

— Oh meu Deus, Christian...

— Estava com saudade de ouvir você gemer meu nome – admiti beijando seu pescoço enquanto passeava minhas mãos pelo seu corpo, guiando-as para suas nádegas, fazendo ela subir e descer sobre o meu pau.


★ ★ ★ ★ ★


— Porra, amor! Que boceta apertada e quentinha – gemi minutos depois enquanto Ana cavalgava loucamente.

— E é toda sua – ela disse ofegante me beijando – Fode ela, amor. Fode bem forte.

A segurei, me levantando e depois de ajeitá-la melhor em meus braços, comecei a meter com força nela, que passou a gritar meu nome feito louca à medida que gozava intensamente, procurando por meus lábios enquanto eu sentia meu couro cabeludo arder pela força que ela empregava em seu aperto.
Devido Ana ter amolecido pelo orgasmo sofrido, a deitei no divã com cuidado, sem romper o nosso contato, empurrando as roupas para o chão. Me impulsionei para frente, deitando-me parcialmente sobre ela, fazendo com que meu pau se enfiasse todo em sua boceta.

Acariciando seu rosto, tirei ele um pouco já metendo-o em seguida, bem forte e duro dentro dela que jogou a cabeça para trás gemendo e pedindo por mais e assim o fiz. A cada toque e a cada gemido enquanto nossos corpos se saboreavam mutuamente, eu tinha mais certeza ainda que havia encontrado a mulher que eu queria passar toda a minha vida ou além disso.

— Eu vou gozar, amor – rosnei, minutos depois, intensificando e aprofundando minhas estocadas ainda mais, antes de explodirmos em um orgasmo mútuo.
— Vai liberar essa bundinha gostosa para mim, né amor? – indaguei, ainda meio ofegante.

— Vou se você me prometer nunca mais transar com nenhuma outra mulher, mesmo a gente se separando ou terminando, o que não vai acontecer, mas para o caso de acontecer algum dia no futuro. Promete, Christian?

— Prometo, minha princesa.

— Princesa?​ ​Assim​ ​eu​ ​gamo​ ​mais​ ​em​ ​você,​ querido – ela disse enquanto afagava minha bochecha.

— Você é a minha princesa, a minha rainha, a mulher que me despertou sexualmente e a mãe dos meus​ ​filhos.

— E você, Sr. Grey, é o meu príncipe, o meu rei, o pai dos meus filhos, o homem que conseguiu me prender em um relacionamento por muito mais tempo – Ana sorriu, fazendo-me sorrir também, antes de eu dar um beijo nela – E se me aceitar de volta, vai​ ser ​o​ ​marido​ ​mais​ ​tesudo​ ​do​ ​mundo.

— Ah quer dizer que eu sou só tesudo se for casado com você? – inquiri, erguendo uma das sobrancelhas e ela riu.

— Claro, porque a gente se completa.

— Agora​ ​quem​ ​vai​ ​gamar​ ​sou​ ​eu,​ ​minha​ ​futura​ ​esposa. Que tal um banho? – perguntei me saindo de dentro dela e levantando-me.

— Ótima ideia. Você está fedendo, amor.

— Nossa, falou a cheirosa do pedaço, né? – provoquei rolando os olhos e Ana se levantou rindo e me abraçou, beijando-me os lábios.

— Você é o meu fedorento preferido, querido.

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