ANASTASIA
— Posso continuar com as perguntas? – Christian indagou, assim que eu terminei de vestir a blusa dele.
— Ainda tem mais?
— Claro. Vem sentar aqui entre minhas pernas, amor – ele pediu e eu fui, já me acomodando de ladinho, sentindo o mesmo nos envolver novamente com a manta grossa.
— Até quanto tempo você aguenta ou aguentaria ficar sem sexo?
— Menos de um dia. Me masturbo sempre quando não tenho um parceiro sexual para me aliviar. E antes que diga algo, masturbação é sexo comigo mesmo.
— Também sou assim. Fiquei na mão por dias, quando a gente brigou. Mas, enfim... Já ejaculou alguma vez na vida?
— Não. E você, amor, já ejaculou alguma vez? – inquiri, rindo.
— Que engraçadinha essa minha buchuda. Você já fez Sexting com alguém?
— Não.
— E sexo por ligação?
— Não faço essas coisas, querido. Tenho uma reputação a zelar.
— Ah, pois vamos fazer quando você for viajar para dar suas palestras em outro estado ou em outro país.
— Negativo.
— Vai, amor – Christian resmungou, me abraçando mais forte, roçando a ponta dos nossos narizes – Você vai fazer sexo com você mesma, mas vai está me ouvindo.
— Eu não confio muito na tecnologia, amor. Porque celulares e notebooks podem muito bem serem hackeados.
— Seu telefone é grampeado por acaso?
— Não sei. Vai que é e eu não estou sabendo.
— Tudo bem, minha buchuda. Eu espero você chegar para te pegar de jeito. Mas não vale se masturbar, hein? Nem você e nem eu poderemos gozar enquanto estivermos separados. Combinado?
— Não sei se vou conseguir ficar sem me masturbar, mas posso tentar.
— Ok. O que você mais acha sexy em mim?
— Sua cara de safado – informei, sorrindo e ele riu.
— Sério?
— Sim, querido. Você tem uma cara de safado bem sexy.
— Hum... Bom saber disso. E eu acho seu olhar, sua boca e sua voz as coisas mais sexy do mundo.
— Pensei que fosse a minha boceta – retruquei e Christian negou com a cabeça, antes de me beijar.
— Sua boceta não é sexy e sim muito gostosa – ele sussurrou, fazendo-me sorrir – Mas você por inteira é uma coisa de louco. Você tem uma elegância sensual que me deixa hipnotizado.
— Ui... Obrigada, amor.
— Qual é a sua técnica infalível para conquistar alguém?
— Como assim? Eu não tenho nenhuma técnica. Se quero transar, eu vou lá e falo para o cara.
— Já fez Strip-tease alguma vez na vida?
— Nunca.
— Faria um para mim?
Fiz uma careta na hora.
— Não sei, querido. Mas posso pensar no seu caso – falei e Christian abriu um sorriso, todo animado.
— Algo no sexo que você nunca experimentou e gostaria de testar comigo?
— Sim. Algumas posições, quem sabe.
— Quando você quiser, minha buchuda gostosa. Próxima pergunta. Se por acaso, num futuro bem distante, eu quisesse fazer um ménage, quem você convidaria para fazer isso com a gente?
— Tem o Jack, que eu confio muito, mas teria que ver com a minha irmã primeiro, porque os dois estão de rolo, né? Agora mulher, eu não tenho ninguém em mente. E nem pensaria em convidar a Ivy, para evitar briga entre vocês dois.
— Se minha ex-noiva não tivesse casada, ela seria uma boa opção também.
— Humm...
— Ei, porque essa carinha de cachorro abandonado? – ele perguntou, alisando minha bochecha.
— Nada, amor. Mas me diz uma coisa? Você gostava muito dela, na época que eu te ataquei no banheiro?
— Nossa relação já estava meio desgastada por causa do meu problema. Eu era muito depressivo e foi o meu negativismo que fez com que Leila terminasse comigo. Mas, sim. Eu gostava muito dela e nunca contei sobre o que aconteceu naquele banheiro.
— Vocês ainda mantém contato?
— Não. Depois que terminamos, cada um seguiu a sua vida. Eu saí do Brasil e voltei para Seattle, para a casa dos meus pais, até que consegui um novo emprego e uma casa para morar. Tentei seguir em frente, construindo uma nova vida para mim.
— Ah, entendo, amor.
— Mas, no dia que você passou mal e foi para o hospital... Naquele dia que descobrimos sobre a sua diabetes, lembra? Eu acabei encontrando com ela na porta do hospital. Leila estava chegando para o plantão e se a mesma não estivesse atendendo no ambulatório, provavelmente ela teria te atendido lá na emergência, já que a mesma é obstetra.
— Ahhh...
— Você deixa eu te algemar? – Christian indagou de repente, fazendo-me parar de pensar na ex dele e sorrir com a sua pergunta.
— Contanto que não perca a chave, eu deixo. Mas se me algemar, eu quero também te algemar, ok?
— Fechado. Eu não me importo de dar meu corpo a você, para a senhorita fazer o que bem quiser. Só fique longe do meu colega aqui dos fundos.
— Não sei de nada – murmurei, tentando não rir, mas foi em vão.
— Você acha que nós dois transando daria um bom filme pornô?
— Daria uma saga completa – informei, gargalhando.
— Eita! Tudo isso, amor?
— Claro. Eu penso grande, querido.
— Ah é? Então aceitaria filmar a nossa transa, e depois assistir ela enquanto você me masturba e eu a você?
— Só se depois disso, a gente deletar para não vazar nada, ok?
— Ok.
— Podemos gravar essa noite se quiser, porque eu acho que na casa da sua mãe vai ter menino chorando ao fundo.
— Por mim tudo bem, minha buchudinha.
— Mas pensando bem, aqui também vai ter menino chorando ao fundo.
— Podemos fazer de madrugada. Que tal?
— Boa ideia, amor.
— Posso continuar com as perguntas? – Christian indagou, assim que eu terminei de vestir a blusa dele.
— Ainda tem mais?
— Claro. Vem sentar aqui entre minhas pernas, amor – ele pediu e eu fui, já me acomodando de ladinho, sentindo o mesmo nos envolver novamente com a manta grossa.
— Até quanto tempo você aguenta ou aguentaria ficar sem sexo?
— Menos de um dia. Me masturbo sempre quando não tenho um parceiro sexual para me aliviar. E antes que diga algo, masturbação é sexo comigo mesmo.
— Também sou assim. Fiquei na mão por dias, quando a gente brigou. Mas, enfim... Já ejaculou alguma vez na vida?
— Não. E você, amor, já ejaculou alguma vez? – inquiri, rindo.
— Que engraçadinha essa minha buchuda. Você já fez Sexting com alguém?
— Não.
— E sexo por ligação?
— Não faço essas coisas, querido. Tenho uma reputação a zelar.
— Ah, pois vamos fazer quando você for viajar para dar suas palestras em outro estado ou em outro país.
— Negativo.
— Vai, amor – Christian resmungou, me abraçando mais forte, roçando a ponta dos nossos narizes – Você vai fazer sexo com você mesma, mas vai está me ouvindo.
— Eu não confio muito na tecnologia, amor. Porque celulares e notebooks podem muito bem serem hackeados.
— Seu telefone é grampeado por acaso?
— Não sei. Vai que é e eu não estou sabendo.
— Tudo bem, minha buchuda. Eu espero você chegar para te pegar de jeito. Mas não vale se masturbar, hein? Nem você e nem eu poderemos gozar enquanto estivermos separados. Combinado?
— Não sei se vou conseguir ficar sem me masturbar, mas posso tentar.
— Ok. O que você mais acha sexy em mim?
— Sua cara de safado – informei, sorrindo e ele riu.
— Sério?
— Sim, querido. Você tem uma cara de safado bem sexy.
— Hum... Bom saber disso. E eu acho seu olhar, sua boca e sua voz as coisas mais sexy do mundo.
— Pensei que fosse a minha boceta – retruquei e Christian negou com a cabeça, antes de me beijar.
— Sua boceta não é sexy e sim muito gostosa – ele sussurrou, fazendo-me sorrir – Mas você por inteira é uma coisa de louco. Você tem uma elegância sensual que me deixa hipnotizado.
— Ui... Obrigada, amor.
— Qual é a sua técnica infalível para conquistar alguém?
— Como assim? Eu não tenho nenhuma técnica. Se quero transar, eu vou lá e falo para o cara.
— Já fez Strip-tease alguma vez na vida?
— Nunca.
— Faria um para mim?
Fiz uma careta na hora.
— Não sei, querido. Mas posso pensar no seu caso – falei e Christian abriu um sorriso, todo animado.
— Algo no sexo que você nunca experimentou e gostaria de testar comigo?
— Sim. Algumas posições, quem sabe.
— Quando você quiser, minha buchuda gostosa. Próxima pergunta. Se por acaso, num futuro bem distante, eu quisesse fazer um ménage, quem você convidaria para fazer isso com a gente?
— Tem o Jack, que eu confio muito, mas teria que ver com a minha irmã primeiro, porque os dois estão de rolo, né? Agora mulher, eu não tenho ninguém em mente. E nem pensaria em convidar a Ivy, para evitar briga entre vocês dois.
— Se minha ex-noiva não tivesse casada, ela seria uma boa opção também.
— Humm...
— Ei, porque essa carinha de cachorro abandonado? – ele perguntou, alisando minha bochecha.
— Nada, amor. Mas me diz uma coisa? Você gostava muito dela, na época que eu te ataquei no banheiro?
— Nossa relação já estava meio desgastada por causa do meu problema. Eu era muito depressivo e foi o meu negativismo que fez com que Leila terminasse comigo. Mas, sim. Eu gostava muito dela e nunca contei sobre o que aconteceu naquele banheiro.
— Vocês ainda mantém contato?
— Não. Depois que terminamos, cada um seguiu a sua vida. Eu saí do Brasil e voltei para Seattle, para a casa dos meus pais, até que consegui um novo emprego e uma casa para morar. Tentei seguir em frente, construindo uma nova vida para mim.
— Ah, entendo, amor.
— Mas, no dia que você passou mal e foi para o hospital... Naquele dia que descobrimos sobre a sua diabetes, lembra? Eu acabei encontrando com ela na porta do hospital. Leila estava chegando para o plantão e se a mesma não estivesse atendendo no ambulatório, provavelmente ela teria te atendido lá na emergência, já que a mesma é obstetra.
— Ahhh...
— Você deixa eu te algemar? – Christian indagou de repente, fazendo-me parar de pensar na ex dele e sorrir com a sua pergunta.
— Contanto que não perca a chave, eu deixo. Mas se me algemar, eu quero também te algemar, ok?
— Fechado. Eu não me importo de dar meu corpo a você, para a senhorita fazer o que bem quiser. Só fique longe do meu colega aqui dos fundos.
— Não sei de nada – murmurei, tentando não rir, mas foi em vão.
— Você acha que nós dois transando daria um bom filme pornô?
— Daria uma saga completa – informei, gargalhando.
— Eita! Tudo isso, amor?
— Claro. Eu penso grande, querido.
— Ah é? Então aceitaria filmar a nossa transa, e depois assistir ela enquanto você me masturba e eu a você?
— Só se depois disso, a gente deletar para não vazar nada, ok?
— Ok.
— Podemos gravar essa noite se quiser, porque eu acho que na casa da sua mãe vai ter menino chorando ao fundo.
— Por mim tudo bem, minha buchudinha.
— Mas pensando bem, aqui também vai ter menino chorando ao fundo.
— Podemos fazer de madrugada. Que tal?
— Boa ideia, amor.

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