quarta-feira, 15 de julho de 2020

S.E.X - 2ª Temporada - Capítulo 18


ANASTASIA

— Posso continuar com as perguntas? – Christian indagou, assim que eu terminei de vestir a blusa dele.

— Ainda tem mais?

— Claro. Vem sentar aqui entre minhas pernas, amor – ele pediu e eu fui, já me acomodando de ladinho, sentindo o mesmo nos envolver novamente com a manta grossa.

— Até quanto tempo você aguenta ou aguentaria ficar sem sexo?

— Menos de um dia. Me masturbo sempre quando não tenho um parceiro sexual para me aliviar. E antes que diga algo, masturbação é sexo comigo mesmo.

— Também sou assim. Fiquei na mão por dias, quando a gente brigou. Mas, enfim... Já ejaculou alguma vez na vida?

— Não. E você, amor, já ejaculou alguma vez? – inquiri, rindo.

— Que engraçadinha essa minha buchuda. Você já fez Sexting com alguém?

— Não.

— E sexo por ligação?

— Não faço essas coisas, querido. Tenho uma reputação a zelar.

— Ah, pois vamos fazer quando você for viajar para dar suas palestras em outro estado ou em outro país.

— Negativo.

— Vai, amor – Christian resmungou, me abraçando mais forte, roçando a ponta dos nossos narizes – Você vai fazer sexo com você mesma, mas vai está me ouvindo.

— Eu não confio muito na tecnologia, amor. Porque celulares e notebooks podem muito bem serem hackeados.

— Seu telefone é grampeado por acaso?

— Não sei. Vai que é e eu não estou sabendo.

— Tudo bem, minha buchuda. Eu espero você chegar para te pegar de jeito. Mas não vale se masturbar, hein? Nem você e nem eu poderemos gozar enquanto estivermos separados. Combinado?

— Não sei se vou conseguir ficar sem me masturbar, mas posso tentar.

— Ok. O que você mais acha sexy em mim?

— Sua cara de safado – informei, sorrindo e ele riu.

— Sério?

— Sim, querido. Você tem uma cara de safado bem sexy.

— Hum... Bom saber disso. E eu acho seu olhar, sua boca e sua voz as coisas mais sexy do mundo.

— Pensei que fosse a minha boceta – retruquei e Christian negou com a cabeça, antes de me beijar.

— Sua boceta não é sexy e sim muito gostosa – ele sussurrou, fazendo-me sorrir – Mas você por inteira é uma coisa de louco. Você tem uma elegância sensual que me deixa hipnotizado.

— Ui... Obrigada, amor.

— Qual é a sua técnica infalível para conquistar alguém?

— Como assim? Eu não tenho nenhuma técnica. Se quero transar, eu vou lá e falo para o cara.

— Já fez Strip-tease alguma vez na vida?

— Nunca.

— Faria um para mim?

Fiz uma careta na hora.

— Não sei, querido. Mas posso pensar no seu caso – falei e Christian abriu um sorriso, todo animado.

— Algo no sexo que você nunca experimentou e gostaria de testar comigo?

— Sim. Algumas posições, quem sabe.

— Quando você quiser, minha buchuda gostosa. Próxima pergunta. Se por acaso, num futuro bem distante, eu quisesse fazer um ménage, quem você convidaria para fazer isso com a gente?

— Tem o Jack, que eu confio muito, mas teria que ver com a minha irmã primeiro, porque os dois estão de rolo, né? Agora mulher, eu não tenho ninguém em mente. E nem pensaria em convidar a Ivy, para evitar briga entre vocês dois.

— Se minha ex-noiva não tivesse casada, ela seria uma boa opção também.

— Humm...

— Ei, porque essa carinha de cachorro abandonado? – ele perguntou, alisando minha bochecha.

— Nada, amor. Mas me diz uma coisa? Você gostava muito dela, na época que eu te ataquei no banheiro?

— Nossa relação já estava meio desgastada por causa do meu problema. Eu era muito depressivo e foi o meu negativismo que fez com que Leila terminasse comigo. Mas, sim. Eu gostava muito dela e nunca contei sobre o que aconteceu naquele banheiro.

— Vocês ainda mantém contato?

— Não. Depois que terminamos, cada um seguiu a sua vida. Eu saí do Brasil e voltei para Seattle, para a casa dos meus pais, até que consegui um novo emprego e uma casa para morar. Tentei seguir em frente, construindo uma nova vida para mim.

— Ah, entendo, amor.

— Mas, no dia que você passou mal e foi para o hospital... Naquele dia que descobrimos sobre a sua diabetes, lembra? Eu acabei encontrando com ela na porta do hospital. Leila estava chegando para o plantão e se a mesma não estivesse atendendo no ambulatório, provavelmente ela teria te atendido lá na emergência, já que a mesma é obstetra.

— Ahhh...

— Você deixa eu te algemar? – Christian indagou de repente, fazendo-me parar de pensar na ex dele e sorrir com a sua pergunta.

— Contanto que não perca a chave, eu deixo. Mas se me algemar, eu quero também te algemar, ok?

— Fechado. Eu não me importo de dar meu corpo a você, para a senhorita fazer o que bem quiser. Só fique longe do meu colega aqui dos fundos.

— Não sei de nada – murmurei, tentando não rir, mas foi em vão.

— Você acha que nós dois transando daria um bom filme pornô?

— Daria uma saga completa – informei, gargalhando.

— Eita! Tudo isso, amor?

— Claro. Eu penso grande, querido.

— Ah é? Então aceitaria filmar a nossa transa, e depois assistir ela enquanto você me masturba e eu a você?

— Só se depois disso, a gente deletar para não vazar nada, ok?

— Ok.

— Podemos gravar essa noite se quiser, porque eu acho que na casa da sua mãe vai ter menino chorando ao fundo.

— Por mim tudo bem, minha buchudinha.

— Mas pensando bem, aqui também vai ter menino chorando ao fundo.

— Podemos fazer de madrugada. Que tal?

— Boa ideia, amor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário