ANASTASIA
— Agora eu preciso saber qual é a posição que sempre te faz gozar mais rápido, ou aquela que você mais gosta de gozar?
— Tenho várias que gosto. A clássica é o papai e mamãe, mas gosto muito também das variações que essa posição tem. Ficar de quatro...
— Eu sempre fico louco quando você está de quatro – ele disse, interrompendo-me, fazendo uma cara de safado – É uma visão bem gostosa.
— Além da minha favorita que eu já te disse, tem também uma posição chamada ponte e outra chamada mastro, você conhece?
— Não.
— Essa última é maravilhosa – comentei, mordendo o lábio, Christian me deu um selinho e seguiu com os seus lábios para o meu ouvido.
— Se quiser me mostrar elas mais tarde, eu ficaria bem feliz – ele sussurrou, deixando-me arrepiada.
— Combinado, meu gostoso. Mas agora posso te fazer mais uma pergunta?
— Sinta-se a vontade, querida.
— Você fica excitado com alguma coisa ou situação estranha?
— Como assim, amor? Não entendi.
— Tipo, tem gente que se excita comendo algo estranho ou vendo algo estranho, entende?
— Ah, entendi. Não me lembro de ficar excitado comendo e nem vendo nada estranho. Porque, meu amor? Tem alguma coisa estranha que te excite?
— Sim, mas para mim não é estranho. Eu gosto de transar menstruada. É o período que mais fico excitada. E quando digo transar menstruada, não estou me referindo a meter no buraco de trás não, viu?
— O que há de estranho nisso?
— Tudo, pois a maioria dos homens tem nojo de foder com uma mulher menstruada e ficar com a camisinha ou com o pau todo melado de sangue. Isso pode ser considerado bem estranho para a maioria das pessoas, amor.
— Pois saiba que o seu homem não se importa com isso. Mas qualquer coisa, podemos transar debaixo do chuveiro, se quiser.
— Eu não faço no chuveiro. Quando estou assim, transo na cama mesmo, mas com uma toalha embaixo para não sujar o colchão. Se quiser fazer, aceito até no chão também.
— Pode ser na cama mesmo, minha buchuda gostosa – ele falou, já me puxando para um beijo bem lento – Porque eu sou louco por você, estando a senhorita de qualquer jeito, sabia?
— Sabia sim, querido – sussurrei, selando nossos lábios novamente.
— Acho melhor voltarmos, amor. Parece que a temperatura baixou ainda mais – Christian murmurou e eu concordei.
Nos levantamos, pegamos as coisas e voltamos abraçados. Como a blusa dele ficava meio curta em mim, mostrando um pouco da minha calcinha, eu tinha dobrado e amarrado o pano xadrez em volta da minha cintura, fazendo um tipo de mini-saia improvisada. Assim que subimos a escada de madeira e chegamos na varanda da casa, vimos os pais de Christian e Ivy conversando na segunda sala de estar, que era localizada depois da mesa de jantar.
— Última moda em Paris, Ana? – Ivy zombou, assim que adentramos a casa e eu rolei os olhos.
Christian então se aproximou dos pais para dar “Boa noite” à eles, os abraçando, foi quando eu notei as costas do mesmo toda vermelha, com marcas de arranhões. Ivy também devia ter percebido, pois logo começou a rir.
— Eita que a minha ideia deu certo, hein? Aninha selvagem... Miau! – ela disse, rindo.
— Que ideia? – inquiri, confusa.
— Ué, a do piquenique na praia para vocês fazerem as pazes.
— Ah, então foi sua? – indaguei, cruzando os braços, já me virando para Christian, que mantinha um sorriso cínico nos lábios enquanto passava a mão nos cabelos.
— Claro. Porque, Ana? Christian te disse que a ideia era dele, foi?
— Uhum...
— Que bicho mentiroso! Não te ajudo mais, seu traíra! – ouvi Ivy exclamar.
Me aproximei de Grace, Carrick e Christian, mas o último logo se afastou. Me despedir então dos pais dele, à medida que Christian deixava a cesta e a manta sobre a bancada da ilha da cozinha.
— Amanhã te devolvo esse pano, Ivy.
— Beleza.
— Sua, né safado? – murmurei, batendo de leve na barriga de Christian, que já me esperava perto da porta.
— Admito que a ideia não foi minha... – ele disse enquanto seguíamos rumo aos lances da escada – Mas eu executei ela e é isso que importa, amor.
Christian, sorriu, me puxando pela cintura, fazendo logo uma cara de safado, o que me fez não ficar com raiva dele. Assim que chegamos ao quarto, tomamos um banho gostoso, depois fomos para a cama. À medida que esperávamos a madrugada chegar, para podermos transar e filmar, Christian ficou entretido assistindo televisão enquanto que eu postava e respondia os leitores do meu blog.
— Agora eu preciso saber qual é a posição que sempre te faz gozar mais rápido, ou aquela que você mais gosta de gozar?
— Tenho várias que gosto. A clássica é o papai e mamãe, mas gosto muito também das variações que essa posição tem. Ficar de quatro...
— Eu sempre fico louco quando você está de quatro – ele disse, interrompendo-me, fazendo uma cara de safado – É uma visão bem gostosa.
— Além da minha favorita que eu já te disse, tem também uma posição chamada ponte e outra chamada mastro, você conhece?
— Essa última é maravilhosa – comentei, mordendo o lábio, Christian me deu um selinho e seguiu com os seus lábios para o meu ouvido.
— Se quiser me mostrar elas mais tarde, eu ficaria bem feliz – ele sussurrou, deixando-me arrepiada.
— Combinado, meu gostoso. Mas agora posso te fazer mais uma pergunta?
— Sinta-se a vontade, querida.
— Você fica excitado com alguma coisa ou situação estranha?
— Como assim, amor? Não entendi.
— Tipo, tem gente que se excita comendo algo estranho ou vendo algo estranho, entende?
— Ah, entendi. Não me lembro de ficar excitado comendo e nem vendo nada estranho. Porque, meu amor? Tem alguma coisa estranha que te excite?
— Sim, mas para mim não é estranho. Eu gosto de transar menstruada. É o período que mais fico excitada. E quando digo transar menstruada, não estou me referindo a meter no buraco de trás não, viu?
— O que há de estranho nisso?
— Tudo, pois a maioria dos homens tem nojo de foder com uma mulher menstruada e ficar com a camisinha ou com o pau todo melado de sangue. Isso pode ser considerado bem estranho para a maioria das pessoas, amor.
— Pois saiba que o seu homem não se importa com isso. Mas qualquer coisa, podemos transar debaixo do chuveiro, se quiser.
— Eu não faço no chuveiro. Quando estou assim, transo na cama mesmo, mas com uma toalha embaixo para não sujar o colchão. Se quiser fazer, aceito até no chão também.
— Pode ser na cama mesmo, minha buchuda gostosa – ele falou, já me puxando para um beijo bem lento – Porque eu sou louco por você, estando a senhorita de qualquer jeito, sabia?
— Sabia sim, querido – sussurrei, selando nossos lábios novamente.
— Acho melhor voltarmos, amor. Parece que a temperatura baixou ainda mais – Christian murmurou e eu concordei.
Nos levantamos, pegamos as coisas e voltamos abraçados. Como a blusa dele ficava meio curta em mim, mostrando um pouco da minha calcinha, eu tinha dobrado e amarrado o pano xadrez em volta da minha cintura, fazendo um tipo de mini-saia improvisada. Assim que subimos a escada de madeira e chegamos na varanda da casa, vimos os pais de Christian e Ivy conversando na segunda sala de estar, que era localizada depois da mesa de jantar.
Christian então se aproximou dos pais para dar “Boa noite” à eles, os abraçando, foi quando eu notei as costas do mesmo toda vermelha, com marcas de arranhões. Ivy também devia ter percebido, pois logo começou a rir.
— Eita que a minha ideia deu certo, hein? Aninha selvagem... Miau! – ela disse, rindo.
— Que ideia? – inquiri, confusa.
— Ué, a do piquenique na praia para vocês fazerem as pazes.
— Ah, então foi sua? – indaguei, cruzando os braços, já me virando para Christian, que mantinha um sorriso cínico nos lábios enquanto passava a mão nos cabelos.
— Claro. Porque, Ana? Christian te disse que a ideia era dele, foi?
— Uhum...
— Que bicho mentiroso! Não te ajudo mais, seu traíra! – ouvi Ivy exclamar.
Me aproximei de Grace, Carrick e Christian, mas o último logo se afastou. Me despedir então dos pais dele, à medida que Christian deixava a cesta e a manta sobre a bancada da ilha da cozinha.
— Amanhã te devolvo esse pano, Ivy.
— Beleza.
— Sua, né safado? – murmurei, batendo de leve na barriga de Christian, que já me esperava perto da porta.
— Admito que a ideia não foi minha... – ele disse enquanto seguíamos rumo aos lances da escada – Mas eu executei ela e é isso que importa, amor.
Christian, sorriu, me puxando pela cintura, fazendo logo uma cara de safado, o que me fez não ficar com raiva dele. Assim que chegamos ao quarto, tomamos um banho gostoso, depois fomos para a cama. À medida que esperávamos a madrugada chegar, para podermos transar e filmar, Christian ficou entretido assistindo televisão enquanto que eu postava e respondia os leitores do meu blog.

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