quarta-feira, 15 de julho de 2020

S.E.X - 2ª Temporada - Capítulo 17


ANASTASIA

Christian se inclinou para trás, deitando-se ofegante e me encarou, sorrindo, alisando minhas coxas.

— É a visão mais linda de todas – ele disse, me puxando pelo braço, fazendo-me deitar sobre seu tronco e beijá-lo lentamente.

— Vamos continuar com as perguntas, amor? – inquiri, após dar um selinho nele.

— Gostou da brincadeira, não foi? – Christian me questionou, todo maroto e eu assenti, rindo contra o seu peito, já sendo abraçada por ele – Ok. Deixa eu ver o que mais eu pergunto. Ah... Já aconteceu de, no meio do sexo, você falar o nome de outra pessoa?

— Já. O seu. Mas não fique convencido não.

— Com quem foi isso?

— Foi com o Jack – informei, já sorrindo – Eu tinha atendido um Christian no dia em questão e automaticamente lembrei de você. Então de noite, acabei chamando o Jack para me desestressar um pouco, porque sexo me acalma quando estou estressada, sabe? E na hora lá, chamei ele pelo seu nome. Foi estranho e bem hilário a cara que ele fez.

Christian caiu na gargalhada e eu o acompanhei.

— Coitado. Isso nunca me aconteceu, graças a Deus. E eu espero que a senhorita não confunda meu nome nunca, ok?

— Não sei de nada – falei, dando um selinho nele, que ainda sorria.

— Continuando. Já fez alguma posição que você se arrependeu de fazer na mesma hora?

— Hum... Deixa eu pensar... Sim. A gangorra. Nunca mais quero fazer essa posição. Pensa numa dor infernal no pescoço e nas costas que eu fiquei.
— É horrível mesmo. Pior fazer isso em cama com lençóis de seda, que desliza mais que quiabo – ele disse, rindo, e eu o encarei, surpresa.

— Tu já fez também, né seu safado?

— Sim, anos atrás. Alguma vez alguém flagrou você se masturbando ou transando?

— Não que eu me lembre.

— Tadinha da minha mãe... – ele comentou e eu comecei a rir.

— Estou até imaginando o flagra da punheta.

— Você vai ver muito disso, amor. Vamos ter três garotos em casa. Uma hora você pega.

— Pode ser todas meninas também. E se eu pegar, é capaz de eu ensinar a fazer a punheta do jeito certo.

— Sinto que vão ser todos meninos, mas se tivermos uma menina, está perfeito também. Só vou precisar dar uma mesada maior aos garotos, para eles cuidarem da irmã como seguranças particulares.

— Ai, querido – murmurei, o beijando, depois voltei a deitar a cabeça em seu peito – Sabe o que eu pensei agora?

— Não, meu amor.

— Ter uma mãe sexóloga não vai ser nada fácil para os nossos filhos.

— Provavelmente, mas você vai se sair muito bem sendo mãe. Não se preocupe com isso, minha querida.

— Tomara mesmo – falei, suspirando.

— Quando eles tiverem adolescentes, vou ensiná-los a como conquistar a mulher dos sonhos deles.

O encarei, confusa.

— Como?

— Primeiro passo. Pegue várias camisinhas. Segundo passo. Pegue uma agulha fina de costura. Terceiro passo. Fure elas. Quarto passo. Rezem para elas não terem apreciação por facas.

— Ha ha, que engraçadinho – resmunguei, dando um tapinha no ombro de Christian.

— Você sabe que te amo, não é?

— Sei sim, querido. Também sei que estou ficando com frio – comentei, já saindo de cima dele, sentando-me meio encolhida ao seu lado, esfregando os braços.

Peguei então o meu vestido e limpei os nossos gozos que começaram a escorrer de mim, depois passei ele para Christian, que me olhava, meio surpreso.

— Não era caro? – ele me questionou, pegando-o, já se limpando também.

— Já está sujo mesmo, depois eu compro outro. Mas vou querer sua camisa – falei, enquanto vestia a minha calcinha e Christian assentiu, já me passando ela.

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