ANASTASIA
— Dá para parar de rir? – indaguei, olhando-o por sobre o ombro.
— Ok, ok... Parei... – ele murmurou, tentando se controlar, mas foi em vão, então comecei a rir junto com o mesmo – Estou imaginando você toda corada de vergonha.
— Eu fiquei foi corada de raiva mesmo. Muito puta da vida com o cara. Mas me conta aí, qual foi a sua, amor?
— Uma vez eu estava na casa de uma namoradinha minha e era escondido. A gente tinha combinado de perder a virgindade juntos. Foi a primeira vez que tive ejaculação precoce, mas enfim... Os pais dela haviam viajado, porém acabaram voltando no mesmo dia. Na hora eu tava no banheiro, banhando, e minhas roupas tinham ficado no quarto dos pais dela, pois havíamos transado ali, porque a cama era maior. Não deu outra, eu tive que pular a janela e ficar pelado no telhado da casa até eles irem dormir.
Não aguentei e desatei a rir.
— E aí, o que houve?
— Quando notei que todo mundo tinha ido dormir, tentei entrar pela janela do quarto da minha namorada, mas estava trancada, então comecei a bater no vidro tentando acordar ela, mas acabei foi acordando os pais dela sem querer.
— Te pegaram?
— Não. Consegui fugir e sair correndo pela rua, peladão mesmo, mas com um saco na cabeça para ninguém me reconhecer, porque eu morava há quatro quadras da casa da menina. Só que o pai dela, saiu correndo atrás de mim, gritando “Pervertido!” e acordando toda a vizinhança.
— Meu Deus! – exclamei rindo, imaginando a cena toda em minha cabeça.
— Pode parar de rir agora se quiser.
— Eu não consigo – falei, ainda me acabando na risada, já recebendo um ataque inesperado de cócegas, vindo de Christian – Para, por favor! – implorei, quase chorando de tanto rir, então ele parou e me puxou para um beijo.
— Melhor agora, meu amor?
— Uhum... – murmurei, sorrindo, mais calma, à medida que eu me ajeitava de ladinho entre as pernas de Christian.
— Ok. Já falamos da engraçada. Agora eu quero saber da memorável. Aquela foda que jamais você esquecerá. E não se preocupe, eu não vou sentir ciúmes.
— A minha memorável é a nossa no banheiro lá no Brasil – informei, já voltando a rir, principalmente quando ele fez uma careta.
— Aquilo? Credo Ana!
— Você não especificou se era memorável bom ou ruim.
— Falei sim. Aliás, falei não. Mas é uma boa.
— Ok. Eu tenho várias memoráveis. E não se preocupe, que você está incluído entre elas.
— Eu sei – Christian comentou, sorrindo.
— Pouco convencido você, não é?
— Um pouco. E você também está incluída nas minhas. Próxima. Tem alguma fantasia sexual?
— Não.
— Eu tenho algumas.
— Quais? – indaguei, curiosa.
— Você meio que já realizou uma, que era Médico e Paciente. Também tenho fantasia com Policial e Bandida, Chefe e Secretária, e Patrão e Empregada.
— Achei que iria aparecer Professor e Aluna nessa mini lista, já que você é professor.
— Deus me livre! Não estou a fim de estragar o meu trabalho não. Porque é bem óbvio que por causa desse fantasia, eu iria acabar fantasiando com minhas alunas adolescentes, durante as aulas. Credo! Definitivamente, não!
— Ok, querido. Posso fazer uma pergunta?
— Claro, minha buchudinha.
— Você já teve algum sonho sexual muito estranho?
— Não lembro de nenhum.
— Pois eu já sonhei que tinha um pau e no sonho eu batia altas punhetas, mas nunca gozava – falei, fazendo nós dois cair na risada.
— Eu estou tentando imaginar você com um pau, mas é impossível, amor.
— Eu sei, querido. Pode continuar com as suas perguntas.
— Beleza. Qual seu brinquedo sexual favorito?
— Não tenho favorito. Uso e amo todos. E um deles é esse aqui – murmurei, me afastando um pouquinho, levando minha mão para a calça dele, massageando seu pau só até Christian soltar um gemido, depois voltei a me ajeitar.
— Sua malvada... – ele sussurrou, rouco, no meu ouvido.
— Próxima pergunta? – perguntei, já desconversando, fazendo ele rir baixinho.
— Ok. Qual a sua posição favorita no sexo?
— Gosto de todas, mas sinto mais tesão é por cima, cavalgando.
— Delícia – Christian sussurrou novamente em meu ouvido à medida que tocava e massageava o meu seio por sobre o vestido – Eu estou com muito tesão agora, minha buchuda gostosa.
O encarei, sorrindo, então o beijei ferozmente, já me erguendo e sentando encaixada em seu colo enquanto sentia ele me rodear com um dos braços, trazendo e colando meu corpo ao dele, à medida que sua outra mão, apertava minha bunda.
— Você ainda tem mais perguntas, amor?
— Tenho, mas podemos terminar depois, porque agora eu preciso foder a minha noiva gostosa – Christian disse, me afastando um pouco para poder descer as alças do meu vestido e abocanhar um dos meus seios, fazendo-me gemer na hora.
A mistura da saliva de suas lambidas e chupadas com o vento friozinho da praia, logo fez meus mamilos ficarem enrijecidos, o que me deu mais tesão e fazia eu rebolar mais ainda no colo dele, roçando minha boceta no seu pau.
— Me fode, amor – implorei num gemido, com a mão enfiada em seu cabelo, então ele parou de chupar o meu seio e pediu que eu tirasse só a calcinha.
Enquanto me livrava do pequeno pedaço de pano, fiquei observando-o abrir sua calça, abaixar um pouco a cueca e colocar para fora aquele pedaço de carne monstruoso por qual eu era louca.
— Senta aqui no meu pau vem, minha gostosa.
Nem esperei Christian pedir duas vezes e já fui para cima dele, encaixando minha bucetinha na cabeça do seu pau, descendo meu corpo bem devagar, arfando a cada centímetro que entrava. Não consegui, de imediato, engolir todo o pau dele, mas depois de alguns minutos, minha boceta havia se dilatado o suficiente para eu poder encostar o meu quadril ao dele. Então, finalmente pude começar a cavalgar bem gostoso.
— Você me deixa louco, minha querida. Sempre tão apertadinha – Christian rosnava à medida que eu rebolava em seu colo.
Logo tirei meu vestido e mandei ele tirar a sua blusa. Aquela altura, eu não estava mais sentindo o ar meio gélido da praia e nem Christian, pois o mesmo rapidamente se desfez da blusa, deixando que o arranhasse na costa enquanto ele segurava meu quadril e forçava a ir mais fundo e mais rápido.
Gozei gemendo o nome dele contra o seu ombro, mas Christian não me deixou parar de rebolar e continuou ajudando-me com suas mãos, que se encontravam em minha bunda, fazendo com que eu ficasse indo para frente e para trás sobre seu colo.
Isso só fazia o meu clítoris, já sensível pelo recente orgasmo, ser novamente estimulado. Gozei, pela segunda vez, fincando minhas unhas na costa dele, o arranhando mais forte, enquanto ele rosnava contra meu pescoço, gozando também.
— Dá para parar de rir? – indaguei, olhando-o por sobre o ombro.
— Ok, ok... Parei... – ele murmurou, tentando se controlar, mas foi em vão, então comecei a rir junto com o mesmo – Estou imaginando você toda corada de vergonha.
— Eu fiquei foi corada de raiva mesmo. Muito puta da vida com o cara. Mas me conta aí, qual foi a sua, amor?
— Uma vez eu estava na casa de uma namoradinha minha e era escondido. A gente tinha combinado de perder a virgindade juntos. Foi a primeira vez que tive ejaculação precoce, mas enfim... Os pais dela haviam viajado, porém acabaram voltando no mesmo dia. Na hora eu tava no banheiro, banhando, e minhas roupas tinham ficado no quarto dos pais dela, pois havíamos transado ali, porque a cama era maior. Não deu outra, eu tive que pular a janela e ficar pelado no telhado da casa até eles irem dormir.
Não aguentei e desatei a rir.
— E aí, o que houve?
— Quando notei que todo mundo tinha ido dormir, tentei entrar pela janela do quarto da minha namorada, mas estava trancada, então comecei a bater no vidro tentando acordar ela, mas acabei foi acordando os pais dela sem querer.
— Te pegaram?
— Não. Consegui fugir e sair correndo pela rua, peladão mesmo, mas com um saco na cabeça para ninguém me reconhecer, porque eu morava há quatro quadras da casa da menina. Só que o pai dela, saiu correndo atrás de mim, gritando “Pervertido!” e acordando toda a vizinhança.
— Meu Deus! – exclamei rindo, imaginando a cena toda em minha cabeça.
— Pode parar de rir agora se quiser.
— Eu não consigo – falei, ainda me acabando na risada, já recebendo um ataque inesperado de cócegas, vindo de Christian – Para, por favor! – implorei, quase chorando de tanto rir, então ele parou e me puxou para um beijo.
— Melhor agora, meu amor?
— Uhum... – murmurei, sorrindo, mais calma, à medida que eu me ajeitava de ladinho entre as pernas de Christian.
— Ok. Já falamos da engraçada. Agora eu quero saber da memorável. Aquela foda que jamais você esquecerá. E não se preocupe, eu não vou sentir ciúmes.
— A minha memorável é a nossa no banheiro lá no Brasil – informei, já voltando a rir, principalmente quando ele fez uma careta.
— Aquilo? Credo Ana!
— Você não especificou se era memorável bom ou ruim.
— Falei sim. Aliás, falei não. Mas é uma boa.
— Ok. Eu tenho várias memoráveis. E não se preocupe, que você está incluído entre elas.
— Eu sei – Christian comentou, sorrindo.
— Pouco convencido você, não é?
— Um pouco. E você também está incluída nas minhas. Próxima. Tem alguma fantasia sexual?
— Não.
— Eu tenho algumas.
— Quais? – indaguei, curiosa.
— Você meio que já realizou uma, que era Médico e Paciente. Também tenho fantasia com Policial e Bandida, Chefe e Secretária, e Patrão e Empregada.
— Achei que iria aparecer Professor e Aluna nessa mini lista, já que você é professor.
— Deus me livre! Não estou a fim de estragar o meu trabalho não. Porque é bem óbvio que por causa desse fantasia, eu iria acabar fantasiando com minhas alunas adolescentes, durante as aulas. Credo! Definitivamente, não!
— Ok, querido. Posso fazer uma pergunta?
— Claro, minha buchudinha.
— Você já teve algum sonho sexual muito estranho?
— Não lembro de nenhum.
— Pois eu já sonhei que tinha um pau e no sonho eu batia altas punhetas, mas nunca gozava – falei, fazendo nós dois cair na risada.
— Eu estou tentando imaginar você com um pau, mas é impossível, amor.
— Eu sei, querido. Pode continuar com as suas perguntas.
— Beleza. Qual seu brinquedo sexual favorito?
— Não tenho favorito. Uso e amo todos. E um deles é esse aqui – murmurei, me afastando um pouquinho, levando minha mão para a calça dele, massageando seu pau só até Christian soltar um gemido, depois voltei a me ajeitar.
— Sua malvada... – ele sussurrou, rouco, no meu ouvido.
— Próxima pergunta? – perguntei, já desconversando, fazendo ele rir baixinho.
— Ok. Qual a sua posição favorita no sexo?
— Gosto de todas, mas sinto mais tesão é por cima, cavalgando.
— Delícia – Christian sussurrou novamente em meu ouvido à medida que tocava e massageava o meu seio por sobre o vestido – Eu estou com muito tesão agora, minha buchuda gostosa.
O encarei, sorrindo, então o beijei ferozmente, já me erguendo e sentando encaixada em seu colo enquanto sentia ele me rodear com um dos braços, trazendo e colando meu corpo ao dele, à medida que sua outra mão, apertava minha bunda.
— Você ainda tem mais perguntas, amor?
— Tenho, mas podemos terminar depois, porque agora eu preciso foder a minha noiva gostosa – Christian disse, me afastando um pouco para poder descer as alças do meu vestido e abocanhar um dos meus seios, fazendo-me gemer na hora.
A mistura da saliva de suas lambidas e chupadas com o vento friozinho da praia, logo fez meus mamilos ficarem enrijecidos, o que me deu mais tesão e fazia eu rebolar mais ainda no colo dele, roçando minha boceta no seu pau.
— Me fode, amor – implorei num gemido, com a mão enfiada em seu cabelo, então ele parou de chupar o meu seio e pediu que eu tirasse só a calcinha.
Enquanto me livrava do pequeno pedaço de pano, fiquei observando-o abrir sua calça, abaixar um pouco a cueca e colocar para fora aquele pedaço de carne monstruoso por qual eu era louca.
— Senta aqui no meu pau vem, minha gostosa.
Nem esperei Christian pedir duas vezes e já fui para cima dele, encaixando minha bucetinha na cabeça do seu pau, descendo meu corpo bem devagar, arfando a cada centímetro que entrava. Não consegui, de imediato, engolir todo o pau dele, mas depois de alguns minutos, minha boceta havia se dilatado o suficiente para eu poder encostar o meu quadril ao dele. Então, finalmente pude começar a cavalgar bem gostoso.
— Você me deixa louco, minha querida. Sempre tão apertadinha – Christian rosnava à medida que eu rebolava em seu colo.
Logo tirei meu vestido e mandei ele tirar a sua blusa. Aquela altura, eu não estava mais sentindo o ar meio gélido da praia e nem Christian, pois o mesmo rapidamente se desfez da blusa, deixando que o arranhasse na costa enquanto ele segurava meu quadril e forçava a ir mais fundo e mais rápido.
Gozei gemendo o nome dele contra o seu ombro, mas Christian não me deixou parar de rebolar e continuou ajudando-me com suas mãos, que se encontravam em minha bunda, fazendo com que eu ficasse indo para frente e para trás sobre seu colo.
Isso só fazia o meu clítoris, já sensível pelo recente orgasmo, ser novamente estimulado. Gozei, pela segunda vez, fincando minhas unhas na costa dele, o arranhando mais forte, enquanto ele rosnava contra meu pescoço, gozando também.

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