ANASTASIA
— Eu ia esse ano pular de Bungee Jumping, mas um cara resolveu estragar os meus planos, furando as camisinhas deles que iríamos usar e me engravidando bem depressa – comentei, sorrindo.
— Quando eles nascerem você pode pular de onde quiser, contanto que seja seguro.
— Vou pensar. E você? Tem algo que nunca tenha feito, mas tem vontade de fazer?
— Bom... Eu dei uma lida rápida naquele livro que você estava lendo...
— Amores Modernos?
— Isso mesmo e eu fiquei curioso.
— Como assim, querido?
— Bem. Talvez eu esteja pensando na hipótese de fazer algo mais diferente no sexo, sabe? No livro fala sobre fetiches como Swing, Ménage, Dominação e etc... Achei interessante essas coisas e me deu vontade de experimentar. Deixa eu tentar com você? Se não achar muito estranho tudo isso, é claro.
— Eu achar estranho? Amor, já fiz tudo isso aí. Pergunta ao Jack. Aproveita também e pede umas dicas para ele. Seria bom para você.
— Se está insatisfeita, devolve para a fábrica, que eu logo acho quem me queira – ele disse emburrado e completou, depois de respirar fundo – Depois eu vejo isso. Talvez até chamarei uma das meninas da faculdade para...
— Olha, Christian! – exclamei, me virando de lado entre suas pernas, o encarando com a cara fechada – Eu estou conversando de boa, então não meta essas piriguetes no meio da nossa conversa.
— Não fique me humilhando então.
— Te humilhando?
— Sim. Falando para eu pedir dicas com Jack. Não preciso disso não.
— Precisa sim, Christian. Para pular de paraquedas, você precisa ter aulas e precisa receber dicas dos instrutores. No sexo é a mesma coisa. Se você quer tentar algo que nunca fez, você precisa de dicas para não fazer merda. Eu só indiquei alguém que é próximo de você, porque isso te deixaria mais à vontade para falar disso. Jack sempre foi meu parceiro para as descobertas sexuais, então ele sabe de muita coisa que eu gosto ou não gosto na hora do sexo. Vá, converse com Jack, descubra como eu gosto das coisas, venha e faça do seu jeito espetacular.
— Eu sou espetacular no sexo? – Christian inquiriu, me olhando surpreso, o que me fez sorrir, mesmo eu estando meio brava com ele.
— Sim, você é. Porque acha que eu pedi uma foda em retratação depois do que houve lá no Brasil?
— Porque você é sexóloga e isso faz parte do seu trabalho?
— Não – falei à medida que eu prendia meu cabelo em um coque, pois não aguentava mais o vento jogando ele no meu rosto – Antes de você, eu já peguei sem querer caras com ejaculação precoce, mas depois da foda ruim, eu nunca mais falei com nenhum deles, mesmo reencontrando inesperadamente dois desses homens, assim como aconteceu conosco. Mas, você me fez querer te dar uma segunda chance. E não foi só pelo tamanho do pau, mas pelo jeito que você me pegou.
Ele então me puxou para um beijo bem gostoso, que me fez ficar ofegante bem rápido.
— Quer continuar com as perguntas ou quer transar aqui e agora, realizando mais um item da nossa lista pervertida?
Sorri entre os nossos lábios e me desvencilhei um pouco dele, o olhando.
— Não estamos em uma praia deserta, amor. E eu até que estou gostando dessas perguntas.
Christian riu então voltei a minha posição de antes, já sendo puxada para mais perto de seu corpo.
— Qual sua banda favorita?
— Não tenho. Ouço de tudo e você, querido?
— Também ouço de tudo. Qual é sua melhor lembrança?
— Não sei...
— A minha, entre várias, é quando fiz uma mulher gozar com penetração pela primeira vez.
Sorri.
— Eu acho que a minha é do meu pai me ensinando a andar de bicicleta, semanas antes dele se afundar na bebida e virar um monstro.
Respirei fundo e Christian começou a alisar, carinhosamente, o pé da minha barriga.
— Qual é a sua comida favorita, amor?
— Comida chique ou normal?
— Os dois, porque eu posso querer te surpreender um dia, com um jantar bem romântico.
— Eu gosto de ravioli de camarão e de pizza.
— Sou apaixonado por lasanha, strogonoff e fricassê.
— Nunca comi esse tal de fricassê. É algum prato francês?
— Acho que sim. Eu vi a receita uma vez, para fazer no Natal. Eu faço para você. Posso fazer duas travessas pequenas. Uma de frango e outro de carne. Daí você decide qual recheio gosta mais.
— Faria um terceiro de camarão? Porque eu amo muito camarão.
— Claro que eu faço, minha buchudinha gostosa – ele disse beijando meu pescoço, subindo para minha orelha – Agora, algumas perguntas picantes para esquentar a nossa noite.
— Manda ver, amor.
— Tem alguma coisa sexual que você já fez e nunca voltaria a fazer, tipo nunca mesmo.
— Como se diz aquele ditado... Nunca diga nunca. Mas eu não sou muito fã de sexo anal.
— Foi tão ruim assim quando você fez?
— Mais ou menos. O cara foi afoito demais, então foi bem desconfortável.
— Ah... Qual a experiência sexual mais engraçada que aconteceu com você?
— Foi em um clube BDSM em Nova York.
— Sério?
— Sim. Eu saí uma vez com um cara que tinha um grande fetiche por isso e queria muito experimentar. Ele era bem gato, então eu aceitei ir com o mesmo até esse clube, que os casais iniciantes e simpatizantes poderiam alugar uma das salas de sessões e deixar a imaginação rolar.
— E? Não sei o que isso tem de engraçado.
— E se eu te disser que o cara perdeu a chave da algema e tivemos que chamar alguém do clube.
— Caralho! Que vergonha! – Christian exclamou, já caindo na risada.
— Nem me fale.
— Eu ia esse ano pular de Bungee Jumping, mas um cara resolveu estragar os meus planos, furando as camisinhas deles que iríamos usar e me engravidando bem depressa – comentei, sorrindo.
— Quando eles nascerem você pode pular de onde quiser, contanto que seja seguro.
— Vou pensar. E você? Tem algo que nunca tenha feito, mas tem vontade de fazer?
— Bom... Eu dei uma lida rápida naquele livro que você estava lendo...
— Amores Modernos?
— Isso mesmo e eu fiquei curioso.
— Como assim, querido?
— Bem. Talvez eu esteja pensando na hipótese de fazer algo mais diferente no sexo, sabe? No livro fala sobre fetiches como Swing, Ménage, Dominação e etc... Achei interessante essas coisas e me deu vontade de experimentar. Deixa eu tentar com você? Se não achar muito estranho tudo isso, é claro.
— Eu achar estranho? Amor, já fiz tudo isso aí. Pergunta ao Jack. Aproveita também e pede umas dicas para ele. Seria bom para você.
— Se está insatisfeita, devolve para a fábrica, que eu logo acho quem me queira – ele disse emburrado e completou, depois de respirar fundo – Depois eu vejo isso. Talvez até chamarei uma das meninas da faculdade para...
— Olha, Christian! – exclamei, me virando de lado entre suas pernas, o encarando com a cara fechada – Eu estou conversando de boa, então não meta essas piriguetes no meio da nossa conversa.
— Não fique me humilhando então.
— Te humilhando?
— Sim. Falando para eu pedir dicas com Jack. Não preciso disso não.
— Precisa sim, Christian. Para pular de paraquedas, você precisa ter aulas e precisa receber dicas dos instrutores. No sexo é a mesma coisa. Se você quer tentar algo que nunca fez, você precisa de dicas para não fazer merda. Eu só indiquei alguém que é próximo de você, porque isso te deixaria mais à vontade para falar disso. Jack sempre foi meu parceiro para as descobertas sexuais, então ele sabe de muita coisa que eu gosto ou não gosto na hora do sexo. Vá, converse com Jack, descubra como eu gosto das coisas, venha e faça do seu jeito espetacular.
— Eu sou espetacular no sexo? – Christian inquiriu, me olhando surpreso, o que me fez sorrir, mesmo eu estando meio brava com ele.
— Sim, você é. Porque acha que eu pedi uma foda em retratação depois do que houve lá no Brasil?
— Porque você é sexóloga e isso faz parte do seu trabalho?
— Não – falei à medida que eu prendia meu cabelo em um coque, pois não aguentava mais o vento jogando ele no meu rosto – Antes de você, eu já peguei sem querer caras com ejaculação precoce, mas depois da foda ruim, eu nunca mais falei com nenhum deles, mesmo reencontrando inesperadamente dois desses homens, assim como aconteceu conosco. Mas, você me fez querer te dar uma segunda chance. E não foi só pelo tamanho do pau, mas pelo jeito que você me pegou.
Ele então me puxou para um beijo bem gostoso, que me fez ficar ofegante bem rápido.
— Quer continuar com as perguntas ou quer transar aqui e agora, realizando mais um item da nossa lista pervertida?
Sorri entre os nossos lábios e me desvencilhei um pouco dele, o olhando.
— Não estamos em uma praia deserta, amor. E eu até que estou gostando dessas perguntas.
Christian riu então voltei a minha posição de antes, já sendo puxada para mais perto de seu corpo.
— Qual sua banda favorita?
— Não tenho. Ouço de tudo e você, querido?
— Também ouço de tudo. Qual é sua melhor lembrança?
— Não sei...
— A minha, entre várias, é quando fiz uma mulher gozar com penetração pela primeira vez.
Sorri.
— Eu acho que a minha é do meu pai me ensinando a andar de bicicleta, semanas antes dele se afundar na bebida e virar um monstro.
Respirei fundo e Christian começou a alisar, carinhosamente, o pé da minha barriga.
— Qual é a sua comida favorita, amor?
— Comida chique ou normal?
— Os dois, porque eu posso querer te surpreender um dia, com um jantar bem romântico.
— Eu gosto de ravioli de camarão e de pizza.
— Sou apaixonado por lasanha, strogonoff e fricassê.
— Nunca comi esse tal de fricassê. É algum prato francês?
— Acho que sim. Eu vi a receita uma vez, para fazer no Natal. Eu faço para você. Posso fazer duas travessas pequenas. Uma de frango e outro de carne. Daí você decide qual recheio gosta mais.
— Faria um terceiro de camarão? Porque eu amo muito camarão.
— Claro que eu faço, minha buchudinha gostosa – ele disse beijando meu pescoço, subindo para minha orelha – Agora, algumas perguntas picantes para esquentar a nossa noite.
— Manda ver, amor.
— Tem alguma coisa sexual que você já fez e nunca voltaria a fazer, tipo nunca mesmo.
— Como se diz aquele ditado... Nunca diga nunca. Mas eu não sou muito fã de sexo anal.
— Foi tão ruim assim quando você fez?
— Mais ou menos. O cara foi afoito demais, então foi bem desconfortável.
— Ah... Qual a experiência sexual mais engraçada que aconteceu com você?
— Foi em um clube BDSM em Nova York.
— Sério?
— Sim. Eu saí uma vez com um cara que tinha um grande fetiche por isso e queria muito experimentar. Ele era bem gato, então eu aceitei ir com o mesmo até esse clube, que os casais iniciantes e simpatizantes poderiam alugar uma das salas de sessões e deixar a imaginação rolar.
— E? Não sei o que isso tem de engraçado.
— E se eu te disser que o cara perdeu a chave da algema e tivemos que chamar alguém do clube.
— Caralho! Que vergonha! – Christian exclamou, já caindo na risada.
— Nem me fale.

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