ANASTASIA
— Aqui está bom para você, amor? – ele indagou, então olhei para trás.
— Não está meio distante da casa, querido? Melhor ficarmos mais perto.
— Relaxa. Aqui só tem a gente.
— É por isso mesmo – retruquei enquanto o via estender o pano xadrez sobre a areia.
— Ana, se ficarmos mais por perto, meio que as pessoas nos veriam e não teríamos privacidade. Aqui pelo menos é tranquilo e não vamos ser interrompidos – Christian resmungou, colocando a cesta e os bastões sobre o pano.
— Tudo bem, querido.
Tiramos nossos sapatos e nos sentamos sobre o pano, lado a lado, com a manta nos envolvendo. Ele então puxou a cesta para perto, colocando-a à sua frente.
— O que tem de comida aí? – inquiri.
— Temos seis sanduíches, uma porção de cookies, um cacho de uva e uma garrafa de champanhe sem álcool – Christian murmurou, mostrando-me as coisas.
Peguei então dois sanduíches e o cacho de uva enquanto que ele abria o pote de cookies, colocando o mesmo em seu colo.
— É sem álcool mesmo, né? – indaguei, o olhando, à medida que Christian abria a garrafa de champanhe.
— Sim, amor. Pode beber tranquila. Eu nunca te colocaria em risco, muito menos os nossos filhos.
— Ok.
Lhe entreguei um dos sanduíches e passei a comer o meu, juntamente com as uvas.
— Vou nem comentar, porque isso deve ser coisa de grávida – escutei ele dizer e apenas rolei os olhos, continuando a comer – Já vi Kate colocando molho rosê em pizza doce, entre outras bizarrices, incluindo minhas irmãs e cunhadas. Acho que você não vai conseguir superá-las nisso.
— Quer apostar, querido?
Christian gargalhou e eu acabei me contagiando com o seu riso, rindo também.
— A noite está bem agradável não acha, minha buchudinha?
— Verdade – falei, antes de pegar a garrafa que ele me estendia e dar alguns goles na boca dela.
— Que tal a gente se conhecer melhor? Perguntar coisas um ao outro?
— Como assim?
— Vamos nos casar e eu nem sei qual é a sua comida favorita, ou banda, ou música.
— Isso não é importante, Christian.
— É claro que é. E quando eu quiser fazer algo legal para você? Como vou saber o que te agrada?
— É só abaixar as calças e pronto, já está me agradando.
Ele riu e me deu um beijo na bochecha enquanto me chamava de “Tarada”.
— Admita, amor. Você deve querer saber alguma coisa sobre mim, né?
— Sim. Queria saber o que o médico disse ao ver o seu pênis quando você nasceu? – perguntei, tentando conter o riso.
— Que inveja! Esse menino passou pela fila da piroca 22 vezes! – Christian exclamou, com uma voz mais grossa, como se imitasse o médico.
Não aguentei e acabei rindo.
— Então... Vamos fazer essa brincadeirinha de perguntas e respostas?
— Não gosto de brincadeirinhas, Christian – informei, pegando mais um sanduíche na cesta.
— Mas isso é uma brincadeira séria, Ana. E pode ser muito informativa também.
— Ok.
— Beleza. Eu começo. Se você não tiver nenhuma pergunta, basta devolver a que eu fizer, se quiser.
— Ok.
— Bom... Qual é a sua maior paixão?
— Minha irmã – respondi, mordendo um cookie.
— Poxa. Pensei que sua maior paixão fosse eu, mas Ella é um amor mesmo, exceto no dia que ela me chutou nas partes baixas.
Nós rimos.
— E a sua, qual é?
— Depois da minha família e de você? Minha maior paixão é ser professor e poder lecionar para os adolescentes. Especificamente, para essa faixa etária, porque eu sempre tive essa “paciência extra” para lidar com os chamados “aborrecentes”.
— Que legal.
— Srta. Steele... Qual é o seu maior sonho? – ele inquiriu terminando o seu sanduíche.
— Não tenho.
— Sério?
Assenti com a cabeça e Christian me olhou espantado.
— Uau!
— O que foi? Porque o espanto?
— Achei que você teria sonhos – ele disse, antes de beber um pouco de champanhe.
— Sou rica, tenho minhas clínicas e minha irmã está bem cuidada agora. Não tenho nada mais com que sonhar para poder conseguir.
— Ah... Qual seu filme favorito então?
— Não tenho nenhum preferido. Sou mais fã de documentários.
— Eu gosto de documentários também, mas sou mega fã de Star Wars. É muito foda! Todos os efeitos e toda a história. Vale a pena passar 02 horas em frente à televisão, assistindo os filmes – Christian falou, entusiasmado até demais, fazendo-me encará-lo de cima a baixo, com uma das sobrancelhas erguida – Que foi?
— Nada, amor – murmurei, olhando para o outro lado, dando uma mordida no meu sanduíche.
— Eu gosto de coisa Geek. Sempre gostei dessas coisas diferentes.
De repente, ele me abraçou, puxando-me para sentar em seu colo, porém com o movimento brusco e inesperado, eu acabei deixando o meu sanduíche cair em cima de mim, melando meu vestido.
“Meu Tommy Hilfiger! Eu mato e enterro esse desgraçado aqui mesmo nesta praia!”
— Aqui está bom para você, amor? – ele indagou, então olhei para trás.
— Não está meio distante da casa, querido? Melhor ficarmos mais perto.
— Relaxa. Aqui só tem a gente.
— É por isso mesmo – retruquei enquanto o via estender o pano xadrez sobre a areia.
— Ana, se ficarmos mais por perto, meio que as pessoas nos veriam e não teríamos privacidade. Aqui pelo menos é tranquilo e não vamos ser interrompidos – Christian resmungou, colocando a cesta e os bastões sobre o pano.
— Tudo bem, querido.
Tiramos nossos sapatos e nos sentamos sobre o pano, lado a lado, com a manta nos envolvendo. Ele então puxou a cesta para perto, colocando-a à sua frente.
— O que tem de comida aí? – inquiri.
— Temos seis sanduíches, uma porção de cookies, um cacho de uva e uma garrafa de champanhe sem álcool – Christian murmurou, mostrando-me as coisas.
Peguei então dois sanduíches e o cacho de uva enquanto que ele abria o pote de cookies, colocando o mesmo em seu colo.
— É sem álcool mesmo, né? – indaguei, o olhando, à medida que Christian abria a garrafa de champanhe.
— Sim, amor. Pode beber tranquila. Eu nunca te colocaria em risco, muito menos os nossos filhos.
— Ok.
Lhe entreguei um dos sanduíches e passei a comer o meu, juntamente com as uvas.
— Vou nem comentar, porque isso deve ser coisa de grávida – escutei ele dizer e apenas rolei os olhos, continuando a comer – Já vi Kate colocando molho rosê em pizza doce, entre outras bizarrices, incluindo minhas irmãs e cunhadas. Acho que você não vai conseguir superá-las nisso.
— Quer apostar, querido?
Christian gargalhou e eu acabei me contagiando com o seu riso, rindo também.
— A noite está bem agradável não acha, minha buchudinha?
— Verdade – falei, antes de pegar a garrafa que ele me estendia e dar alguns goles na boca dela.
— Que tal a gente se conhecer melhor? Perguntar coisas um ao outro?
— Como assim?
— Vamos nos casar e eu nem sei qual é a sua comida favorita, ou banda, ou música.
— Isso não é importante, Christian.
— É claro que é. E quando eu quiser fazer algo legal para você? Como vou saber o que te agrada?
— É só abaixar as calças e pronto, já está me agradando.
Ele riu e me deu um beijo na bochecha enquanto me chamava de “Tarada”.
— Admita, amor. Você deve querer saber alguma coisa sobre mim, né?
— Sim. Queria saber o que o médico disse ao ver o seu pênis quando você nasceu? – perguntei, tentando conter o riso.
— Que inveja! Esse menino passou pela fila da piroca 22 vezes! – Christian exclamou, com uma voz mais grossa, como se imitasse o médico.
Não aguentei e acabei rindo.
— Então... Vamos fazer essa brincadeirinha de perguntas e respostas?
— Não gosto de brincadeirinhas, Christian – informei, pegando mais um sanduíche na cesta.
— Mas isso é uma brincadeira séria, Ana. E pode ser muito informativa também.
— Ok.
— Beleza. Eu começo. Se você não tiver nenhuma pergunta, basta devolver a que eu fizer, se quiser.
— Ok.
— Bom... Qual é a sua maior paixão?
— Minha irmã – respondi, mordendo um cookie.
— Poxa. Pensei que sua maior paixão fosse eu, mas Ella é um amor mesmo, exceto no dia que ela me chutou nas partes baixas.
Nós rimos.
— E a sua, qual é?
— Depois da minha família e de você? Minha maior paixão é ser professor e poder lecionar para os adolescentes. Especificamente, para essa faixa etária, porque eu sempre tive essa “paciência extra” para lidar com os chamados “aborrecentes”.
— Que legal.
— Srta. Steele... Qual é o seu maior sonho? – ele inquiriu terminando o seu sanduíche.
— Não tenho.
— Sério?
Assenti com a cabeça e Christian me olhou espantado.
— Uau!
— O que foi? Porque o espanto?
— Achei que você teria sonhos – ele disse, antes de beber um pouco de champanhe.
— Sou rica, tenho minhas clínicas e minha irmã está bem cuidada agora. Não tenho nada mais com que sonhar para poder conseguir.
— Ah... Qual seu filme favorito então?
— Não tenho nenhum preferido. Sou mais fã de documentários.
— Eu gosto de documentários também, mas sou mega fã de Star Wars. É muito foda! Todos os efeitos e toda a história. Vale a pena passar 02 horas em frente à televisão, assistindo os filmes – Christian falou, entusiasmado até demais, fazendo-me encará-lo de cima a baixo, com uma das sobrancelhas erguida – Que foi?
— Nada, amor – murmurei, olhando para o outro lado, dando uma mordida no meu sanduíche.
— Eu gosto de coisa Geek. Sempre gostei dessas coisas diferentes.
De repente, ele me abraçou, puxando-me para sentar em seu colo, porém com o movimento brusco e inesperado, eu acabei deixando o meu sanduíche cair em cima de mim, melando meu vestido.
“Meu Tommy Hilfiger! Eu mato e enterro esse desgraçado aqui mesmo nesta praia!”

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