ANASTASIA
Despertei com alguém chamando por Bela Adormecida, então abri os olhos e me virei, já encarando Christian, que se encontrava um pouco inclinado sobre mim.
— Tenho uma surpresa para você, amor.
— Hum... – murmurei, espreguiçando-me – Já terminou de arrumar nossas coisas?
— Já sim. E não amassei nenhum sutiã seu.
— É bom mesmo – resmunguei, já levantando da cama e indo para o banheiro.
— Você é meio perfeccionista com arrumação de mala, amor – escutei ele comentar, rindo, então o ignorei enquanto terminava de lavar o rosto – Eu estava pensando...
— Pensando em quê? – indaguei, interrompendo-o, à medida que eu ia me ajeitando, para descer para o jantar.
— Porque a gente não aproveita essa noite, que está ótima, e vamos fazer um piquenique na praia. Em uma parte mais isolada. A luz do luar.
“O que será que ele está aprontando?”
Apareci na porta do banheiro, encarando-o, bem séria.
— O que você está aprontando, Christian? – inquiri, semicerrando os olhos e ele logo levantou as mãos, como se tivesse rendendo-se.
— Nada, amor. Relaxe – o vi respirar fundo – Eu só quero que fiquemos bem e também quero ficar um pouco a sós com você, sem toda a algazarra da minha família por perto. Principalmente, porque você ficou com dor de cabeça. Você precisa comer em um lugar tranquilo, pelo menos hoje.
“Duvido que seja só isso”
— Tudo bem, querido. Eu gostei dessa sua ideia – falei, me virando, adentrando novamente o banheiro para ir terminar de escovar os cabelos.
— Enquanto estivermos jantando, podemos aproveitar para conversar um pouco, amor.
— Sobre?
— Sobre nós.
— Por favor, DR não, Christian – murmurei, saindo do banheiro.
— Prometo que não será uma DR, minha buchudinha que está muito gata.
Ele se esticou, pegando na minha cintura, trazendo-me para perto dele e me colocou entre suas pernas, beijando minha barriga por sobre o meu vestido.
— Apenas escovei o meu cabelo, querido.
— Ainda sim está muito gata – Christian disse, rodeando meu quadril com seus braços.
“Aí tem, viu!”
— Já arrumei uma cesta com várias coisas que achei na cozinha e também encontrei um pano que podemos usar para sentarmos em cima.
— Pediu permissão para Ivy, para mexer na cozinha dela, né?
— Sim. Ela estava lá quando eu desci para beber água, depois que arrumei nossas coisas. Eu disse o que pretendia e a mesma me ajudou.
— Que bom que vocês estão se dando bem, amor.
— Eu não diria isso. Mesmo ela dizendo que tem namorada agora, eu acho que se a mesma tivesse chance, ela te roubaria de mim e assumiria meus filhos com você. Mas devo admitir que quando não está dando em cima de você, ela é um pouco legal sim – ele comentou, fazendo um bico emburrado.
Rolei os olhos, sorrindo.
— Querido, o meu lance com a Ivy foi só de uma noite, por experiência sexual, sabe? – falei, pegando no seu rosto, o encarando – Só viramos amigas, porque eu precisei desabafar com ela, já que nós dois estávamos brigados. Ivy foi uma boa ouvinte e eu, como tenho poucos amigos verdadeiros, isso só conta o Jack e a minha irmã, eu quis ter ela no meu círculo de amizade. E novamente repito. Eu sou apaixonada é por você e não por ela.
— Então... nunca mais vai acontecer?
— Isso mesmo, querido – informei, então Christian se levantou da beirada da cama, sorrindo, e me beijou.
— Vamos?
— Vamos. Eu estou morrendo de fome.
Assim que saímos do quarto, encontramos no corredor alguns membros da família de Christian que ficaram no mesmo andar que a gente.
— Hum... Os pombinhos fizeram as pazes já. Estão até andando de mãos dadas – o marido de Mia comentou, fazendo os outros rirem.
— Vai descer também para o jantar, Chris? – perguntou Eloise enquanto íamos em direção das escadas.
— Sim, mas não vamos jantar com vocês não, irmã. Eu e a Ana já temos planos.
Descemos e fomos para a cozinha, encontrar com os outros. Novamente, Christian informou que nós tínhamos planos para jantarmos à dois, depois ele pegou uma cesta e um pano xadrez sobre o canto da bancada da ilha da enorme cozinha.
A pedido do Christian, eu peguei uma manta grossa e dois bastões de luz que se encontravam ao lado da cesta, então nos despedimos de todos e saímos pelos fundos da mansão, descendo uma escada de madeira que dava acesso à praia.
Assim que pisamos na areia, quebramos os bastões de luz para iluminar o caminho, pois já havia escurecido um pouco. Christian logo transferiu a cesta para sua mão esquerda e passou seu braço direito por sobre meus ombros, abraçando eles. Usando o meu braço esquerdo livre, envolvi a cintura dele, então seguimos caminhando para longe das mansões, abraçados, admirando o céu estrelado, até que Christian parou, minutos depois.
Despertei com alguém chamando por Bela Adormecida, então abri os olhos e me virei, já encarando Christian, que se encontrava um pouco inclinado sobre mim.
— Tenho uma surpresa para você, amor.
— Hum... – murmurei, espreguiçando-me – Já terminou de arrumar nossas coisas?
— Já sim. E não amassei nenhum sutiã seu.
— É bom mesmo – resmunguei, já levantando da cama e indo para o banheiro.
— Você é meio perfeccionista com arrumação de mala, amor – escutei ele comentar, rindo, então o ignorei enquanto terminava de lavar o rosto – Eu estava pensando...
— Pensando em quê? – indaguei, interrompendo-o, à medida que eu ia me ajeitando, para descer para o jantar.
— Porque a gente não aproveita essa noite, que está ótima, e vamos fazer um piquenique na praia. Em uma parte mais isolada. A luz do luar.
“O que será que ele está aprontando?”
Apareci na porta do banheiro, encarando-o, bem séria.
— O que você está aprontando, Christian? – inquiri, semicerrando os olhos e ele logo levantou as mãos, como se tivesse rendendo-se.
— Nada, amor. Relaxe – o vi respirar fundo – Eu só quero que fiquemos bem e também quero ficar um pouco a sós com você, sem toda a algazarra da minha família por perto. Principalmente, porque você ficou com dor de cabeça. Você precisa comer em um lugar tranquilo, pelo menos hoje.
“Duvido que seja só isso”
— Tudo bem, querido. Eu gostei dessa sua ideia – falei, me virando, adentrando novamente o banheiro para ir terminar de escovar os cabelos.
— Enquanto estivermos jantando, podemos aproveitar para conversar um pouco, amor.
— Sobre?
— Sobre nós.
— Por favor, DR não, Christian – murmurei, saindo do banheiro.
— Prometo que não será uma DR, minha buchudinha que está muito gata.
Ele se esticou, pegando na minha cintura, trazendo-me para perto dele e me colocou entre suas pernas, beijando minha barriga por sobre o meu vestido.
— Apenas escovei o meu cabelo, querido.
— Ainda sim está muito gata – Christian disse, rodeando meu quadril com seus braços.
“Aí tem, viu!”
— Já arrumei uma cesta com várias coisas que achei na cozinha e também encontrei um pano que podemos usar para sentarmos em cima.
— Pediu permissão para Ivy, para mexer na cozinha dela, né?
— Sim. Ela estava lá quando eu desci para beber água, depois que arrumei nossas coisas. Eu disse o que pretendia e a mesma me ajudou.
— Que bom que vocês estão se dando bem, amor.
— Eu não diria isso. Mesmo ela dizendo que tem namorada agora, eu acho que se a mesma tivesse chance, ela te roubaria de mim e assumiria meus filhos com você. Mas devo admitir que quando não está dando em cima de você, ela é um pouco legal sim – ele comentou, fazendo um bico emburrado.
Rolei os olhos, sorrindo.
— Querido, o meu lance com a Ivy foi só de uma noite, por experiência sexual, sabe? – falei, pegando no seu rosto, o encarando – Só viramos amigas, porque eu precisei desabafar com ela, já que nós dois estávamos brigados. Ivy foi uma boa ouvinte e eu, como tenho poucos amigos verdadeiros, isso só conta o Jack e a minha irmã, eu quis ter ela no meu círculo de amizade. E novamente repito. Eu sou apaixonada é por você e não por ela.
— Então... nunca mais vai acontecer?
— Isso mesmo, querido – informei, então Christian se levantou da beirada da cama, sorrindo, e me beijou.
— Vamos?
— Vamos. Eu estou morrendo de fome.
Assim que saímos do quarto, encontramos no corredor alguns membros da família de Christian que ficaram no mesmo andar que a gente.
— Hum... Os pombinhos fizeram as pazes já. Estão até andando de mãos dadas – o marido de Mia comentou, fazendo os outros rirem.
— Vai descer também para o jantar, Chris? – perguntou Eloise enquanto íamos em direção das escadas.
— Sim, mas não vamos jantar com vocês não, irmã. Eu e a Ana já temos planos.
Descemos e fomos para a cozinha, encontrar com os outros. Novamente, Christian informou que nós tínhamos planos para jantarmos à dois, depois ele pegou uma cesta e um pano xadrez sobre o canto da bancada da ilha da enorme cozinha.

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