CHRISTIAN
— Já amanheceu – escutei Ana resmungar à medida que sentia seu carinho em meu ombro enquanto eu acariciava sua costa.
— Está tão gostoso assim, vamos ficar um pouco mais desse jeito, amor – sussurrei ainda de olhos fechados – Como você está?
— Bem melhor. Precisamos comprar o medidor de glicose e as vitaminas que a Dra. Hemsworth receitou. Ah, e o remédio de dor também.
— Eu vou mais tarde na farmácia e compro.
— Obrigada, querido.
— Mas, me responde uma coisa? Se você tem diabetes, tu não poderia ter comido doce, não é? Porque diabetes é ter muito açúcar no sangue, né isso?
— Sim, mas provavelmente eu tive um crise hipoglicêmica, que é a falta de açúcar no sangue. Isso acontece quando a pessoa faz muito exercício e o açúcar do corpo é transformado em energia, principalmente no meu caso que estou grávida de três bebês, isso acontece mais acelerado ainda. Aí deve ter juntado a pouca comida que jantei, mais o sexo e deu no que deu.
— Ah entendi.
— Que bom. Agora, acho melhor a gente levantar.
Resmunguei abrindo os olhos e trazendo ela para mais perto do meu corpo, beijando-a. Então nos levantamos e Anastasia conseguiu andar sozinha até o banheiro. Depois que confirmei com ela se a mesma ficaria bem sozinha no banho, vesti um short, sai do quarto e fui até o dos meus pais, encontrando apenas meu pai terminando de se calçar para ir trabalhar.
— Bom dia, pai.
— Oi, filho. Bom dia. Sua mãe deve está cuidando do jardim, se veio procurar por ela – ele disse se levantando.
— Ah, não vim atrás dela não. Vim furtar um dos anéis dela isso sim.
Meu pai riu e logo perguntou para que era que eu queria, então o informei do meu noivado com a Ana e ele me parabenizou, saindo em seguida, pois a cliente que ele iria fazer o projeto da casa era muito exigente com a pontualidade e o mesmo ainda tinha que deixar a Maya no colégio.
Assim que fiquei só, me dirigi até o armário da minha mãe encontrando a caixa de jóias dela. Achei um lindo anel que talvez serviria no dedo da Anastasia e o guardei no bolso do short, saindo rapidamente dali antes que fosse pego. Ana estava revirando as coisas dela, enrolada na toalha, quando adentrei o meu quarto. A mesma me olhou bastante desanimada.
— O que foi, amor?
— Minha maquiagem está pouca e eu não tenho uma roupa bonita que cubra esses hematomas que o senhor fez o favor de fazer em mim.
Me aproximei e a beijei, sorrindo, depois peguei duas peças de roupas que se encontravam sobre a cama.
— Essas aqui dá para cobrir, não dá? – questionei.
— Eu falei bonita, Christian. Essa blusa é feia.
— Eu não acho, mas se você acha ela feia então porque comprou?
— Não comprei, ganhei da minha irmã.
— Aí fica difícil. Vou banhar – informei enquanto pegava uma roupa para mim.
Assim que terminei de banhar e me vestir, sai do banheiro encontrando Anastasia fechando uma de suas gavetas então me aproximei com o anel em mãos e peguei a dela, gentilmente.
— Aonde você achou esse anel?
— Gostou?
— É bonito – ela disse quando o coloquei em seu dedo.
— É da minha mãe, quer dizer, era dela. Agora é seu.
— Você roubou um anel da sua mãe? – Ana inquiriu enquanto eu me calçava.
— Peguei emprestado enquanto não compro um para você.
— Ela não vai ficar com raiva, Christian?
— Vai nada. Vamos? – indaguei e ela assentiu.
Cumprimentamos Kate, Elliot, Ava, Karessa e minha mãe, que logo se levantou da mesa, dizendo que ia pegar mais suco.
— Porque você está de óculos escuros, Ana?
— Estou com olheiras, porque o seu irmão não me deixou dormir.
— Ele roncou foi? – Elliot perguntou já rindo.
— Eu não ronco. Você que ronca.
— Ahãm... Sei.
— Tinha três bandejas de cupcakes na geladeira e uma sumiu. Quem foi dos dois que comeu e entocou a bandeja vazia? – indagou mamãe adentrando a sala de refeições, brava – Tenho certeza que ela deve está no quarto de um de vocês dois.
“Fudeu!”
— Já amanheceu – escutei Ana resmungar à medida que sentia seu carinho em meu ombro enquanto eu acariciava sua costa.
— Bem melhor. Precisamos comprar o medidor de glicose e as vitaminas que a Dra. Hemsworth receitou. Ah, e o remédio de dor também.
— Eu vou mais tarde na farmácia e compro.
— Obrigada, querido.
— Mas, me responde uma coisa? Se você tem diabetes, tu não poderia ter comido doce, não é? Porque diabetes é ter muito açúcar no sangue, né isso?
— Sim, mas provavelmente eu tive um crise hipoglicêmica, que é a falta de açúcar no sangue. Isso acontece quando a pessoa faz muito exercício e o açúcar do corpo é transformado em energia, principalmente no meu caso que estou grávida de três bebês, isso acontece mais acelerado ainda. Aí deve ter juntado a pouca comida que jantei, mais o sexo e deu no que deu.
— Ah entendi.
— Que bom. Agora, acho melhor a gente levantar.
Resmunguei abrindo os olhos e trazendo ela para mais perto do meu corpo, beijando-a. Então nos levantamos e Anastasia conseguiu andar sozinha até o banheiro. Depois que confirmei com ela se a mesma ficaria bem sozinha no banho, vesti um short, sai do quarto e fui até o dos meus pais, encontrando apenas meu pai terminando de se calçar para ir trabalhar.
— Bom dia, pai.
— Oi, filho. Bom dia. Sua mãe deve está cuidando do jardim, se veio procurar por ela – ele disse se levantando.
— Ah, não vim atrás dela não. Vim furtar um dos anéis dela isso sim.
Meu pai riu e logo perguntou para que era que eu queria, então o informei do meu noivado com a Ana e ele me parabenizou, saindo em seguida, pois a cliente que ele iria fazer o projeto da casa era muito exigente com a pontualidade e o mesmo ainda tinha que deixar a Maya no colégio.
Assim que fiquei só, me dirigi até o armário da minha mãe encontrando a caixa de jóias dela. Achei um lindo anel que talvez serviria no dedo da Anastasia e o guardei no bolso do short, saindo rapidamente dali antes que fosse pego. Ana estava revirando as coisas dela, enrolada na toalha, quando adentrei o meu quarto. A mesma me olhou bastante desanimada.
— O que foi, amor?
— Minha maquiagem está pouca e eu não tenho uma roupa bonita que cubra esses hematomas que o senhor fez o favor de fazer em mim.
Me aproximei e a beijei, sorrindo, depois peguei duas peças de roupas que se encontravam sobre a cama.
— Essas aqui dá para cobrir, não dá? – questionei.
— Eu falei bonita, Christian. Essa blusa é feia.
— Eu não acho, mas se você acha ela feia então porque comprou?
— Não comprei, ganhei da minha irmã.
— Aí fica difícil. Vou banhar – informei enquanto pegava uma roupa para mim.
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Assim que terminei de banhar e me vestir, sai do banheiro encontrando Anastasia fechando uma de suas gavetas então me aproximei com o anel em mãos e peguei a dela, gentilmente.
— Aonde você achou esse anel?
— Gostou?
— É bonito – ela disse quando o coloquei em seu dedo.
— É da minha mãe, quer dizer, era dela. Agora é seu.
— Você roubou um anel da sua mãe? – Ana inquiriu enquanto eu me calçava.
— Peguei emprestado enquanto não compro um para você.
— Ela não vai ficar com raiva, Christian?
— Vai nada. Vamos? – indaguei e ela assentiu.
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Cumprimentamos Kate, Elliot, Ava, Karessa e minha mãe, que logo se levantou da mesa, dizendo que ia pegar mais suco.
— Porque você está de óculos escuros, Ana?
— Estou com olheiras, porque o seu irmão não me deixou dormir.
— Ele roncou foi? – Elliot perguntou já rindo.
— Eu não ronco. Você que ronca.
— Ahãm... Sei.
— Tinha três bandejas de cupcakes na geladeira e uma sumiu. Quem foi dos dois que comeu e entocou a bandeja vazia? – indagou mamãe adentrando a sala de refeições, brava – Tenho certeza que ela deve está no quarto de um de vocês dois.
“Fudeu!”

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