ANASTASIA
— Já chega, Christian... Por favor... – choraminguei, horas depois, quando senti que um novo orgasmo se aproximava e ele, graças a Deus, parou de meter na minha boceta, que já estava bem ardida e vermelha, de tanto pau que a coitada tinha levado.
Christian já havia gozado três vezes e queria gozar pela quarta vez, só que eu já tinha tido orgasmos suficientes para uma ou duas semanas, não sei ao certo, pois tinha parado de contar no quinto.
— Estou quase lá, minha gostosa – ele murmurou, me beijando.
Nós estávamos de lado, um de frente para o outro, e Christian aproveitou minha perna repousada em sua cintura, me abraçou e virou-se, puxando-me para cima dele. Não aguentava mais nem me apoiar nos meus próprios braços, pois já me encontrava sem forças, então fiquei deitada em seu tórax e enfiei meu rosto na curva do seu pescoço à medida que sentia ele segurar minhas nádegas e retornar ao ritmo de suas estocadas.
— Oh meu Deus! – exclamei, minutos depois, gozando alucinadamente, mordendo o ombro de Christian, enquanto ele gemia gozando também.
Estava no limite do meu limite e acabei desmaiando de exaustão.
Acordei tempo depois, já notando que estava sobre Christian, com nossos corpos ainda conectados. Ele ressonava baixinho enquanto dormia e não ousei nos separar, ficando apenas a admirá-lo por um tempo.
“Será que isso é uma nova chance para fazermos as coisas certas, Senhor?”
“Christian não lembra de nós, mas depois dessa noite eu espero que isso mude. Que o passado de brigas seja uma página virada”
“Eu não vou medir esforços para fazê-lo lembrar apenas dos nossos bons momentos”
Sorri dando um beijo em seu tórax e me ajeitei melhor sobre ele, sentindo aquela deliciosa sensação de preenchimento em minha boceta, acabando por adormecer novamente.
CHRISTIAN
Despertei com um som estranho e logo me veio à mente o que parecia ser uma lembrança.
— Ana, deita de lado, meu amor. Você está roncando nessa posição – sussurro bem próximo ao rosto dela e a mesma apenas vira a cabeça para o outro lado – Anastasia, amor, muda de posição para você não roncar mais – falo novamente e acaricio sua costa.
— Eu não estou roncando não – ela resmunga com a voz meio abafada.
Segundos depois, escuto ela roncar novamente então pego o travesseiro e me deito ao seu lado, puxando aquela mulher para se aconchegar em meus braços.
Coloquei a mão na cabeça e um sorriso involuntário se apossou dos meus lábios. Virei o rosto, abaixando meu olhar e encarando Anastasia deitada em meu peito, comigo ainda metido dentro dela.
“Eu não sei o que fomos no passado, mas agora, no presente, tenho a plena certeza de que ela é a mulher da minha vida” pensei enquanto acariciava seu rosto, fazendo-a acordar sem querer.
— Oi – Ana disse, meio sonolenta ainda.
— Bom dia, meu amor. A gente sempre dormia assim?
Ela sorriu negando com a cabeça, então de repente uma sequência de lembranças me invadiram à mente, tornando-o as que eu tinha bem mais nítidas e tapando os buracos vazios entre elas.
“Mais que porra era essa? Eu tinha ejaculação precoce?”
— O que foi, Christian?
— Acabei de lembrar de tudo. E eu realmente tinha ejaculação precoce?
— Christian, você não deveria pensar nisso, porque senão vai voltar tudo de novo.
— Acho que não precisa se preocupar com isso, já que eu nem lembro como é ter esse problema. Então se eu não sei a sensação, eu não vou ter ejaculação precoce.
— Tomara mesmo – ela disse bocejando, já fechando os olhos e repousando a cabeça novamente em meu peito.
— Eu quero dormir assim com você para sempre. Você aceita? – sussurrei fazendo Anastasia erguer o rosto e me encarar com o cenho franzido.
— Isso por acaso foi um pedido de casamento?
— Foi e estou esperando sua resposta, meu amor.
— Que pedido mais estranho – Ana comentou rindo.
— Mal de família. Nem queira saber como foi o da minha mãe – falei puxando o lençol para cima de nós.
— Ah, agora eu quero saber.
— Não muda o rumo da nossa conversa, Srta. Steele – resmunguei e acariciei seu rosto, afastando algumas mechas de seu cabelo da frente – Você aceita dormir assim comigo para sempre?
A vi morder o lábio inferior e abaixar o olhar por alguns segundos antes dela o erguer novamente para mim.
— Posso pensar?
“Ah, merda!”
— Para quê pensar se você vai acabar aceitando no final das contas, hein? – ressaltei vendo-a rolar os olhos.
— O senhor está muito convencido, mas ok... Eu aceito me casar com você, Christian.
— Sério? – inquiri meio com o pé para trás com ela.
Anastasia sorriu, já colando nossas bocas em um beijo mais ardente que os que estávamos acostumados a trocar enquanto eu segurava sua cintura.
— Isso respondeu a sua pergunta, querido?
— Respondeu não. Preciso de mais respostas – sussurrei safadamente, fazendo ela rir contra minha boca.
— Preciso ir ao banheiro – anunciou Ana, saindo de cima de mim.
Rolando até a beirada da cama, onde se sentou, ela tentou se levantar, porém precisou se apoiar na cabeceira para conseguir se manter de pé.
— Tudo bem aí? – indaguei divertido, então Anastasia me olhou por cima do ombro, acho que brava, pois não dava para ver seu rosto direito, por causa da penumbra do quarto.
— Sem sexo por três dias.
— Duvido – provoquei com um sorriso nos lábios.
— Ah meu querido, eu passei o quê? Uma ou duas semanas sem transar com você? Enfim, se consegui passar esse tempo todo sem sexo porque não conseguiria ficar três míseros dias e outra, eu posso muito bem me masturbar se ficar com tesão.
— Sei...
— Christian, eu só não te desço um murro porque não tenho forças nem para andar.
Me levantei rindo, dando a volta na cama já a pegando no colo e levando-a para o banheiro, onde a depositei sentada no vaso e a mesma me inquiriu se eu iria ficar observando ela fazer xixi. Apenas assenti cruzando os braços e recostando-me na bancada da pia.
Ana terminou o que tinha que fazer e se enxugou. Notei que ela realmente estava muito fraca, pois seus movimentos eram lentos e isso me preocupou, ainda mais quando a mesma tentou se levantar e desmaiou.
Para a sorte dela, eu tive um reflexo rápido e a segurei, já a pegando no colo, voltando para o quarto. Assim que a coloquei na cama, liguei o abajur da mesinha de cabeceira e me assustei um pouco ao ver vários hematomas sobre sua pele.
“Puta merda! Tô ferrado! Anastasia vai me matar quando ver o que eu fiz no corpo dela!” pensei desligando a luz, só por precaução.
— Ana? – a chamei segurando seu rosto entre minhas mãos e ela abriu os olhos novamente.
— O que houve?
— Você desmaiou. Ana, fica com os olhos abertos, meu amor.
— Estou muito fraca... Minha glicose deve... está baixa. Preciso de doce.
— Vou ver se tem algo na cozinha – falei me levantando e fui vestir uma cueca – Já eu volto. Tenta se manter acordada.
— Tá – Anastasia respondeu segundos antes de eu destrancar a porta e sair do quarto.
Quando cheguei na cozinha, de doce só achei apenas o bolo de aniversário da Kaká e três bandejas pequenas de cupcakes, meio que escondidas na geladeira. Resolvi pegar uma das bandejas que estava pela metade e voltei para o quarto, encontrando o mesmo iluminado pelo abajur, e uma Ana meio brava, meio sonolenta.
— Eu vou te matar... tu sabe disso né? – ela falou, lutando para ficar acordada.
— Desculpe, acho que me empolguei um pouquinho – comentei aproximando um cupcake de sua boca que ela logo o mordeu.
— Um pouquinho? – inquiriu-me ela assim que terminou de engolir o pedaço que mastigava.
Comemos todos os cupcakes, quer dizer, Anastasia comeu só dois e eu terminei o resto. Depois que coloquei a bandeja em cima da cômoda, voltei para a cama, deitando-me novamente, então ela se aconchegou em mim, dormindo logo em seguida.
— Já chega, Christian... Por favor... – choraminguei, horas depois, quando senti que um novo orgasmo se aproximava e ele, graças a Deus, parou de meter na minha boceta, que já estava bem ardida e vermelha, de tanto pau que a coitada tinha levado.
Christian já havia gozado três vezes e queria gozar pela quarta vez, só que eu já tinha tido orgasmos suficientes para uma ou duas semanas, não sei ao certo, pois tinha parado de contar no quinto.
— Estou quase lá, minha gostosa – ele murmurou, me beijando.
Nós estávamos de lado, um de frente para o outro, e Christian aproveitou minha perna repousada em sua cintura, me abraçou e virou-se, puxando-me para cima dele. Não aguentava mais nem me apoiar nos meus próprios braços, pois já me encontrava sem forças, então fiquei deitada em seu tórax e enfiei meu rosto na curva do seu pescoço à medida que sentia ele segurar minhas nádegas e retornar ao ritmo de suas estocadas.
— Oh meu Deus! – exclamei, minutos depois, gozando alucinadamente, mordendo o ombro de Christian, enquanto ele gemia gozando também.
Estava no limite do meu limite e acabei desmaiando de exaustão.
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Acordei tempo depois, já notando que estava sobre Christian, com nossos corpos ainda conectados. Ele ressonava baixinho enquanto dormia e não ousei nos separar, ficando apenas a admirá-lo por um tempo.
“Será que isso é uma nova chance para fazermos as coisas certas, Senhor?”
“Christian não lembra de nós, mas depois dessa noite eu espero que isso mude. Que o passado de brigas seja uma página virada”
“Eu não vou medir esforços para fazê-lo lembrar apenas dos nossos bons momentos”
Sorri dando um beijo em seu tórax e me ajeitei melhor sobre ele, sentindo aquela deliciosa sensação de preenchimento em minha boceta, acabando por adormecer novamente.
CHRISTIAN
Despertei com um som estranho e logo me veio à mente o que parecia ser uma lembrança.
— Ana, deita de lado, meu amor. Você está roncando nessa posição – sussurro bem próximo ao rosto dela e a mesma apenas vira a cabeça para o outro lado – Anastasia, amor, muda de posição para você não roncar mais – falo novamente e acaricio sua costa.
— Eu não estou roncando não – ela resmunga com a voz meio abafada.
Segundos depois, escuto ela roncar novamente então pego o travesseiro e me deito ao seu lado, puxando aquela mulher para se aconchegar em meus braços.
Coloquei a mão na cabeça e um sorriso involuntário se apossou dos meus lábios. Virei o rosto, abaixando meu olhar e encarando Anastasia deitada em meu peito, comigo ainda metido dentro dela.
“Eu não sei o que fomos no passado, mas agora, no presente, tenho a plena certeza de que ela é a mulher da minha vida” pensei enquanto acariciava seu rosto, fazendo-a acordar sem querer.
— Oi – Ana disse, meio sonolenta ainda.
— Bom dia, meu amor. A gente sempre dormia assim?
Ela sorriu negando com a cabeça, então de repente uma sequência de lembranças me invadiram à mente, tornando-o as que eu tinha bem mais nítidas e tapando os buracos vazios entre elas.
“Mais que porra era essa? Eu tinha ejaculação precoce?”
— O que foi, Christian?
— Acabei de lembrar de tudo. E eu realmente tinha ejaculação precoce?
— Christian, você não deveria pensar nisso, porque senão vai voltar tudo de novo.
— Acho que não precisa se preocupar com isso, já que eu nem lembro como é ter esse problema. Então se eu não sei a sensação, eu não vou ter ejaculação precoce.
— Tomara mesmo – ela disse bocejando, já fechando os olhos e repousando a cabeça novamente em meu peito.
— Eu quero dormir assim com você para sempre. Você aceita? – sussurrei fazendo Anastasia erguer o rosto e me encarar com o cenho franzido.
— Isso por acaso foi um pedido de casamento?
— Foi e estou esperando sua resposta, meu amor.
— Que pedido mais estranho – Ana comentou rindo.
— Mal de família. Nem queira saber como foi o da minha mãe – falei puxando o lençol para cima de nós.
— Ah, agora eu quero saber.
— Não muda o rumo da nossa conversa, Srta. Steele – resmunguei e acariciei seu rosto, afastando algumas mechas de seu cabelo da frente – Você aceita dormir assim comigo para sempre?
A vi morder o lábio inferior e abaixar o olhar por alguns segundos antes dela o erguer novamente para mim.
— Posso pensar?
“Ah, merda!”
— Para quê pensar se você vai acabar aceitando no final das contas, hein? – ressaltei vendo-a rolar os olhos.
— O senhor está muito convencido, mas ok... Eu aceito me casar com você, Christian.
— Sério? – inquiri meio com o pé para trás com ela.
Anastasia sorriu, já colando nossas bocas em um beijo mais ardente que os que estávamos acostumados a trocar enquanto eu segurava sua cintura.
— Respondeu não. Preciso de mais respostas – sussurrei safadamente, fazendo ela rir contra minha boca.
— Preciso ir ao banheiro – anunciou Ana, saindo de cima de mim.
Rolando até a beirada da cama, onde se sentou, ela tentou se levantar, porém precisou se apoiar na cabeceira para conseguir se manter de pé.
— Tudo bem aí? – indaguei divertido, então Anastasia me olhou por cima do ombro, acho que brava, pois não dava para ver seu rosto direito, por causa da penumbra do quarto.
— Sem sexo por três dias.
— Duvido – provoquei com um sorriso nos lábios.
— Ah meu querido, eu passei o quê? Uma ou duas semanas sem transar com você? Enfim, se consegui passar esse tempo todo sem sexo porque não conseguiria ficar três míseros dias e outra, eu posso muito bem me masturbar se ficar com tesão.
— Sei...
— Christian, eu só não te desço um murro porque não tenho forças nem para andar.
Me levantei rindo, dando a volta na cama já a pegando no colo e levando-a para o banheiro, onde a depositei sentada no vaso e a mesma me inquiriu se eu iria ficar observando ela fazer xixi. Apenas assenti cruzando os braços e recostando-me na bancada da pia.
Ana terminou o que tinha que fazer e se enxugou. Notei que ela realmente estava muito fraca, pois seus movimentos eram lentos e isso me preocupou, ainda mais quando a mesma tentou se levantar e desmaiou.
Para a sorte dela, eu tive um reflexo rápido e a segurei, já a pegando no colo, voltando para o quarto. Assim que a coloquei na cama, liguei o abajur da mesinha de cabeceira e me assustei um pouco ao ver vários hematomas sobre sua pele.
“Puta merda! Tô ferrado! Anastasia vai me matar quando ver o que eu fiz no corpo dela!” pensei desligando a luz, só por precaução.
— Ana? – a chamei segurando seu rosto entre minhas mãos e ela abriu os olhos novamente.
— O que houve?
— Você desmaiou. Ana, fica com os olhos abertos, meu amor.
— Estou muito fraca... Minha glicose deve... está baixa. Preciso de doce.
— Vou ver se tem algo na cozinha – falei me levantando e fui vestir uma cueca – Já eu volto. Tenta se manter acordada.
— Tá – Anastasia respondeu segundos antes de eu destrancar a porta e sair do quarto.
Quando cheguei na cozinha, de doce só achei apenas o bolo de aniversário da Kaká e três bandejas pequenas de cupcakes, meio que escondidas na geladeira. Resolvi pegar uma das bandejas que estava pela metade e voltei para o quarto, encontrando o mesmo iluminado pelo abajur, e uma Ana meio brava, meio sonolenta.
— Eu vou te matar... tu sabe disso né? – ela falou, lutando para ficar acordada.
— Desculpe, acho que me empolguei um pouquinho – comentei aproximando um cupcake de sua boca que ela logo o mordeu.
— Um pouquinho? – inquiriu-me ela assim que terminou de engolir o pedaço que mastigava.
Comemos todos os cupcakes, quer dizer, Anastasia comeu só dois e eu terminei o resto. Depois que coloquei a bandeja em cima da cômoda, voltei para a cama, deitando-me novamente, então ela se aconchegou em mim, dormindo logo em seguida.

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