ANASTASIA
Passou-se apenas alguns segundos antes dele erguer sua mão, colocando-a em meu rosto, já me puxando para um beijo enquanto sua outra mão se enfiava por entre as almofadas a fim de encontrar minha cintura para me puxar de encontro ao seu corpo.
— Nem acredito que você me ama – ele comentou sorrindo entre nossos lábios, mas me afastei um pouco.
— Alto lá. Eu falei que estou apaixonada e não que te amava.
— Para mim é a mesma coisa – Christian falou, acariciando o meu queixo.
— Pois para mim não é. Paixão e amor são coisas diferentes, porém estão interligadas – murmurei me aconchegando em seus braços, repousando minha cabeça em seu ombro – Isso quer dizer que estou perto do final do caminho – falei mexendo nos botões da camisa dele.
— Saber que você está apaixonada, para mim isso já é o bastante.
Ele pegou minha mão sobre seu peito e a levou até seus lábios, espalhando beijos em todo o dorso, fazendo-me sorrir daquilo.
— Seu nariz não doeu quando me beijou? – inquiri me desvencilhando dele alguns centímetros, erguendo meu rosto.
— Um pouco, mas foi uma dorzinha suportável e eu quero sentir ela de novo – ele sussurrou, já aproximando sua face da minha, capturando meus lábios novamente.
— Suas irmãs estão bem ali, do outro lado do quintal – murmurei quando Christian, em meio a um beijo mais intenso, abaixou um lado do meu vestido de renda, estilo tomara-que-caia.
— E por estarem do outro lado, elas não vão ouvir a gente.
— Mas vão ver – ressaltei, então ele se desencostou das almofadas e puxou o capô do sofá.
— Pronto. Agora elas não estão mais nos vendo, só o muro. Podemos continuar de onde paramos? – o safado disse, já puxando o lado do tomara-que-caia de novo, revelando meu seio direito, que o mesmo logo abocanhou, me fazendo morder o lábio.
“Que isso, Senhor? Tô no paraíso!” pensei enquanto Christian chupava meu seio com força.
Me deitei sobre as almofadas quando ele abaixou o outro lado do vestido, deixando-me com os seios amostra. Mordi o lábio com mais força ainda, para impedir que meus gemidos escapassem à medida que Christian voltava a se saborear com meus mamilos.
— Estava com saudade dessa boca maravilhosa – admiti em meio a um sussurro.
— E eu estava com saudade desse seu corpo gostoso.
Não sei o que houve exatamente, mas quando dei por mim, foi de estar me estremecendo toda, sob a boca do Christian, em um orgasmo involuntário.
“Puta que pariu, eu gozei?”
— O que foi isso? Você gozou assim tão rápido? – zombou Christian, rindo baixinho.
— Para de rir. Isso é novo para mim. Provavelmente, minhas zonas erógenas estão bem mais sensíveis agora na gravidez.
— Que bom para mim, não é? – ele brincou, já me beijando, mas nosso beijo foi interrompido ao escutarmos a voz da mãe dele chamando as filhas para adentrarem, pois estava anoitecendo e o jantar ia ser servido em breve.
— Cadê o seu irmão?
— Não sei. Vi ele não, mãe. Deve estar com a Ana no quarto se comendo – ouvimos Maya dizer, meio que rindo.
— Tudo bem. Vem cá, meu amorzinho. Vamos tomar banho para jantar, vamos?
— Tantá! Tantá!
— É melhor a gente ir também – sussurrei tentando me levantar, mas ele não deixou.
— Não enquanto você não fizer meu pau amolecer, porque ele está duro igual pedra – Christian informou e desceu um pouco, levantando a saia do vestido e beijando o meu ventre – Não se preocupem, meus amores, o papai não vai machucar vocês.
Não me aguentei e comecei a rir, mas calei-me por lembrar que estávamos escondidos naquele canto, parcialmente escuro, do quintal.
— Você sabe que eles ainda não te ouvem, né?
— Não importa. Vou falar com nossos filhos desde agora do início para quando eles realmente começar a escutar, pensarem “Essa voz é o do nosso papai que falava com a gente desde que nós éramos três feijõezinhos aqui dentro da mamãe, que é a mamãe mais linda do mundo”.
Comecei a chorar do nada.
“Hormônios, já disse hoje que odeio vocês? Não? Então... Eu odeio vocês!”
— Viu o que você fez, Christian? Eu tô numa fase que se eu ver um comercial de margarina eu choro, aí tu vem e fala isso.
— Oh meu Deus... Está toda emotiva é? – ele indagou, fazendo-me ficar de lado e deitou-se à minha costa, abraçando-me por trás – Então vamos ficar um tempinho aqui até eu não tiver mais duro e aí a gente entra para jantar. Ok, meu amor?
Assenti com a cabeça, já sentindo um beijo bem próxima a minha nuca.
Passou-se apenas alguns segundos antes dele erguer sua mão, colocando-a em meu rosto, já me puxando para um beijo enquanto sua outra mão se enfiava por entre as almofadas a fim de encontrar minha cintura para me puxar de encontro ao seu corpo.
— Nem acredito que você me ama – ele comentou sorrindo entre nossos lábios, mas me afastei um pouco.
— Alto lá. Eu falei que estou apaixonada e não que te amava.
— Para mim é a mesma coisa – Christian falou, acariciando o meu queixo.
— Pois para mim não é. Paixão e amor são coisas diferentes, porém estão interligadas – murmurei me aconchegando em seus braços, repousando minha cabeça em seu ombro – Isso quer dizer que estou perto do final do caminho – falei mexendo nos botões da camisa dele.
— Saber que você está apaixonada, para mim isso já é o bastante.
Ele pegou minha mão sobre seu peito e a levou até seus lábios, espalhando beijos em todo o dorso, fazendo-me sorrir daquilo.
— Seu nariz não doeu quando me beijou? – inquiri me desvencilhando dele alguns centímetros, erguendo meu rosto.
— Um pouco, mas foi uma dorzinha suportável e eu quero sentir ela de novo – ele sussurrou, já aproximando sua face da minha, capturando meus lábios novamente.
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— Suas irmãs estão bem ali, do outro lado do quintal – murmurei quando Christian, em meio a um beijo mais intenso, abaixou um lado do meu vestido de renda, estilo tomara-que-caia.
— Mas vão ver – ressaltei, então ele se desencostou das almofadas e puxou o capô do sofá.
“Que isso, Senhor? Tô no paraíso!” pensei enquanto Christian chupava meu seio com força.
Me deitei sobre as almofadas quando ele abaixou o outro lado do vestido, deixando-me com os seios amostra. Mordi o lábio com mais força ainda, para impedir que meus gemidos escapassem à medida que Christian voltava a se saborear com meus mamilos.
— Estava com saudade dessa boca maravilhosa – admiti em meio a um sussurro.
— E eu estava com saudade desse seu corpo gostoso.
Não sei o que houve exatamente, mas quando dei por mim, foi de estar me estremecendo toda, sob a boca do Christian, em um orgasmo involuntário.
“Puta que pariu, eu gozei?”
— O que foi isso? Você gozou assim tão rápido? – zombou Christian, rindo baixinho.
— Para de rir. Isso é novo para mim. Provavelmente, minhas zonas erógenas estão bem mais sensíveis agora na gravidez.
— Que bom para mim, não é? – ele brincou, já me beijando, mas nosso beijo foi interrompido ao escutarmos a voz da mãe dele chamando as filhas para adentrarem, pois estava anoitecendo e o jantar ia ser servido em breve.
— Cadê o seu irmão?
— Não sei. Vi ele não, mãe. Deve estar com a Ana no quarto se comendo – ouvimos Maya dizer, meio que rindo.
— Tudo bem. Vem cá, meu amorzinho. Vamos tomar banho para jantar, vamos?
— Tantá! Tantá!
— É melhor a gente ir também – sussurrei tentando me levantar, mas ele não deixou.
— Não enquanto você não fizer meu pau amolecer, porque ele está duro igual pedra – Christian informou e desceu um pouco, levantando a saia do vestido e beijando o meu ventre – Não se preocupem, meus amores, o papai não vai machucar vocês.
Não me aguentei e comecei a rir, mas calei-me por lembrar que estávamos escondidos naquele canto, parcialmente escuro, do quintal.
— Você sabe que eles ainda não te ouvem, né?
— Não importa. Vou falar com nossos filhos desde agora do início para quando eles realmente começar a escutar, pensarem “Essa voz é o do nosso papai que falava com a gente desde que nós éramos três feijõezinhos aqui dentro da mamãe, que é a mamãe mais linda do mundo”.
Comecei a chorar do nada.
“Hormônios, já disse hoje que odeio vocês? Não? Então... Eu odeio vocês!”
— Viu o que você fez, Christian? Eu tô numa fase que se eu ver um comercial de margarina eu choro, aí tu vem e fala isso.
— Oh meu Deus... Está toda emotiva é? – ele indagou, fazendo-me ficar de lado e deitou-se à minha costa, abraçando-me por trás – Então vamos ficar um tempinho aqui até eu não tiver mais duro e aí a gente entra para jantar. Ok, meu amor?
Assenti com a cabeça, já sentindo um beijo bem próxima a minha nuca.

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