terça-feira, 14 de julho de 2020

S.E.X - 1ª Temporada - Capítulo 43


CHRISTIAN

— O que a minha mãe tanto conversou com você? – inquiri, minutos depois, enquanto seguíamos para a varanda, abraçados.

— Nada, querido.

— Ahã... Sei. Conheço minha mãe muito bem para desconfiar que ela deve ter aprontado alguma para você mudar assim tão rápido.

— Vamos deixar isso para lá, ok? – Ana perguntou abrindo a porta dos fundos e eu assenti, ainda com a pulga atrás da orelha.

“Vou descobrir o conteúdo dessa conversa milagrosa mais tarde... Oh, se vou!”

— Dona Grace estava à sua procura – a empregada me informou quando passamos pela cozinha.

Agradeci já conduzindo a Anastasia para a sala de jantar onde encontramos toda a minha família, que com certeza foi a mamãe que deve ter ligado para eles virem jantar hoje aqui. Todos se levantaram para nos parabenizar pela gravidez da Ana e pela notícia dos trigêmeos.

— Onde vocês estavam? – indagou minha mãe à medida que sentávamos à mesa.

— No deck da piscina, brigando – Maya a respondeu, tentando não rir, e eu a encarei, semicerrando os olhos.

— Brigando? Oh, meu Senhor! Será que vou ter que colocar a minha santinha na geladeira de novo? – mamãe comentou fazendo todos sorrirem.

— Amor, deixa um pouco em paz a coitada da Santa Rita de Cássia – disse meu pai rindo.

— Não, mãe. A briga deles era essa...

Maya fez um gesto obsceno de cópula e logo levou uma reprimenda do nosso pai, porque tinha os meninos na mesa também.

— Ah sim. Essa briga pode. Recomendo brigas assim todos os dias.

— Mãe!

— O que foi, Christian? Falei alguma coisa de errado por acaso? – ela me questionou sorrindo.

— É claro que não, Dona Grace.

Continuamos o jantar conversando sobre coisas aleatórias e meus irmãos aproveitaram para começar a me dar algumas dicas sobre como ser pai. Assim que terminamos de comer, fomos nos despedir dos meus irmãos, cunhados e sobrinhos à porta de casa.

— Quer ir para o quarto? – sussurrei assim que abracei Anastasia por trás enquanto meus pais, Kate e Elliot acompanhavam meus outros irmãos até em seus carros.

— Quero – ela disse baixinho se virando, enlaçando-me pelo pescoço – Mas por favor, não me faz chorar, não. Porque isso vai acabar com todo o meu tesão que está acumulado aqui.

“Não é só você que está com tesão acumulado não, baby”

Acenamos para os meus irmãos que tinham buzinado e aproveitamos para adentrar a casa furtivamente quando eles colocaram seus carros em movimento.

— Porque corremos? – Ana perguntou quando chegamos a porta do meu quarto, meio ofegantes.

— Porque meus pais vão querer ficar conversando com a gente até tarde da noite e isso iria acabar com os nossos planos.

Enlacei a cintura dela com um dos braços à medida que abria a porta. A puxei de encontro ao meu corpo e assim que entramos no quarto, colei ela na porta, prensando-a com meu corpo enquanto nos beijávamos.

“Puta que pariu! Eu tinha me esquecido de como ela era gostosa demais” rosnei mentalmente, descendo minhas mãos ao longo de seu corpo, já puxando o vestido dela.

— Cadê aquele Christian tímido que havia aí dentro?

— Foi para a escola da perversão e teve excelentes aulas com uma professora mega gostosa e pervertida chamada Srta. Steele.

Ela riu, então segurei suas nádegas, já puxando Anastasia para cima, fazendo com que ela rodeasse as pernas na minha cintura.

— Pois quero saber o que tanto esse Christian pervertido aprendeu com essa tal de Steele – ela comentou entre nossas bocas.

— Será um prazer te mostrar, minha buchuda gostosa.

Deitei ela na cama, ainda permanecendo por cima e comecei a explorar seu pescoço, colo e seios, demorando-me mais nesses últimos, deixando Ana tão louca de tesão sob mim que a mesma arranhou forte minhas costas. Todavia, isso só foi mais um incentivo para eu chupar seus mamilos mais ferozmente.

— Oh meu Deus, Christian... – ela rosnou em meio a um gemido quando, minutos depois, a fiz gozar novamente através dos seios.

Subi até sua boca, distribuindo beijos e mordidas pelo caminho. Ela sussurrou um “Agora é minha vez” antes de morder meu lábio inferior e me mandar tirar a calça. Enquanto me despedia ela fazia o mesmo com sua calcinha.

Assim que fiquei nu, me aproximei da beirada da cama, chegando perto de uma Anastasia com um olhar faminto, direcionado ao meu pau. Foi engraçado, porém sexy demais, vê-la passar a língua nos lábios segundos antes dela atacá-lo.

“Como eu pude ficar longe dessa boca quente e maravilhosa, Senhor?”

— De quatro, gostosa – mandei um minuto depois, enfiando minha mão em seu cabelo, puxando-o para que ela soltasse meu pau.

Ana se posicionou de quatro a minha frente, me dando uma visão extremamente deliciosa, então subi na cama e me enfiei nela, começando a estocar sentindo, a cada segundo, aquela boceta apertada se contrair loucamente ao redor do meu pau, me fazendo...

“Não! Não! Não! Não!”

“Caralho, tô gozando rápido de novo?”

Nenhum comentário:

Postar um comentário