CHRISTIAN
Quando fiz o grupo, nunca me passou pela cabeça usá-lo para fazer ciúme na Anastasia, mas já que ela leu as mensagens e ficou visível que a mesma tinha ficado mordida de ciúmes, aproveitei o embalo e usei isso para provocá-la.
Assim que Ana saiu, subi para o quarto e fui ver o estrago que o café quente havia feito na minha pele. Se só lendo as mensagens a louca tinha quase me escaldado vivo, imagina se eu tivesse fodido com uma daquelas garotas. Com certeza, ela iria me degolar.
Entretanto, como a própria Anastasia disse, nós não tínhamos nenhum relacionamento sério então, se ela pode passar a noite com aquele tal de Ivy, eu também posso foder quem eu quiser.
“Tem que ter direitos iguais nessa porra!”
Onde o café caiu se encontrava um pouco vermelho, mas não estava ardendo muito. Só precisei tomar um banho gelado que a ardência quase sumiu. Depois, fui me vestir e preparar a casa para a chegada das garotas.
Antes mesmo das dez, elas já tinham chegado, então ficamos conversando na sala, estendendo o papo da noite anterior no grupo, já que nenhuma mesmo havia vindo com a intenção de falar sobre o trabalho.
Mal havia me levantado para mostrar as meninas onde se encontrava vermelho em minha pele pelo que a Ana tinha feito comigo no café da manhã, que logo a dita cuja apareceu em pessoa, adentrando a casa com algumas sacolas.
— É sério que essa empata-foda está aqui de novo? – escutei Katy falar.
— Logo agora que a gente ia medir o tamanho do pau do Profê, né meninas? – Márcia indagou.
O coro afirmando que se seguiu, me fez virar e encarar elas notando que uma jazia com uma fita métrica nas mãos.
— Você não deveria estar no trabalho? – inquiri, já me virando para Anastasia e foi um pouco, podemos dizer, prazeroso ver ela se esforçar tanto para conter o seu ciúme.
— Só tive um atendimento, então aproveitei para fazer umas comprinhas e passar o resto do dia com o pai do meu filho.
— O senhor vai ser pai e nem contou para a gente, né? – murmurou Francy.
— Agora ao invés de Profê a gente vai ter que chamar o senhor de Papi – disse Beatriz sorrindo.
De onde me encontrava, eu juro que escutei a respiração funda que a Ana deu antes de abrir um sorriso, claramente falso, na direção das meninas.
— Eu ia te mostrar em particular o que eu tinha comprado, mas acho melhor suas “alunas” verem também, pois assim elas me dizem se são bonitas ou não.
“Por favor, Senhor, que não seja lingerie”
Vi Anastasia tirar de dentro das sacolas e colocar em cima do puff-mesinha no meio da sala, um estojo contendo uma faca para legumes, uma faca para desossar, uma faca para pão, duas facas para cozinha, um cutelo, um garfo trinchante, uma chaira e uma tesoura.
Ao lado do estojo, ela depositou dois suportes de facas, que pareciam aqueles bonecos de vodu, com as facas cravadas ao longo do corpo deles.
— A senhora quer o telefone de um ótimo psiquiatra? Porque gostar muito de faca é sinal de perturbação mental, viu? – provocou Andressa com um riso e eu a repreendi com o olhar.
— Estou muito bem mentalmente, tá queridinha?
— Está dizendo, né. Quem sou eu para discordar de uma doida.
Ana deu um passo à frente para avançar em cima da Andressa, mas me coloquei no caminho dela e a detive.
— Querido, porque você não dispensa essas aí para ficarmos sozinhos – ela disse manhosamente falsa.
“Nem fudendo, minha filha. Prefiro continuar vivo”
— Meninas, está na hora de ir – anunciei.
Elas resmungaram muito e encararam mortalmente a Anastasia à medida que passavam por ela, enquanto que a mesma exibia um sorriso triunfante, achando que tinha ganhado.
“Só que não, baby”
— Para onde você está indo? – a escutei perguntar quando vesti meu casaco e coloquei os sapatos.
— Eu iria te responder um “Não te interessa”, porque você não é nada minha, mas como sou educado, eu vou falar. Estou indo deixar as garotas em casa e só volto a noite. Tchau.
Sai da casa, já me encontrando com as meninas na calçada, que ficaram muito animadas com a minha ideia.
ANASTASIA
Eu não acreditei que o Christian preferia ter a companhia daquelas piriguetes ao invés da minha, mas ele iria pagar muito caro por aquilo. Descontei toda minha raiva nos dois sofás dele, usando as facas novas e assim que terminei, meu pensamento foi logo para Ivy.
Comecei a caçar o número dela na agenda do celular, pois tinha tido a ideia de convidá-la para passarmos o resto do dia juntas em algum SPA ou fazendo compras, porque eu precisava me desestressar urgentemente. Todavia meus planos mudaram no momento que senti uma dor muito incômoda no pé da minha barriga.
“O bebê” pensei pegando rapidamente as chaves do meu carro e fechando a porta da casa, já que o Christian havia deixado a chave dele na fechadura.
Depois, voei para o hospital mais próximo.
Quando fiz o grupo, nunca me passou pela cabeça usá-lo para fazer ciúme na Anastasia, mas já que ela leu as mensagens e ficou visível que a mesma tinha ficado mordida de ciúmes, aproveitei o embalo e usei isso para provocá-la.
Assim que Ana saiu, subi para o quarto e fui ver o estrago que o café quente havia feito na minha pele. Se só lendo as mensagens a louca tinha quase me escaldado vivo, imagina se eu tivesse fodido com uma daquelas garotas. Com certeza, ela iria me degolar.
Entretanto, como a própria Anastasia disse, nós não tínhamos nenhum relacionamento sério então, se ela pode passar a noite com aquele tal de Ivy, eu também posso foder quem eu quiser.
“Tem que ter direitos iguais nessa porra!”
Onde o café caiu se encontrava um pouco vermelho, mas não estava ardendo muito. Só precisei tomar um banho gelado que a ardência quase sumiu. Depois, fui me vestir e preparar a casa para a chegada das garotas.
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Antes mesmo das dez, elas já tinham chegado, então ficamos conversando na sala, estendendo o papo da noite anterior no grupo, já que nenhuma mesmo havia vindo com a intenção de falar sobre o trabalho.
— É sério que essa empata-foda está aqui de novo? – escutei Katy falar.
— Logo agora que a gente ia medir o tamanho do pau do Profê, né meninas? – Márcia indagou.
O coro afirmando que se seguiu, me fez virar e encarar elas notando que uma jazia com uma fita métrica nas mãos.
— Você não deveria estar no trabalho? – inquiri, já me virando para Anastasia e foi um pouco, podemos dizer, prazeroso ver ela se esforçar tanto para conter o seu ciúme.
— Só tive um atendimento, então aproveitei para fazer umas comprinhas e passar o resto do dia com o pai do meu filho.
— O senhor vai ser pai e nem contou para a gente, né? – murmurou Francy.
— Agora ao invés de Profê a gente vai ter que chamar o senhor de Papi – disse Beatriz sorrindo.
De onde me encontrava, eu juro que escutei a respiração funda que a Ana deu antes de abrir um sorriso, claramente falso, na direção das meninas.
— Eu ia te mostrar em particular o que eu tinha comprado, mas acho melhor suas “alunas” verem também, pois assim elas me dizem se são bonitas ou não.
“Por favor, Senhor, que não seja lingerie”
Vi Anastasia tirar de dentro das sacolas e colocar em cima do puff-mesinha no meio da sala, um estojo contendo uma faca para legumes, uma faca para desossar, uma faca para pão, duas facas para cozinha, um cutelo, um garfo trinchante, uma chaira e uma tesoura.
— Estou muito bem mentalmente, tá queridinha?
— Está dizendo, né. Quem sou eu para discordar de uma doida.
Ana deu um passo à frente para avançar em cima da Andressa, mas me coloquei no caminho dela e a detive.
— Querido, porque você não dispensa essas aí para ficarmos sozinhos – ela disse manhosamente falsa.
“Nem fudendo, minha filha. Prefiro continuar vivo”
— Meninas, está na hora de ir – anunciei.
Elas resmungaram muito e encararam mortalmente a Anastasia à medida que passavam por ela, enquanto que a mesma exibia um sorriso triunfante, achando que tinha ganhado.
“Só que não, baby”
— Para onde você está indo? – a escutei perguntar quando vesti meu casaco e coloquei os sapatos.
— Eu iria te responder um “Não te interessa”, porque você não é nada minha, mas como sou educado, eu vou falar. Estou indo deixar as garotas em casa e só volto a noite. Tchau.
Sai da casa, já me encontrando com as meninas na calçada, que ficaram muito animadas com a minha ideia.
ANASTASIA
Eu não acreditei que o Christian preferia ter a companhia daquelas piriguetes ao invés da minha, mas ele iria pagar muito caro por aquilo. Descontei toda minha raiva nos dois sofás dele, usando as facas novas e assim que terminei, meu pensamento foi logo para Ivy.
Comecei a caçar o número dela na agenda do celular, pois tinha tido a ideia de convidá-la para passarmos o resto do dia juntas em algum SPA ou fazendo compras, porque eu precisava me desestressar urgentemente. Todavia meus planos mudaram no momento que senti uma dor muito incômoda no pé da minha barriga.
“O bebê” pensei pegando rapidamente as chaves do meu carro e fechando a porta da casa, já que o Christian havia deixado a chave dele na fechadura.
Depois, voei para o hospital mais próximo.

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