CHRISTIAN
O domingo passou voando para mim e logo a semana se iniciou novamente. Eu, particularmente, me encontrava com muito medo da futura conversa que eu teria mais à noite com a Anastasia, sobre o que ela tinha decidido com relação a nós.
Acordei bem cedo naquela segunda-feira, nublada, e corri para fazer minha higiene matinal, pois precisava estar às dez horas no campus da University of Washington. Entretanto, antes eu teria que passar no colégio onde lecionava para deixar as notas dos meus alunos antes de eu entrar de férias.
Após conversar com o meu antigo professor e dois de meus antigos colegas de classe, nós quatro adentramos a sala, onde logo o Sr. Campetti mandou seus alunos fazerem silêncio, iniciando assim a sua aula.
— ...e para ajudá-los em seus trabalhos, convidei três ex-alunos meus, que seus TCCs foram baseados em cada tema que vocês sortearam ontem – informou o velho professor que já beirava seus sessenta anos.
— Pega, porra! – gritou uma das alunas se levantando da cadeira quando o Sr. Campetti disse que eu seria o professor-instrutor do grupo 2.
— Senhorita, por favor, guarde seu entusiasmo para o trabalho.
Assim que o Sr. Campetti informou que já poderíamos ir para os grupos designados, eu me dirigi para o meu.
— Olá, garotas. Prazer, me chamo Christian Grey. Vocês podem se apresentar para mim?
— Com roupa ou sem roupa? – perguntou uma delas, olhando-me de cima a baixo, fazendo-me ficar desconcertado com a pergunta – Eu sou a Sheyla.
— Eu me chamo Katy.
— Francieny. Francy para os íntimos – a jovem disse dando-me uma piscadinha.
— Andressa.
— Eu sou a Márcia.
— Beatriz.
— Vamos logo decidir onde fazer o trabalho? Seria bom numa casa – Sheyla comentou.
— Vocês podem se reunir na minha. Não vejo problema. Além de grande, tem os livros que eu me baseei para o TCC – ressaltei.
— Perfeito – disse Andréia.
Então marquei para as duas da tarde e passei o meu endereço para elas.
ANASTASIA
Esse tempo longe do Christian me fizeram bem, pois pude colocar em ordem meus pensamentos e desejos com relação a ele, conseguindo finalmente dizer em qual etapa emocional me encontrava. Eu tinha dividido minha relação com Christian em três estágios: Desejo, Paixão e Amor. Quando o conheci, foi desejo à primeira vista.
“Também, né? Um homem gostoso daquele, só não deseja quem é cega”
Então, Christian disse que me amava e pediu-me uma chance para que o mesmo pudesse me fazer apaixonar-se por ele. Bom... se esse era o objetivo dele, então Christian conseguiu, pois durante a semana que passei fora, no congresso, eu senti muita falta dele, principalmente daquele corpo tesudo, e naquele momento eu vi que nunca mais poderia viver sem aquele corpo na minha vida.
Entretanto, ainda estávamos em estágios diferentes. Ele se encontrava já no Amor e eu apenas na Paixão, mas mesmo assim tinha me decidido que poderíamos morar juntos e até casar, sei lá. Com o tempo minha paixão se transformaria em amor verdadeiro.
Descobrir que estava esperando um bebê, realmente me fez surtar mentalmente devido o meu passado, mas até agora Christian se mostrou confiável, quer dizer, nem tanto assim, já que o mesmo teve a audácia de furar as camisinhas.
“Nota mental: Trocar o estoque de camisinhas da casa dele e nunca mais confiar essa tarefa para o Christian”
Já passava das cinco da tarde quando saí da clínica e fui buscar minha mala na casa da Ivy, onde eu tinha passado aquele final de semana, pois não quis atrapalhar as fodas da minha irmã. Conversar com a Ivy esses dias me fez também ficar mais confiante com relação a minha decisão. Logo estava estacionando o meu carro na garagem da casa do Christian, que provavelmente depois da nossa conversa, seria minha casa também.
— Nossa casa – murmurei achando estranho a frase em meus lábios.
Balancei a cabeça sutilmente dissipando aquela sensação e sai do carro, deixando minhas malas no bagageiro, pois pediria ao Christian que viesse buscar para mim. Assim que subi o pequeno lance de escada da varanda, escutei risadas e vozes de mulheres vindo de dentro da casa. Também ouvi a voz do Christian em meio aquele barulho todo.
Girei a maçaneta para entrar, mas a porta se encontrava trancada, o que me deixou com uma pulga atrás da orelha, ou melhor, com um boi inteiro atrás da orelha. Lembrei que ainda não tinha as chaves então precisei tocar a campainha.
O domingo passou voando para mim e logo a semana se iniciou novamente. Eu, particularmente, me encontrava com muito medo da futura conversa que eu teria mais à noite com a Anastasia, sobre o que ela tinha decidido com relação a nós.
Acordei bem cedo naquela segunda-feira, nublada, e corri para fazer minha higiene matinal, pois precisava estar às dez horas no campus da University of Washington. Entretanto, antes eu teria que passar no colégio onde lecionava para deixar as notas dos meus alunos antes de eu entrar de férias.
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Após conversar com o meu antigo professor e dois de meus antigos colegas de classe, nós quatro adentramos a sala, onde logo o Sr. Campetti mandou seus alunos fazerem silêncio, iniciando assim a sua aula.
— ...e para ajudá-los em seus trabalhos, convidei três ex-alunos meus, que seus TCCs foram baseados em cada tema que vocês sortearam ontem – informou o velho professor que já beirava seus sessenta anos.
— Pega, porra! – gritou uma das alunas se levantando da cadeira quando o Sr. Campetti disse que eu seria o professor-instrutor do grupo 2.
— Senhorita, por favor, guarde seu entusiasmo para o trabalho.
Assim que o Sr. Campetti informou que já poderíamos ir para os grupos designados, eu me dirigi para o meu.
— Olá, garotas. Prazer, me chamo Christian Grey. Vocês podem se apresentar para mim?
— Com roupa ou sem roupa? – perguntou uma delas, olhando-me de cima a baixo, fazendo-me ficar desconcertado com a pergunta – Eu sou a Sheyla.
— Eu me chamo Katy.
— Francieny. Francy para os íntimos – a jovem disse dando-me uma piscadinha.
— Andressa.
— Eu sou a Márcia.
— Beatriz.
— Vamos logo decidir onde fazer o trabalho? Seria bom numa casa – Sheyla comentou.
— Vocês podem se reunir na minha. Não vejo problema. Além de grande, tem os livros que eu me baseei para o TCC – ressaltei.
— Perfeito – disse Andréia.
Então marquei para as duas da tarde e passei o meu endereço para elas.
ANASTASIA
Esse tempo longe do Christian me fizeram bem, pois pude colocar em ordem meus pensamentos e desejos com relação a ele, conseguindo finalmente dizer em qual etapa emocional me encontrava. Eu tinha dividido minha relação com Christian em três estágios: Desejo, Paixão e Amor. Quando o conheci, foi desejo à primeira vista.
“Também, né? Um homem gostoso daquele, só não deseja quem é cega”
Então, Christian disse que me amava e pediu-me uma chance para que o mesmo pudesse me fazer apaixonar-se por ele. Bom... se esse era o objetivo dele, então Christian conseguiu, pois durante a semana que passei fora, no congresso, eu senti muita falta dele, principalmente daquele corpo tesudo, e naquele momento eu vi que nunca mais poderia viver sem aquele corpo na minha vida.
Entretanto, ainda estávamos em estágios diferentes. Ele se encontrava já no Amor e eu apenas na Paixão, mas mesmo assim tinha me decidido que poderíamos morar juntos e até casar, sei lá. Com o tempo minha paixão se transformaria em amor verdadeiro.
Descobrir que estava esperando um bebê, realmente me fez surtar mentalmente devido o meu passado, mas até agora Christian se mostrou confiável, quer dizer, nem tanto assim, já que o mesmo teve a audácia de furar as camisinhas.
“Nota mental: Trocar o estoque de camisinhas da casa dele e nunca mais confiar essa tarefa para o Christian”
Já passava das cinco da tarde quando saí da clínica e fui buscar minha mala na casa da Ivy, onde eu tinha passado aquele final de semana, pois não quis atrapalhar as fodas da minha irmã. Conversar com a Ivy esses dias me fez também ficar mais confiante com relação a minha decisão. Logo estava estacionando o meu carro na garagem da casa do Christian, que provavelmente depois da nossa conversa, seria minha casa também.
— Nossa casa – murmurei achando estranho a frase em meus lábios.
Balancei a cabeça sutilmente dissipando aquela sensação e sai do carro, deixando minhas malas no bagageiro, pois pediria ao Christian que viesse buscar para mim. Assim que subi o pequeno lance de escada da varanda, escutei risadas e vozes de mulheres vindo de dentro da casa. Também ouvi a voz do Christian em meio aquele barulho todo.
Girei a maçaneta para entrar, mas a porta se encontrava trancada, o que me deixou com uma pulga atrás da orelha, ou melhor, com um boi inteiro atrás da orelha. Lembrei que ainda não tinha as chaves então precisei tocar a campainha.

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