ANASTASIA
Segundos depois, uma jovem atendeu a porta.
— Pois não, senhora? – ela perguntou me encarando de cima a baixo com desdém – Oh Profê! Tem uma senhora aqui na porta, mas acho que ela é surda!
Aquilo me fez despertar e empurrar a garota para o lado, já adentrando a residência.
— Christian!? – gritei aparecendo na sala de estar, o encontrando em meio a cinco jovens com idades que pareciam ir de vinte a vinte e três anos ou vinte e cinco, sei lá.
— Oi, Ana – ele disse se levantando do sofá.
— Que merda é isso aqui? – rosnei entre os dentes apontando para aquela bagunça.
— Essas são minhas...
— Alunas, profê – disse uma das garotas.
— Suas o quê!?
— Vem comigo para a cozinha – Christian falou pegando no meu braço, mas o puxei e sai da sala por conta própria.
— O que diabos está acontecendo aqui, Grey? Eu saio por dois dias e você já enche a casa de piriguetes.
— Elas não são piriguetes, Anastasia. Eu sou o professor-instrutor delas e estou às ajudando em um trabalho. Por favor, tenha um pouco de respeito com elas.
“Respeito? Com as vadias que querem roubar o que é meu? Não, baby”
— Eu estou andando e cagando para aquelas vadiazinhas. Seu corpo é só meu, entendeu? – indaguei apontando o dedo na direção dele.
— Desde quando? Se o seu corpo não é exclusivo meu, o meu também não é seu, gata – ele debochou, já me mandando abaixar um pouco o tom de voz, por causa das visitas.
— Eu grito se eu quiser, caralho! Você não manda em mim!
— Eita que a empata-foda está surtando geral lá na cozinha – escutei, meio que abafado, uma das piriguetes falar lá na sala.
“Empata-foda? É hoje que eu vou presa por assassinato em série”
Ignorei o que Christian dizia e olhei ao redor vendo logo a faca perto de mim, então a peguei e corri para a sala, assustando todas as seis, que começaram a juntar suas coisas rapidamente, saindo porta afora parecendo um bando de desesperadas me chamando de louca.
— Sou louca mesmo! – gritei da varanda enquanto elas se dispensavam pela calçada, depois voltei para dentro da casa ainda com a faca em punho e bufando de raiva.
— Ana, larga essa faca.
— Porque?
— Para nós conversarmos, lembra? – Christian disse, se afastando a cada passo que eu dava na direção dele, até que o mesmo tropeçou no apoio de braço do sofá, caindo deitado nele, então enfiei a faca no espaço vazio entre suas pernas, no apoio.
— Vou morar com você pelo nosso bebê, mas não seremos porra nenhuma de casal, estamos entendidos? – perguntei olhando mortalmente para ele e Christian assentiu, parecendo suar frio – Ótimo. Agora vai buscar minhas malas no meu carro.
Sai rumo ao andar de cima para banhar, depois me deitei, já que havia comido algo com a Ivy, e fiquei encarando o teto. Escutei Christian mexendo lá embaixo, provavelmente limpando a bagunça dele com as piriguetes das alunas.
Os minutos se passaram e eu comecei a sentir um pouco de enjoo, então desci, mas não encontrei leite na geladeira para tomar. Indo pela lógica que Christian era o pai do meu bebê, subi, parando na porta dele e a mesma se encontrava trancada.
Bati já o chamando e o descarado nem veio abrir a porta para mim, então pedi para ele ir comprar leite, pois eu queria tomar. Christian só resmungou que tinha leite no armário e escutei ele rir de algo em seguida, me deixando desconfiada.
“Será que ele estava conversando com as piriguetes?”
“Se for elas, esse desgraçado está pedindo para morrer!”
“Amanhã eu roubo o celular dele para ver o que tanto Christian faz nele”
Segundos depois, uma jovem atendeu a porta.
— Pois não, senhora? – ela perguntou me encarando de cima a baixo com desdém – Oh Profê! Tem uma senhora aqui na porta, mas acho que ela é surda!
Aquilo me fez despertar e empurrar a garota para o lado, já adentrando a residência.
— Christian!? – gritei aparecendo na sala de estar, o encontrando em meio a cinco jovens com idades que pareciam ir de vinte a vinte e três anos ou vinte e cinco, sei lá.
— Oi, Ana – ele disse se levantando do sofá.
— Que merda é isso aqui? – rosnei entre os dentes apontando para aquela bagunça.
— Essas são minhas...
— Alunas, profê – disse uma das garotas.
— Suas o quê!?
— Vem comigo para a cozinha – Christian falou pegando no meu braço, mas o puxei e sai da sala por conta própria.
— O que diabos está acontecendo aqui, Grey? Eu saio por dois dias e você já enche a casa de piriguetes.
— Elas não são piriguetes, Anastasia. Eu sou o professor-instrutor delas e estou às ajudando em um trabalho. Por favor, tenha um pouco de respeito com elas.
“Respeito? Com as vadias que querem roubar o que é meu? Não, baby”
— Eu estou andando e cagando para aquelas vadiazinhas. Seu corpo é só meu, entendeu? – indaguei apontando o dedo na direção dele.
— Desde quando? Se o seu corpo não é exclusivo meu, o meu também não é seu, gata – ele debochou, já me mandando abaixar um pouco o tom de voz, por causa das visitas.
— Eu grito se eu quiser, caralho! Você não manda em mim!
— Eita que a empata-foda está surtando geral lá na cozinha – escutei, meio que abafado, uma das piriguetes falar lá na sala.
“Empata-foda? É hoje que eu vou presa por assassinato em série”
Ignorei o que Christian dizia e olhei ao redor vendo logo a faca perto de mim, então a peguei e corri para a sala, assustando todas as seis, que começaram a juntar suas coisas rapidamente, saindo porta afora parecendo um bando de desesperadas me chamando de louca.
— Sou louca mesmo! – gritei da varanda enquanto elas se dispensavam pela calçada, depois voltei para dentro da casa ainda com a faca em punho e bufando de raiva.
— Ana, larga essa faca.
— Porque?
— Para nós conversarmos, lembra? – Christian disse, se afastando a cada passo que eu dava na direção dele, até que o mesmo tropeçou no apoio de braço do sofá, caindo deitado nele, então enfiei a faca no espaço vazio entre suas pernas, no apoio.
— Vou morar com você pelo nosso bebê, mas não seremos porra nenhuma de casal, estamos entendidos? – perguntei olhando mortalmente para ele e Christian assentiu, parecendo suar frio – Ótimo. Agora vai buscar minhas malas no meu carro.
Sai rumo ao andar de cima para banhar, depois me deitei, já que havia comido algo com a Ivy, e fiquei encarando o teto. Escutei Christian mexendo lá embaixo, provavelmente limpando a bagunça dele com as piriguetes das alunas.
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Os minutos se passaram e eu comecei a sentir um pouco de enjoo, então desci, mas não encontrei leite na geladeira para tomar. Indo pela lógica que Christian era o pai do meu bebê, subi, parando na porta dele e a mesma se encontrava trancada.
Bati já o chamando e o descarado nem veio abrir a porta para mim, então pedi para ele ir comprar leite, pois eu queria tomar. Christian só resmungou que tinha leite no armário e escutei ele rir de algo em seguida, me deixando desconfiada.
“Será que ele estava conversando com as piriguetes?”
“Se for elas, esse desgraçado está pedindo para morrer!”
“Amanhã eu roubo o celular dele para ver o que tanto Christian faz nele”

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