terça-feira, 14 de julho de 2020

S.E.X - 1ª Temporada - Capítulo 21


CHRISTIAN

UMA SEMANA DEPOIS

Me despedi dos meus alunos e os dispensei. Pela lógica, hoje seria minha consulta, pois era segunda-feira, mas Anastasia disse que eu não precisava ir até o consultório já que, por enquanto, morávamos na mesma casa.

Passamos uma semana longe um do outro, devido ela ter precisado participar de alguns congressos, e ficar distante dela foi um martírio para mim, mas graças a Deus, Ana havia voltado ontem de madrugada.

— Oi – ela disse, escorando-se na soleira da porta e me encarando pervertidamente, fazendo-me rir.
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— Porque está me olhando desse jeito?

— Tô te achando sexy nessa mesa e imaginando a gente fodendo aí cima. Quem me dera ter tido um professor gostoso como você. Com certeza, eu ainda estaria na escola tentando aprender algo.

— Só você mesmo, Anastasia – murmurei sorrindo, mas logo fiquei sério ao ver uma caixa azul em suas mãos – Eu falei para você que não quero presentes.

— E quem te falou que isso é para o senhor, hein?

— E para quem é então?

Saímos da sala e ela me acompanhou pelo corredor entre alguns alunos.

— Não dei nada para minha irmã de presente de aniversário, então na viagem comprei uma coisinha para ela. E já que vamos almoçar nos quatro hoje, estou levando isso para a Ella – Ana comentou enquanto parávamos na porta da biblioteca – Hum... safadinho. Me levando para a biblioteca, né? Só porque cheguei cansada de madrugada e nem deu para fodermos.

— Sinceramente, não sei do que você está falando. Se estou aqui é para ver se encontro um livro para minha próxima aula.

— Ahãm, sei. Precisa fingir não, Christian. Biblioteca tem na lista, lembra?

“Puta que pariu, é mesmo! Eu nem tinha me lembrado”

— Não vamos fazer nada nesta biblioteca – falei num sussurro, pois tínhamos chegado até o balcão, então olhei para a jovem e disse o nome do livro para ela, que logo foi olhando no sistema.

— E porque não? – Ana me questionou.

— Você está doida? Aqui é o meu trabalho. Se pegam a gente, vão me demitir na hora.

— É só nós encontrarmos um local bem escondido.

— Não.

— Vai, Christian – ela me abraçou de lado fazendo bico.

— Não.

— Por favorzinho, amor.

“Essa safada quando quer foder me chama até de amor, mas me amar de verdade, ela não faz”

— Eu já falei que não, Anastasia – rosnei entre os dentes.

— Há um exemplar desse livro na ala leste da biblioteca.

“Porra em Deus, logo na ala onde os alunos gostam de se pegar, só porque não aparece ninguém por lá”

Agradeci a bibliotecária e sai andando rumo a ala, com a Ana me azucrinando atrás para ceder ao pedido dela. Mal chegamos à prateleira, eu a puxei pela cintura, levando-a até o final do pequeno corredor, já a prensando contra a parede.

— Eu não vou te foder, Anastasia.

— Deixa de ser malvado comigo, Christian. Já estou meladinha só de imaginar você me comendo bem gostoso aqui. Torna o meu sonho em realidade, por favor, meu professor lindo e tesudo – ela disse manhosa, beijando o meu pescoço – Fui uma aluna muita má hoje na classe. Mereço um castigo bem duro, em todos os sentidos.

“Puta que pariu! Assim ela fode o meu psicológico”

“Por favor, meu Deus, que ninguém nos veja aqui” pensei segundos antes de tirar a caixa do presente de suas mãos, jogando-o ao chão, para em seguida começar a beijá-la.

A comi ali mesmo, prensada na parede, com as pernas dela rodeando minha cintura, à medida que metia forte meu pau na sua boceta deliciosa e a silenciava com meus lábios, pois a mesma queria gemer alto.

— Você é doida – declarei, minutos depois, me saindo dela após ter gozado.

— Sou sim. Sou doida pelo seu pau, amor.

— Não me chama assim enquanto não for verdadeiro – pedi ajeitando minha calça.

— E quem disse que não é verdadeiro. Eu te amo, da metade para baixo – Ana disse dando um riso, então rolei os olhos e me virei para sair, mas ela me chamou em seguida – Christian, e o seu livro?

Olhei para estante e me deu um branco total do nome da porra do livro.

— Viu o que você faz comigo? Esqueci do nome dele agora.

— Quem manda ser gostoso demais – Anastasia sussurrou pegando um livro da prateleira e me entregando, fazendo-me notar que era o livro que eu tinha vindo buscar.

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