CHRISTIAN
Me despedi dos meus alunos e os dispensei. Pela lógica, hoje seria minha consulta, pois era segunda-feira, mas Anastasia disse que eu não precisava ir até o consultório já que, por enquanto, morávamos na mesma casa.
Passamos uma semana longe um do outro, devido ela ter precisado participar de alguns congressos, e ficar distante dela foi um martírio para mim, mas graças a Deus, Ana havia voltado ontem de madrugada.
— Oi – ela disse, escorando-se na soleira da porta e me encarando pervertidamente, fazendo-me rir.
— Porque está me olhando desse jeito?
— Tô te achando sexy nessa mesa e imaginando a gente fodendo aí cima. Quem me dera ter tido um professor gostoso como você. Com certeza, eu ainda estaria na escola tentando aprender algo.
— Só você mesmo, Anastasia – murmurei sorrindo, mas logo fiquei sério ao ver uma caixa azul em suas mãos – Eu falei para você que não quero presentes.
— E quem te falou que isso é para o senhor, hein?
— E para quem é então?
Saímos da sala e ela me acompanhou pelo corredor entre alguns alunos.
— Não dei nada para minha irmã de presente de aniversário, então na viagem comprei uma coisinha para ela. E já que vamos almoçar nos quatro hoje, estou levando isso para a Ella – Ana comentou enquanto parávamos na porta da biblioteca – Hum... safadinho. Me levando para a biblioteca, né? Só porque cheguei cansada de madrugada e nem deu para fodermos.
— Sinceramente, não sei do que você está falando. Se estou aqui é para ver se encontro um livro para minha próxima aula.
— Ahãm, sei. Precisa fingir não, Christian. Biblioteca tem na lista, lembra?
“Puta que pariu, é mesmo! Eu nem tinha me lembrado”
— Não vamos fazer nada nesta biblioteca – falei num sussurro, pois tínhamos chegado até o balcão, então olhei para a jovem e disse o nome do livro para ela, que logo foi olhando no sistema.
— E porque não? – Ana me questionou.
— Você está doida? Aqui é o meu trabalho. Se pegam a gente, vão me demitir na hora.
— É só nós encontrarmos um local bem escondido.
— Não.
— Vai, Christian – ela me abraçou de lado fazendo bico.
— Não.
— Por favorzinho, amor.
“Essa safada quando quer foder me chama até de amor, mas me amar de verdade, ela não faz”
— Eu já falei que não, Anastasia – rosnei entre os dentes.
— Há um exemplar desse livro na ala leste da biblioteca.
“Porra em Deus, logo na ala onde os alunos gostam de se pegar, só porque não aparece ninguém por lá”
Agradeci a bibliotecária e sai andando rumo a ala, com a Ana me azucrinando atrás para ceder ao pedido dela. Mal chegamos à prateleira, eu a puxei pela cintura, levando-a até o final do pequeno corredor, já a prensando contra a parede.
— Eu não vou te foder, Anastasia.
— Deixa de ser malvado comigo, Christian. Já estou meladinha só de imaginar você me comendo bem gostoso aqui. Torna o meu sonho em realidade, por favor, meu professor lindo e tesudo – ela disse manhosa, beijando o meu pescoço – Fui uma aluna muita má hoje na classe. Mereço um castigo bem duro, em todos os sentidos.
“Puta que pariu! Assim ela fode o meu psicológico”
“Por favor, meu Deus, que ninguém nos veja aqui” pensei segundos antes de tirar a caixa do presente de suas mãos, jogando-o ao chão, para em seguida começar a beijá-la.
A comi ali mesmo, prensada na parede, com as pernas dela rodeando minha cintura, à medida que metia forte meu pau na sua boceta deliciosa e a silenciava com meus lábios, pois a mesma queria gemer alto.
— Você é doida – declarei, minutos depois, me saindo dela após ter gozado.
— Sou sim. Sou doida pelo seu pau, amor.
— Não me chama assim enquanto não for verdadeiro – pedi ajeitando minha calça.
— E quem disse que não é verdadeiro. Eu te amo, da metade para baixo – Ana disse dando um riso, então rolei os olhos e me virei para sair, mas ela me chamou em seguida – Christian, e o seu livro?
Olhei para estante e me deu um branco total do nome da porra do livro.
— Viu o que você faz comigo? Esqueci do nome dele agora.
— Quem manda ser gostoso demais – Anastasia sussurrou pegando um livro da prateleira e me entregando, fazendo-me notar que era o livro que eu tinha vindo buscar.
UMA SEMANA DEPOIS
Me despedi dos meus alunos e os dispensei. Pela lógica, hoje seria minha consulta, pois era segunda-feira, mas Anastasia disse que eu não precisava ir até o consultório já que, por enquanto, morávamos na mesma casa.
Passamos uma semana longe um do outro, devido ela ter precisado participar de alguns congressos, e ficar distante dela foi um martírio para mim, mas graças a Deus, Ana havia voltado ontem de madrugada.
— Oi – ela disse, escorando-se na soleira da porta e me encarando pervertidamente, fazendo-me rir.
— Tô te achando sexy nessa mesa e imaginando a gente fodendo aí cima. Quem me dera ter tido um professor gostoso como você. Com certeza, eu ainda estaria na escola tentando aprender algo.
— Só você mesmo, Anastasia – murmurei sorrindo, mas logo fiquei sério ao ver uma caixa azul em suas mãos – Eu falei para você que não quero presentes.
— E quem te falou que isso é para o senhor, hein?
— E para quem é então?
Saímos da sala e ela me acompanhou pelo corredor entre alguns alunos.
— Não dei nada para minha irmã de presente de aniversário, então na viagem comprei uma coisinha para ela. E já que vamos almoçar nos quatro hoje, estou levando isso para a Ella – Ana comentou enquanto parávamos na porta da biblioteca – Hum... safadinho. Me levando para a biblioteca, né? Só porque cheguei cansada de madrugada e nem deu para fodermos.
— Sinceramente, não sei do que você está falando. Se estou aqui é para ver se encontro um livro para minha próxima aula.
— Ahãm, sei. Precisa fingir não, Christian. Biblioteca tem na lista, lembra?
“Puta que pariu, é mesmo! Eu nem tinha me lembrado”
— Não vamos fazer nada nesta biblioteca – falei num sussurro, pois tínhamos chegado até o balcão, então olhei para a jovem e disse o nome do livro para ela, que logo foi olhando no sistema.
— E porque não? – Ana me questionou.
— Você está doida? Aqui é o meu trabalho. Se pegam a gente, vão me demitir na hora.
— É só nós encontrarmos um local bem escondido.
— Não.
— Vai, Christian – ela me abraçou de lado fazendo bico.
— Não.
— Por favorzinho, amor.
“Essa safada quando quer foder me chama até de amor, mas me amar de verdade, ela não faz”
— Eu já falei que não, Anastasia – rosnei entre os dentes.
— Há um exemplar desse livro na ala leste da biblioteca.
“Porra em Deus, logo na ala onde os alunos gostam de se pegar, só porque não aparece ninguém por lá”
Agradeci a bibliotecária e sai andando rumo a ala, com a Ana me azucrinando atrás para ceder ao pedido dela. Mal chegamos à prateleira, eu a puxei pela cintura, levando-a até o final do pequeno corredor, já a prensando contra a parede.
— Eu não vou te foder, Anastasia.
— Deixa de ser malvado comigo, Christian. Já estou meladinha só de imaginar você me comendo bem gostoso aqui. Torna o meu sonho em realidade, por favor, meu professor lindo e tesudo – ela disse manhosa, beijando o meu pescoço – Fui uma aluna muita má hoje na classe. Mereço um castigo bem duro, em todos os sentidos.
“Puta que pariu! Assim ela fode o meu psicológico”
“Por favor, meu Deus, que ninguém nos veja aqui” pensei segundos antes de tirar a caixa do presente de suas mãos, jogando-o ao chão, para em seguida começar a beijá-la.
A comi ali mesmo, prensada na parede, com as pernas dela rodeando minha cintura, à medida que metia forte meu pau na sua boceta deliciosa e a silenciava com meus lábios, pois a mesma queria gemer alto.
— Você é doida – declarei, minutos depois, me saindo dela após ter gozado.
— Sou sim. Sou doida pelo seu pau, amor.
— Não me chama assim enquanto não for verdadeiro – pedi ajeitando minha calça.
— E quem disse que não é verdadeiro. Eu te amo, da metade para baixo – Ana disse dando um riso, então rolei os olhos e me virei para sair, mas ela me chamou em seguida – Christian, e o seu livro?
Olhei para estante e me deu um branco total do nome da porra do livro.
— Viu o que você faz comigo? Esqueci do nome dele agora.
— Quem manda ser gostoso demais – Anastasia sussurrou pegando um livro da prateleira e me entregando, fazendo-me notar que era o livro que eu tinha vindo buscar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário