ANASTASIA
Estava literalmente acabada. Aquelas crianças eram ligadas na duzentos e vinte, pois queriam brincar comigo toda hora e o Christian ainda incentivava eles dizendo “Chama a tia Ana para brincar com a gente também”.
A única vez que eu descansei foi na parte da manhã quando Christian, juntamente com Elliot, pegaram as crianças e fomos nos encontrar com o outro irmão dele no Green Lake Park, pois parecia que isso era uma tradição que vinha do tempo do bisavô deles, de levar os meninos para o parque e brincar de caça ao tesouro com ovos de páscoa.
Por volta das quatro e meia da tarde, pedi que Christian me deixasse no hospital, pois minha irmã precisava descansar até às seis e meia, se é que ela tinha ficado esse tempo todo lá mesmo, que eu duvido muito.
Às cinco e quinze, meu pai piorou e o doutor me informou que ele tinha contraído algum tipo de infecção e era melhor o transferir para o isolamento da UTI Adulto. Concordei com o médico então ele disse que eu poderia ir para casa, porque meu pai aonde se encontrava não precisaria de acompanhante.
Liguei para minha irmã e a avisei, depois ia ligar para o Christian para que fosse me buscar, mas lembrei que o mesmo não possuía celular, então tive que esperar por uma hora em frente do hospital até ele aparecer.
— Vou te dar um celular de presente, Christian – resmunguei entrando no carro.
— Porque, se não preciso?
— Precisa sim. Faz uma hora que me desocupei aqui e só não peguei um táxi porque não sabia se chegando na sua casa, você estaria lá ou não, então resolvi esperar.
— Desculpe, estava preparando algumas coisas. Eu tenho um pouco de dinheiro que estava guardando para viajar nas minhas férias, mas acho que posso usá-lo.
— Por favor, Christian, não quero que gaste suas economias. Eu falei que vou te dar de presente então te darei.
— Não quero que fique comprando coisas para mim. É como se você estivesse me bancando, sabe?
Rolei os olhos.
— Besteira isso. Você está me dando um teto para morar, sem contar das fodas maravilhosas. Te presentear é o mínimo que posso fazer para lhe agradecer.
— Quer me agradecer? Então diga que me ama e casa comigo.
— Ok. Vou me casar com você – declarei, encarando-o.
— Isso é sério ou está tirando uma com a minha cara?
— Se para te dar presentes sem que você fique com esse seu mimimi de pobreza sobre dignidade, eu caso. Não tem problema não. O amor vem depois. Antigamente o povo não casava sem nunca terem se visto. Pelo menos nós já nos vimos e nos comemos, né? – comentei caindo na gargalhada, mas ela foi naturalmente morrendo quando notei que ele tinha ficado com a cara fechada – Christian...
— Prefiro continuar pobre, viver dignamente com um salário de professor do que ser sustentado por uma mesquinha igual a você.
“Mas eu tô dizendo mesmo... Uma carniça dessa me chamando de mesquinha. Mesquinha é o toba dele”
— Ok. Se quer gastar suas economias comprando a porra do celular, compra então. E assunto acabado – resmunguei, emburrada, cruzando os braços e olhando para a janela, mas segundos depois, escutei ele ri baixo, então o encarei – O que foi?
— Reparou que a gente teve nossa primeira DR sem nem ao menos termos um relacionamento?
— Nós temos um sim. Um relacionamento sexual, muito bom por sinal. Porque estamos indo para o porto? – o questionei quando entramos na rodovia que dava acesso a área do porto de Seattle.
— Abre o porta-luvas e coloca à venda.
— Para quê?
— Para você não ver minha surpresa. Anda, Ana. Coloca logo.
Respirei fundo já tirando a faixa e a amarrando sobre os olhos. Minutos depois, senti o pequeno tranco que o carro fez ao parar e logo Christian estava abrindo a porta do passageiro.
— Tem certeza que não está vendo nada? – ele perguntou enquanto andávamos devagar.
— Não estou vendo nada. Mas para que esse suspense todo, hein? Só espero que seja coisa boa.
— Prometo que é uma coisa boa.
Ele me fez andar um pouco, depois subir uma pequena escada e por fim sentar em um tipo de banco macio, sentando-se ao meu lado em seguida e pediu para que eu esperasse. Não sei quanto minutos fiquei ali com ele segurando minhas mãos, mas isso já estava esquisito demais.
— Christian...
— Ainda não pode tirar a venda, só mais alguns segundos – ele disse e de repente outro tranco – Agora pode tirar.
Assim que voltei enxergar, meu queixo caiu em choque. Olhei para o lado vendo o porto pequeno pela nossa altura, pois estávamos no topo da roda gigante do píer 57. Já a nossa frente se encontrava o lindo pôr-do-sol de Seattle.
— Como?
— Favores. Etienne tinha amigo que lhe devia um favor, esse possuía outro amigo que devia um favor também e assim por diante. Só que eu disse a eles que ia lhe pedir em casamento por isso precisava de exclusividade da roda-gigante. Me deram apenas meia hora – ele se virou e pegou uma caixa de chocolate – Isso é para você. Feliz Páscoa, Ana.
Desfiz o laço e tirei a tampa lendo em seguida o que estava escrito sobre os bombons.
— Obrigada, Christian, mas eu tiraria o “amo” do bombom e colocaria “desejo”. Te desejo muito – falei, mordendo o lábio e sorrindo.
Christian deu um risinho e me puxou para um beijo que quase me fez deixar cair a caixa de chocolate no chão da cabine.
— Estamos perdendo o pôr-do-sol – murmurei entre os nossos lábios.
— E quem foi que disse que eu te trouxe aqui para ver o pôr-do-sol, hein? – ele me questionou tirando a caixa das minhas mãos, a colocando no banco da frente.
“Pega, porra. É hoje que a gente começa a listinha pervertida”
Nos beijamos novamente à medida que a mão dele se enfiava dentro da minha bata à procura do meu seio, não tardando em encontrá-lo e descer o tecido do sutiã. Arfei entre o pequeno espaço de nossas bocas quando ele apertou meu mamilo para em seguida se inclinar e morder o bico por sobre a bata mesmo.
Minhas mãos foram para seu short, já sentindo que Christian estava de pau duro. Como sentar em seu colo de frente para ele era meio que impossível pela pouca profundidade do banco, tive então que ficar de costas para Christian. À medida que eu ia me mexendo em seu colo, sentia que ficava mais molhada. Todavia, me lembrei de um pequeno detalhe.
— Christian, não trouxemos camisinha.
— Eu tenho uma no bolso, já quer usar ela?
— Sim, estou com tesão demais para ficar nas preliminares.
Christian desabotoou seu short depois rasgou o pacote e colocou o preservativo enquanto eu descia o zíper do meu short e o abaixava. Gemi o nome dele à medida que eu ia descendo naquele pau gostoso, Christian me puxou para trás recostando-me ao seu corpo enquanto me mandava cavalgar.
Assim que comecei a subir e descer sobre ele, o mesmo enfiou uma das mãos entre minhas pernas, massageando meu clitóris, provavelmente para chegarmos ao orgasmo juntos daqui há alguns minutos.
— Meu Deus, Ana... Você é gostosa demais...
— Você que é tesudo demais – gemi rebolando sobre o seu quadril.
Passados alguns minutos, senti que ele não se aguentava mais, se segurando para não gozar primeiro que eu, então guiei sua mão para o ponto acima onde estávamos conectados e mostrei o jeito que ele deveria estimular meu clitóris.
— Vai Christian, mais rápido, por favor! – gritei sentindo meu orgasmo vindo e à medida que ele acelerou minha masturbação aproveitei para apertar meu interior ao redor do seu pau, causando seu orgasmo segundos antes do meu explodir em meu ventre, me fazendo amolecer sobre Christian.
“Uau! Não vejo a hora de fazermos os outros itens da lista”
Estava literalmente acabada. Aquelas crianças eram ligadas na duzentos e vinte, pois queriam brincar comigo toda hora e o Christian ainda incentivava eles dizendo “Chama a tia Ana para brincar com a gente também”.
A única vez que eu descansei foi na parte da manhã quando Christian, juntamente com Elliot, pegaram as crianças e fomos nos encontrar com o outro irmão dele no Green Lake Park, pois parecia que isso era uma tradição que vinha do tempo do bisavô deles, de levar os meninos para o parque e brincar de caça ao tesouro com ovos de páscoa.
Por volta das quatro e meia da tarde, pedi que Christian me deixasse no hospital, pois minha irmã precisava descansar até às seis e meia, se é que ela tinha ficado esse tempo todo lá mesmo, que eu duvido muito.
Às cinco e quinze, meu pai piorou e o doutor me informou que ele tinha contraído algum tipo de infecção e era melhor o transferir para o isolamento da UTI Adulto. Concordei com o médico então ele disse que eu poderia ir para casa, porque meu pai aonde se encontrava não precisaria de acompanhante.
Liguei para minha irmã e a avisei, depois ia ligar para o Christian para que fosse me buscar, mas lembrei que o mesmo não possuía celular, então tive que esperar por uma hora em frente do hospital até ele aparecer.
— Vou te dar um celular de presente, Christian – resmunguei entrando no carro.
— Porque, se não preciso?
— Precisa sim. Faz uma hora que me desocupei aqui e só não peguei um táxi porque não sabia se chegando na sua casa, você estaria lá ou não, então resolvi esperar.
— Desculpe, estava preparando algumas coisas. Eu tenho um pouco de dinheiro que estava guardando para viajar nas minhas férias, mas acho que posso usá-lo.
— Por favor, Christian, não quero que gaste suas economias. Eu falei que vou te dar de presente então te darei.
— Não quero que fique comprando coisas para mim. É como se você estivesse me bancando, sabe?
Rolei os olhos.
— Besteira isso. Você está me dando um teto para morar, sem contar das fodas maravilhosas. Te presentear é o mínimo que posso fazer para lhe agradecer.
— Quer me agradecer? Então diga que me ama e casa comigo.
— Ok. Vou me casar com você – declarei, encarando-o.
— Isso é sério ou está tirando uma com a minha cara?
— Se para te dar presentes sem que você fique com esse seu mimimi de pobreza sobre dignidade, eu caso. Não tem problema não. O amor vem depois. Antigamente o povo não casava sem nunca terem se visto. Pelo menos nós já nos vimos e nos comemos, né? – comentei caindo na gargalhada, mas ela foi naturalmente morrendo quando notei que ele tinha ficado com a cara fechada – Christian...
— Prefiro continuar pobre, viver dignamente com um salário de professor do que ser sustentado por uma mesquinha igual a você.
“Mas eu tô dizendo mesmo... Uma carniça dessa me chamando de mesquinha. Mesquinha é o toba dele”
— Ok. Se quer gastar suas economias comprando a porra do celular, compra então. E assunto acabado – resmunguei, emburrada, cruzando os braços e olhando para a janela, mas segundos depois, escutei ele ri baixo, então o encarei – O que foi?
— Reparou que a gente teve nossa primeira DR sem nem ao menos termos um relacionamento?
— Nós temos um sim. Um relacionamento sexual, muito bom por sinal. Porque estamos indo para o porto? – o questionei quando entramos na rodovia que dava acesso a área do porto de Seattle.
— Abre o porta-luvas e coloca à venda.
— Para quê?
— Para você não ver minha surpresa. Anda, Ana. Coloca logo.
Respirei fundo já tirando a faixa e a amarrando sobre os olhos. Minutos depois, senti o pequeno tranco que o carro fez ao parar e logo Christian estava abrindo a porta do passageiro.
— Tem certeza que não está vendo nada? – ele perguntou enquanto andávamos devagar.
— Não estou vendo nada. Mas para que esse suspense todo, hein? Só espero que seja coisa boa.
— Prometo que é uma coisa boa.
Ele me fez andar um pouco, depois subir uma pequena escada e por fim sentar em um tipo de banco macio, sentando-se ao meu lado em seguida e pediu para que eu esperasse. Não sei quanto minutos fiquei ali com ele segurando minhas mãos, mas isso já estava esquisito demais.
— Christian...
— Ainda não pode tirar a venda, só mais alguns segundos – ele disse e de repente outro tranco – Agora pode tirar.
Assim que voltei enxergar, meu queixo caiu em choque. Olhei para o lado vendo o porto pequeno pela nossa altura, pois estávamos no topo da roda gigante do píer 57. Já a nossa frente se encontrava o lindo pôr-do-sol de Seattle.
— Como?
— Favores. Etienne tinha amigo que lhe devia um favor, esse possuía outro amigo que devia um favor também e assim por diante. Só que eu disse a eles que ia lhe pedir em casamento por isso precisava de exclusividade da roda-gigante. Me deram apenas meia hora – ele se virou e pegou uma caixa de chocolate – Isso é para você. Feliz Páscoa, Ana.
Desfiz o laço e tirei a tampa lendo em seguida o que estava escrito sobre os bombons.
Christian deu um risinho e me puxou para um beijo que quase me fez deixar cair a caixa de chocolate no chão da cabine.
— Estamos perdendo o pôr-do-sol – murmurei entre os nossos lábios.
— E quem foi que disse que eu te trouxe aqui para ver o pôr-do-sol, hein? – ele me questionou tirando a caixa das minhas mãos, a colocando no banco da frente.
“Pega, porra. É hoje que a gente começa a listinha pervertida”
Nos beijamos novamente à medida que a mão dele se enfiava dentro da minha bata à procura do meu seio, não tardando em encontrá-lo e descer o tecido do sutiã. Arfei entre o pequeno espaço de nossas bocas quando ele apertou meu mamilo para em seguida se inclinar e morder o bico por sobre a bata mesmo.
Minhas mãos foram para seu short, já sentindo que Christian estava de pau duro. Como sentar em seu colo de frente para ele era meio que impossível pela pouca profundidade do banco, tive então que ficar de costas para Christian. À medida que eu ia me mexendo em seu colo, sentia que ficava mais molhada. Todavia, me lembrei de um pequeno detalhe.
— Christian, não trouxemos camisinha.
— Eu tenho uma no bolso, já quer usar ela?
— Sim, estou com tesão demais para ficar nas preliminares.
Christian desabotoou seu short depois rasgou o pacote e colocou o preservativo enquanto eu descia o zíper do meu short e o abaixava. Gemi o nome dele à medida que eu ia descendo naquele pau gostoso, Christian me puxou para trás recostando-me ao seu corpo enquanto me mandava cavalgar.
Assim que comecei a subir e descer sobre ele, o mesmo enfiou uma das mãos entre minhas pernas, massageando meu clitóris, provavelmente para chegarmos ao orgasmo juntos daqui há alguns minutos.
— Meu Deus, Ana... Você é gostosa demais...
— Você que é tesudo demais – gemi rebolando sobre o seu quadril.
Passados alguns minutos, senti que ele não se aguentava mais, se segurando para não gozar primeiro que eu, então guiei sua mão para o ponto acima onde estávamos conectados e mostrei o jeito que ele deveria estimular meu clitóris.
— Vai Christian, mais rápido, por favor! – gritei sentindo meu orgasmo vindo e à medida que ele acelerou minha masturbação aproveitei para apertar meu interior ao redor do seu pau, causando seu orgasmo segundos antes do meu explodir em meu ventre, me fazendo amolecer sobre Christian.
“Uau! Não vejo a hora de fazermos os outros itens da lista”

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