CHRISTIAN
Não bastasse ser gostosona, a mulher tinha que cair em cima de mim. Quase gozei na hora, quer dizer, acabei tendo um pré-gozo e agora com certeza me encontrava com a cueca melada, ou era essa a sensação que estava sentindo na roupa.
Assim que entrei no banheiro, puxei algumas folhas de papel-toalha do porta-papel ao lado da enorme bancada da pia, abaixei a calça confirmando minhas suspeitas e comecei a me limpar tirando o melado da cueca. Entretanto, minutos depois, levei um susto quando senti a presença de alguém às minhas costas.
— Olá! Quer ajuda?
“Merda, tô fudido” pensei apreensivo olhando para ela, através do reflexo do espelho.
ANASTASIA
— Quer ajuda? – indaguei novamente, mordendo o lábio enquanto meu olhar parecia hipnotizado pelo pouco que eu via de suas partes íntimas.
Me aproximei mais dele, porém estranhei quando o mesmo se afastou de mim, já subindo sua calça.
— Eu estou bem. Não preciso de ajuda, não. Você nem deveria estar aqui – ele disse e notei nervosismo em seu tom de voz.
Comecei a andar até o cara, bem sensualmente, mas ele se enfiou em uma das cabines, trancando-se ali.
“Calma, Anastasia. Vai valer a pena o seu sacrifício de correr atrás desse homem gostoso” pensei respirando fundo.
— Está com medo de mim? – indaguei rente à porta e ele negou – Então abre. Eu juro que não mordo, ouviu?
— Que bom para você – escutei o cara debochar do outro lado.
— Se não está com medo, porque então está fugindo de mim?
— Não estou fugindo. Só não quero que ninguém me veja com você dentro de um banheiro masculino. Vão pensar besteira.
“Eu quero mesmo é fazer besteira, seu gostoso!”
— Porque mesmo está aqui? Errou o caminho, foi?
Dei um risinho.
— Não. Entrei no lugar certo. Mas me tira uma dúvida, você é gay por acaso?
Ele abriu a porta de repente, me assustando, e encarou-me bem sério.
— Não. Eu não sou gay, senhorita.
— Era só isso o que eu precisava saber – falei sorrindo, já o empurrando para dentro da cabine fazendo o mesmo cair sentado sobre a tampa do vaso.
Vi ele apertar os lábios até os mesmos ficassem uma linha fina quando fechei a porta e subi meu vestido, sentando em seguida em seu colo.
— O que está fazendo, moça?
— O que você pensa que estou fazendo, seu gostoso? – rebati, mas sem dar chance para ele responder, já o beijando.
Sorri mentalmente quando ele me envolveu pela cintura, puxando meu corpo para mais perto enquanto nossas bocas se conheciam saborosamente.
“Se eu fiquei melada só por senti-lo duro sob mim, imagina quando ele estiver me fodendo bem gostoso”
Mal tínhamos começado a nos beijar e o cara já me fez sair de cima dele e se levantou, mandando eu ficar de joelhos sobre o vaso.
— Você gosta de ir direto ao ponto, né? Adoro homens decididos – provoquei enquanto ele descia minha calcinha e arfei ao senti-lo entrando em mim, me alargando, mas logo arregalei os olhos projetando meu corpo para frente, apoiando-me melhor sobre a caixa de descarga – Ai! Para aí.
— O que foi? Te machuquei?
— Não, querido – falei debochadamente, encarando-o por cima do ombro – Tu não me machucou não, só quase me empalou viva. Qual é o tamanho do seu pau?
— Não me lembro muito bem, mas acho que é 22 cm.
— O quê? E tu quer meter tudo isso em mim? Você está doido?
— Desculpe. Me empolguei.
— Pois não se empolgue muito não e não mete ele até o fim não – pedi e mordi o lábio quando ele se enfiou de novo – Até aí está bom – alertei e fechei os olhos sentindo-o pulsar dentro de mim quando ele começou a se movimentar.
“Senhor, que pau gostoso é esse? Vai ser a melhor foda da minha vida!”
— Você é muito gostoso... Uma delícia... – eu gemia de prazer.
“É hoje que eu saio de perna bamba desse banheiro”
“Ou talvez não?” pensei quando escutei o tão conhecido gemido que os homens faziam quando gozavam.
— Já gozou? – perguntei mais para mim do que para ele, pois ainda eu não estava acreditando.
“Tava perfeito demais. Eu tinha que ter desconfiado. Um homem lindo, gostoso, com um pau grande, mas com ejaculação precoce. Aff... O Senhor está com raiva de minha pessoa, né Deus? Poxa vida”
— Me desculpe – o cara falou saindo de dentro de mim.
— Tudo bem... Qual é o seu nome mesmo? Esqueci de perguntar isso – indaguei me limpando com o papel higiênico.
— Christian – ele disse meio envergonhado enquanto subia sua calça.
— Tudo bem, Christian. Isso acontece. É melhor eu ir, né? Foi bom – falei terminando de me ajeitar.
Lhe dei um beijo na bochecha, já abrindo a porta da cabine e saindo, sendo seguida por ele.
— Não precisa mentir não. Já estou meio acostumado em ver essa cara de frustração nos rostos das mulheres.
— Você sabe que ejaculação precoce tem tratamento, não sabe? – o questionei terminando de secar as mãos, após lavá-las.
— Não.
“Em que mundo esse cara vive, Senhor?”
— Pois existe. E eu realmente disse a verdade. Foi bom e ficaria melhor ainda se você conseguisse se segurar por mais tempo. Quem sabe a gente não se esbarra no futuro, aí você pode fazer uma nova tentativa comigo e me pegar de jeito – comentei me aproximando dele, puxando-o pela blusa, selando nossos lábios em um beijo de despedida.
“Mais uma foda ruim para você colocar na sua enorme lista, Anastasia” murmurei comigo mesma enquanto saía do banheiro e seguia rumo até a escada, pois precisava me exercitar um pouco para tirar aquela tensão que eu sempre ficava quando não era devidamente comida.
Não bastasse ser gostosona, a mulher tinha que cair em cima de mim. Quase gozei na hora, quer dizer, acabei tendo um pré-gozo e agora com certeza me encontrava com a cueca melada, ou era essa a sensação que estava sentindo na roupa.
Assim que entrei no banheiro, puxei algumas folhas de papel-toalha do porta-papel ao lado da enorme bancada da pia, abaixei a calça confirmando minhas suspeitas e comecei a me limpar tirando o melado da cueca. Entretanto, minutos depois, levei um susto quando senti a presença de alguém às minhas costas.
— Olá! Quer ajuda?
“Merda, tô fudido” pensei apreensivo olhando para ela, através do reflexo do espelho.
ANASTASIA
— Quer ajuda? – indaguei novamente, mordendo o lábio enquanto meu olhar parecia hipnotizado pelo pouco que eu via de suas partes íntimas.
Me aproximei mais dele, porém estranhei quando o mesmo se afastou de mim, já subindo sua calça.
— Eu estou bem. Não preciso de ajuda, não. Você nem deveria estar aqui – ele disse e notei nervosismo em seu tom de voz.
Comecei a andar até o cara, bem sensualmente, mas ele se enfiou em uma das cabines, trancando-se ali.
“Calma, Anastasia. Vai valer a pena o seu sacrifício de correr atrás desse homem gostoso” pensei respirando fundo.
— Está com medo de mim? – indaguei rente à porta e ele negou – Então abre. Eu juro que não mordo, ouviu?
— Que bom para você – escutei o cara debochar do outro lado.
— Se não está com medo, porque então está fugindo de mim?
— Não estou fugindo. Só não quero que ninguém me veja com você dentro de um banheiro masculino. Vão pensar besteira.
“Eu quero mesmo é fazer besteira, seu gostoso!”
— Porque mesmo está aqui? Errou o caminho, foi?
Dei um risinho.
— Não. Entrei no lugar certo. Mas me tira uma dúvida, você é gay por acaso?
Ele abriu a porta de repente, me assustando, e encarou-me bem sério.
— Não. Eu não sou gay, senhorita.
— Era só isso o que eu precisava saber – falei sorrindo, já o empurrando para dentro da cabine fazendo o mesmo cair sentado sobre a tampa do vaso.
Vi ele apertar os lábios até os mesmos ficassem uma linha fina quando fechei a porta e subi meu vestido, sentando em seguida em seu colo.
— O que está fazendo, moça?
— O que você pensa que estou fazendo, seu gostoso? – rebati, mas sem dar chance para ele responder, já o beijando.
Sorri mentalmente quando ele me envolveu pela cintura, puxando meu corpo para mais perto enquanto nossas bocas se conheciam saborosamente.
“Se eu fiquei melada só por senti-lo duro sob mim, imagina quando ele estiver me fodendo bem gostoso”
Mal tínhamos começado a nos beijar e o cara já me fez sair de cima dele e se levantou, mandando eu ficar de joelhos sobre o vaso.
— Você gosta de ir direto ao ponto, né? Adoro homens decididos – provoquei enquanto ele descia minha calcinha e arfei ao senti-lo entrando em mim, me alargando, mas logo arregalei os olhos projetando meu corpo para frente, apoiando-me melhor sobre a caixa de descarga – Ai! Para aí.
— O que foi? Te machuquei?
— Não, querido – falei debochadamente, encarando-o por cima do ombro – Tu não me machucou não, só quase me empalou viva. Qual é o tamanho do seu pau?
— Não me lembro muito bem, mas acho que é 22 cm.
— O quê? E tu quer meter tudo isso em mim? Você está doido?
— Desculpe. Me empolguei.
— Pois não se empolgue muito não e não mete ele até o fim não – pedi e mordi o lábio quando ele se enfiou de novo – Até aí está bom – alertei e fechei os olhos sentindo-o pulsar dentro de mim quando ele começou a se movimentar.
“Senhor, que pau gostoso é esse? Vai ser a melhor foda da minha vida!”
— Você é muito gostoso... Uma delícia... – eu gemia de prazer.
“É hoje que eu saio de perna bamba desse banheiro”
“Ou talvez não?” pensei quando escutei o tão conhecido gemido que os homens faziam quando gozavam.
— Já gozou? – perguntei mais para mim do que para ele, pois ainda eu não estava acreditando.
“Tava perfeito demais. Eu tinha que ter desconfiado. Um homem lindo, gostoso, com um pau grande, mas com ejaculação precoce. Aff... O Senhor está com raiva de minha pessoa, né Deus? Poxa vida”
— Me desculpe – o cara falou saindo de dentro de mim.
— Tudo bem... Qual é o seu nome mesmo? Esqueci de perguntar isso – indaguei me limpando com o papel higiênico.
— Christian – ele disse meio envergonhado enquanto subia sua calça.
— Tudo bem, Christian. Isso acontece. É melhor eu ir, né? Foi bom – falei terminando de me ajeitar.
Lhe dei um beijo na bochecha, já abrindo a porta da cabine e saindo, sendo seguida por ele.
— Não precisa mentir não. Já estou meio acostumado em ver essa cara de frustração nos rostos das mulheres.
— Você sabe que ejaculação precoce tem tratamento, não sabe? – o questionei terminando de secar as mãos, após lavá-las.
— Não.
“Em que mundo esse cara vive, Senhor?”
— Pois existe. E eu realmente disse a verdade. Foi bom e ficaria melhor ainda se você conseguisse se segurar por mais tempo. Quem sabe a gente não se esbarra no futuro, aí você pode fazer uma nova tentativa comigo e me pegar de jeito – comentei me aproximando dele, puxando-o pela blusa, selando nossos lábios em um beijo de despedida.
“Mais uma foda ruim para você colocar na sua enorme lista, Anastasia” murmurei comigo mesma enquanto saía do banheiro e seguia rumo até a escada, pois precisava me exercitar um pouco para tirar aquela tensão que eu sempre ficava quando não era devidamente comida.

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