ANASTASIA
Uma semana havia se passado e eu não tinha visto mais o Christian, apenas a Kate, que trouxe o Elliot hoje bem cedo para que eu cuidasse dele o dia todo, e a mesma estava bem estranha. Fiquei preocupada, achando que eu poderia ter causado alguma briga entre eles.
Todavia, depois parando para avaliar melhor o que havia acontecido, deduzi que eu não tinha feito nada que pudesse causar desavença entre Christian e Kate. Entretanto, eu não parava de pensar no Sr. Grey, naquele corpo que o mesmo possuía.
Mas logo o fato dele ser casado vinha à minha mente, acabando com qualquer sonho ou desejo meu. Por volta do meio dia, meus avós me informaram novamente sobre o retiro da igreja, que ambos iriam fazer nesse final de semana.
Os dois me deram infinitas orientações e regras que eu deveria seguir, já que eu ficaria em casa sozinha de sexta à tarde até domingo à noite, quando eu iria encontrá-los de novo na missa.
— Vó, eu já tenho dezenove anos. Eu sei ser responsável. Já está na hora de os senhores terem um pouquinho de confiança em mim – resmunguei.
— Está bem, minha querida. Mas, vou pedir para Elizabeth passar aqui de vez em quando, esses dois dias, para ver se você está bem.
Elizabeth era uma senhora, já de idade também, que morava no apartamento do lado.
— Ok, vó.
Assim que fiquei sozinha no apartamento, ao invés de aproveitar eu acabei dormindo a tarde toda no tapete da sala com o Elliot e seus brinquedos. Acordei apenas quando tocaram a campainha, que quando fui atender, era a Dona Elizabeth verificando se eu estava bem.
Depois que ela saiu, dei um banho no Elliot e o deixei brincando no tapete do meu quarto enquanto tomava um banho meio rápido para não deixar o pequeno sozinho por muito tempo. Após ter banhado e me arrumado, fiz a mamadeira dele e esquentei a lasanha do almoço, que minha vó havia feito.
Elliot tinha acabado de arrotar quando a campainha tocou. Já era de noite então deduzi que poderia ser a Kate vindo buscar o filho, mas para a minha surpresa, assim que eu abri a porta, vi o Sr. Grey ali parado.
— Oi – murmurei, corando um pouco ao lembrar que eu me encontrava usando apenas um shortinho e um top, ambos de lycra, e por esse motivo se colavam ao meu corpo perfeitamente.
— Oi, Anastasia – ele falou, dando um sorriso.
— Veio buscar o Elliot?
— Não. Quer dizer, sim. Mas eu vim mesmo com a intenção de pedir um pouco de arroz para os seus avós, porque acabei esquecendo de passar no mercado.
— Eles não estão no momento, mas eu te dou – falei, já percebendo a frase de duplo sentido que eu havia dito – Arroz... Eu te dou um pouco de arroz. Entre.
“Ai que vergonha, meu Deus” pensei enquanto abria mais a porta e dava passagem para que Christian entrasse.
— Aconteceu alguma coisa entre você e a Kate? Sei que não é da minha conta, mas ela estava meio estranha hoje.
— A gente discutiu sobre a carga horária dela e a minha também – ele informou, pegando Elliot no colo, beijando o mesmo, fazendo ele soltar uma gargalhada gostosa – Hum... Que cheiro gostoso – Christian comentou, me olhando.
— É a lasanha da minha vó. Ela fez no almoço e sobrou para o jantar então esquentei. Quer levar um pedaço para você e para Kate? É que sobrou muito para eu comer sozinha.
— E os seus avós? Não vão jantar não?
— Eles só voltam no domingo à noite. Estão num retiro da igreja para a terceira idade.
— Hum... Então eu posso comer o meu pedaço de lasanha aqui?
A pergunta dele me pegou de surpresa.
— Mas e a sua esposa? – indaguei, meio preocupada.
— Kate está no hospital. Ela pegou o plantão da noite também – Christian murmurou, suspirando e eu notei um pouco de tristeza em seu rosto.
Concordei e servi um prato à ele também, que logo veio se sentar à mesa, com Elliot nos braços. Todavia, o pequeno adormeceu após alguns minutos.
— Se quiser pode deixar ele dormindo no quarto dos meus avós enquanto você termina de comer. A cama lá é de casal – sugeri para Christian que concordou, já se levantando.
O mesmo retornou minutos depois e voltou a se sentar à mesa. Enquanto jantávamos conversamos sobre assuntos diversos do dia a dia até que entramos numa área muito perigosa.
Christian me relatou que ele e Kate já não se tratavam mais como marido e mulher, que fazia muito tempo que ambos não tinham relações sexuais, porque quando um chegava do trabalho o outro estava saindo ou dormindo cansado e vice-versa, que o mesmo sentia muita falta de sexo, já que ele sempre foi fogoso.
Aquela conversa estava fazendo meu corpo esquentar e quando percebi, me encontrava fazendo gestos de como se eu tivesse tentando seduzi-lo. Rapidamente, soltei o lábio que eu mordia e parei de mexer no meu cabelo. O pior da situação era que Christian não parava de me encarar.
Me levantei então e recolhi os pratos sujos e a travessa vazia da lasanha, colocando-os na pia e começando a lavar os mesmos, pois não queria ficar olhando para Christian senão eu seria capaz de cometer uma loucura que me faria ficar arrependeria para o resto da minha vida.
De repente, senti Christian me abraçar por trás, envolvendo minha cintura com seus braços, colando seu corpo ao meu, fazendo com que eu sentisse o quão excitado o mesmo se encontrava. Suas mãos logo começaram a passear pelo corpo, arrepiando-me, deixando meus seios intumescidos.
— Isso é errado, Sr. Grey – murmurei, com a respiração meio vacilante.
— Eu sei, mas não consigo me controlar. Eu preciso ter você, Ana – Christian sussurrou em meu ouvido e pegando em meus quadris, virou-me para ele.
Não tive tempo para raciocinar, pois o mesmo logo descendo ferozmente seus lábios sobre os meus. Eu era virgem em tudo e Christian percebeu minha inexperiência, pois mudou o jeito que me beijava e começou a beijar-me mais lento, permitindo que eu conseguisse aprender e pegar o jeito da coisa.
No momento seguinte, o chão faltou sob meus pés, fazendo-me perceber que Christian havia me sentado sobre a bancada ao lado da pia.
A mesma estava gelada e isso intensificou ainda mais o enrijecimento dos meus mamilos, mas não por muito tempo, porque Christian rapidamente tirou o meu top e levou sua boca quente para os meus seios, abocanhando-os.
— Me faça sua, por favor – implorei em meio a gemidos, totalmente entregue.
Ele voltou a me beijar e terminamos de tirar o resto de nossas roupas, ficando nus ali mesmo na cozinha. Christian então me deitou sobre a mesa e abriu bem minhas pernas, deixando-me exposta a ele.
O mesmo se sentou em uma cadeira e abraçando o meu quadril, puxando-o mais para si, começou a chupar minha boceta avidamente, me levando à loucura. Sua língua me explorava incessantemente e Christian logo me fez gozar na boca dele.
Depois o mesmo se levantou e me penetrou, começando a me foder.
Devido ao calor do momento e pela excitação, não percebi se havia doído ou não o rompimento do meu hímen. Eu só sabia gemer incontrolavelmente.
— Não para, continue assim... – falei, gemendo enquanto Christian socava forte – Oh meu Deus...
De joelhos e debruçada sobre a mesinha de centro da sala de estar, sendo fodida e gozando pela quarta vez, não demorou muito e eu recebi um tapa forte na minha bunda, à medida que ele começava a acelerar o ritmo.
A ardência do tapa mais as estocadas frenéticas de Christian fizeram um novo orgasmo me atingir, fazendo-me tremer e o apertar forte com a minha bocetinha. De repente, senti ele desacelerando e se enfiando fundo em mim.
— Oh merda! Eu gozei dentro. Amanhã eu te trago a pílula do dia seguinte para você tomar, tudo bem?
Assenti, já me levantando da mesinha de centro e correndo para o banheiro a fim de me levar. Além do banho, fiz duas vezes uma lavagem interna, mas mesmo assim ainda saía um pouco de sêmen com sangue. Acabei por usar um absorvente quando me vesti.
Assim que sai do meu quarto, percebi que me encontrava sozinha no apartamento. Christian tinha ido embora e levado Elliot consigo, mas quando entrei na cozinha, vi um bilhete dele na porta da geladeira.
Fiquei encarando o bilhete por alguns minutos, então salvei o número dele em meu celular, indo lavar a louça suja. Horas depois, deitada em minha cama, sem conseguir dormir e pensando em tudo em que tinha acontecido mais cedo, uma pergunta rondava a minha mente.
“Eu estava arrependida por ter perdido a minha virgindade com um homem casado ou não?”.
Uma semana havia se passado e eu não tinha visto mais o Christian, apenas a Kate, que trouxe o Elliot hoje bem cedo para que eu cuidasse dele o dia todo, e a mesma estava bem estranha. Fiquei preocupada, achando que eu poderia ter causado alguma briga entre eles.
Todavia, depois parando para avaliar melhor o que havia acontecido, deduzi que eu não tinha feito nada que pudesse causar desavença entre Christian e Kate. Entretanto, eu não parava de pensar no Sr. Grey, naquele corpo que o mesmo possuía.
Mas logo o fato dele ser casado vinha à minha mente, acabando com qualquer sonho ou desejo meu. Por volta do meio dia, meus avós me informaram novamente sobre o retiro da igreja, que ambos iriam fazer nesse final de semana.
Os dois me deram infinitas orientações e regras que eu deveria seguir, já que eu ficaria em casa sozinha de sexta à tarde até domingo à noite, quando eu iria encontrá-los de novo na missa.
— Vó, eu já tenho dezenove anos. Eu sei ser responsável. Já está na hora de os senhores terem um pouquinho de confiança em mim – resmunguei.
— Está bem, minha querida. Mas, vou pedir para Elizabeth passar aqui de vez em quando, esses dois dias, para ver se você está bem.
Elizabeth era uma senhora, já de idade também, que morava no apartamento do lado.
— Ok, vó.
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Assim que fiquei sozinha no apartamento, ao invés de aproveitar eu acabei dormindo a tarde toda no tapete da sala com o Elliot e seus brinquedos. Acordei apenas quando tocaram a campainha, que quando fui atender, era a Dona Elizabeth verificando se eu estava bem.
Depois que ela saiu, dei um banho no Elliot e o deixei brincando no tapete do meu quarto enquanto tomava um banho meio rápido para não deixar o pequeno sozinho por muito tempo. Após ter banhado e me arrumado, fiz a mamadeira dele e esquentei a lasanha do almoço, que minha vó havia feito.
★ ★ ★ ★ ★
Elliot tinha acabado de arrotar quando a campainha tocou. Já era de noite então deduzi que poderia ser a Kate vindo buscar o filho, mas para a minha surpresa, assim que eu abri a porta, vi o Sr. Grey ali parado.
— Oi – murmurei, corando um pouco ao lembrar que eu me encontrava usando apenas um shortinho e um top, ambos de lycra, e por esse motivo se colavam ao meu corpo perfeitamente.
— Veio buscar o Elliot?
— Não. Quer dizer, sim. Mas eu vim mesmo com a intenção de pedir um pouco de arroz para os seus avós, porque acabei esquecendo de passar no mercado.
— Eles não estão no momento, mas eu te dou – falei, já percebendo a frase de duplo sentido que eu havia dito – Arroz... Eu te dou um pouco de arroz. Entre.
“Ai que vergonha, meu Deus” pensei enquanto abria mais a porta e dava passagem para que Christian entrasse.
— Aconteceu alguma coisa entre você e a Kate? Sei que não é da minha conta, mas ela estava meio estranha hoje.
— A gente discutiu sobre a carga horária dela e a minha também – ele informou, pegando Elliot no colo, beijando o mesmo, fazendo ele soltar uma gargalhada gostosa – Hum... Que cheiro gostoso – Christian comentou, me olhando.
— É a lasanha da minha vó. Ela fez no almoço e sobrou para o jantar então esquentei. Quer levar um pedaço para você e para Kate? É que sobrou muito para eu comer sozinha.
— E os seus avós? Não vão jantar não?
— Eles só voltam no domingo à noite. Estão num retiro da igreja para a terceira idade.
— Hum... Então eu posso comer o meu pedaço de lasanha aqui?
A pergunta dele me pegou de surpresa.
— Mas e a sua esposa? – indaguei, meio preocupada.
— Kate está no hospital. Ela pegou o plantão da noite também – Christian murmurou, suspirando e eu notei um pouco de tristeza em seu rosto.
Concordei e servi um prato à ele também, que logo veio se sentar à mesa, com Elliot nos braços. Todavia, o pequeno adormeceu após alguns minutos.
— Se quiser pode deixar ele dormindo no quarto dos meus avós enquanto você termina de comer. A cama lá é de casal – sugeri para Christian que concordou, já se levantando.
O mesmo retornou minutos depois e voltou a se sentar à mesa. Enquanto jantávamos conversamos sobre assuntos diversos do dia a dia até que entramos numa área muito perigosa.
Christian me relatou que ele e Kate já não se tratavam mais como marido e mulher, que fazia muito tempo que ambos não tinham relações sexuais, porque quando um chegava do trabalho o outro estava saindo ou dormindo cansado e vice-versa, que o mesmo sentia muita falta de sexo, já que ele sempre foi fogoso.
Aquela conversa estava fazendo meu corpo esquentar e quando percebi, me encontrava fazendo gestos de como se eu tivesse tentando seduzi-lo. Rapidamente, soltei o lábio que eu mordia e parei de mexer no meu cabelo. O pior da situação era que Christian não parava de me encarar.
Me levantei então e recolhi os pratos sujos e a travessa vazia da lasanha, colocando-os na pia e começando a lavar os mesmos, pois não queria ficar olhando para Christian senão eu seria capaz de cometer uma loucura que me faria ficar arrependeria para o resto da minha vida.
De repente, senti Christian me abraçar por trás, envolvendo minha cintura com seus braços, colando seu corpo ao meu, fazendo com que eu sentisse o quão excitado o mesmo se encontrava. Suas mãos logo começaram a passear pelo corpo, arrepiando-me, deixando meus seios intumescidos.
— Isso é errado, Sr. Grey – murmurei, com a respiração meio vacilante.
— Eu sei, mas não consigo me controlar. Eu preciso ter você, Ana – Christian sussurrou em meu ouvido e pegando em meus quadris, virou-me para ele.
Não tive tempo para raciocinar, pois o mesmo logo descendo ferozmente seus lábios sobre os meus. Eu era virgem em tudo e Christian percebeu minha inexperiência, pois mudou o jeito que me beijava e começou a beijar-me mais lento, permitindo que eu conseguisse aprender e pegar o jeito da coisa.
No momento seguinte, o chão faltou sob meus pés, fazendo-me perceber que Christian havia me sentado sobre a bancada ao lado da pia.
— Me faça sua, por favor – implorei em meio a gemidos, totalmente entregue.
Ele voltou a me beijar e terminamos de tirar o resto de nossas roupas, ficando nus ali mesmo na cozinha. Christian então me deitou sobre a mesa e abriu bem minhas pernas, deixando-me exposta a ele.
O mesmo se sentou em uma cadeira e abraçando o meu quadril, puxando-o mais para si, começou a chupar minha boceta avidamente, me levando à loucura. Sua língua me explorava incessantemente e Christian logo me fez gozar na boca dele.
Depois o mesmo se levantou e me penetrou, começando a me foder.
★ ★ ★ ★ ★
— Não para, continue assim... – falei, gemendo enquanto Christian socava forte – Oh meu Deus...
De joelhos e debruçada sobre a mesinha de centro da sala de estar, sendo fodida e gozando pela quarta vez, não demorou muito e eu recebi um tapa forte na minha bunda, à medida que ele começava a acelerar o ritmo.
A ardência do tapa mais as estocadas frenéticas de Christian fizeram um novo orgasmo me atingir, fazendo-me tremer e o apertar forte com a minha bocetinha. De repente, senti ele desacelerando e se enfiando fundo em mim.
— Oh merda! Eu gozei dentro. Amanhã eu te trago a pílula do dia seguinte para você tomar, tudo bem?
Assenti, já me levantando da mesinha de centro e correndo para o banheiro a fim de me levar. Além do banho, fiz duas vezes uma lavagem interna, mas mesmo assim ainda saía um pouco de sêmen com sangue. Acabei por usar um absorvente quando me vesti.
Assim que sai do meu quarto, percebi que me encontrava sozinha no apartamento. Christian tinha ido embora e levado Elliot consigo, mas quando entrei na cozinha, vi um bilhete dele na porta da geladeira.
Não fique se sentindo culpada por nada, Ana.
Se quiser conversar, me manda mensagem.
(Número de celular)
Fiquei encarando o bilhete por alguns minutos, então salvei o número dele em meu celular, indo lavar a louça suja. Horas depois, deitada em minha cama, sem conseguir dormir e pensando em tudo em que tinha acontecido mais cedo, uma pergunta rondava a minha mente.
“Eu estava arrependida por ter perdido a minha virgindade com um homem casado ou não?”.

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