sábado, 11 de julho de 2020

O Gostoso do Andar de Cima - Parte 3


ANASTASIA

Acordei um pouco tarde naquele sábado, e permaneci na cama mais um tempo.

Não havia conseguido dormir direito à noite, pois sempre que tentava, cochilava e acabava sonhando com Christian me fodendo em todos os cantos desse apartamento. E não deu outra, eu passei a madrugada quase toda me masturbando.

Só de lembrar disso, eu levei a mão até a minha bocetinha e comecei a massagear o meu clítoris, iniciando uma nova onda de orgasmos, deixando-me completamente cansada e com muita fome. A muito custo, levantei da cama e fui preparar algo para comer.

Fiquei com receio de mandar mensagem para o Christian, mas por fim mandei um simples “Oi. Ass: Ana”, recebendo minutos depois uma resposta dele.


Oi, linda.
Estou no trabalho agora.
Mais tarde passo aí para conversarmos.
Ah... Eu joguei duas cartelas de comprimidos
por debaixo de sua porta. Uma é remédio
para dor e a outra é a pílula.


Sorri ao ver que ele estava preocupado comigo, com relação se eu me encontrava com dor ou não. Então me dirigi até a sala, já pegando as cartelas do chão e tomando a pílula e um comprimido para dor.

Como não tinha nada para fazer, fui assistir televisão na sala, conseguindo desbloquear os canais adultos da TV a cabo.


★ ★ ★ ★ ★


Era por volta das quatro da tarde quando a campainha tocou, então mudei de canal rapidamente, aumentando um pouco o volume e me levantei do sofá, ajeitando o meu vestido e indo até a porta, achando que fosse a vizinha que havia vindo ver como eu estava.

Entretanto, era Christian que se encontrava em minha porta. Dei então passagem à ele e o mesmo adentrou no apartamento, me dando um beijo na bochecha assim que eu fechei a porta.

— Como você está, linda? Tomei o comprimido? – Christian indagou à medida que se sentava no sofá, atendendo ao meu pedido.

— Tomei sim. E eu vou bem também. E você? Como está? Como foi seu trabalho? – inquiri de um jeito acelerado, percebendo segundos depois que eu estava fazendo perguntas como se eu fosse namorada dele ou algo do tipo – Desculpe. Me empolguei.

Ele sorria para mim, então me mandou sentar ao lado dele e assim eu o fiz, sentindo uma sensação estranha e prazerosa em andar e sentar com a boceta toda melada com meu próprio gozo de inúmeros orgasmos graças aos canais pornôs da TV a cabo.

— Eu estou bem. Um pouco cansado pelo trabalho e tudo que houve em casa, mas estou bem.

— O que houve em sua casa? Desculpe se estou me intrometendo...

— Não, não. Está tudo bem, linda. Hoje de manhã antes de eu ir para o trabalho, eu e a Kate brigamos como sempre sobre os plantões e eu acabei contando que eu tinha traído ela...

Arregalei os olhos, assustada.

— Você o quê?

— Não se preocupe, Ana. Eu não disse com quem foi ou quando foi – Christian garantiu, suspirando e segurando minha mão por sobre a minha coxa – Quando cheguei hoje de tarde do trabalho, ela tinha ido embora com o nosso filho. Kate só deixou um bilhete dizendo que iria voltar para a casa dos pais dela por um tempo, que depois entraria em contato comigo para resolvermos a guarda do Elliot, mas que por enquanto ela não queria falar comigo. Enfim, agora estou solteiro e sem filho também.

Ele suspirou e eu vi tristeza em seu rosto, me deixando péssima com a situação.

— Eu sinto muito, Christian. Eu não queria ter estragado o seu casamento. Me perdoa, por favor. Meu Deus, eu vou arder eternamente nas chamas do Inferno por isso – choraminguei, em desespero.

— Ei... Se acalme – Christian pediu, me abraçando por sobre os ombros, trazendo meu corpo para perto do dele – Você não estragou nada. Os únicos culpados do meu relacionamento com a Kate ter acabado fomos nós mesmo, eu e ela. Um pouco mais eu que ela, já que Kate nunca me traiu. Eu assumo toda e qualquer culpa que você esteja sentindo sobre o que fizemos, Ana.

— Não – anunciei firme, me desvencilhando um pouco de Christian e o encarei, limpando meu rosto – Eu também tenho culpa. Você não me forçou a nada. Eu que tenho um tesão enorme em você e acabei me deixando levar por ele.

De repente, vi Christian desviar seu olhar do meu e mirar algo mais embaixo, fazendo-me olhar também, percebendo que a alça do meu vestido havia deslizado pelo meu ombro e caído, deixando meu seio quase exposto.

Aparecia apenas a parte superior dele e o tecido estava sendo sustentado pelo meu mamilo intumescido. Ergui o rosto e Christian não disse nada, apenas enfiou sua mão em meus cabelos e me puxou para um beijo avassalador que fez minha boceta piscar freneticamente.

Eu mesma tomei a iniciativa de tirar o meu vestido quando ele massageou e apertou o bico do meu seio, em meio ao nosso beijo, deixando-me louca de tesão.

Logo Christian desceu sua mão pela minha barriga e começou a me masturbar, invadindo a minha bocetinha encharcada com seus dedos, fazendo meu corpo se arrepiar todo e gemidos intensos saírem da minha garganta.
Após Christian se livrar de sua roupa, eu me posicionei de quatro no sofá, ao lado dele e comecei a chupá-lo, sentindo-o pela primeira vez em minha boca. No início, eu comecei meio desajeitada, mas logo fui pegando o jeito, sendo orientada por ele.

Voltei a beijá-lo à medida que eu me levantava, então Christian se deitou no sofá, já me puxando para cima dele, esfregando seu pau em minha boceta, lubrificando o mesmo antes de segurar minha cintura e me fazer sentar nele.
— Gostosa... – Christian falava e gemia contra meus lábios enquanto eu rebolava deliciosamente sobre ele.
— Isso me arromba vai! – pedi, gemendo alto quando mudamos de posição e ele me deitou no sofá, colocando uma camisinha tirada de sua carteira, abrindo bem minhas pernas, já se enfiando em mim e começando a me foder.
Eu estava tão excitada que as palavras obscenas dos filmes pornôs que eu havia assistido antes da chegada dele, saíam da minha boca automaticamente. Christian então acelerou mais o ritmo, beijando o meu pescoço ao mesmo tempo.
Me encontrava totalmente entregue ao tesão daquele momento que gozei intensamente, o apertando forte com a minha bocetinha, fazendo com ele gozasse também. Christian saiu de mim, levantando-se e tirando a camisinha, já jogando no lixo e pegando outra na carteira.

Após me chupar um pouco, ele me ajeitou, recostando-me contra o braço do sofá, levantando uma das minhas pernas, e se enfiando fundo em mim, me fazendo arfar.
Christian ficou intercalando entre socadas fortes e metidas lentas que ele fazia questão de esfregar a base de sua virilha contra a minha boceta, estimulando mais ainda o meu clítoris já inchado e mega sensível.
Não deu outra, gozei de novo em questão de poucos minutos. Christian me fodeu mais alguns minutos depois saiu de dentro de mim, tirando a camisinha e gozando em minha barriga.





CHRISTIAN

Eu e a Ana curtimos muito aquele final de semana e bolamos um plano para nos vermos às escondidas dos avós dela. Anastasia iria dizer a eles que queria fazer um cursinho preparatório para poder ingressar em alguma faculdade.

Tudo correu bem. Os avós dela não a impediram e sim a incentivaram a fazer isso, então uma vez por semana, Ana matava o cursinho e passávamos a tarde toda num motel em Santa Mônica, a 20 minutos de Los Angeles.

Isso durou por alguns meses até que Kate me deu a guarda total do Elliot e eu pude voltar para Sacramento, minha cidade natal, onde eu tinha uma tia que iria me ajudar a reconstruir minha vida por lá.

Nunca deixei de manter contato com a Anastasia e por através de mensagens que eu a pedir em namoro e a mesma aceitou.

Logo estávamos fazendo planos e um dele era dela vir cursar Administração na universidade daqui. Ana se esforçou bastante nos estudos e foi aprovada. Hoje, semanas depois do resultado, eu estava à espera dela, no salão de desembarque para começarmos uma vida juntos.

Logo a vi, sorrindo para mim, puxando sua mala, vindo em minha direção. Então Anastasia se jogou nos meus braços e eu a beijei intensamente.

— Que saudade, meu amor – sussurrei a encarando e enchendo ela de beijinhos, fazendo a mesma sorrir, feliz.


❤️ FIM ❤️

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