quinta-feira, 23 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 48


ANASTASIA

Senti a boca de Christian beijar a minha bocetinha, ainda protegida pelo pano da calcinha, fazendo-me automaticamente soltar um gemido. O encarei e o mesmo sorriu para mim, já se erguendo, saindo da cama.

Após ele tirar sua roupa, Christian retirou a minha calcinha, já se colocando entre minhas pernas. Com um sorriso travesso, eu comecei a esfregar minha boceta no pau dele, ansiosa pela penetração que aconteceria a qualquer momento.
Em um movimento, a cabeça do pau se encaixou em minha entrada, então joguei meu quadril um pouco para frente, fazendo aquele pedaço de carne pulsante lentamente me invadir.

— Que bocetinha quente, Princesa – ele gemeu, fazendo uma cara safada que me deu o maior tesão da vida, e fez com que eu erguesse o meu quadril e começasse a rebolar no pau dele.

Christian logo se deitou sobre mim, beijando-me e passou a me foder intensamente, me fazendo explodir em um orgasmo alucinante minutos depois.
Mal havia gozado e ele já nos virou, deixando-me por cima.

— Cavalgar no seu Daddy, minha princesa. Rebola bem gostoso nesse pau – Christian pediu num sussurro misturado a gemidos, então me aprumei, já ficando sentada sobre o quadril dele e comecei a movimentar o meu à medida que o encarava, mordendo o cantinho do lábio e fazendo uma cara de safada.
— Não faz essa carinha não senão eu fico louco, Princesa.

Sorri e logo me apoiei no peito de Christian e rebolei gostoso como ele tinha pedido, chegando a quicar às vezes sobre o seu pau.
Christian passou a dar tapas em minhas nádegas, arrancando-me profundos gemidos e uma necessidade louca de sentir aqueles tapas cada vez mais fortes em minha pele enquanto fazia minha boceta subir e descer naquele pedaço de carne duro e pulsante.
Não demorou muito para ele se sentar e passar a explorar o meu pescoço e os meus seios com sua boca quente, chupando cada centímetro do meu colo.

— Daddy! – gritei, gozando forte, tremendo-me um pouco sobre o colo dele.
O encarei, dando um sorriso, antes de o beijar à medida que eu ia sentindo o interior da minha bocetinha me dar pequenos choques elétricos.
Christian ainda não havia gozado e pelo jeito brusco com o qual o mesmo me tirou de cima dele, já me posicionando de quatro sobre a cama, dando-me mais uns tapas em minha bunda antes de socar em minha boceta e me foder fortemente, indicava que ele estava perto de gozar também.
— Fode essa minha bocetinha, Daddy! Mais forte e fundo! Me faz delirar, Daddy! Isso! – eu gritava feito louca enquanto Christian atendia aos meus gritos, puxando meus cabelos.
Tive um novo orgasmo, juntamente com o de Christian, tão intenso quanto os outros que me fez inclinar para frente, repousando meu corpo sobre o colchão, quase que desfalecendo de prazer. Fiquei ali deitada, sorrindo meio debilmente, cansada dos orgasmos que tinha tido.

— Porque está sorrindo, Princesa? – ouvi Christian indagar à medida que o mesmo se deitava ao meu lado.

— Estou feliz, Daddy. Feliz por você está aqui comigo. Feliz porque estava com saudade de foder com você. Feliz porque podemos ficar juntos, sem ninguém para nos atrapalhar ou sem precisarmos nos esconder, mesmo que escondido é mais gostoso, como diz o ditado por aí – falei, me aconchegando à ele.

Christian riu e me beijou carinhosamente.

— Também estou feliz, minha princesa. E vamos ser muito felizes aqui em Alicante. Eu juro – ele garantiu, acariciando minha bochecha – Amanhã enquanto você estiver na escola, eu vou visitar o restaurante do Pablo e ver com ele tudo que precisamos fazer para alavancar o estabelecimento, aí depois eu vou te buscar e...

— Não precisa – informei, o interrompendo – Eu venho com os meninos mesmo.

— Certeza, Princesa? Você está grávida e...

— Eu acho que gravidez não é doença, Daddy. Mas não se preocupe com isso. Eu venho com os meus amigos, senão os mesmos vão achar que não quero mais andar com eles – falei, rindo baixinho.

— Tudo bem, minha princesa. Então depois do almoço já vamos para a nossa casa.

Assenti, dando um sorriso e vi Christian suspirar, erguendo o braço, colocando o mesmo para trás da cabeça, apoiando a mesmo sobre ele, já encarando o teto.

— O que foi, Daddy? – inquiri, o olhando, fazendo o mesmo virando o rosto e me encarar.

— Nada, Princesa. Só estou pensando aqui em algumas coisas.

— Que coisas? – indaguei, curiosa, me ajeitando melhor na cama.

— Quer mesmo morar aqui para o resto de sua vida?

— Eu gosto daqui, Daddy. Mas porque a pergunta?

— Queria saber, porque assim eu já vou vendo e pegando as informações necessárias de como podemos providenciar os nossos cartões de residência permanente aqui na Espanha.

— Ah... Meu plano inicial era ficar aqui por dois anos até me formar no ensino médio, então eu voltaria para Seattle para cursar faculdade de Administração e viver com você. Mas depois que descobri que estava grávida, mesmo eu sentindo falta de lá, eu não quero mais voltar para os Estados Unidos, Daddy. Lá eu corro o risco de encontrar com os meus irmãos e eles me odeiam muito, então podem ser capazes de fazer algo contra mim ou contra o bebê. Eu sou feliz aqui. Tenho amigos. Você está aqui comigo agora e logo logo, a Gail e o Jason vão vir também. Alicante virou meu lar agora, Daddy – murmurei, sorrindo.

— O meu também, minha princesa. Vamos aproveitar a tal Siesta e dormir um pouco. Temos que nos acostumar com os costumes do nosso novo país – Christian disse, fazendo rir e dar um beijo apaixonado nele, antes de voltar a me aconchegar em seu corpo e fechar os olhos.

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